#Incesto #Teen #Traições #Virgem

Ensinando Minha Mãe a Dançar Funk Capítulo 01 – As regras e limites

10.7k palavras | 22 | 4.76 | 👁️
IA-ESCREVER

Ensinando Minha Mãe a Dançar Funk: Da Rebolada Inocente ao Cuzinho Aberto sedento por uma pau grande e grosso.

Ensinando Minha Mãe a Dançar Funk
Capítulo 01 – Definindo as regras e limites**

Eu nunca imaginei que minha vida ia tomar esse rumo. Aos 22 anos, morando ainda na casa dos meus pais, eu levava uma rotina meio sem graça: faculdade à noite, academia de manhã, e o resto do tempo jogando videogame ou vendo série no quarto. Minha mãe, Rosângela, sempre foi o tipo de mulher que todo mundo olha duas vezes na rua, mas que ninguém tem coragem de admitir em voz alta.

Ela tem 38 anos, loira natural, cabelo liso que chega quase na cintura, olhos verdes bem claros, pele branquinha que parece nunca ter pegado sol de verdade. O corpo dela é daquelas curvas que a gente vê em comercial de cerveja: cintura fina, quadril largo, bunda redonda e empinada que estica qualquer calça jeans que ela veste. Os peitos são cheios, tipo 44 ou 46, sempre bem presos em sutiãs reforçados porque ela acha que “mulher de verdade não deixa balançar”. E o rosto… o rosto dela tem aquela mistura de traços delicados com uma expressão meio severa, de quem foi criada na igreja evangélica e ainda carrega um monte de regras na cabeça.

Meu pai, Jorge, 43 anos, engenheiro, é um cara sério, quieto, que chega em casa cansado e mal fala. Ultimamente ele andava mais distante dela. Eu percebia as indiretas que minha mãe soltava na mesa de jantar, o jeito que ela arrumava o cabelo quando ele passava, e o suspiro frustrado quando ele ia direto pro sofá assistir futebol em vez de dar atenção pra ela.

Foi numa quarta-feira à noite que tudo começou.

Eu estava no quarto mexendo no celular quando ela bateu na porta. Abriu antes mesmo de eu responder.

— Paulo… posso falar com você um minutinho?

Ela entrou usando uma blusa de malha branca básica, calça jeans azul escura bem justa nas coxas e um pouco mais folgada na canela, chinelo de dedo. O cabelo estava solto, ainda úmido do banho. O cheiro de sabonete floral invadiu o quarto.

— Claro, mãe. Aconteceu alguma coisa?

Ela fechou a porta com cuidado, como se tivesse medo que alguém ouvisse. Sentou na pontinha da minha cama, as mãos cruzadas no colo.

— Eu… eu queria te pedir uma coisa. Mas é meio constrangedor.

Eu levantei a sobrancelha, curioso.

— Pode falar.

Ela respirou fundo, olhou pro chão, depois pra mim.

— Seu pai… ele tá meio distante. Faz tempo que a gente não… brinca mais como casal. Eu sei que é feio falar isso pro meu próprio filho, mas eu tô sofrendo com isso. Aí eu pensei… eu vi uns vídeos no celular de mulher dançando funk, rebolando, sabe? E pensei que se eu aprendesse uns passinhos, talvez ele voltasse a me olhar como antes. Com desejo.

Eu quase engasguei com a saliva. Minha mãe falando em “desejo”? Em rebolar? Era surreal.

— E… o que eu tenho a ver com isso? — perguntei, tentando manter a voz neutra.

— Você já foi em várias festas, né? Dança funk, assiste essas coisas… Eu queria que você me ensinasse. Uns passinhos básicos, só pra eu conseguir mexer o corpo direito.

Eu fiquei em silêncio uns segundos, processando. Meu cérebro já estava imaginando coisas que eu sabia que não devia imaginar.

— Tá… mas tipo… aqui em casa? — perguntei.

— No seu quarto mesmo. A porta fechada. Mas tem que ter regras, Paulo. Regras bem claras.

Ela levantou o dedo indicador, como se estivesse dando bronca na igreja.

— Primeira regra: nada de encostar com safadeza. Se acontecer algum esbarrão, é sem querer e acabou. Segunda: eu não vou usar roupa inadequada. Calça jeans, blusa normal, nada decotado, nada curto. Terceira: nada de música imoral, daquelas com letra pesada. Pode ser batida de funk, mas sem palavrão, sem falar de sexo, entendeu?

Eu concordei com a cabeça, segurando um sorriso.

— Entendido, mãe. Pode deixar.

Ela pareceu aliviada.

— Então… podemos começar hoje?

— Claro. Pega o celular, coloca uma batida mais light pra gente ver.

Ela escolheu uma música mais antiga, “Bum Bum Tam Tam” na versão mais comportada. Colocou no volume médio e ficou parada no meio do quarto, esperando instrução.

Eu me levantei, fiquei atrás dela.

— Primeiro o básico: o rebolado de quadril. É só soltar o joelho, empinar um pouco a bunda e fazer um oito com o quadril. Assim ó…

Eu mostrei devagar, sem encostar. Ela tentou imitar. No começo saiu torto, meio duro, mas aos poucos foi pegando o jeito. A calça jeans esticava gostoso nas nádegas toda vez que ela jogava o quadril pra trás. Eu sentia o sangue subindo.

— Isso, mãe… mais solta… joga mais pra trás…

Ela riu nervosa.

— Tá bom assim?

— Tá ótimo. Agora tenta descer um pouco, flexionar o joelho…

Ela desceu, subiu, desceu de novo. A bunda empinava naturalmente. Eu me aproximei só um pouquinho, dizendo que ia mostrar o movimento de lado. No segundo movimento, “sem querer”, meu quadril encostou de leve na nádega direita dela. Foi rápido, mas senti a carne macia ceder um instante.

Ela parou na hora.

— Paulo!

— Foi sem querer, mãe. Desculpa.

Ela virou o rosto vermelho.

— Tem que tomar cuidado. Somos mãe e filho. Isso é pecado. E é desrespeito com seu pai, com a família toda.

— Tá certo, mãe. Prometo que não acontece mais.

Mas aconteceu de novo. E de novo. Sempre “sem querer”. Um esbarrão de leve na bunda, um toque rápido na cintura quando eu corrigia a postura. Ela reclamava toda vez, mas não parava a aula. A voz ia ficando mais fraca, mais trêmula.

No final da música, ela estava suada, o rosto corado. Pediu pra parar.

— Acho que já deu por hoje…

Eu concordei. Mas quando ela foi virar pra pegar o celular, deu um passo pra trás sem olhar. A bunda dela bateu com força bem no meio do meu short. Meu pau, que já estava meio duro só de ver ela rebolar, encaixou direitinho entre as nádegas por um segundo. Ela congelou. Eu também.

Ela virou rápido, olhos arregalados.

— Meu Deus do céu… Paulo, isso… isso não pode!

— Foi você que encostou dessa vez, mãe… — falei baixinho, com um meio sorriso.

Ela cobriu a boca com a mão, respirando pesado. Olhou pra baixo, viu o volume marcando no meu short, desviou o olhar na hora.

— Amanhã a gente continua… mas com mais cuidado. Muito mais cuidado.

Ela saiu do quarto quase correndo.

Eu fiquei lá, coração batendo forte, pau latejando dentro da cueca, sentindo ainda o calor fantasma daquela bundada.

Acho que as regras já estavam começando a falhar.

E a gente nem tinha chegado no segundo dia.

No dia seguinte eu mal consegui me concentrar em nada. A imagem da bunda da minha mãe batendo forte contra mim não saía da cabeça. Toda vez que eu fechava os olhos, sentia de novo o calor macio das nádegas dela se moldando no meu pau por aquele segundo eterno. E o jeito que ela ficou vermelha, cobrindo a boca, respirando pesado… aquilo me deixou louco o dia inteiro.

Cheguei em casa por volta das sete da noite. Meu pai ainda estava no trabalho, minha irmã Nina tinha saído com as amigas. A casa estava silenciosa. Perfeito.

Minha mãe apareceu na cozinha preparando o jantar. Vestia a mesma calça jeans de ontem, mas agora com uma blusa de manga curta cinza que marcava bem os peitos. O sutiã devia ser daqueles reforçados, porque os bicos estavam discretos, mas o volume era impossível de ignorar. Ela me viu entrando e deu um sorriso meio tímido, meio nervoso.

