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Nizam e seu cunhadinho Léo - Parte 10

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Nizam flagra Léo nos braços de Maurício, homem mais velho que o conquista com carinho e sexo intenso. (Comentem para eu saber a opinião de vocês)

O quarto do Léo tava iluminado só pelo abajur da cabeceira. Aquela luz amarelinha deixando a pele dos dois brilhando de suor. A cama de solteiro rangia baixinho a cada mexida, os lençóis já tavam todos embolados no chão.
Maurício tava sentado no meio da cama, encostado na cabeceira, pernas cruzadas. Léo no colo dele, pernas abertas em volta daquela cintura larga, braços enlaçados no pescoço do cara. O pau do Maurício tava todo dentro do Léo, bem fundo, parado um instante, só pulsando lá no fundo enquanto eles se olhavam nos olhos.
Léo encostou o rosto no ombro dele, respirando rápido, corpo tremendo de leve. Maurício segurava a bunda dele com as duas mãos grandes, dedos afundando na carne macia, mantendo ele bem coladinho.
— Olha pra mim, meu menino… — Maurício murmurou beijando a testa suada — Olha nos meus olhos enquanto eu te fodo devagar assim.
Léo levantou o rosto, olhos brilhando, boca entreaberta. Ele rebolou devagar, sentindo cada centímetro se mexer dentro dele, gemendo baixinho.
— Isso… assim… — Maurício gemeu, ajudando com as mãos. — Rebola gostoso no meu colo, vai. Sente meu pau te abrindo todinho! Tá sentindo como eu tô pulsando dentro de você?
Léo riu, mordendo o lábio de baixo, unhas arranhando de leve as costas dele.
— Tô sentindo… você é tão grosso… me abre todo… me deixa tão cheio…
Maurício beijou a boca dele devagar, língua entrando fundo, possessiva, enquanto continuava aquele movimento lento. Subia e descia o Léo no colo, tipo uma dança sentada.
— Isso, minha putinha… rebola assim… mostra como você ama sentar na rola de homem mais velho. Mostra como esse cuzinho apertado foi feito pra mim. — Ele mordeu a orelha do Léo e sussurrou mais baixo. — Você goza tão gostoso no meu colo… goza tremendo, gemendo meu nome.
Léo gemeu mais alto, rebolando mais rápido, quadril girando em círculos lentos e sensuais.
— Maurício… me fode… me chama de sua… por favor…
Maurício apertou mais a bunda dele, acelerou um pouquinho o ritmo. Pau entrando e saindo devagar, mas bem fundo.
— Minha! Você é minha! Minha mulherzinha. — Beijou o pescoço dele, lambendo o suor. — Olha como você fica lindo assim… sentado no meu pau, pernas abertas, gemendo pra mim. Eu podia te foder a noite inteira… te deixar pingando meu leitinho o dia todo.
Léo choramingou, abraçou mais forte o pescoço dele, rosto encostado no ombro.
— Eu quero… quero ser sua… sempre…
Maurício parou tudo por um segundo, pau todo dentro, pulsando forte. Segurou o rosto do Léo com as duas mãos, obrigando ele a olhar nos olhos.
— Então vem morar comigo, Léo. Sai dessa casa, sai dessa família que te sufoca. Vem ser minha esposa de verdade. — Beijou a boca dele devagar e continuou falando entre beijos. — Eu te cuido todo dia, te acordo com beijo, faço café, te fodo de manhã antes de trabalhar, te encho de rola à noite. Você vai dormir no meu colo, acordar com meu pau dentro, gemer meu nome o dia inteiro. Eu te dou carinho, segurança, sexo gostoso… tudo que você precisa.
Léo tremia inteiro, olhos marejados, pauzinho babando na barriga do Maurício.
— Você quer mesmo? — perguntou baixinho, voz falhando.
Maurício concordou beijando a testa dele.
— Quero! Quero você na minha cama todo dia, quero te chamar de minha esposa na frente de quem for. Quero te foder assim todo dia até você esquecer que existiu outro antes de mim.
Léo fechou os olhos, rebolou devagar de novo, gemendo longo.
— Eu… eu quero… quero ser sua esposa…
Maurício sorriu, beijou a boca dele com vontade, acelerou o ritmo, metendo mais forte agora, segurando a bunda com força.
