#Incesto #Lésbica

O Tesão Tomou Conta de Mim e da Minha Mãe

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Lorena (Reduto)

Eu e minha mãe recém divorciada saímos juntas e ficamos bebadas, acabamos juntas no banheiro e na cama.

Apresentação e Descrição:

Bom, sou a Lorena do Reduto dos Contadores, decidi postar a minha história aqui e saber suas opiniões. Antes de iniciar, me deixe descrever a mim e a minha mãe: Sou morena com a pele branca, magra (estilo Brunette), tenho cabelos lisos que vão até a bunda e um corte de franginha. Faço academia desde meus 15 anos, isso fez com que eu com meus 21 anos ficasse com as pernas definidas e bunda bem redodinha, não sou fibrada e secona, acredito que estou no ponto ;). Minha mãe, é uma mulher branca e com os cabelos loiros, são pintados, ela é um pouquinho mais alta que eu, enquanto tenho 1,56m, ela têm 1,72m e possui 38 anos. Ela é uma mulher bem atraente e feminina, não faz academia, porém, se cuida muito bem. A bunda dela é a parte mais bonita, bem redonda e volumosa, mesmo sendo magra como eu. Sou sua versão mais nova e morena. Além disso, ela possui os cabelos curtos, na altura do ombro.

Contexto:

Minha mãe se divorciou a alguns meses e andava meio desmotivada, apesar de ter partido dela a decisão, ela sempre se imaginou casada até o fim da vida. Mas talvez tenha escolhido a pessoa errada. Para animar ela, comecei a chama-la para sair e, com isso, ela foi se libertando e animando. Ela já transou com alguns meninos até mais novos do que eu, mas nunca senti ciúmes, ficava feliz de ver ela se divertindo.

O Fato:

Em um dia de novembro do ano passado, a chamei como de costume para sair, iríamos a uma boate junto com algumas amigas. Acabamos bebendo horrores voltamos tarde para casa, devia ser por volta das 05:00 quando entramos, naquela noite não achamos ninguém interessante e ficamos somente se divertindo e bebendo com as nossas amigas, com as quais faço faculdade. Como estavamos somente nós duas, fomos tomar banho, ela foi primeiro e, como de costume, ela começou a banhar de porta aberta no único banheiro da casa. Enquanto isso, eu estava preparando os remédios de ressaca para tomarmos antes de dormir.
Então, ouço um baque. Me assusto e corro para vê-la. Ela havia caido de bunda no banheiro e estava com as costas nas parede rindo ao ponto de gargalhar alto. Eu comecei a rir também e, como o susto havia passado, reparei em seu corpo molhado. Era lindo, eu sabia que era bissexual, mas nunca havia sentido nenhum tesão por ela, mas aquela noite era diferente. O cheiro de seu perfume ainda era forte no banheiro e sua maquiagem já havia deixado seu rosto, revelando a mulher linda que era.
Balancei a cabeça tentando afastar estes pessamentos e fui em direção a ela ajudar a se levantar, ela segurou minhas mãos e tentou usar elas de apoio, porém, não conseguiu. Abaixei-me e coloquei seus braços em volta do meu pescoço, puxei sua cintua e a coloquei de pé com a ajuda da parede.

- Nossa, se molhou toda - ela disse rindo.

- Pois é. Culpa sua, louca. - Falei enquanto fazia uma careta de brava.

- Tira a roupa para não molhar a casa - ela falou para mim enquanto se virava e ficava de costas.

Eu a obedeci, tirei a calça que não estava tão molhada, a blusa que estava enxarcada e quando fui tirar o sutiã a minha mãe se virou novamente para mim. Não vi segundas intenções, já eramos acostumadas a vermos a outra sem roupa. Mas, o problema foi quando tirei o sutiã e revelou meu peitos com os bicos rigídos de tesão. A noite era bem quente, então a conclusão de que não era frio era óbvia. Ela olhou, mas não comentou. O segundo e maior problema foi quando fui tirar a calcinha, ela estava seca por fora, mas era visível o meu mel de tesão que escorria e a melava.
Tentei disfarçar, a minha mãe também. Como somos brancas, nosso rosto cora com facilidade. Eu falei sem pensar, apenas tendo arranjar uma desculpa convicente:

- Nossa, eu devia ter passado a noite com aquele garoto. - falei enquanto fingia uma gargalhada.

- Filha, passamos a noite inteira grudadas uma na outra, não vi garoto algum. - ela falou após um momento que mais parecia um século.

Eu a encarei, ela agora estava com os bicos dos peitos semelhantes aos meus, sua face estava corada, sua pele arrepiada e os braços cruzado abaixo do peito.