— Oi, filho. Dormiu bem?

— Mais ou menos — respondi, me aproximando da pia pra lavar as mãos. — Pensei bastante na nossa… aula de ontem.

Ela baixou os olhos pro tomate que estava cortando.

— Eu também. Acho que a gente exagerou um pouco nos esbarrões. Hoje vamos com mais cuidado, tá?

— Claro, mãe. Mas… — fiz uma pausa, escolhendo as palavras com cuidado — eu tava pensando… pra você conseguir rebolar de verdade, tipo aquelas dançarinas que você viu nos vídeos, a calça jeans atrapalha um pouco. Ela é dura, não deixa o quadril soltar direito.

Ela parou de cortar, me olhou desconfiada.

— O que você tá querendo dizer, Paulo?

— Que talvez uma roupa mais justa, mais elástica… tipo uma legging… ajudasse. Tem umas que as meninas usam na academia, ficam coladinhas, mas não são indecententes. Só facilitam o movimento.

Ela riu, nervosa, balançando a cabeça.

— Legging? Paulo, pelo amor de Deus… isso é roupa de academia, não de mãe de família. E marca tudo, filho. Tudo.

— Mas é exatamente por isso que ajuda no rebolado. A gente vê o movimento do corpo direito, consegue corrigir melhor. E você não precisa usar nada por baixo que marque, pode colocar uma calcinha normal por cima…

Ela ficou em silêncio uns segundos, mordendo o lábio inferior. Eu sabia que ela estava pensando no marido, no desejo que queria reacender.

— Eu… não sei. Me sinto exposta.

— Aqui é só entre nós dois, mãe. Ninguém vai ver. E é pro bem do casamento de vocês. Imagina o pai vendo você rebolando com uma legging bem justa… ele não vai resistir.

Ela corou forte. Vi o pescoço dela ficar vermelho, subindo até as orelhas.

— Tá bom… mas só dessa vez. E tem que ser legging preta, discreta. Nada transparente, nada brilhante.

— Combinado.

Depois do jantar, enquanto meu pai assistia TV na sala e Nina ainda não tinha chegado, fomos pro meu quarto. Ela apareceu na porta já trocada: legging preta básica, daquelas opacas, mas colada como segunda pele. Marcava cada curva da coxa grossa, delineava perfeitamente o formato da bunda redonda e empinada. Em cima, uma camiseta larga cinza que cobria até o meio da coxa, tentando disfarçar. Mas era impossível disfarçar aquilo tudo.

E a calcinha… ah, a calcinha. Pelo volume e pelas linhas grossas que apareciam na frente e atrás, era uma calcinha de algodão grande, daquelas vovós confortáveis. Marcava um V largo na virilha e duas linhas grossas cortando as nádegas. Parecia que tinha duas faixas pretas desenhadas na bunda dela.

Ela entrou tímida, cruzando os braços sobre os peitos.

— Tá vendo? Já tá marcando tudo. Eu disse que não ia ficar bom.

— Mãe… tá lindo. Sério. Você tá… perfeita pra aprender.

Ela revirou os olhos, mas vi um brilho diferente. Talvez orgulho. Talvez tesão disfarçado.

Coloquei a mesma batida de ontem, um pouco mais rápida. Dessa vez ela já sabia o básico do rebolado. Começou a mexer o quadril, descer, subir. A legging esticava e voltava, deixando cada músculo da bunda se contrair e relaxar. Era hipnótico.

Eu fiquei atrás, “corrigindo” a postura. Colocava as mãos na cintura dela, só por cima da camiseta, dizendo pra ela jogar mais o quadril pra trás.

— Isso… empina mais… solta o joelho…

No terceiro movimento, deixei meu corpo avançar um pouco mais. Meu pau, já duro desde que ela entrou no quarto, encostou de leve na nádega esquerda dela. Ela parou na hora.

— Paulo! De novo?

— Desculpa, mãe… é que você jogou pra trás com força.

Ela virou o rosto, olhos semicerrados.

— Você tá fazendo de propósito.

— Não tô, juro. Mas… olha, se eu ficar muito longe, não consigo te ajudar direito.

Ela respirou fundo, olhou pro chão.

— Tá bom. Mas sem gracinha. E sem… sem ficar duro assim. Isso é errado.

— Eu não controlo, mãe. É você que é… gostosa demais.

Ela arregalou os olhos, chocada, mas não respondeu. Voltou a dançar.

Aos poucos, os esbarrões foram ficando mais frequentes. Sempre “sem querer”. Uma mão escorregando da cintura pro quadril, meu volume roçando na curva da bunda dela quando ela descia. Ela reclamava baixinho toda vez:

— Filho… para… isso é pecado… somos mãe e filho…

Mas não parava. E eu percebia que, às vezes, quando eu encostava, ela demorava um segundinho a mais pra se afastar. Como se estivesse sentindo, testando.

No final da música, ela estava suada, o rosto vermelho, a respiração acelerada. A camiseta grudava um pouco nos peitos, marcando o contorno do sutiã. Ela se abaixou pra pegar o celular no chão e, quando levantou, jogou a bunda pra trás de novo. Dessa vez não foi acidente: ela bateu com vontade, só por um instante, mas forte o suficiente pra meu pau encaixar bem no rego por cima da legging e da calcinha grossa.

Ela congelou. Eu também.

— Meu Deus… — ela sussurrou, voz tremendo.

— Foi você dessa vez, mãe…

Ela virou devagar, olhos brilhando, mistura de vergonha e algo mais perigoso.

— Eu… eu não sei o que tá acontecendo comigo. Isso tem que parar.

Mas não falou em cancelar a próxima aula.

— Amanhã a gente continua? — perguntei, voz baixa.

Ela hesitou. Depois assentiu, quase imperceptível.

— Amanhã… mas com regras mais firmes.

Ela saiu do quarto rápido, mas eu vi o jeito que andava: pernas um pouco mais apertadas, como se estivesse sentindo um calor entre elas.

Eu fiquei lá, pau latejando, imaginando como seria tirar aquela legging e ver o que tinha por baixo daquela calcinha enorme que marcava tudo.

As regras estavam ruindo. E a gente mal tinha começado.

Depois daquela segunda aula, eu não consegui dormir direito. Ficava revivendo cada momento: o jeito que a legging preta grudava na bunda dela, marcando cada curva, cada reentrância; as linhas grossas da calcinha de vovó aparecendo como duas faixas pretas cortando as nádegas redondas; e principalmente aquela bundada final, quando ela mesma jogou pra trás e encaixou com força, só por um segundo, mas o suficiente pra eu sentir o calor do rego dela através de duas camadas de tecido. Meu pau ficou duro a noite inteira.

No dia seguinte, eu já tinha um plano. Antes de ir pra faculdade, passei numa loja de lingerie no shopping. Escolhi três calcinhas fio dental bem provocantes: uma preta de renda fina, uma vermelha de cetim com lacinho na frente, e uma branca de microfibra quase transparente. Todas tamanho M, porque eu sabia mais ou menos o tamanho dela só de olhar as roupas no varal. Paguei em dinheiro pra não deixar rastro no cartão.

Cheguei em casa no fim da tarde. Meu pai ainda no trabalho, Nina na faculdade. Mamãe estava na sala dobrando roupa, vestindo um vestido florido soltinho que ia até o joelho, mas que marcava os peitos quando ela se abaixava.

— Oi, mãe. Trouxe uma coisinha pra você.

Ela levantou a cabeça, curiosa.

— O quê?

Tirei o saquinho da mochila e entreguei pra ela. Ela abriu devagar, viu as três calcinhas minúsculas e arregalou os olhos.

— Paulo! Meu Deus do céu… isso é… isso é calcinha de… de…

— De mulher sensual — completei, com um sorriso malicioso. — Pra ontem você reclamou que a calcinha grande marcava muito na legging. Essas não marcam quase nada. Ficam lisinhas, o rebolado fica mais bonito, mais limpo. E o pai ia pirar se visse você dançando com uma dessas por baixo.

Ela segurou a preta de renda entre os dedos, como se fosse explodir.

— Filho… isso é indecente. Eu sou uma mulher casada, mãe de família. Não uso essas coisas… essas coisas de… de…

— De puta? — provoquei baixinho.

Ela me olhou chocada, mas não negou.

— Exato. Isso é coisa de… de mulher da vida.

