Roludo fez xixi ao meu lado, no carnaval de rua de Olinda e acabei dando o cu.
Eu sou um jovem modelo universitário de 22 anos e minha beleza chamava atenção. Ontem, no carnaval de rua nas ladeiras de Olinda, o clima estava pegando fogo. Fui fazer xixi atrás de uma barraca, com o shortinho deixando aparecer metade da minha bunda branquinha e macia. Um moreno alto, musculoso, pele escura brilhando de suor, chegou do meu lado pra mijar também e soltou na hora: “Que bunda linda, branquinha e delicada.” Eu sorri, olhei de canto e vi aquela pica mole dele, grossa pra caralho, veiosa, mijando um jato forte. O cheiro de mijo quente misturado com suor de carnaval me deixou louco. Puxamos papo rápido, ele se apresentou como Rodrigo, e eu, sem pensar duas vezes, convidei ele pra minha casa — meus pais estavam viajando. Ele aceitou com um sorriso safado que já prometia putaria.
Chegamos, fomos direto pro quarto. Tirei a roupa tremendo de tesão e medo, me coloquei de quatro na cama, joelhos afundados no colchão, bunda empinada, cu rosado e apertadinho piscando exposto. Rodrigo tirou a calça e aquela tora negra surgiu, dura como ferro, cabeça inchada brilhando, grossa como meu pulso. Ele cuspiu na mão, passou na pica e posicionou atrás de mim, uma mão pesada na minha lombar, a outra guiando o monstro.
“Vai com calma. Nunca recebi uma coisa desse tamanho no meu cuzinho rosado e apertado”, eu pedi, voz falhando.
Ele apertou minha nádega branca e respondeu: “Bundinha branca e delicadinha. Adoro assim. Esse cuzinho rosado e apertadinho vai ser todo meu.”
“Que buraco lindo e gostoso você tem, cara”, ele gemeu, pressionando a cabeça grossa contra meu anel.
Eu respirei fundo: “Relaxa que eu tô tentando, mas porra, vai devagar.”
Rodrigo riu baixo: “Relaxa que minha tora agora vai arrombar esse teu cuzinho e vou colocar tudo dentro.”
A cabeça forçou, queimou, esticou meu cu como nunca. A dor veio forte, rasgando, ardendo. “Puta merda! Para, porra! Não entra mais que isso! Caralhoooo!”, eu gritei, corpo todo tenso. Mas Rodrigo segurou meus quadris com força de macho e empurrou mais dois centímetros. “Calma! Tá entrando tudo nesse buraco quente.” Senti cada veia grossa roçando minhas paredes, o cu se abrindo ao limite, pele esticando até quase rasgar. Ele tirou quase tudo e socou de volta, puxando o trem de nervos inteiro do meu reto, fazendo meu corpo tremer inteiro.
“Porra, tá pulsando dentro de mim e crescendo ainda mais! Tá enchendo meu reto inteiro!”, eu gemi alto.
Ele socou mais forte: “Puta que o pariu, seu cu tá apertando minha pica como uma vadia gulosa. Vou te foder até você implorar por mais.”
Eu tentei sair, mas ele me prendeu: “Não vai a lugar nenhum, putinho. Toma essa rola toda.”
De repente, peidos escaparam sem controle — prrrrrt, prrrrrt —, e veio a vontade insuportável de cagar. “Calma, Rodrigo! Tô com vontade de cagar insuportável… para, sai por favor!”
Ele segurou meus braços atrás das costas: “Segura firme, seu safado. Não sai nada enquanto eu não mandar.”
A pressão ficou insana. Meu cu contraiu em volta da pica monstruosa e, sem conseguir segurar, comecei a me cagar. Merda quente, mole, escorria pelo pau dele enquanto ele continuava socando, o cheiro forte de fezes misturando com suor e pré-gozo. “Ah não… tô me cagando todo… caralho, que vergonha!”, eu choraminguei, rosto vermelho.
Rodrigo gemeu mais alto, tesão explodindo: “Porra, que delícia! Você se cagando na minha pica grossa me deixa louco de tesão. Continua, seu putinho cagado!”
No meio daquela foda bruta e suja, enquanto Rodrigo me socava sem piedade e minha mente girava de dor e prazer, eu pensei no meu fetiche secreto: mostrar essas aventuras anais no site Selma Recife www.selmaclub.com, onde eu tenho meu perfil cheio de vídeos assim. Minha namorada, familiares e amigos nem imaginam que eu sou esse puto viciado em dar o rabo pra machos dominantes como ele.
Com o cu sujo escorrendo, eu peguei meu pau duro e comecei a bater punheta freneticamente, sentindo a pica dele entrar e sair do meu buraco cagado, fazendo barulho molhado e nojento. “Aaaahhhhh… que sensação do caralhoooo, tá tudo sujo mas tão bom!”, eu gritei.
Rodrigo acelerou: “Masturba esse pauzinho enquanto eu arrombo teu cu cagado, vai!”
Eu: “Não aguento mais essa grossura, mas não para, caralho!”
Ele: “Adoro esse cu apertado se abrindo e sujando minha rola toda.”
Eu: “Tá me fazendo peidar sem parar, prrrrt… ahhh!”
Rodrigo: “Sente como minha pica cresce ainda mais dentro de você, seu putinho branco?”
Eu: “Sim, caralho, tá me destruindo! Socaaaaa!”
Ele: “Segura firme, vou gozar fundo nesse cu sujo.”
Eu: “Porraaaa… vou gozar… aaaah!”
Rodrigo: “Goza pra mim, puto! Toma tudo!”
Eu: “Aaaahhhhh… que gozada do caralhoooo!”
Rodrigo: “Porraaaa… é leite demais, cara… toma meu gozo quente!”
Ele rugiu e jorrou. Jatos grossos, quentes, abundantes de porra encheram meu reto, transbordando misturado com minha merda, escorrendo pelas minhas bolas e coxas. O cheiro de sêmen quente, merda e suor tomou o quarto inteiro. Meu cu piscava, arrombado, vermelho, aberto, vazando leite branco e marrom enquanto eu gozava na mão, corpo tremendo sem controle.
Depois que ele tirou a pica ainda semi-dura, meu buraco ficou piscando, destruído, escorrendo aquela mistura nojenta e deliciosa. Foi a foda mais intensa e suja da minha vida. E essa foi só uma das minhas aventuras… tem mais em breve, com novas postagens diárias no meu perfil. Pra me achar e ver tudo, entra no www.selmaclub.com. Comenta aqui embaixo se você gozou lendo essa putaria toda e me conta qual sua maior fantasia anal pra eu trazer na próxima história!
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