#Incesto #Teen

A Tia que Todo Sobrinho Desejaria Ter

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Lorena (Reduto)

Uma mulher recém separada vai morar com sua irmã e seu sobrinho delicioso.

Apresentação:

Eu me chamo Lorena e conto histórias minhas e de outras pessoas, foco em relatos reais ou, pelo menos realistas. Já contei a minha história com minha mãe, mas hoje, contrarei a história de uma amiga que fiz recentemente em outro fórum. Ela permitiu, mas pediu para alterar os nomes. Contarei em primeira pessoa para ficar mais envolvente, além disso, a descrição física é real.
**Peço desculpas aos erros ortográficos, eu moro fora do Brasil a muito tempo e escrevo pelo smartphone, além disso, tenho o costume de escrever pelada e parar em alguns momentos para me aliviar ; )**

Descrição:

Sou a Amanda, uma mulher de 26 anos, morena de cabelo e pele, cabelos longos e cacheados. Sou bem carnuda, mas não gorda, apenas tenho pernas grossas, bunda grande, cintura mais fina e peitos de médio a pequeno e tenho 1,62m de altura. Não costumo depilar os pelos das minhas pernas, abdômen e braço, porém, a buceta e o suvaco são lizinhos. Não os depilo pois gostado de descolorir eles e ficar com aqueles pelinhos dourados.
Meu sobrinho se chama Eduardo, é um caro bem mais escuro que eu, negro. Cabelo cortado estilo militar. Seu físico é forte, mas não é trincado. Ele mede 1,80m, mesmo tendo apenas 15 anos. Ele possui olhos azuis, o que torna ele bem atraente, imagine um negro bem escuro, forte e de olhos azuis!!! Eu não sei como ele era virgem antes disso que vou contar para vocês.

O Fato:

Me separei de uma forma complicada, houve briga, chingamentos e humilhação. Saí totalmente deprecissiva da situação. Como eu não tinha onde morar, pedi para passar alguns dias com minha irmã mais velha, ela também era seprada, mas era estável financeiramente e trabalhava como enfermeira em um hospital particular.
Cheguei lá e fui recebida com muito carinho. Minha irmão me arranjou um quarto onde ela guardava a bagunça, mas estava limpo, com uma cama arrumada e cheirosa. Agredeci imensamente a ajuda que ela estava me dando. Meu sobrinho, o garotinho que um dia eu cuidei quando mais nova e sempre fui muito apegada, chegou um pouco mais tarde naquela noite, estava bem suado pois estava jogando bola com os amigos. Ele também me tratou com imenso carinho, mas da maneira introvertida e tímida dele.

Se passaram alguns dias e eu já havia voltado a trabalhar em home-office, meu sobrinho acabava de entrar de férias. Ele passava a maior parte do tempo fora ou trancado no quarto. Neste dia, havia ido dormir na casa de um amigo, minha irmã estaca de plantão e eu havia acabado de acordar. Decidi tomar banho, nem me peocupei em fechar a porta, na casa do meu ex-namorado eu tomava banho de porta aberta, então era um costume meu.
Enquanto eu ensaboava meu cabelo, que é grande e trabalhoso de lavar, meu sobrinho chegou sem fazer barulho. Eu não havia percebido, então não sei quanto tempo ele ficou me vendo tomar banho, mas quando o vi ele estava com uma cara de quem havia visto um fantasma, estava travado e pálido. Na hora eu gritei de susto.

- Tia! Nossa, me desculpa!!! - falou levantando as mãos e se virando.

- O que você está fazendo aí?! - falei meio brava enquanto fechava a porta com força.

- Não tive a intenção, acabei de chegar e não vi que você estava tomando banho com a porta aberta - ele falou rapidamente e saiu andando pela casa e se fechando no quarto.

Naquele momento senti arrependimento. Afinal, a casa era dele e de sua mãe, eu era apenas a visita. Senti que deveria ter fechado a porta quando comecei a banhar, mas o que aconteceu não havia como ser mudado.
Fui até a porta do seu quarto e bati duas vezes bem devagar.

- Tia! Desculpa mesmo, não fiz por mal. - ele falou sem abrir a porta.

- Menino, eu sei. Eu que errei, deveria ter fechado a porta, eu apenas estou mal acostumada a morar com outras pessoa. Eu que te peço perdão. Abri aqui. - falei baixo e passando calma para ele.

Ele abri, me olhou e eu o abracei. Este foi outro erro, eu estava com os cabelos molhados e apenas de toalha, ao fazer isso, senti seu pau em "meia bomba", senti um cheiro de macho exalando pela sua pele e vi sua pele se arrepiar.

- Vou me vestir, agorinha vou arrumar almoço para a gente. - disse engasgando com as palavras.

- Tá. - ele disse de modo robótico e protocolar.

Ali eu senti algo novo, que eu julgava ser errado, sujo e estranho. Minha buceta ficou melada, eu senti uma certa tontura enquanto ia para meu quarto. Ao chegar lá, tranquei-me e sentei na cama. Olhava para o espelho de parede, a imagem era de uma mulher com fogo. Respirei fundo tentando voltar ao normal, peguei meu hidratante corporal e comecei a passar em mim, no meu pescoço, seios, barriga, pernas e bunda. Mas, no meio do processo, antes normal e nada excitante, eu enlouqueci. Sentei mais para cima na cama, arregacei minhas perna e enfiei meus dedos com força na buceta, eu me seririquei com raiva, tesão, força e frenesi. Imaginava meu sobrinho entrando no quarto e me pegando a força, me fodendo e me xingando.
Não demorou para eu gozar tremendo e delirando na minha cama.

Se passaram mais alguns dias, até semanas, então eu tinha que me descolorir. Foi em um dia em que meu sobrinho estava em casa, mas minha irmã estava novamente de plantão. Eu havia me masturbado diversas vezes pensando nele até aquele dia.
Ele estava trancado no quarto.

- Edu, a titia vai se bronzear lá no quintal. Vai lá não, ok? - falei, mas senti frio na barriga. Talvez eu desejasse que ele fosse me ver.

- Tá bom. - ele falou como alguém quando é pego no susto.

Fui para o quintal, coloquei uma toalha no chão, passei o poduto de descolorir por todo meu corpo. Por não gostar de "marquinhas", estava completamente nua. Então, detei me com o peito para cima, coloquei os óculos e uma música na minha caixinha de som. Permaneci um tempo lá.
Em algum momento, curvei um pouco a cabeça para trás e olhei para a janela da casa. Lá estava ele, abrindo um pouco as cortinas e aproveitando a vista.
Cabe aqui ressaltar que não sou religiosa, nem conservadora. Sou bem quieta apesar disso, na minha. Mas, naquele instante, o fogo em meu peito se acendeu com violência, não controlei meu desejo. Decide que era hora de me virar, ficar com a bunda para cima e as perna voltadas para a casa. Fiz total esforço para erguer minha bunda e expor minha buceta para aquele menino. Fiquei ali, tomando sol nas costas, segurando para não me siriricar. Desejava que ele tomasse iniciativa, mas entendo ele ter ficado escondido.
Alguns minutos se passaram, fui me levantar e para isso fiquei de quatro com a bunda bem erguida. Ele acabou percebendo que eu iria me levantar e saiu. No quintal da casa há uma ducha, fui lá me lavar.
Meu corpo estava quente, não conseguia segurar mais meu tesão. Peguei a toalha e fui até o quarto do meu sobrinho.

- Edu, abri aqui. Preciso da sua ajuda. - falei batendo em sua porta.

- Tô indo. Espera. - falou de modo exitante.

- Rápido menino, é urgente. - falei o apressando.

Eu imaginava que ele estava batendo uma punheta pensando em mim, e eu não queria que ele gozasse antes de me fuder.
Ele abriu a porta, estava meio suado e sem camisa. O dia estava bem quente. Ele me olhou de baixo para cima e quando nossos olhares se cruzaram eu deixei a toalha cair.

- Ops! Acho que preciso de uma ajudinha sua. - falei com a maior cara de puta que eu já havia feito.

- O que? Que que a senhora precisa? - falou se engasgando e tremendo todo.

- Preciso que você tire suas roupas, deite naquela cama e me deixe fazer o que quiser com você. - falei enquanto enrolava alguns fios de cabelos com as pontas dos dedos e balançava meu corpo de uma lado para o outro como uma menininha que pede algo para o pai.

- Tá, tá bom. - disse tremendo mais do que qualquer coisa.

Eu pensava "como um negão desse é tímido. Ele é uma delícia e não sabe.". Ele se deitou apenas de cueca box.

- Eu disse sem roupa. - falei agarrando a sua cueca e puxando com força.

Ali se revelou algo assustador, meu sobrinho era dotado. Ele tinha o maior pau que eu já vi pessoalmente, não vou falar a medida por não saber. Mas era enorme, meio torto e extremamente grosso. Era maior do que o meu consolo (pinto de borracha). Eu ri, foi a única reação que eu consegui ter.