— Mãe, para com isso. É só tecido. E é pra reacender o fogo no casamento de vocês. Imagina: você rebolando, a legging colada, e por baixo só um fiozinho fininho… o pai vai lembrar porque casou com você.

Ela mordeu o lábio, olhando pras calcinhas na mão. Vi o peito dela subir e descer mais rápido.

— Eu… eu não sei. Me sinto suja só de pensar.

— Então experimenta só uma vez. Usa amanhã na aula. Se você não gostar, a gente joga fora. Prometo que não falo nada pro pai, nem pra Nina. É nosso segredinho.

Ela ficou em silêncio por uns bons trinta segundos. Depois guardou as calcinhas de volta no saquinho, mas não devolveu.

— Eu… eu penso. Mas não promete que vou usar.

— Tá bom. Mas pensa direitinho, mãe. É pro bem de vocês dois.

Naquela noite, depois do jantar, ela me chamou no corredor, longe dos ouvidos dos outros.

— Paulo… eu… eu vou usar. Só amanhã. Só pra ver como fica. Mas tem que ser a preta, que é a mais discreta. E você promete que não vai… não vai abusar disso?

— Prometo, mãe. Só vamos dançar. E corrigir o rebolado.

Ela assentiu, rosto vermelho, e foi pro quarto.

No dia seguinte, a aula foi marcada pro mesmo horário. Quando ela bateu na porta do meu quarto, meu coração acelerou. Ela entrou vestindo a mesma legging preta de ontem, a camiseta larga cinza por cima… mas dava pra ver na hora que era diferente.

Ela parou no meio do quarto, de costas pra mim, e levantou um pouquinho a camiseta.

— Olha… não marca quase nada. Você tava certo.

Meu Deus. A legging estava lisa nas nádegas. Nada de linhas grossas, nada de V largo na frente. Só a curva perfeita da bunda, redonda, empinada, com um rego bem marcado no meio porque o fio dental afundava entre as carnes. De lado dava pra ver o tecido fininho da calcinha sumindo entre as nádegas, deixando só uma linha quase invisível.

Eu engoli em seco.

— Tá… perfeito, mãe. Agora sim você vai conseguir rebolar de verdade.

Coloquei a música, uma batida mais pesada dessa vez, “Vai Malandra” na versão instrumental pra não ter letra “imoral”. Ela começou a mexer. O quadril soltou mais fácil, o rebolado ficou mais fluido, mais sensual. Cada vez que ela jogava pra trás, a bunda empinava e o fio dental devia estar roçando no cuzinho dela.

Eu me aproximei, “ajudando” na postura. Minhas mãos na cintura dela, por cima da camiseta. Depois desci um pouco pros quadris. Ela não reclamou de primeira.

— Isso… joga mais… empina…

No terceiro movimento, deixei meu pau duro (porque já estava desde que ela mostrou a bunda) encostar de leve no rego. Senti o tecido da legging quente, e por baixo, quase nada separando minha cabecinha do cuzinho dela. Só o fio dental fininho e o tecido fino da legging.

Ela parou, respirando pesado.

— Paulo… você tá… tá encostando de novo.

— Desculpa… mas olha como tá ficando bom o movimento. Tá vendo? Sem a calcinha marcando, fica muito mais bonito.

Ela virou o rosto, olhos brilhando.

— Eu… eu sinto ele… sinto seu… negócio… encostando.

— É sem querer, mãe. Mas você também tá jogando pra trás com mais força hoje.

Ela corou violentamente, mas não se afastou. Continuou dançando. E eu continuei “esbarrando”. Cada vez mais demorado. Cada vez mais firme.

No final da música, ela desceu bem baixo, subiu devagar, e quando chegou no topo, empinou a bunda com vontade. Meu pau encaixou direitinho no rego, pressionando contra o fio dental que protegia o cuzinho. Ela soltou um gemidinho baixinho, quase inaudível.

— Ai… Paulo…

— Foi sem querer — menti, voz rouca.

Ela se afastou devagar, virou pra mim. O rosto estava vermelho, os mamilos marcados na camiseta, duros como pedrinhas. A legging na virilha mostrava um contorno úmido bem discreto.

— Amanhã… amanhã a gente continua. Mas… mas com cuidado. Muito cuidado.

Ela saiu rápido, mas vi as coxas tremendo levemente enquanto andava.

Eu fiquei lá, pau latejando dentro do short, imaginando como seria puxar aquele fiozinho pro lado e sentir a carne quente dela sem nada no meio.

As promessas de “só uma vez” estavam virando rotina. E o fogo que ela queria reacender no pai… tava começando a queimar aqui em casa.

A noite depois daquela terceira aula foi uma tortura. Eu não conseguia parar de pensar na legging preta colada na bunda dela, lisa, sem nenhuma linha marcando, só o formato perfeito das nádegas se mexendo, o rego bem definido porque o fio dental afundava entre as carnes macias. E aquele gemidinho baixo que escapou quando eu encaixei o pau no meio, pressionando contra o tecido fino… aquilo ficou ecoando na minha cabeça até de madrugada. Meu pau latejava só de lembrar.

No dia seguinte, cheguei em casa cedo de propósito. Nina tinha ido pra casa de uma amiga estudar, meu pai ainda no plantão da obra. A casa era nossa. Mamãe já estava esperando no corredor quando entrei.

Ela usava a mesma legging preta de ontem — eu já tinha percebido que ela não lavava roupa todo dia —, mas a camiseta era diferente: uma regata cinza justa, decote discreto, mas que marcava os peitos cheios e deixava os ombros à mostra. O tecido fino grudava um pouco na barriga por causa do suor do dia quente. Ela me olhou com uma mistura de vergonha e expectativa.

— Hoje… hoje eu usei de novo — sussurrou ela, como se alguém pudesse ouvir. — A preta. A de renda.

Meu coração disparou.

— Sério, mãe? Mostra.

Ela hesitou, olhou pros lados, depois levantou a regata só um pouquinho na cintura, mostrando a borda da legging. Mas eu queria mais. Fiz sinal pra ela virar de costas.

Ela virou devagar, ainda segurando a regata levantada. A legging estava impecável: lisa, esticada, delineando cada curva. O rego era uma linha funda, profunda, porque o fio dental minúsculo desaparecia completamente entre as nádegas redondas e firmes. De onde eu estava, dava pra ver o contorno sutil da renda na lateral, sumindo pra dentro.

— Tá… tá lindo — falei, voz rouca. — Agora sim. Vamos começar.

Coloquei uma batida mais lenta e sensual dessa vez, tipo “Olha a Explosão” na versão mais suave. Ela começou a mexer o quadril devagar, descendo, subindo, empinando. O rebolado estava mais solto, mais natural. Cada jogada pra trás fazia a bunda tremer levemente, a carne balançando gostoso dentro da legging fina.

Eu me posicionei atrás, como sempre. Minhas mãos na cintura dela, corrigindo. Mas dessa vez eu já estava duro desde o momento que vi o rego marcado. Meu short de tactel fino não escondia nada. Quando ela jogou o quadril pra trás no primeiro movimento forte, meu pau encaixou direto no meio, bem no rego. Senti o calor da bunda dela, o tecido da legging quente, e por baixo só o fiozinho fininho separando minha cabecinha do cuzinho apertado.

Ela parou de repente, mas não se afastou.

— Paulo… você tá… tá duro de novo.

Ela falou baixo, quase sussurrando, mas com um tom que não era só bronca. Era curiosidade. Talvez provocação.

— É você, mãe. Rebolando assim… impossível não ficar.

Ela respirou fundo, o peito subindo e descendo rápido. Os mamilos estavam duros, marcando a regata.

— Isso é errado… a gente não pode…

Mas enquanto falava, ela mexeu o quadril de leve, só um pouquinho, roçando a bunda contra mim de propósito. Foi sutil, mas eu senti. Meu pau pulsou forte contra o rego.

— Mãe…

Ela virou o rosto de lado, olhos semicerrados.

— Foi sem querer… — mentiu, voz tremendo.

Continuamos a dança. Os esbarrões viraram sarradas disfarçadas. Cada vez que ela descia e subia, empinava mais, jogava mais pra trás. Eu deixava meu pau roçar, pressionar, deslizar devagar pelo rego coberto pela legging. O fio dental devia estar roçando o cuzinho dela a cada movimento, porque ela começou a soltar suspiros baixos, quase gemidos.

