#Gay #Incesto #Teen

Aventuras no orfanato 3

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sbthot

Os meninos de Chiquititas se divertindo como nunca

Binho sorriu com a sugestão de Thiago e, num movimento fluido, levantou-se da cama, puxando a camiseta pela cabeça e deixando-a cair no chão. A bermuda veio em seguida, deslizando pelas coxas até formar uma poça aos seus pés. Nu, o corpo dele brilhava levemente com o suor fino que cobria a pele clara. Quando se virou para Thiago, viu o amigo fazendo o mesmo: a camiseta sendo arrancada revelava o tórax definido, um tom de pele um pouco mais moreno, bronzeado pelo sol da rua. Thiago desceu a bermuda devagar, e Binho não resistiu: seus olhos desceram direto para o pau do amigo. Era praticamente do mesmo tamanho que o seu, mas mais grosso, com veias salientes que pulsavam sob a pele esticada. As bolas eram maiores, pesadas, pendendo cheias e convidativas. Binho sorriu, sentindo um calor subir pelo peito.

Binho — cê quer provar o que?

Thiago — posso te tratar igual uma putinha igual nos vídeos?

Binho sorriu largo com a sugestão, acenando positivamente com a cabeça, os olhos brilhando de tesão e cumplicidade. Thiago se aproximou devagar, o pau já semi-duro balançando a cada passo. Com uma mão firme, agarrou os cabelos castanhos de Binho e puxou para baixo, forçando-o a se ajoelhar no tapete gasto. Binho soltou um suspiro longo e satisfeito ao sentir a pressão no couro cabeludo; suas mãos subiram instintivamente até a bunda firme de Thiago, apertando as nádegas quentes enquanto respirava fundo. O cheiro do pau dele invadiu suas narinas — não era tão forte nem tão almiscarado quanto o de Mosca, mas tinha um aroma masculino, quente, de pele suada e excitação recente. O tesão era inegável. Binho sorriu, a boca já salivando, e começou a lamber devagar: da base grossa até a cabeça inchada, traçando as veias com a língua úmida, sentindo o pau pulsar contra sua boca.Thiago suspirava e gemia baixinho a cada lambida lenta e deliberada. Quando Binho finalmente abriu a boca e engoliu tudo — o pau inteiro deslizando fácil pela garganta treinada —, Thiago soltou um gemido longo e rouco, as pernas tremendo levemente. Acostumado aos paus de Mosca, Rafa e outros, Binho sugava com vontade, a língua dançando na parte de baixo enquanto babava copiosamente. A saliva escorria em fios grossos pelas bolas pesadas de Thiago e pingava do queixo de Binho, molhando seu próprio peito. Ele chupava com fome, os lábios esticados ao redor da grossura, os olhos erguidos fixos no rosto contorcido de prazer do amigo.De repente, Thiago começou a dar tapas leves — um pouco desajeitados — no rosto de Binho. A palma quente batia na bochecha, deixando um formigamento gostoso e avermelhado. Binho gemeu em torno do pau, vibrando a garganta.Thiago segurou firme nos cabelos de Binho e começou a foder sua boca num ritmo constante, não muito rápido, mas profundo o suficiente para fazer a cabeça do pau roçar a garganta a cada estocada.

Thiago — caralho Binho que boca gostosa... AHHH agora sei por que o mosca curte... Ahh para vou gozar quero te comer ainda

Thiago soltou Binho abruptamente, tirando o pau da boca com um estalo molhado. Um fio grosso de saliva ainda ligava os lábios inchados de Binho à cabeça vermelha e brilhante do pau do amigo. Binho sorriu, lambendo os lábios devagar.

Thiago — fica de quatro na cama

Thiago disse ofegando, o peito subindo e descendo rápido. Binho obedeceu na hora, subindo na cama e ficando de quatro, empinando a bunda branquinha e redonda. A curva perfeita das nádegas se abriu ligeiramente, revelando o cuzinho rosado e franzido. Thiago mordeu o lábio inferior com força ao ver a cena, o pau pulsando no ar. Subiu na cama ajoelhando atrás do amigo e desferiu um tapa forte na nádega direita. O som ecoou seco no quarto; a pele clara ficou vermelha instantaneamente e Binho soltou uma gemidinha baixa, o corpo tremendo de prazer.

Thiago — foi mal mas sua bunda é branquinha... Da vontade...

Thiago não terminou a frase. Abaixou-se e começou a beijar, lamber e morder as nádegas macias, alternando beijos molhados com mordidinhas leves que faziam Binho arquear as costas. Depois de alguns segundos devorando aquela carne firme, desceu a boca mais para o meio, dando lambidas longas e lentas no cuzinho apertado. A língua quente e úmida circulava o anel franzido, pressionando, invadindo devagar. Binho gemia baixinho, empinando mais, o corpo todo arrepiado. Quando o cuzinho estava bem babado, brilhando de saliva, Thiago segurou a base do próprio pau e começou a roçar a cabeça grossa ali, espalhando o pré-gozo misturado com saliva. Então, devagar, começou a meter.

Thiago — ahhh caralho que quente e apertado... Ahh Binho... Se eu soubesse que cê e viadinho tinha feito antes... AHHH..