- O que?! Que que foi? - ele falou sentando na cama.

- Deita. - ordenei.

- Tá. - ele se deitou, mas colocou as mãos sobre o pinto para tampar ele.

- Tira as mãos daí menino! Eu quero ver ele! - falei puxando suas mãos.

Eu cheguei bem perto e peguei naquele mastro, era incrível. O toque era macio, mais rígido. Era como um pedaço de ferro envolvido por algo fofo. Era maravilhoso.
Deitei me sobre seu corpo, encarando ele.

- Ainda é virgem? - sussurrei.

- Sou tia - assumiu depois de uma pequena pausa.

- Quer perder o cabaço com a titia? - falei o encarando e mordendo meus lábios.

- Quero. - disse ele se arrepiando e não conseguindo me encarar.

- Então eu vou deixar você me foder. Mas me promete uma coisa antes? - falei enquanto passava minha mão por todo seu abdômen.

- O que? Não vou contar para ninguém, não se preocupa. - falou ligeiramente.

- Não é isso! Eu quero que me prometa que não vai ter dó de mim, quero ser arregaçada por você Edu. - falei bem no seu ovido, sussurrando os meus desejos a ele.

Ele sorriu.

- Tá bom tia. - Falou deixando um pouco a timidez de lado e se animando.

- Tia não, agora não. Agora é puta, vagabunda ou algo assim. Entendeu? - falei voltando a encarar ele.

- Tá bom puta. - disse agora totalmente no clima que eu queria.

Eu o beijei, minha língua entrou furiosamente em sua boca. Lambi seu peito e abdômen enquanto decia meu corpo pelo dele. Chupei aquele pau com vontade, babei nele todo, passei na minha cara aquele pau melado. Meu sobrinho só delirava, segurava o travesseiro com a mão direita, a outra segurava a borda do colchão. Ele me olhava e eu o encarava de baixo para cima. Depois de uns minutinhos, levantei-me e sentei nele. Encaixei seu pau enorme na entrada da minha buceta.

- Faça ele entrar, pode fazer força. Eu gosto quando dói. - falei como os dentes semicerrados.

Ele confirmou com a cabeça e segurou em minha centura, forçou meu corpo a descer, seu pau surpreendentemente entrou com certa facilidade, doeu um pouquinho. Porém, acho que o tesão era tanto que eu nem ligaria se fosse um taco de basebol. Gemi deliciosamente.
Senti suas bolas encostarem na minha bunda, havia enfiado tudo. Comecei a rebolar, cavalguei incansavelmente durante vários minutos. Ele gozou, mas não parei, continuei quicando e eventualmente seu pau endureceu de novo. Ele estava delirando em baixo de mim.

- Mete, mete, mete na sua vádia. Me xinga porra. - falei enquanto eu quicava alucinadamente em seu pau.

- Vai vagabunda, minha puta. Anda tia, deixa seu sobrinho te fuder puta. - ele falou enquanto recuperava a consciência.

Saí de cima dele e senti alguns pingos de porra cara da minha buceta em cima de seu abdômen. Lambi aquilo em total frenesi, chupei seu pau agora com gosto de porra e mel de buceta.

- Anda, levanta. Quero que você me foda de quatro. - falei a ele enquanto subia em sua cama e levantava minha bunda para ele comer a vontade.

O barulho que minha bunda fazia ao ir de encontro ao seu abdômen e o barulho que suas bolas faziam ao bater na minha buceta era alucinante e bem alto. Ali permanecemos fudendo por mais algum tempo. Depois dele gozar novamente em minha buceta, fomos tomar banho juntos, suados e fedendo a sexo. No banheiro, fiz ele chupar minha buceta depois que a lavei. Nos deitamos em sua cama nus, e ali ficanos fazendo cafuné um no outro. Permanecemos assim durante as próximas horas. Porém, eventualmente tive que ir para meu quarto pois sua mãe iria chegar. Lá me acabei na siririca.

Essa noite acabou, mas teve várias outras vezes. Irei contar aqui para vocês. Mas hoje chega.

Recado final:

Aqui é a Lorena de novo, já vou escrever os outros relatos da Amanda, ela possui muitas histórias, definitivamente ela é uma vagabunda e tanto.
Por favor, comente o que acharam e dê sugestões!
Como sempre, até mais e um beijo molhado no seu pau ou na sua buceta.

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Comentários (1)

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  • T mbmm: Delícia só não sou nota 5 pq não mostrou seu T

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