— Então goza pra mim, minha esposa… goza no colo do seu marido mostra como você ama ser minha.
Léo gozou tremendo, gemendo alto o nome dele, gozo jorrando na barriga do Maurício. Maurício continuou metendo, gemendo rouco.
— Isso… toma meu leitinho, minha vadia… toma tudo, vou te encher até transbordar, vou te marcar como minha.
Gozou dentro dele, enchendo bem fundo, gemendo no pescoço do Léo, abraçando forte enquanto os dois tremiam juntos.
Depois ficaram ali, abraçados, ofegantes. Maurício acariciando as costas dele devagar.
— Você vai vir morar comigo? — perguntou baixinho, beijando a testa.
Léo encostou a cabeça no peito dele.
— Vou… eu vou.
Maurício sorriu, beijou a boca dele devagar.
— Minha esposa, minha putinha… meu amor.
Era sexta à noite o céu tava cheio de nuvem escura, ameaçando chuva, mas nada caía. Eu não aguentava mais a dúvida, aquele vazio no peito desde que vi o Léo e o Maurício juntos. O rosto dele sorrindo pra outro, o corpo se entregando como se nunca tivesse sido meu.
Eu precisava ouvir da boca do Maurício. Precisava que ele confirmasse, ou negasse, ou jogasse a verdade na minha cara a verdade que eu já sabia, mas ainda tentava negar.
Fui até a casa dele devagar. Luz da sala acesa, cortina fina balançando, bati forte na porta de madeira, três vezes, seco, sem paciência.
Maurício abriu quase na hora. Sem camisa, bermuda folgada, molhado como se tivesse acabado de sair do banho. Sorriu de canto quando me viu, sem surpresa, sem medo.
— Nizam… esperava você mais cedo.
Entrei sem ser convidado, empurrando a porta com o ombro. Ele fechou atrás de mim, cruzou os braços, encostou na parede da sala pequena.
— Onde ele tá? — perguntei, voz rouca, olhando pros lados como se o Léo pudesse aparecer.
Maurício deu de ombros.
— Dormindo no meu quarto. Cansado, a gente passou a tarde inteira na cama, ele pediu pra eu não parar.
As palavras bateram forte. Meu estômago revirou, mas eu não recuei.
— Você tá transando com ele! Com o meu cunhado. Na casa dele, na cama dele, como se fosse seu.
Maurício riu baixo, sem maldade, mas com uma satisfação quieta que me fez fechar os punhos.
— Não é mais “seu”, Nizam. Faz tempo, ele veio aqui naquela noite que você viu pela janela. Veio querendo colo e eu dei.
Dei um passo pra frente, voz tremendo.
— Ele é meu! Sempre foi. Eu cuidei dele, eu o fiz gozar como ninguém, ele gemia meu nome, tremia no meu colo, pedia mais.
Maurício riu devagar, olhos fixos nos meus.
— Ele gozava gostoso mesmo, ainda goza… mas agora goza meu nome. Goza tremendo no meu pau, abraçando meu pescoço, dizendo que me ama. Senta no meu colo, rebola devagar, me olha nos olhos enquanto eu encho ele de porra. Goza sem encostar no pau, só de sentir eu pulsando dentro, sussurrando que ele é minha esposa.
Cada palavra cortava. Meu peito rasgando, ar faltando.
— Você tá mentindo — mas minha voz saiu fraca.
— Pergunta pra ele, pergunta como ele geme quando eu meto devagar, como pede pra eu não parar. Pergunta como ele dorme no meu peito depois, ouvindo meu coração, dizendo que nunca se sentiu tão seguro. Pergunta como ele gozou três vezes seguidas ontem à noite, pedindo pra eu não tirar de dentro.
— Ele era minha mulherzinha — murmurei, quase pra mim mesmo.
Maurício deu um passo pra frente, voz baixa e firme.
— Agora ele é meu amor, ele escolheu. Escolheu alguém que trata ele como gente, não como objeto! Alguém de 40 anos que sabe cuidar de verdade.
Ele parou a um metro de mim, olhando nos meus olhos.