Numa descida mais funda, ela ficou agachada por uns segundos, bunda empinada na minha direção. Eu me inclinei um pouco pra frente, deixando o volume todo encaixar. Ela empurrou de leve pra trás, só o suficiente pra sentir a grossura da cabecinha pressionando contra o ponto mais sensível.

— Ai… meu Deus… — ela murmurou, voz rouca.

— Tá sentindo, mãe?

Ela assentiu devagar, sem olhar pra mim.

— Tá… tá grande… tá duro demais…

Então ela se levantou devagar, mas continuou sarrando. Dessa vez foi ela quem comandou: jogava a bunda pra trás ritmadamente, roçando o rego inteiro no meu pau, de cima pra baixo, como se estivesse dançando só pra mim. A legging esticava, o tecido ficava mais quente, mais úmido na virilha.

Eu segurei a cintura dela com mais força, puxando levemente pra mim a cada movimento. Ela deixou. Soltou um gemidinho mais alto quando a cabecinha roçou bem em cima do cuzinho, separada só pelo fio dental e pela legging fina.

— Paulo… a gente… a gente tem que parar…

Mas não parou. Continuou sarrando mais uns minutos, até a música acabar. Quando parou, ela estava ofegante, rosto vermelho, coxas tremendo. Virou pra mim devagar. Olhou pro volume enorme marcando no meu short, a mancha úmida na ponta.

— Olha o que você fez… — disse ela, tentando soar brava, mas saiu quase carinhoso.

— Foi você que sarrrou, mãe.

Ela mordeu o lábio, desviou o olhar.

— Amanhã… amanhã a gente vê. Mas… mas talvez eu use a vermelha. Pra variar.

Ela saiu do quarto andando devagar, as pernas meio bambas, a bunda balançando gostoso dentro da legging. Eu vi uma manchinha escura na virilha quando ela passou pela luz do corredor.

Fiquei lá, pau latejando, coração na boca, sabendo que as barreiras estavam caindo uma por uma. E que na próxima aula, com a calcinha vermelha de cetim, as coisas iam esquentar ainda mais.

Depois daquela sarrada descarada da mamãe com a calcinha vermelha, eu sabia que o jogo tinha mudado de vez. Ela não estava mais só “deixando acontecer”. Ela estava participando. Empinando de propósito, gemendo baixinho, deixando o rego roçar no meu pau como se fosse parte da coreografia. E o pior (ou melhor): ela ainda falava que era errado, mas o corpo dela contava outra história.

No dia seguinte, eu decidi apertar mais o cerco. Antes de ir pra casa, passei numa loja de roupas esportivas e comprei o presente perfeito: três shorts femininos de lycra bem fininhos, daqueles que as dançarinas de funk usam em vídeo. Escolhi os mais curtos e justos que tinha — modelo “hot pants” de academia, tecido elástico fino, quase como uma segunda pele. Um preto fosco, um cinza mescla e um rosa bebê clarinho. Todos tamanho M, porque eu já conhecia as medidas dela melhor do que ela mesma.

Cheguei em casa no fim da tarde. A casa estava vazia de novo — pai no trabalho, Nina na balada com as amigas. Mamãe apareceu na sala de moletom largo, mas quando me viu com a sacola, já fez cara de desconfiada.

— O que é isso agora, Paulo?

— Presente pra nossa próxima aula. Short de lycra. Mais confortável que legging, mais solto pro rebolado, e… bem mais sensual. As meninas que dançam de verdade usam isso. Fica lindo na bunda, marca menos ainda que a calcinha grande.

Ela pegou a sacola, abriu, viu os shorts minúsculos e arregalou os olhos.

— Meu Deus do céu… isso é calcinha, não short! Olha o tamanho disso!

— É short sim, mãe. Só que curtinho. Experimenta o preto. Se não gostar, a gente devolve.

Ela hesitou, mordeu o lábio inferior daquele jeito que me deixava louco. Depois suspirou.

— Tá bom… mas só porque você insiste. E só hoje. Se eu achar indecente demais, acabou.

Ela foi pro quarto trocar. Quando voltou pro meu quarto uns minutos depois, quase caí da cadeira.

O short preto de lycra era minúsculo. Cobria só a metade de cima da bunda, deixando a parte de baixo das nádegas aparecendo, redondas, firmes, balançando a cada passo. Na frente marcava o monte de Vênus perfeitamente, delineando os lábios da buceta por baixo do tecido fino. E atrás… atrás era uma visão do inferno (ou do paraíso). O short entrava um pouco no rego, marcando duas curvas perfeitas, e o tecido era tão fino que dava pra ver a sombra da calcinha vermelha de cetim por baixo — o fio dental sumindo completamente entre as carnes.

Ela cruzou os braços sobre os peitos, tentando se cobrir, rosto vermelho como tomate.

— Tá vendo? É indecente demais. Eu pareço… pareço uma vadia.

— Mãe… você tá linda. Tá perfeita. Olha como a bunda fica empinada, como o movimento vai ficar solto. O pai ia enlouquecer.

Ela virou de costas devagar, olhando por cima do ombro pro espelho da porta. Vi ela morder o lábio de novo, dessa vez com um brilho diferente nos olhos.

— Tá… vamos tentar. Mas sem gracinha.

Coloquei uma batida pesada, “Olha a Piroca” na versão sem letra explícita. Ela começou a dançar. O short de lycra era perfeito: não restringia nada, deixava a bunda tremer livremente a cada rebolada. Cada descida fazia as nádegas se abrirem um pouquinho, mostrando mais da curva interna. O fio dental vermelho aparecia nas laterais, sumindo no rego.

Eu me posicionei atrás, como sempre. Meu pau já estava duro como pedra dentro do short de tactel sem cueca — eu tinha tirado de propósito pra facilitar as coisas.

No primeiro movimento forte, ela jogou a bunda pra trás e eu deixei encaixar. Meu pau, livre dentro do short fino, roçou direto na carne exposta da parte de baixo da nádega. Senti a pele quente, macia, sem quase nada no meio. Ela parou, mas não se afastou.

— Paulo… você… você tá sem nada por baixo?

— Tô de short só. Mais confortável pra dançar também.

Ela respirou fundo, olhou pra baixo, viu o volume enorme marcando, a cabeça do pau quase escapando do short.

— Meu Deus… isso é grande demais…

Mas em vez de reclamar, ela continuou mexendo. E quando eu “sem querer” encostei de novo, ela não fugiu. Pelo contrário: empinou mais, jogou a bunda pra trás devagar, deixando meu pau deslizar pelo rego coberto só pelo short de lycra fininho e pelo fio dental vermelho. Senti a cabecinha roçar no tecido, pressionar contra o cuzinho apertado, sentindo o calor que saía dali.

Ela soltou um gemido baixo, quase um ronronar.

— Ai… filho… isso… isso tá roçando no meu…

— No seu cuzinho, mãe? — provoquei baixinho.

Ela assentiu devagar, olhos fechados.

— Tá… tá quente… tá duro demais…

Continuamos assim por minutos. Cada rebolada era uma sarrada disfarçada. Ela empinava de propósito quando eu encostava, jogava a bunda pra trás com força, deixando meu pau deslizar pra cima e pra baixo no rego. O short de lycra esticava, o fio dental afundava mais, e eu sentia o cuzinho dela pulsar contra a cabecinha toda vez que pressionava.

Numa descida mais funda, ela ficou agachada, bunda empinada na minha direção. Eu me inclinei, deixando o pau encaixar bem no meio. Ela empurrou pra trás com vontade, gemendo alto dessa vez.

— Paulo… a gente… a gente não pode… mas… ai… que delícia…

Ela se levantou devagar, mas continuou sarrando ritmadamente, como se a música fosse só pretexto. Meu pau latejava, babando pré-gozo dentro do short, molhando o tecido.

Quando a música acabou, ela virou pra mim, ofegante, rosto vermelho, mamilos duros marcando a camiseta fina que usava por cima. Olhou pro meu pau, viu a mancha úmida na ponta.

— Olha o que você fez comigo… tô toda molhada…

— Você também me deixou assim, mãe.

Ela mordeu o lábio, desviou o olhar.

— Amanhã… amanhã talvez eu use o rosa. É mais… mais bonitinho.

Ela saiu do quarto devagar, a bunda balançando gostoso dentro daquele short minúsculo, deixando metade das nádegas de fora. Vi uma manchinha escura na virilha do short de lycra — ela estava encharcada.