Logo Thiago estava todo dentro, os quadris colados na bunda de Binho. Começou a foder num ritmo crescente, o pau grosso esticando as paredes quentes e macias. Binho suspirava a cada estocada; o pau de Thiago não era o mais longo, mas era deliciosamente grosso, preenchendo-o de um jeito que fazia seu corpo inteiro vibrar. Enquanto levava, Binho levou a mão ao próprio pau e começou a se punhetar devagar, sincronizando com as metidas.

Binho — com mais força Thiago vai

Thiago — calma e se alguém vier? O Samuca e o Neco tão na no quintal da frente

Binho — eles não vem pode socar

Thiago agarrou os cabelos de Binho, puxando a cabeça para trás, arqueando suas costas. Começou a socar com mais força, a cama rangendo alto, os corpos batendo um no outro num ritmo frenético. O quarto cheirava intensamente a sexo jovem: suor, porra pré-escorrendo, saliva e tesão puro. Distraídos no prazer, não perceberam o par de olhos os observando da porta entreaberta, nem o celular na mão que gravava tudo em silêncio.

Thiago — vira de frente

Thiago se afastou, o pau brilhando de saliva e lubrificação natural, batendo uma punheta rápida. Binho se deitou de barriga para cima, as pernas abertas. Thiago o segurou firme pelas coxas, puxando-o para a beirada da cama, e voltou a encaixar no cuzinho já aberto e quente. Meter com força, fundo, os quadris batendo nas nádegas de Binho.Binho sorria, piscando o cuzinho ritmicamente, mordendo o pau de Thiago com os músculos internos, arrancando gemidos roucos do amigo.

Thiago — Binho eu não vou aguentar

Binho sorriu malicioso e levou o pé direito até perto do rosto de Thiago, os dedos ligeiramente suados do calor do quarto.

Binho — quer provar?

Thiago, ofegando, já no limite, agarrou o pé sem dizer nada. Cheirou fundo — um aroma leve de pele quente, um toque de chulé sutil que só aumentava o tesão. Começou a lamber devagar, da sola até os dedos, a língua quente traçando cada curva. Binho se arrepiou inteiro, o cuzinho piscando mais forte, e acelerou a punheta

.Binho — ahhh... Porra...

Em pouco tempo Binho gozou forte, jatos grossos caindo no próprio abdômen, o cuzinho contraindo ritmicamente em torno do pau de Thiago. Thiago deu uma metida funda e final, gemendo alto enquanto enchia o cuzinho de Binho com jatos quentes e abundantes. Depois caiu sobre ele, ofegante, suado, os corpos colados.

Thiago — cara... Isso foi bom...

Binho — EAI, gostou de um chulé também?

Thiago — ah cê tava sem, vamos ver depois

Binho — podemos ver no vestiário na escola

Thiago — cê já fez isso? Me conta o que mais?

Binho sorriu e começaram a conversar baixinho sobre fetiches, fantasias e aventuras, ainda ofegantes, os corpos relaxados e melados.Enquanto isso, o estranho misterioso descia as escadas sorrindo, olhando o vídeo recém-gravado. Quando achou que nada mais poderia surpreendê-lo, ouviu suspiros vindo do pátio. Aproximou-se devagar e sacou o celular novamente. A nova cena merecia ser filmada.Mosca estava sem calção, apenas com a camisa do uniforme aberta, sentado no banco de madeira do pátio, pernas bem abertas. Rafa, ajoelhado entre elas, punhetava o pau grosso de Mosca enquanto lambia suas bolas pesadas, a língua quente traçando cada dobra da pele enrugada.

Mosca — ah Rafa... Lambe as bolas vai...sempre guloso Rafão... Abre bem a boca deixa eu meter

Mosca puxou Rafa pelos cabelos e começou a foder sua garganta com estocadas profundas, o pau inteiro desaparecendo na boca quente e babada.

Mosca — vou te dar leite igual pro Binho viado...

Logo tirou o pau da boca e começou a se punhetar rápido, a cabeça inchada apontada para o rosto de Rafa.

Mosca — poe a língua pra fora vai pede leite Rafa,

tomado pelo tesão, apertou os próprios peitos com força e pôs a língua para fora, os olhos implorando.

Rafa — goza na minha boca vai mosca me dá leite por favor

Mosca não aguentou: três jatos grossos e quentes acertaram a língua e o fundo da garganta de Rafa. Ele sorriu, engolindo tudo com gosto, enquanto Mosca sentava exausto no banco, o peito arfando.Enquanto Rafa limpava os vestígios de porra do rosto com os dedos, o estranho se afastou em silêncio e saiu do orfanato.

Rafa — porra mosca 3 gozadas agora vai te sossegar um pouco né?

Mosca — ah agora eu precisava de um cochilo

Mosca deitou de bruços no banco, apenas de camiseta, a bunda empinada naturalmente. Rafa mordeu o lábio, olhando aquela curva perfeita.

Rafa — posso te línguar?

Mosca — se não meter nada em mim...

Mosca apenas empinou mais a bunda. Rafa entendeu o convite, aproximou-se e abriu as nádegas firmes com as mãos. O cuzinho de Mosca apareceu, rosado, com poucos pelos escuros ao redor. Rafa caiu de boca, lambendo devagar, a língua quente circulando o anel apertado antes de pressionar e invadir. Mosca suspirava fundo, rebolando devagar contra a boca do amigo, o corpo relaxando completamente no prazer lento e molhado.

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Comentários (1)

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- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Luiz: o CONTO FOI MELHOR MAS DEMOROU MUITO PARA POSTAR ASSIM AGENTE ESQUECE A ESTORIA

    Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic