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Nizam e seu cunhadinho Léo- Parte 8

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Era sábado à noite, jantar de família na casa dos sogros. Todo mundo tinha acabado de voltar daquela viagem longa, a Leona contava animada sobre a piscina e a banda que tocou até tarde, a sogra ia e vinha da cozinha enchendo a mesa de arroz, feijão, frango assado e uma farofa que cheirava a casa de vó. O sogro já na terceira cerveja, resmungando do trânsito infernal da volta. E a Leona do meu lado, mão disfarçada na minha coxa debaixo da toalha, como se os últimos dias tivessem sido normais.
Do outro lado da mesa, na ponta o Léo mexia na comida com o garfo, quieto demais. Rosto vermelho desde que chegou, mal levantava os olhos pra mim, mas quando cruzava, desviava rápido, como quem foi pego no flagra. Eu sabia por quê, tinha visto da janela da cozinha ele entrando no portão do Maurício, sumindo uns bons trinta minutos e saindo com aquela cara metade culpa, metade tesão que eu conhecia de cor.
O jantar seguia no automática risada alta, papo de trabalho, sogra me chamando de “genro perfeito” por ter segurado a casa enquanto eles viajavam. Eu sorria, respondia, agradeci mas por dentro era um nó. Cada risadinha baixa que o Léo dava pras piadas do sogro apertava mais meu peito.
Quando a Leona levantou pra ajudar a mãe com o pudim, eu vi a brecha. Levantei devagar, resmunguei qualquer coisa sobre pegar mais cerveja e passei pela cadeira dele. Segurei o braço dele por baixo da mesa, apertei firme, mas ninguém viu. Cheguei perto do ouvido
— Levanta agora! Banheiro do corredor.
Ele travou um segundo, olhou pros lados, mas obedeceu. Murmurou um “vou no banheiro” pro ar e veio atrás.
Entrei primeiro, acendi a luz fraquinha, tranquei assim que ele passou. O banheiro era minúsculo, mal cabia nós dois.
Encostei ele na parede, corpo colado, mão na nuca pra segurar o olhar.
— Eu vi você saindo da casa do Maurício, Léo. Entrou, demorou meia hora, saiu com essa cara de quem acabou de levar um choque bom. O que rolou lá?
Ele engoliu seco, voz saindo miúda:
— Nizam… não foi nada. Só conversamos, juro!
Apertei mais a nuca, nariz quase encostando no dele.
— Só conversaram? Então por que você tá tremendo? Por que tá duro só de eu falar nisso? Ele te elogiou de novo? Te chamou de bonitinho? Disse que queria te pegar?
Léo balançou a cabeça rápido, olhos já marejando.
— Ele foi gentil… não encostou em mim.
Dei uma risada curta, amarga.
— Gentil porque quer te comer, mulherzinha. Quer te botar na cama dele, te fazer gemer o nome dele. E você foi, sozinho! Depois de eu ter te falado pra ficar longe.
Ele choramingou, mãos subindo pros meus braços, apertando.
— Eu achei que era rápido… não queria te magoar.
Virei ele de costas, empurrei de leve contra a pia, colei meu corpo nas costas dele. Mão desceu pela frente da bermuda, apertando por cima do tecido.
— Tá duro, Léo. Tá duro pensando nele? Ou pensando em mim te pegando aqui, agora, pra te lembrar quem manda?
Ele gemeu baixinho, empurrou a bunda contra mim.
— Em você… sempre em você. Eu disse pra ele que não podia, que eu tenho alguém. Ele nem insistiu.
Abri o zíper, tirei pra fora, levantei a camiseta dele, baixei a bermuda e a cueca só o suficiente. Cuspi na mão, posicionei e entrei devagar.
— Então escuta bem, minha putinha não quero você nem de papo com ele. Nem café, nem “só uma conversa”. Se ele chamar, ignora, aparecer no portão, entra. Se falar na rua, responde seco e vaza! Entendeu?
Ele concordou rápido, gemendo enquanto eu entrava mais fundo.
— Entendi… sou sua… só sua…
Meti de uma vez, segurei os quadris, voz rouca no ouvido enquanto socava ritmado.
— Isso! Você é minha mulherzinha, minha vadia particular. O Maurício pode ser gentil, bonito, alto, careca, o que for… mas ele não te tem. Só eu te fodo assim, só eu te faço gozar tremendo.
Léo mordia o lábio pra não gritar, unhas na pia.
— Sim… Nizam… só você… mais forte… me marca…
Acelerei, mão na boca dele abafando os gemidos. Gozei dentro primeiro, enchendo tudo, gemendo baixo no ouvido dele.
— Toma… pra lembrar que esse cuzinho é meu.
Ele gozou logo depois, tremendo, pernas quase cedendo.
Tirei devagar, virei ele de frente, beijei forte.
— Agora arruma a roupa, limpa a cara e volta pra mesa. Sorri pros seus pais mas se eu te pegar perto dele de novo, não vai ser só ciúme. Vou te foder na janela pra ele assistir quem manda aqui.
Ele concordou, olhos brilhando de tesão e medo misturados.
— Prometo… eu amo você, Nizam.
Apertei a bunda dele uma última vez.
— Eu sei, agora vai. Se comporta.
Saí primeiro, voltei pra mesa como se nada tivesse rolado. Peguei a cerveja, sorri pra Leona.

