A Emboscada do Desejo: O Pesadelo de Julinho em Recife
Imagine isso: eu, Julinho, 28 anos, louco por foder casadas na frente dos cornos, mergulhando num encontro que promete cheiros suados de bunda e axila natural, mas vira um pesadelo de nojo com uma mulher de corpo moreno e bundão gigante, feia pra caralho, dentes podres, hálito fedido e cu sujo de merda amarela, se jogando no meu colo enquanto o marido filma e ri, me deixando paralisado de repulsa total – uma decepção que explode em lição safada, com fotos e vídeos anexos que mostram minha cara de nojo puro, cheiros podres e sons grotescos, deixando você vidrado pra ler cada detalhe imundo e querer mais desabafos diários como esse.
Meu nome é Julinho, e eu adoro isso, porra. Vivo pra cheirar bundas suadas de mulheres casadas, lamber axilas fedidas de suor puro, e meter gostoso enquanto o marido assiste, se deliciando. Hoje, nessa quarta-feira de Cinzas, aqui no Recife, na Zona Norte, em Casa Amarela, recebo um contato foda pelo site www.selmaclub.com. Meu perfil lá tá lotado de vídeos meus comendo cu de casada, e é assim que esse casal me encontra. Ela se chama Ana, quase 50 anos, corpo moreno que parece tentador nas fotos de costas, bundão enorme, redondo, com marquinha de biquíni que me deixa imaginando o fedor natural. O marido, chamo de Paulo, é um corno que curte ver a puta dele sendo usada. Eles mandam o perfil deles, e caralho, as poses dela de quatro, bundão empinado, me fazem fantasiar um cheiro de cu suado misturado com axila azeda. "Vem logo, Julinho, a Ana tá doida pra te dar o cu fedido", Paulo escreve no chat, e eu respondo: "Tô a caminho, quero tudo natural, sem banho recente".
Chego na casa deles, uma porta amarela numa rua estreita, sol fritando tudo, e meu pau tá meia-bomba de expectativa. Paulo abre, magrelo de uns 45, sorriso bobo, cerveja na mão. "Entra, Julinho, a Ana te espera no sofá". Entro, o ar tá abafado, cheiro de casa velha com um toque de suor velho pairando. Lá tá ela, Ana, no sofá azul com almofadas floridas, só de calcinha preta apertada que engole o bundão. Corpo moreno, peitos grandes caídos, cabelos pretos bagunçados. Ela se levanta, me abraça apertado, e puta merda, o fedor ataca: axilas suadas com desodorante podre, um azedo que queima o nariz, e quando ela sorri – caralho, dentes faltando, podres, um hálito de esgoto que explode na minha cara como uma bomba fedida. Eu engulo em seco, o tesão some pros pés, nojo puro subindo. "Oi, amor, sou Ana, tava louca por você", ela diz, voz grossa, boca sem dentes quase colada no meu rosto. "Prazer, Ana", respondo seco, tentando não vomitar com esse abraço imundo.
Sentamos no sofá, Paulo pega mais uma cerveja, ri baixinho como um idiota. "Posso filmar, Julinho? Você não esconde o rosto, né?", Ana pergunta, e eu, pra não ser grosso, digo: "Tá bom, filma, mas me manda depois, sou a favor de natural, mas tem limite". Ela ignora, se vira de repente, fica de quatro no sofá, empina o bundão gigante na minha cara. "Cheira, Julinho, cheira minha bunda suada, natural como você curte". O cheiro vem como um tapa: suor de cu podre, fedor de merda velha com umidade nojenta, o ânus rosado mas sujo pra caralho, com massa amarela de merda grudada, som de pele suada se mexendo, ploc ploc úmido. "Porra, Ana, isso fede demais", penso, mas fico paralisado, cara de nojo total, nariz franzido. Paulo filma, rindo alto: "Vai, lambe o cu dela, Julinho, tá sujo pro seu gosto".
Eu não me mexo, o nojo me trava no sofá, estômago revirando com o fedor sufocante, como um banheiro entupido depois de uma cagada pesada. "Lambe meu cuzinho, amor, tá fedendo por você, desodorante vencido e tudo", ela geme, balançando o bundão, som de carne tremendo, cheiro se espalhando pelo quarto quente, azedo e podre misturado. "Não rola, prefiro conversar antes", digo, voz fria, tentando sair dessa merda sem ser rude, mas ela empurra mais o cu sujo pra trás, quase tocando meu nariz, ignorando minha indiferença. "Cheira fundo, seu safado, mete o nariz no meu cu fedido", insiste, voz rouca, dentes podres à mostra quando vira a cabeça. O hálito dela vem de novo, misturado com o fedor do cu, um combo nojento que me faz querer vomitar ali mesmo. Paulo incentiva: "Vai, Julinho, ela tá louca por isso, filmo tudo pra você postar".
Mas eu fico imóvel, paralisado de repulsa, cara de nojo puro registrada no vídeo, o bundão dela balançando em vão, som de pele suada batendo no ar, cheiro imundo dominando tudo. "Porra, Ana, seu cu tá sujo de merda amarela, isso é nojento pra caralho", penso, mas não digo alto, só afasto devagar. Ela nota finalmente, vira: "Por quê parou, amor? Lambe essa merda, come meu cu sujo". "Não, caralho, não tô a fim", respondo, me levantando aos poucos, o nojo vencendo qualquer tesão que poderia ter tido pelas fotos falsas de costas. Paulo para de filmar, confuso: "Mas você curte natural, né?". "Curto em mulher linda, porra, não em baranga com cu fedido e dentes podres – mostrem fotos de frente da próxima, pra ninguém cair nessa armadilha".
Saio dali, pau mole, estômago embrulhado, mas com as 14 fotos e mais de 20 minutos de vídeo que eles mandam depois, pra eu mostrar o nojo real. Meu desabafo é esse: tesão precisa de beleza, cheiros nojentos viram tesão só com gata foda, tipo Selma e Aline no site, lindas pra caralho. Se fosse com baranga, até mosca teria nojo desse cu sujo. Fica a dica, peçam fotos de frente sempre. Comenta aí embaixo o que acha, se beleza é fundamental ou se cu fedido de feia te excita. Pra achar o autor desse desabafo e perfis reais, entra no www.selmaclub.com e procura Julinho. Mais aventuras em breve, postagens diárias com fotos e vídeos picantes – não perca, vem se engajar na próxima!
CUIDADO! Nas redes sociais da turma de Selma www.bit.ly/selmatudo (TWITTER, INSTA, FACE, ETC) esse casal se aprresenta como ANA E PAULO DO RECIFE. Sempre fotos de costas e lindas. Se liga!
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Comentários (1)
Papador: Quem encararia essa bunda?
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