- Sabe, bem que você podia vim tomar banho comigo. A gente é amiga, né? - ela falou.

Seu hálito denunciava o quanto havia bebido, sua buceta, agora inchada, denunciava o tesão que sentia.
Naquele momento, eu havia me tornado apenas uma espectadora do meu corpo. Caminhei em direção a ela, ocupei meu espaço em baixo o chuveiro. Seu corpo, agora colado ao meu, me entregava um toque quente e macio, enquanto isso, o cheiro de seu corpo e hálito instigava-me a aproximar cada vez mais. Então, nos encaromos, ambas arrepiadas, ambas com a buceta escorrendo mel de mãe e filha, ela deu uma respirada trêmula.

- Filha, vira. Vou ensaboar suas costas. - ela falou com a voz trêmula, o que demonstrava o tamanho de sua ansiedade naquele momento.

A obedeci como se fosse a ordem de uma deusa. Ela passava a buxa em minhas costas, mas logo a largou e começou a usar as próprias mãos. Curvei minha cabeça para a esquerda, espondo minha parte mais frágil, onde ela passou a mão com sabão e logo beijou e encostou seu queixo enquanto me abraçava com força por trás. Ali, sentido o ar que escapava pelas suas narinas atingirem meu pescoço, contemplei o maior tesão e amor que já havia sentido em toda a minha vida. Não era apenas a mulher que me cuidou e insipirou desde o meu nascimento, naquele instante era a mulher que havia adquirido a posse de minha alma e corpo.

- Me perdoa filha - ela falou e em seguido deu-meu outro beijo no pescoço.

- Sou sua mãe - falei sabendo onde a noite me levava, aceitava tudo bom grado.

- Certeza? Não quero estragar tudo entre a gente - ela falou me apertando mais um pouco em seu abraço.

- Eu quero ser sua - falei passando minhas mãos em seus antebraços que se cruzavam entorno da minha barriga, minhas mão alcançaram as suas e cruzei meus dedos com os seus.

Ali passamos os próximos segundos abraçadas balançando de um lado para o outro enquanto o chuveiro nos molhava. Ela descruzou os braços me desprotegendo, me virou para ela e encarou meus olhos e depois minha boca. Então, ela me deu o melhor beijo e o mais húmido que já havia ganhado, sua língua invadia a minha boca com total ternura e afeto, sua saliva se misturava com a minha, meu corpo amolecia em seu abraço, os braços dela circundava minha cintura e os meus os seu pescoço. Naquele momento, um gemido involuntário saiu da minha boca.

- "Ain" mãe - falei com a voz fina.

- Te machuquei? - Sussurou largando o beijo e encarando-me de cima para baixo.

Meu cérebro tentava fórmula alguma frase, mas o ecstasy já o havia tomado conta.

- Não para... quero mais - foi o que consegui dizer ofegante.

Eu já havia tido experiência com outras mulheres, me considerava experiente, mas ali se revela minha total submissão aos comandos daquela mulher que eu chamava de mãe. Ela demonstrava total conhecimento sobre como me dominar e enlouquecer.
Tornou a me beijar, sua mão direita passeva pela minha bunda enquanto o braço esquerdo me prendia próximo a ela. Seus dedos alcançaram o meu cu, nunca antes penetrado, cirlucando-o com total delicadeza.

- "Own" eu quero - gemi e falei ou, pelo menos, tentei.

Ela riu me encarando, ela começou a beijar meus seios, depois minha barriga e continou a descer. Na altura da minha buceta, com a minha mãe já agachada, ela me encarou de baixo para cima. Tudo o que consegui fazer foi mexer minha cabeça em um gesto claro de sim. Ela meteu a língua com vontade em toda a extensão da minha buceta.
Já não raciocinava, apenas tremia, delirava e arrepiava. Eu sentia tamanho prazer que a vontade de grita ela grande, mas não havia forças para isso.

- Eu te amo mãe, sou sua. - falei enquanto claramente era dominada pela sua lingua.

- É minha o que? Fala. - ela disse de forma autoritária.

- Sua puta, sou sua vagabunda, sua mulher e sua filha. Me fode mamãe. - falei tremendo e revirando os olhos.

Eu já não enxergava mais nada, mas, senti seus dedos aos poucos penetrando minha buceta e meu cu. Não senti dor, eles entraram com total facilidade.

- Que buceta deliciosa! - ela disse dando um último beijo e se enguendo novamente.

Me senti pequena e desprotegida, ainda não havia gozado.

- Mais mãe, por favor. Quero mais. - falei tentando a agarrar com os braços envolta do pescoço.