— Você perdeu ele, Nizam, perdeu faz tempo. Ele não volta mais! Dorme na minha cama, acorda com meu pau dentro, goza chamando meu nome. E quando eu pergunto se sente sua falta… ele diz que sente pena.
Minhas pernas fraquejaram. Punho abrindo e fechando, mas sem força pra brigar.
— Ele disse isso?
Maurício confirmou.
— Disse.
Dei um passo pra trás, encostei na parede, respiração pesada.
— Eu amava ele… do meu jeito.
— Seu jeito era posse, o meu é amor.
Olhei pro corredor que levava pro quarto. Porta fechada, luz apagada, ele tava dormindo lá dentro, provavelmente abraçado no travesseiro que cheirava a Maurício.
— Eu quero falar com ele — pedi.
Maurício balançou a cabeça.
— Não hoje, ele pediu pra não te ver.
Fechei os olhos, lágrimas escorrendo.
— Diz pra ele… que eu sinto falta. Que eu errei.
Maurício suspirou, voz mais suave.
— Eu digo mas não espere que ele volte. Ele tá feliz aqui.
Virei as costas, abri a porta e saí, fiquei uns 30 minutos na frente da casa dele. Mas não aguentei e entrei pela porta dos fundos. Fechei devagar, tirei os sapatos pra não fazer barulho. O corredor tava com luz fraca vazando debaixo da porta do quarto. Meu coração disparou, ouvi vozes baixas, gemidos abafados, a cama rangendo de leve. Parei na porta, mão na maçaneta, respiração parada.
A porta tava entreaberta uns dez centímetros, lá dentro, Léo de quatro, peladinho bunda empinada, mãos apertando o lençol. Maurício atrás dele, também pelado, corpo grande cobrindo o do moleque como sombra.
Segurava os quadris finos com as duas mãos, metendo devagar, ritmado, como quem tem todo o tempo do mundo.
Léo gemia baixinho, voz rouca e doce, cabeça jogada pra trás.
— Maurício… mais devagar… assim… ah…
Maurício se inclinou, peito colado nas costas dele, beijando a nuca, lambendo a pele suada.
— Calma, meu menino… vou devagar, você é apertadinho demais pra eu ir rápido. Não quero te machucar.
Acelerou um pouco, mas ainda com carinho. Estocadas profundas e lentas, Léo arqueou as costas, gemendo mais alto, unhas cravando no colchão.
— Você é tão gostoso… tão quentinho por dentro… — Maurício murmurou. — Olha como você me engole todo, olha como esse cuzinho aperta em volta de mim.
Léo virou o rosto de lado, olhos semicerrados, boca aberta num gemido constante.
— Me fode… me fode gostoso…
Maurício riu baixo, beijando o ombro dele.
— Eu tenho 40 anos, Léo você tem 18. Quase 22 anos de diferença! Já pensou nisso? Sou velho o suficiente pra ser seu pai e mesmo assim você abre as pernas pra mim toda noite, me deixa entrar.
Léo gemeu, empurrando pra trás, querendo mais.
— Eu penso… penso todo dia. Mas… eu gosto.
Maurício voltou a meter devagar, voz carinhosa.
— Você é importante pra mim, menino.
Virou o Léo de costas, deitou em cima dele, pernas entrelaçadas, beijando a boca devagar enquanto continuava metendo. Léo abraçou o pescoço dele, pernas em volta da cintura, gemendo na boca dele.
— Goza dentro… por favor… me enche…
Maurício acelerou, gemendo rouco.
— Vou gozar, meu menino, vou te encher todo… tomar conta de você…
Gozaram juntos. Léo tremendo, gozando na barriga, Maurício gemendo alto, enchendo ele até pingar. Depois ficaram abraçados, ofegantes.
Maurício beijando a testa dele, acariciando o cabelo.
— Eu te amo, Léo — murmurou, voz baixa e sincera.
Léo encostou a cabeça no peito dele, sussurrando.
— Eu também… te amo.
Fiquei parado na porta, mão tremendo na maçaneta, lágrimas escorrendo em silêncio.
Eles tavam transando como casal de verdade. Carinho, palavras de amor, a diferença de idade não como problema, mas como algo que deixava tudo mais intenso.
Me afastei devagar, sem barulho. Saí pela porta dos fundos, entrei no carro e fui embora.

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