Uma semana depois, domingo à tarde, família reunida de novo depois do almoço. Leona e a mãe na louça, sogro na cadeira de plástico do quintal, terceira cerveja, cigarro na mão, falando mal do preço da gasolina.
Eu encostado na parede da varanda, lata na mão, fingindo ouvir. O sogro tinha chamado o Maurício por cima do muro: “Vem tomar uma gelada, homem!”. O vizinho entrou sorrindo, dentes brancos, como se fosse íntimo da casa.
Agora estavam os três na mesa de ferro: sogro na cabeceira, Maurício de um lado, eu de pé do outro. Léo trouxe mais cerveja e sem ninguém mandar sentou bem do lado do Maurício. Coxa quase colando na coxa dele, sorriso tímido quando o vizinho virou:
— E aí, Léo? Tudo certo menino?
— Tudo sim… e você?
Senti o estômago virar. O moleque tava receptivo demais, olhos brilhando, corpo inclinado na direção do cara, rindo de qualquer coisa que ele falava.
O sogro nem percebia, perdido na história de pescaria. Maurício encostou o braço no respaldo da cadeira do Léo, roçando o ombro de leve. Toda hora que ria dava um tapinha nas costas dele, demorando mais do que precisava.
— Tá ficando mais forte, hein, Léo? Tá bonito assim, magrinho mas definido.
Léo corou na hora, baixou os olhos, mas sorriu aquele sorrisinho envergonhado.
— Ah… não treino não… é só o dia a dia…
Maurício se inclinou mais, voz mais baixa:
— Dia a dia com o Nizam cuidando, né? Aposto que ele te mantém bem ocupado.
Piscou pro Léo, o moleque riu nervoso, olhou de canto pra mim. Eu apertava a lata com tanta força que ela amassou.
O vizinho tava dando em cima na cara dura, na frente do sogro, e o Léo… tava deixando. Sentado ali, corpo virado pra ele, rindo, respondendo mansinho.
Não aguentei, larguei a lata na mesa com força.
— Léo, vem cá um segundo. Preciso te mostrar uma coisa na cozinha.
Ele levantou na hora, obediente. Murmurou um “já volto” e me seguiu, fechei a porta de correr, tranquei.
Segurei o queixo dele com força.
— Que porra foi aquela lá fora? Sentando colado nele, rindo das gracinhas, deixando ele te tocar?
— Eu só… ele sentou do lado, eu não quis ser grosso…
— Não quis ser grosso? Você tava com cara de putinha carente. Ele te chamou de bonito na minha frente, te tocou e você deixou.
Léo ergueu o olhar, voz tremendo mas firme
— Eu sentei onde eu quis! Não sou sua propriedade.
Dei um passo à frente, punho fechado.
— Você é minha! Minha mulherzinha e eu não vou deixar você ficar dando mole pro filho da puta que quer te comer enquanto eu tô olhando.
— Sua? Você me trata como brinquedo. Me fode escondido, me humilha, me manda ficar longe de todo mundo. Eu não aguento mais isso!
Levantei a mão não pra bater, só pra apontar, pra ameaçar.
— Se você sentar do lado dele de novo, eu te quebro aqui mesmo. Você não vai me humilhar na frente da família, na frente daquele vizinho safado! Você é meu!
Ele tremeu inteiro mas não baixou os olhos. Em vez disso, ergueu a mão rápido e acertou um tapa forte na minha cara.
O ardor veio imediato, eu fiquei paralisado.
— Você não é nada meu! — gritou, lágrimas escorrendo. — Não é meu dono! Não me manda mais! Eu odeio você me tratando assim!
Fiquei olhando pra ele, mão na bochecha queimando, sem reação. Léo respirou fundo, limpou o rosto com a manga, virou as costas e saiu. Ouvi os passos dele voltando pro quintal.
Do lado de fora, voz baixa e carinhosa do Maurício
— Vem cá, menino… senta aqui do meu lado. Tá tudo bem?
E o Léo sentou de novo. Colado nele, ombro no ombro como se eu não existisse.
A Leona apareceu na porta da cozinha, olhos arregalados.
— Nizam? Que foi?
Não respondi, saí pela porta da frente e bati forte.
Minha mulherzinha tinha me rejeitado, tinha dito que eu não era nada dele.
E eu não fazia ideia do que fazer com essa dor. Mas uma coisa eu tinha certeza: isso não ia ficar assim.

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Comentários (3)

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  • Lagartixa: Eu já tive um macho assim. Não podíamos escondido, mas eu era um objeto, ele saia com outros e eu não podia se quer sair nem pra festas que ele já começava os questionários. Cansa sabe, eu entendo a revolta

    Responder↴ • uid:w73hy20c
  • Coroa: A bicha se revoltou. Deu bandeira tinha mais que continuar dando na encolha pro vizinho e continuar dando pro cunhado. O que ele quer? Que o cunhado separe da irmã pra ficar com ele. Tá louco. Assim como o vizinho não quer nada sério, só comer ele de vez em quando.

    Responder↴ • uid:1dak65uoij
    • Lagartixa: Acho que a questão de ser um objeto e ser literalmente a puta do cunhado. Com o vizinho ele não precisa fazer escondido, não precisa dividir o macho com a irmã ali dentro de casa

      • uid:w73hy20c