Eu fiquei lá, pau pulsando, sabendo que na próxima aula as coisas iam passar de “sem querer” pra “de propósito”. E que o short rosa ia deixar tudo ainda mais explícito.

O limite? Já tinha virado passado.

Depois daquela aula com o short de lycra preto, onde ela sarrava de propósito e gemia baixinho toda vez que meu pau roçava no rego dela, eu não aguentava mais fingir que era só “aula de dança”. Meu corpo inteiro queimava de tesão por ela. Não era mais só tesão de ver uma mulher gostosa rebolando — era tesão pela minha mãe. Pela Rosângela de 38 anos, loira, casada, religiosa, que ainda tentava se convencer de que tudo aquilo era “sem querer”. Mas eu via nos olhos dela, no jeito que tremia as coxas, no cheiro doce de excitação que ficava no quarto depois que ela saía.

Eu queria ela. Queria tocar de verdade, sentir a pele quente sem tecido no meio, ouvir ela gemer meu nome sem disfarce. E naquela noite, deitado na cama com o pau duro latejando, eu decidi: na próxima aula, as coisas iam ficar mais eróticas. Sem passar do limite ainda — nada de tirar roupa, nada de penetração —, mas bem mais perto dele.

No dia seguinte, cheguei em casa com o coração na boca. Ela já estava esperando no corredor, vestindo o short rosa bebê que eu tinha comprado. Meu Deus… aquele rosa clarinho era ainda mais indecente que o preto. O tecido fino brilhava de leve, grudava na pele suada, marcava cada curva. Na frente, delineava perfeitamente os lábios inchados da buceta, separando um V molhado que já aparecia antes mesmo de começar. Atrás, o short entrava fundo no rego, deixando metade das nádegas de fora, redondas, branquinhas, com uma marquinha sutil de sol na parte de cima. Por baixo, dava pra ver o contorno da calcinha fio dental branca — fina, quase invisível, afundando entre as carnes.

Ela me olhou tímida, mas com um brilho safado nos olhos verdes.

— Escolhi o rosa hoje… achei que ficava mais… feminino.

— Ficou perfeito, mãe. Tá linda. Tá… irresistível.

Ela corou, mas sorriu de lado. Entramos no quarto. Coloquei uma batida lenta, sensual, tipo um funk melody daqueles que fazem a gente querer se esfregar devagar. Ela começou a dançar sem que eu precisasse mandar. Descia bem baixo, empinava a bunda na minha direção, jogava o quadril em oito devagar, fazendo as nádegas tremerem gostoso.

Eu me aproximei mais cedo dessa vez. Fiquei colado atrás dela desde o primeiro movimento. Minhas mãos na cintura nua — porque ela tinha levantado a camiseta curta até embaixo dos peitos —, sentindo a pele quente, macia, suada. Ela não reclamou. Pelo contrário: encostou as costas nos meus peitos, deixou meu pau duro encaixar no rego logo de cara.

— Paulo… hoje… hoje pode encostar mais — sussurrou ela, voz rouca.

Meu coração disparou.

— Mais como, mãe?

Ela virou o rosto de lado, mordendo o lábio.

— Pode… pode apertar minha cintura. Pode deixar ele… roçar mais forte. Só roçar. Sem tirar nada.

Eu obedeci na hora. Minhas mãos desceram pros quadris, apertando a carne macia por cima do short rosa. Meu pau, livre dentro do short de tactel sem cueca, pressionava forte contra o rego dela. Senti o fio dental branco afundado, o cuzinho quente pulsando contra a cabecinha toda vez que eu empurrava devagar. Ela gemia baixinho a cada encaixe, um som molhado, necessitado.

— Ai… filho… tá quente… tá pulsando…

— Você também tá quente, mãe. Tá molhada… dá pra sentir o calor na virilha.

Ela assentiu, olhos fechados, rebolando mais devagar, mais sensual. Cada movimento era uma carícia: subia e descia o rego no meu pau, esfregando a cabecinha bem em cima do cuzinho, depois descia até roçar na entrada da buceta por cima do tecido. O short de lycra rosa estava escurecendo na virilha — ela pingava de tesão.

Numa descida mais funda, ela ficou agachada, bunda empinada na altura do meu pau. Eu me inclinei, deixando a cabecinha escapar um pouco do meu short. Roçou direto na carne nua da nádega inferior, depois subiu e encaixou no rego coberto só pelo fio dental e pelo short de lycra. Ela empurrou pra trás com força, gemendo alto.

— Paulo… meu Deus… tá roçando no meu… no meu buraquinho por cima da roupa

— Quer que eu pressione mais, mãe?

Ela hesitou só um segundo.

— Pressiona… Só… só sente.

Eu empurrei devagar. A cabecinha grossa pressionou contra o cuzinho apertado, sentindo o quentinho por cima do fio dental e do short fino. Ela tremeu inteira, soltou um gemido longo, rouco.

— Ai… que grosso… que quente…

Continuamos assim por longos minutos. Sarradas lentas, profundas. Minhas mãos subiam pelas costas dela, apertando os peitos por cima da camiseta — sentindo os mamilos duros como pedrinhas. Ela deixava, arqueava as costas, empinava mais. O quarto cheirava a sexo: suor, buceta molhada, tesão puro.

Quando a música acabou, ela se virou devagar, ofegante. Olhou pro meu pau, viu a cabecinha vermelha, babando pré-gozo, quase pra fora do short.

— Você… você quer muito isso, né? — perguntou baixinho, voz tremendo.

— Quero você, mãe. Quero tudo. Mas vou esperar você querer também.

Ela mordeu o lábio forte, olhos brilhando de desejo e culpa misturados.

— Eu… eu não sei mais o que é certo. Mas… meu corpo quer. Meu corpo quer muito.

Ela se aproximou, roçou os peitos na minha barriga, depois deu um beijo leve na minha bochecha — bem perto da boca.

— Amanhã… amanhã a gente vê até onde vai. Mas hoje… hoje já foi longe demais.

Ela saiu do quarto devagar, a bunda rosa tremendo, o short molhado grudado na buceta. Deixou o cheiro dela no ar.

Eu fiquei lá, pau latejando, coração explodindo. Não era mais só dança. Era desejo cru, proibido, inevitável.

E amanhã, com certeza, a gente ia ultrapassar mais uma linha.

Depois daquela aula onde ela mesma pediu pra eu pressionar mais forte contra o cuzinho dela, eu não conseguia mais pensar em outra coisa. O gemido rouco dela ecoava na minha cabeça, o jeito que tremia quando a cabecinha grossa roçava o anel apertado por cima do fio dental e do short rosa fininho… aquilo tinha virado obsessão. Eu queria sentir mais. Queria que ela sentisse mais. E decidi que na próxima aula ia pegar pesado de verdade.

No dia seguinte, enquanto ela tomava banho, eu entrei no quarto rapidinho e peguei um short velho de futebol meu — daqueles de tactel bem fininho, azul-marinho, que eu usava pra jogar pelada com os amigos. Tirei a cueca de propósito. O tecido era leve, escorregadio, e sem nada por baixo, meu pau ficava livre pra se mexer, pra marcar tudo, pra encaixar sem barreiras.

Quando ela apareceu na porta do meu quarto, vestia o short rosa bebê de novo — já era o favorito dela, dava pra ver pelo jeito que sorria de canto quando usava. A camiseta curta subia um pouco na barriga, deixando a cintura fina à mostra. Os peitos balançavam livres por baixo do tecido fino — sem sutiã dessa vez. Os mamilos já estavam durinhos, marcando dois pontinhos evidentes.

— Hoje… hoje a gente pode ir um pouco mais longe? — perguntou ela baixinho, quase envergonhada, mas com os olhos brilhando de expectativa.

— Pode, mãe. Hoje eu trouxe uma coisa diferente também.

Mostrei o short de futebol. Ela olhou pro volume já meio marcado e engoliu em seco.

— Você… você vai usar isso?

— Vou. Sem cueca. Pra… pra encaixar melhor. Pra você sentir direito.

Ela hesitou só um segundo, depois assentiu devagar.

— Tá bom… mas devagar, filho. Devagar.