- Se enxuga e vá para o meu quarto, ainda não terminamos. Hoje eu vou fuder você filha. - ela ordenou, mas com imenso carinho.

Eu a obdeci imediatamente, sentia o álcool já abandonando meu corpo. Olhei para ela enquanto entrava pela porta de seu quarto, ela vinha desfilando e me encarando como um tigre encara sua presa após longo período sem alimento. Era ânsia, desejo, fome, tesão e amor.

- Fica de quatro amor. - Ela disse com ternura enquanto empurrava minhas costas com delicadeza.

Eu empinei minha bunda com total dedicação ao obedecê-la. Ela foi em sua gaveta no armário de cabeceira e pegou um lubrificante e um vibrador, o último deixado em cima desse armário. Passou o lubificante com gosto em seus dedos e em meu cu. Penetrou-me.
Seus dedos dançavam dentro de mim, meu cu agradecia o carinho. Eu gemia tentando abafar o som com o travesseiro que estava na cama, depois de um tempo, senti a língua da minha mãe novamente em minha buceta. Ali eu já não aguentava mais, gozei e perdi as forças do meu corpos, cai na cama.
Minha mãe deitou do meu lado.

- Ainda não acabou. Me chupa, filha. - falou passando os dedos no meu cabelo, ajeitando ele atrás da minha orelha.

- Tá bom amor. - falei cansada, mas o desejo reacendia em mim e me dava forças.

Ela se ajeitou abrindo as pernas de maneira convidativa, enfiei me para lambar o local onde um dia eu sai e buscava demonstrar o agradecimento que me enchia o peito. Lambi com vontade e prazer, a buceta da minha mãe é a mais saborosa que eu já provei, além disso, o cheiro doce é incrível. Ela é carnuda, mas os lábios revelam a aprencia rosada por dentro, o exterior é branco e totalmente sem pelos. É divino.
Contrário de mim que tentava abafa os gemidos, minha genitora se mostrou uma vadia escandalosa. Ela não se imporatava que morássemos em um apartamento onde é fácil escutar os vizinhos, só se importava em saciar o desejo que agora sentia por sua filha.

- Vai filha, lambe sua mãe. Vai vagabunda. - era as palavras que ela repetia em total frenesi.

Também contrário de mim, ela gozou com força logo que comecei. Ela me olhou, vendo sua filha com a boca cheia de mel que saia de sua buceta e sorria com amor.

- Gozei. Me beija amor, beija sua mãe. - ela dizia ofegante.

Eu subia seu corpo como uma animal, beijei sua boca enfiando minha lingua com resquícios de seu mel em sua boca. Abraçadas, suadas e nuas.
Encarei ela.

- Quero mais, encostar sua buceta na minha. - Falei com tesão.

Ela gargalhou e me abraçou.

- Vai com tudo vadia! Você é minha vagabunda filha. - ela disse dando um tapa com força em minha bunda.

Ela não falou baixo, não duvido que algum vizinho possa ter escutado, mas o barulho do tapa, definitivamente acordou qualquer um que ainda estivesse dormindo.
Não perdi tempo, encaixei nossos corpos como duas tesouras e rebolei. Sua buceta estava quente, húmida, ou melhor, enxarcada com uma mistura de mel e minha saliva. Foi a sensação mais deliciosa que um dia já tinha experimentado.
Não sei quanto tempo, permanecemos assim, mas no final, o suor escorria pelos nossos rostos, peitos, barrigas, costas e coxas. Gozamos juntas, com gritos e gemidos de mãe e filha. No fim, o vibrador só serviu de enfeite.

Eu deitei me ao seu lado, suada. Ela me abraçou por traz, ela como a concha maior e eu a menor. Mãe e filha, suadas, nuas e de conchinha.

- Não quero que isso acabe, sei que você deve estar tão bêbada que talvez não se lembre amanhã. Mas, eu te amo mãe. - falei sentido certa tristeza pelo fim do nosso sexo.

- Eu bebi somente cerveja sem álcool filha. - ela sussurrou em meu ouvido.

Gelei.
Minha mãe havia feito uma atuação para que eu fosse ao banheiro e me molhasse tentando ajudar ela, só para eu ter que tirar minha roupa e ficar nua em sua frente. Depois me convidou e me excitou para podermos transar.

- Sério mãe? - falei baixo, assustada, mas sem arrependimentos.

- Desde que você me contou que era bi, alguns meses após o divórcio. Eu imaginava você com outra garota. Sentia raiva, pensei que era preconceito e tentava esconder isso de você. Mas, um dia eu escutei gemidos vindo do seu quarto, era de madrugada. Tinha certeza que você estava sozinha. Fui até a porta do seu quarto e tentei olhar pela fechadura, vi você se masturbando. Ali eu percebi, não era preconceito, era ciúmes. - ela desabafou.