Coloquei uma batida mais pesada, lenta, daquelas que fazem o corpo querer se grudar. Ela começou a dançar de costas pra mim, empinando a bunda logo de cara. O short rosa entrava fundo no rego, deixando as nádegas quase inteiras de fora, tremendo a cada rebolada. Eu me posicionei colado atrás, meu short de tactel fino roçando na pele dela desde o primeiro movimento.

Quando ela jogou o quadril pra trás, meu pau — livre, duro como pedra, quente — encaixou direto no rego. Sem cueca, sem camada extra de tecido grosso, senti tudo: o calor da bunda dela, o fio dental branco afundado entre as carnes, o anel do cuzinho pulsando contra a cabecinha grossa. O short de tactel era tão fino que parecia quase nada separando a gente. A cabecinha escorregava devagar pelo rego, subindo e descendo, pressionando forte contra o lugar do cuzinho toda vez que ela empinava.

Ela soltou um gemido longo, rouco.

— Ai… Paulo… tá… tá sentindo tudo… tá muito perto…

— Quer que eu empurre mais, mãe?

Ela assentiu rápido, mordendo o lábio.

— Empurra… Só… só pressiona. Só sente o quentinho.

Eu obedeci. Segurei a cintura dela com as duas mãos, puxei devagar pra mim enquanto ela jogava a bunda pra trás. Meu pau deslizou pelo rego inteiro, a cabecinha grossa abrindo caminho entre as nádegas, pressionando o cuzinho com força. O anel se abriu levemente, só a pontinha entrando no tecido do fio dental, esticando ele pra dentro. Ela tremeu inteira, as coxas se apertando, um gemido escapando alto.

— Meu Deus… que grosso… que quente… tá batendo no lugar do meu buraquinho…

Continuamos assim, ritmados com a música. Cada descida dela era uma sarrada profunda: ela agachava, empinava, eu empurrava. Meu pau deslizava pra cima e pra baixo, roçando o cuzinho, depois descendo até encostar na entrada da buceta por cima do short rosa molhado. Ela pingava tanto que o tecido escurecia inteiro na virilha, grudando nos lábios inchados.

Num movimento mais ousado, ela ficou agachada por mais tempo, bunda empinada na altura perfeita. Eu me inclinei, deixando a cabecinha escapar totalmente pelo short de tactel. Roçou direto na carne nua da nádega, depois subiu e encaixou no rego. Dessa vez, sem nada no meio, senti a pele quente, macia pois o short dela ficou enrolado pra cima como um fio dental sendo empurrado pro lado pela pressão. A cabecinha grossa pressionou o cuzinho separado pelos tecidos por um instante — só a pontinha, só o calor —, e ela gritou baixinho.

— Ai… filho… tá tocando… tá tocando meu cuzinho quase de verdade…

— Tá gostando, mãe?

— Tô… tô gostando demais… mas… mas é pecado… é tão errado…

Mas enquanto falava, ela empurrou pra trás com força, deixando a cabecinha pressionar mais fundo, quase entrando o anelzinho só um pouquinho, sentindo a grossura esticar o tecido fino do fio dental.

Minhas mãos subiram pelas costas dela, apertando os peitos por baixo da camiseta. Os mamilos duros roçavam na palma da minha mão. Ela arqueou as costas, gemeu alto, rebolando mais rápido.

Quando a música acabou, ela se virou devagar, ofegante, rosto vermelho, olhos vidrados. Olhou pro meu pau — agora totalmente pra fora do short, vermelho, babando pré-gozo, veias pulsando.

— Olha… olha o tamanho disso… — sussurrou ela, voz tremendo. — Não cabe… não cabe em lugar nenhum…

— Cabe sim, mãe. Cabe onde você quiser.

Ela mordeu o lábio forte, desviou o olhar, mas não conseguiu parar de olhar.

— Amanhã… amanhã talvez a gente… talvez eu deixe você… comprar algo mais… mais curto. Ou...

Ela saiu do quarto devagar, as pernas bambas, o short rosa encharcado grudado na buceta, deixando um rastro de cheiro doce e molhado no ar.

Eu fiquei lá, pau latejando, coração disparado. A linha tinha sido cruzada de novo. E na próxima aula, eu sabia que ia ser ainda mais perigoso. Talvez sem short nenhum. Talvez sem limite nenhum.

Depois daquela aula com o short de futebol sem cueca, onde minha cabecinha grossa roçava direto no cuzinho nu dela por cima do fio dental, eu senti que estávamos a um passo de não ter mais volta. O gemido dela quando pressionei mais forte, o jeito que ela tremia e empurrava pra trás pedindo “só mais um pouquinho”, o short rosa encharcado grudado na buceta… aquilo não era mais brincadeira de dança. Era tesão puro, cru, proibido. E eu queria mais.

No dia seguinte, antes de ir pra casa, passei numa lojinha de roupas femininas no centro. Comprei de surpresa três minissaias rodadinhas bem curtas: uma preta de tecido leve, uma vermelha xadrez estilo colegial safada, e uma branca quase transparente de tule com forro mínimo. Todas tamanho M, curtíssimas — mal cobriam a bunda quando ela ficasse em pé, e quando dançasse, iam voar pra cima mostrando tudo. Combinei com o fio dental que ela já estava usando.

Cheguei em casa e deixei a sacola embrulhada na porta do quarto dela com um bilhete: “Pra nossa próxima aula. Experimenta a preta. Vai ficar linda. Te espero no meu quarto às 8.”

Ela apareceu na hora marcada. Quando abriu a porta, meu pau deu um pulo dentro da calça de moletom fina que eu usava sem nada por baixo.

A minissaia preta era minúscula. Rodadinha, plissada, mal chegava ao meio da coxa. Quando ela dava um passo, o tecido subia e mostrava a curva inferior das nádegas. Por baixo, o fio dental preto de renda fina — aquele que eu tinha dado no começo — desaparecia completamente no rego profundo. A frente era tão curta que dava pra ver o contorno dos lábios inchados da buceta marcando o tecido quase inexistente. Em cima, ela usou uma blusinha cropped branca justa, deixando a barriga lisinha à mostra e os peitos quase pulando pra fora do decote.

Ela parou na porta, mãos na frente da saia, tentando puxar pra baixo.

— Paulo… isso é… isso é muito curto. Quando eu me mexer, vai mostrar tudo.

— É exatamente isso que eu queria, mãe. Pra você se soltar de verdade. Pra sentir o ar batendo na pele. Pro rebolado ficar mais livre.

Ela mordeu o lábio, olhou pro espelho da porta, virou de costas. A saia subiu um pouco e mostrou metade da bunda redonda, branquinha, com o fio dental sumindo no meio como uma linha preta fina.

— Meu Deus… tá parecendo que eu não tô usando nada por baixo.

— Tá linda. Tá perfeita. Vem cá.

Ela entrou, fechou a porta. Coloquei uma batida lenta, sensual, daquelas que fazem o corpo colar. Ela começou a dançar devagar, testando. Cada rebolada fazia a saia voar pra cima, mostrando as nádegas inteiras, o fio dental afundado no rego, dava quase pra ver o cuzinho piscando de leve a cada movimento. Eu me posicionei atrás, já sem short nenhum.

Quando ela jogou o quadril pra trás, a saia subiu de vez. Meu pau, livre pela perna da calça, encaixou direto no rego nu. Só o fio dental fininho separava a cabecinha grossa do cuzinho quente e apertado. Senti a pele macia das nádegas envolvendo meu pau, o anelzinho pulsando contra a cabeça babada.

Ela congelou por um segundo, depois gemeu baixo.

— Paulo… tá… tá encostando direto… sem quase nada no meio…

— Sente, mãe. Sente como tá quente. Como tá grosso.

Ela empurrou pra trás devagar, deixando a cabecinha pressionar o cuzinho. O fio dental esticou, afundou mais, abrindo caminho. Eu sentia o anel se abrir levemente, só a pontinha entrando no tecido, sentindo o calor úmido do interior. Ela tremeu inteira, as coxas apertando.

— Ai… filho… tá batendo no meu buraquinho… tá abrindo…

Continuamos a dança. Cada descida era uma sarrada profunda: ela agachava, a saia voava pra cima, eu empurrava, o pau deslizando pelo rego inteiro, roçando o cuzinho, depois descendo até encostar na entrada da buceta encharcada por cima do fio dental. Ela pingava tanto que o líquido escorria pelas coxas, deixando brilho na pele.