Ela me virou para ela, nossas peles se pregravam por conta do suor. O cheiro de sexo lésbico incendiava o quarto.

- Lorena, eu te amo. Amo como filha, mas também como amante. Me desculpa por isso, eu não devia, mas a amo muito. - ela falou com os olhos escorrendo lágrimas.

Eu a beijei.

- Eu também amo você. Hoje percebi que a amo como mãe e como amante. Sinto tesão por você e isso não acaba aqui. Se depender de mim, será eterno. Serei sempre sua filha e SUA puta. - falei com convicção.

Dei um último beijo, virei, peguei sua mão e coloquei o seu braço envolta da sintura, fazendo com que ficássemos novamente de conchinha.
Pela janela, via a luz do sol que já estaca nascendo, mas também via a chuva começar a cair. Ali, pelada e suada com a minha mãe, eu adormeci.

Hoje, completa 2 meses e alguns dias em que isso aconteceu. Mas, completa exatos 40 dias em que eu oficializei um pedido de namoro a ela. Como moramos em uma cidade bem grande e meus amigos são totalmente liberais, não escondemos.

Espero que gostem, trarei mais contos meus e de outras pessoas. Um abraço e um beijo bem salivado do seu pau ou na sua buceta.

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Comentários (7)

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  • Aline: Nossa que delíciaaa amo esse amor de mãe e filha rsrs. T Linee_198 continuaa

    Responder↴ • uid:v881szlvgcu
  • Juninmarq25: Muito bom T Juninmarq25

    Responder↴ • uid:546s0d2
  • Gabriele RJ: E o povo da sua família como lida com namoro de vcs?

    Responder↴ • uid:on96158d9b
    • Lorena (Reduto): Eu comentei umas observações, mas acho que não foi publicado ainda. Bom! Eu e minha mãe fomos para os EUA junto com meu pai em 2013, em 2021 eles se separam e meu pai voltou ao Brasil. Minha mãe perdeu os pais muito nova e não têm irmão, há alguns tios mas são bem distantes. Em 2021, um mês depois da separação, fomos para a Suécia, minha mãe é engenheira mecânica. Aqui só temos pessoas novas, somente algumas amigas minhas sabem que ela é minha mãe. O restante do mundo só nos conhece como namoradas. Meu pai não sabe, nem a minha família paterna a qual sou bem distante. Um adendo, já tansamos juntas com umas amigas, uma orgia lésbica deliciosa. Depois contarei a vocês. Também transamos com alguns homens, somente juntas. Nunca mais ficamos com outras pessoas sem estarmos juntas. Sou estudante, faço faculdade aqui na Suécia, mas iremos voltar aos EUA no final de junho.

      • uid:1el62xmfnkkt
  • Carioca Safado: Lindo e ao mesmo tempo excitante, nada mais gostoso que amor de mãe e filha, a cumplicidade junto com amor eleva o tesão a um nível bem alto e prazeroso, que seja eterno.

    Responder↴ • uid:1dwimrtha3i1
  • Lorena (Reduto): Só algumas observações: 1 - Desculpem os erros ortográficos, escrevi pelo smartphone e em alguns momentos tive que parar e me siriricar para aliviar o tesão de lembrar como tudo aconteceu. Além disso, já faz algum tempo que não escrevo em português. 2 - Nós não moramos no Brasil, somos brasileiras, mas minha mãe conseguiu um emprego de engenheira mecânica nos EUA e moramos lá de 2013 até 2022, depois fomos para a Suécia também por conta do emprego da minha mãe. 3 - Meu pai sempre foi folgado, não trabalhava e bebia muito. O relacionamento entre os dois começou por conta da gravidez da minha mãe, na época ele era bonito e trabalhava muito, mas com o tempo virou alcoolatra, engordou e deixou de se cuidar. Passou muito tempo nessa, minha mãe tentou sustentar o casamento, mas a gota d'água foi quando ele pegou as economias que minha mãe tinha juntado para pagar por minha faculdade e comprou um carro se luxo para ele. Ela o expulso de casa aos berros, devolveu o carro no mesmo dia e pegou o dinheiro de volta, porém, teve que pagar uma multa por devolver o veículo. Nessa época ainda estavamos nos EUA, um mês depois nos mudamos para a Suécia e meu pai já havia voltado para o Brasil para a casa da minha avó paterna. Não temos muito contato, as ligações são semanais ou mensais.

    Responder↴ • uid:1el62xmfnkkt
  • Lucas: Top

    Responder↴ • uid:7xbw7kdk0a