Num movimento mais ousado, ela ficou de quatro no chão — fingindo que era parte da coreografia. A saia subiu toda, mostrando a bunda empinada, o fio dental afundado pela pressão anterior. Meu pau encaixou direto entre as nádegas nuas, a cabecinha grossa pressionando o cuzinho quase nada no meio agora — o fio quase escorregando pro lado. Ela gemeu alto, empurrou pra trás com força.

— Paulo… tá… tá quase entrando… meu cuzinho tá abrindo… tá sentindo?

— Tô sentindo tudo, mãe. Tá quentinho… tá apertadinho…

Eu segurei a cintura dela, puxei devagar. A cabecinha grossa forçou o anel, só não entrou a pontinha por causa da calcinha esticando o cuzinho virgem. Ela gritou baixinho, corpo tremendo.

— Ai… deve doer um pouquinho… mas… mas é gostoso… não tira…

Fiquei assim uns segundos, só a cabecinha quase dentro, pulsando. Depois desencostei, deixando ela sentir o vazio. Continuamos sarrando, mas agora sem disfarce: pau nu no rego nu, cabecinha batendo ritmadamente no local do cuzinho, abrindo e fechando o anel a cada encaixe.

Quando a música acabou, ela se levantou devagar, virou pra mim. A saia estava toda amassada na cintura, buceta exposta, fio dental de lado, lábios inchados brilhando de tesão. Olhou pro meu pau vermelho, babando, veias saltadas.

— Amanhã… amanhã talvez eu deixe você… colocar a cabecinha só um pouquinho mais dentro. Só pra sentir.

Ela saiu do quarto devagar, pernas tremendo, a minissaia não cobrindo mais nada. Deixou um rastro de gotinhas no chão do corredor.

Eu fiquei lá, pau latejando, sabendo que na próxima aula a gente ia cruzar a última barreira. E que o cuzinho dela já não era mais virgem de verdade — só faltava o resto.

A noite depois daquela aula com a minissaia preta rodadinha foi uma das mais longas da minha vida. Eu ficava revivendo cada detalhe: a saia voando pra cima a cada rebolada, mostrando as nádegas redondas e branquinhas tremendo; o fio dental preto de renda Meu pau latejava sem parar, babando pré-gozo só de lembrar o cheiro doce e molhado que ficou no quarto depois que ela saiu, as coxas brilhando de tesão escorrendo.

No dia seguinte, eu mal consegui me concentrar na faculdade. Cheguei em casa cedo, coração acelerado. Meu pai tinha viajado pra uma obra em outra cidade — ia ficar três dias fora. Nina estava na casa de uma amiga fazendo trabalho da faculdade. A casa era só nossa. Perfeito.

Mamãe me esperava na sala, sentada no sofá com as pernas cruzadas. Vestia uma blusinha cropped branca fina, sem sutiã — os mamilos rosados marcavam o tecido como duas pedrinhas duras —, e uma saia jeans curta que ela mesma tinha encurtado com tesoura, porque a barra estava irregular. Quando ela se levantou, vi que por baixo não tinha nada: nem fio dental, nem calcinha. A bucetinha raspadinha aparecia de relance entre as coxas grossas quando ela andava.

— Filho… vem cá — chamou ela, voz baixa, quase sussurrada.

Eu me aproximei. Ela me puxou pela mão até o quarto dela — não o meu, o dela. O quarto cheirava a perfume floral misturado com o cheiro característico dela quando estava excitada. Fechou a porta, trancou.

— Hoje… hoje não vai ter música — disse ela, olhos fixos nos meus. — Hoje eu quero ver. Quero ver de verdade.

— Ver o quê, mãe?

Ela mordeu o lábio inferior, o rosto corando forte, mas não desviou o olhar.

— Seu pau. Quero ver ele todo. Sem short, sem nada. Quero… tocar. Medir com a mão. Ver se é mesmo tão grande quanto eu sinto quando encosta.

Meu coração disparou. Meu pau já estava duro só de ouvir aquilo.

— Tá pedindo mesmo, mãe?

Ela assentiu devagar.

— Tô. Tô pedindo. Porque… porque eu não paro de pensar nisso. Na grossura, no calor, na forma que abre meu cuzinho só com a cabecinha. Eu… eu preciso ver. Preciso saber.

Eu tirei a camiseta primeiro, depois desci a calça de moletom devagar. O pau saltou pra fora, reto, grosso, veias saltadas, a cabecinha vermelha e inchada brilhando de pré-gozo. Devia ter uns 20 centímetros, talvez mais, e a grossura era impressionante — mal cabia na minha própria mão fechada.

Ela arregalou os olhos verdes, cobriu a boca com a mão.

— Meu Deus do céu… Paulo… isso é… isso é enorme.

Ela se aproximou devagar, como se estivesse hipnotizada. Ajoelhou na frente de mim, o rosto na altura do pau. O hálito quente dela batia na cabecinha, me fazendo pulsar forte.

— É muito grande… muito grosso… — murmurou ela, voz tremendo de excitação e choque. — Não cabe… não cabe em nenhuma mulher. Nem na boca, nem… nem na buceta… nem no cuzinho.

Eu sorri, voz rouca.

— Cabe sim, mãe. Cabe onde a gente quiser. No cuzinho virgem seu, por exemplo. Ele ia abrir devagar, ia engolir tudo, ia apertar gostoso em volta.

Ela engoliu em seco, os olhos fixos na cabecinha babando.

— Eu… eu nunca vi um tão grande. Seu pai… seu pai é bem menor. Mais fino. Não chega nem perto.

Ela estendeu a mão direita, hesitante. Os dedos finos e manicure vermelhos tocaram a base primeiro, depois subiram devagar pela haste grossa. Tentou fechar a mão em volta — não conseguiu. A grossura era maior que a palma dela. Os dedos mal se tocavam do outro lado.

— Olha… minha mão não abarca… não consegue envolver tudo…

Ela apertou de leve, sentindo as veias pulsarem na palma. Depois subiu até a cabecinha, passou o polegar na fenda, espalhando o pré-gozo viscoso. Eu gemi baixo.

— Tá quente… tá pulsando na minha mão… tá babando tanto…

Ela mediu com os olhos, comparando.

— Deve ter… uns 22 centímetros? E grosso… grosso como meu pulso.

— Quase isso — respondi, voz baixa. — Quer medir direito?

Ela pegou uma fita métrica na gaveta da cômoda — aquela que usava pra costurar. Enrolou na base, mediu a circunferência: 16 centímetros. Depois na altura: 21,5 cm de comprimento total. Ela anotou mentalmente, olhos vidrados.

— É… é perfeito pro cuzinho. Grosso o suficiente pra abrir bem, longo o suficiente pra encher tudo.

Ela olhou pra cima, olhos brilhando de tesão puro.

— Eu… eu sinto meu cuzinho piscando só de olhar. Tá se lembrando da cabecinha pressionando ontem. Tá querendo de novo.

Ela se levantou devagar, ainda segurando meu pau com a mão direita — não soltava. A outra mão desceu pra própria buceta, dedos abrindo os lábios inchados, mostrando o mel escorrendo pelas coxas.

— Amanhã… amanhã eu quero sentir mais. Quero que você sarrre com ele pra fora. Quero que bata no meu cuzinho, na minha bucetinha… sem nada no meio. Só a cabecinha roçando.

Ela se aproximou mais, roçou os peitos na minha barriga, o pau encaixando entre as coxas dela, roçando a entrada molhada.

— Mas hoje… hoje eu só quero olhar. E sentir na mão. E imaginar… imaginar ele todo dentro de mim.

Ela apertou mais forte, masturbou devagar, olhando nos meus olhos.

— Amanhã a gente continua a dança. Mas sem roupa. Sem limite.

Ela me deu um beijo leve na boca — o primeiro de verdade —, língua roçando a minha só um pouquinho, depois saiu do quarto devagar, deixando meu pau latejando no ar, babando.

Eu sabia que amanhã não ia ter mais volta. E que o cuzinho dela — e talvez a bucetinha também — iam conhecer cada centímetro daquele pau que ela não conseguia nem envolver com a mão.

A imagem da minha mãe ajoelhada na frente de mim no quarto dela, mãozinha delicada tentando envolver a grossura do meu pau e não conseguindo, os olhos verdes arregalados de choque e desejo, a bucetinha raspadinha pingando mel pelas coxas enquanto ela sussurrava “é perfeito pro cuzinho… grosso o suficiente pra abrir bem”… aquilo me deixou em chamas a noite inteira. Eu gozei duas vezes só imaginando o próximo dia, gozei forte pensando na boca dela perto da cabecinha babada, na língua dela roçando sem querer.

Meu pai ainda estava viajando, Nina tinha ficado na casa da amiga mais uma noite. A casa era nossa até domingo. Quando acordei, já estava duro só de lembrar. Tomei banho frio pra tentar controlar, mas não adiantou nada.

Mamãe me chamou na cozinha por volta das dez da manhã. Vestia só uma camisola curta de cetim rosa clarinho, fina demais, sem nada por baixo. O tecido grudava nos peitos cheios, marcando os mamilos rosados duros como pedrinhas. Quando ela se virou pra pegar o café, a camisola subiu e mostrou a bunda redonda inteira, as nádegas branquinhas tremendo levemente, o rego profundo sem nenhum fio dental cobrindo — ela tinha tirado tudo.

— Hoje… hoje sem roupa nenhuma por baixo — disse ela baixinho, sem olhar pra mim. — E você também. Quero dançar sentindo tudo. Pele na pele. Só a cabecinha roçando… batendo… abrindo um pouquinho.

Eu assenti, voz rouca.

— Tá bom, mãe. Vamos pro meu quarto.

Entramos. Ela tirou a camisola devagar, deixando cair no chão. Corpo nu perfeito: pele branquinha, cintura fina, quadril largo, peitos cheios balançando livres, bucetinha rosada e inchada, lábios entreabertos brilhando de umidade, clitóris aparecendo pequeno e duro. O cuzinho apertadinho piscava entre as nádegas redondas.

Eu tirei tudo também. Meu pau saltou reto, grosso, veias pulsando, cabecinha vermelha inchada babando um fio longo de pré-gozo.

Ela olhou fixo, mordeu o lábio.

— Meu Deus… tá ainda maior hoje… tá pulsando tanto…

Coloquei a batida mais lenta e safada que tinha: um funk melody bem arrastado, daqueles que fazem o corpo querer se esfregar devagar. Ela começou a dançar de costas pra mim, empinando a bunda logo de cara. Sem nada no meio, as nádegas se abriam a cada rebolada, mostrando o cuzinho rosado e o rego molhado de tesão.

Eu me colei atrás, pau nu encaixando direto no rego quente. A cabecinha grossa deslizou devagar entre as nádegas macias, subindo até pressionar o cuzinho, descendo até roçar os lábios inchados da buceta. Ela gemeu alto no primeiro encaixe.

— Ai… filho… tá batendo direto… tá quente… tá grosso demais…

— Sente, mãe. Sente a cabecinha abrindo seu cuzinho…

Ela jogou pra trás devagar, empinando mais. A cabecinha pressionou o anel apertado, abriu só a pontinha — menos de um centímetro —, esticando o músculo virgem. Ela tremeu inteira, coxas apertando, um gemido rouco escapando.

— Ai… tá entrando… só a cabecinha… meu cuzinho tá abrindo pra você…

Eu segurei a cintura fina dela, puxei levemente. A cabecinha grossa forçou mais um pouquinho, sentindo o calor úmido do interior apertar em volta. Ela gritou baixinho, corpo arqueando.

— Não… não entra mais… só a cabecinha… só sente o quentinho…

Mas enquanto falava, ela empurrou pra trás ritmadamente, deixando a cabecinha entrar e sair devagar, abrindo e fechando o anel a cada batida. O rego ficava molhado de pré-gozo e do mel dela escorrendo.

Depois de uns minutos sarrando no cuzinho, ela virou de frente, subiu na ponta dos pés e encaixou meu pau entre as coxas grossas. A cabecinha grossa roçava agora na entrada da buceta, abrindo os lábios inchados, deslizando pela fenda molhada sem entrar.

— Aqui… aqui é pecado maior ainda… o filho encostando na bucetinha da mãe… — sussurrou ela, voz tremendo de tesão.

— É pecado gostoso, mãe. Olha como tá molhada… tá pingando na cabecinha…

Ela rebolava devagar, deixando a cabecinha bater ritmadamente na entrada da buceta, abrindo os lábios, roçando o clitóris duro. Cada batidinha fazia um som molhado, o mel escorrendo pelas minhas bolas.

Então ela se abaixou um pouco, virou de costas de novo e empinou forte. A cabecinha voltou pro cuzinho, pressionando mais fundo dessa vez — quase dois centímetros —, esticando o anel rosado. Ela gemeu alto, mãos apertando os próprios peitos, beliscando os mamilos.

— Ai… tá abrindo mais… tá grosso… tá enchendo meu cuzinho…

Eu dava porradinhas leves com a cabecinha: entrava um pouquinho, saía, batia de novo. Dava pra ver as preguinhas do cuzinho se abrindo pela lateral a cada estocada rasa, o anel piscando, tentando sugar mais. O fio de pré-gozo misturado com o mel dela escorria pelas coxas dela.

— Olha… olha como tá lindo… as preguinhas abrindo pra cabecinha… tá piscando pedindo mais…

Ela virou o rosto, olhos vidrados.

— Tá… tá lindo… meu cuzinho virgem tá se entregando pra você… só a cabecinha… mas quer mais…

Continuamos assim até a música acabar. Ela se virou, ajoelhou devagar, rosto na altura do pau babado.

— Amanhã… amanhã eu quero sentir mais fundo. Só um pouquinho mais. No cuzinho. Pra ver se cabe tudo.

Ela deu um beijo leve na cabecinha, língua roçando o pré-gozo, depois se levantou e saiu nua pelo corredor, bunda tremendo, cuzinho vermelho e inchadinho fazendo um biquinho molhado.

Eu fiquei lá, pau latejando, sabendo que amanhã a gente ia ultrapassar mais um limite. E que o cuzinho dela já não era mais virgem — só faltava eu meter até o talo.

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (22)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Richedi: Publica mais

    Responder↴ • uid:on95r15oii
  • Viviane: Me deu muito tesao esse conto

    Responder↴ • uid:on95r15oii
    • Tarado: Delícia bom saber T mbamm chá má trocar papo

      • uid:1ed917gypu2k
  • GGGMAGO: Posta logo amanhã a segunda parte

    Responder↴ • uid:on95r15oii
  • Phenelope: Ja vivi uma situação dessa parecida

    Responder↴ • uid:on95r15oii
  • Barbie: Queria um filho assim também pra me ajudar

    Responder↴ • uid:on95r15oii
  • 4par: Imaginando a parte dois ela sentando no Filho

    Responder↴ • uid:on95r15oii
  • Amm: O melhor conto até agora

    Responder↴ • uid:on95r15oii
  • Pitanga: Gozei muito, ja quero a parte dois

    Responder↴ • uid:on95r15oii
  • Moreno: Esse conto é diferenciado e gostei muito

    Responder↴ • uid:on95r15oii
  • Menino azul: Quero a parte 2 logo por favor

    Responder↴ • uid:on95r15oii
  • Tgnn: Conto gostoso mas podia ter ido aos finalmente ne, espero que tenha parte 2

    Responder↴ • uid:1e2bwznrt8e3
  • Mr.15cm: Continua o da mãe evangélica e esse, ta muito exitante os dois

    Responder↴ • uid:v7dcxbwubgg
  • Mom: Ansiosa pra continuação T. Permitaasse

    Responder↴ • uid:8fwhxgp8mgm
  • Argo: Muito bom. Esperando a continuação

    Responder↴ • uid:7r02ts78rb
  • Klaus Black: Formidável

    Responder↴ • uid:y2n0rszcvdx
  • Anon: Continua pelo amor de deus,que gostoso

    Responder↴ • uid:1dwleprmk8o2
  • Alguém: Muito longo 🤮🤢

    Responder↴ • uid:10woip8t0b6s
  • DomLobo75: Muito bom conto. Fiquei louco pra meter na mamãe.

    Responder↴ • uid:1v7e0gqk
  • Discreto: Por favor, poste a segunda parte antes de bater as metas

    Responder↴ • uid:dcswg94qj
  • IA-ESCREVER: Comentem e curtam, quando esse conto chegar a 30 comentários e 100 curtidas, eu posto a segunda parte. Já está pronta.

    Responder↴ • uid:2ql48xvv1
  • Beija flor: Simplesmente um conto tesudo , com suspense, erotismo no mais alto grau!

    Responder↴ • uid:8ef2xs68rk