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A Hipocrisia da Saia Longa: Como Transformei a recatada da Igreja em Puta Gemendo no Meu Pau

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Eu nunca imaginei que uma tarde qualquer em Boa Viagem pudesse virar o maior segredo da minha vida. Há uns três anos, eu e minha esposa Viviane éramos daqueles casais que não perdiam culto na igreja do bairro, ali pertinho da praia de Pina. Foi lá que conhecemos o casal novo: ele, um cara tranquilo chamado André, e ela, a tal da Juliana. Parecia a definição de esposa perfeita — recatada, sorridente, sempre com saia comprida e blusa discreta. Mas aquele corpo... caramba, aquele rabetão redondo e empinado balançava de um jeito que fazia qualquer homem desviar o olhar e depois voltar correndo. Branquinha, 1,72m mais ou menos, cabelo loiro que descia até a cintura, olhos castanhos que pareciam inocentes... até você perceber o fogo escondido ali dentro. Por fora santa, por dentro uma buceta faminta latejando de tesão reprimido.

Tudo começou inocente: churrascos na casa da gente em Olinda, no fim de semana, conversas sobre a palavra, risadas altas. Mas eu peguei ela me encarando demais. No começo achei que era coisa da minha cabeça. Até que num desses rolês, Viviane foi pro banheiro arrumar o cabelo. Juliana ficou na cozinha mexendo no fogão. Fui pegar mais cerveja gelada e lá estava ela: inclinada pra frente, empinando aquele bumbum pecaminoso como se quisesse ser pega no flagra. A saia subiu um pouco, mostrando a coxa grossa e firme. Ela virou o rosto devagar, me deu um sorrisinho malicioso e sussurrou:

— Tá precisando de ajuda pra acender isso aqui?

Cheguei mais perto. Ela se encostou de leve, roçando a bunda na minha virilha. Meu pau acordou na hora, duro feito pedra. Senti o cheirinho de perfume doce misturado com o calor do corpo dela. No ouvido, baixinho:

— Uai, menino... já tá assim?

Viviane voltou correndo e eu tive que virar de lado pra esconder a barraca armada na calça. Na despedida, quando fomos nos abraçar, enfiei um bilhetinho no sutiã dela, roçando de propósito no bico do peito. Escrevi só: “Preciso te falar uma coisa urgente. Me chama.”

Três dias depois, o zap apitou de madrugada:

— E aí, o que era tão urgente, hein?

Comecei manso, elogiando o jeito dela, dizendo que desde o primeiro churrasco não parava de pensar naquele corpo. Perguntei se André dava conta do recado. Ela demorou, depois soltou:

— Ele nem me toca direito mais. Quando rola, goza em dois minutos e dorme. Tô secando aqui.

Foi o sinal verde. Respondi sem filtro:

— Se fosse comigo, tu não ia nem conseguir respirar direito. Ia te comer de quatro, de lado, na boca, até tu implorar pra parar... e eu não parava.

Ela mandou um risadinha safada:

— Duvido. Aposto que tu não aguenta nem metade do que eu aguento.

Dois dias depois, ela mesma marcou:

— Hoje à tarde? Tô livre.

Marquei no motel ali na BR-101, perto de Jaboatão. Saí do trampo dizendo que ia resolver coisa no banco, tomei banho caprichado, passei perfume caro e fui. Ela chegou toda produzida: saia preta justa que marcava as curvas, blusa branca decotada o suficiente pra mostrar o colo branquinho, batom vermelho discreto, cheiro de shampoo de morango. Parecia uma crente indo pro culto... mas pronta pra ser devorada.

No carro, só um beijo rápido na boca, língua roçando de leve. Mas quando entramos no quarto, a coisa explodiu. Tranquei a porta e já agarrei ela por trás, colando o pau duro na bunda dela, roçando devagar enquanto mordia o pescoço. Minha mão desceu direto pra dentro da calcinha branca de renda. A buceta tava encharcada, os lábios inchados, babando mel. Ela gemeu baixinho:

— A gente tá louco... isso é pecado...

— Pecado é deixar essa buceta gostosa passar vontade — respondi, enfiando dois dedos até o fundo.

Virei ela de frente, beijei com fome, língua brigando com a dela. Desci beijando o pescoço, a clavícula, até chegar nos peitos. Tirei a blusa devagar, o sutiã caiu e os mamilos rosados tavam duros que nem pedrinha. Chupei forte, mordendo de leve. Ela tremia toda, as pernas bambas. Gozou nos meus dedos ali mesmo, apertando minha mão, gemendo rouco no meu ouvido.

Tirei a roupa dela com calma, curtindo cada pedaço de pele branca aparecendo. Quando tirei minha cueca, ela arregalou os olhos vendo minha rola pulsando, grossa, veias saltadas. Caiu de joelhos na hora, pegou com as duas mãos e começou a chupar como se fosse a última coisa que ia fazer na vida. Olhava pra cima com cara de puta safada, baba escorrendo pelo queixo, lambia as bolas, cuspia em cima e engolia tudo de novo.

— Não aguento mais... quero sentir essa rola me rasgando — implorou, voz tremendo.

Subi ela na cama, ela se encaixou devagar, gemendo alto quando a cabeça entrou. Começou a quicar devagar, depois acelerou, os peitos balançando na minha cara. Chupei os bicos enquanto ela rebolava forte.

— Vai levar esse leitinho pro teu maridinho? — provoquei.

— Vou sim... vou sentar na cara dele com a buceta cheia da tua porra, seu cachorro safado!

Virei ela de quatro, segurei nos cabelos loiros, abri as pernas e meti até o talo. O barulho era alto: ploc, ploc, ploc, a cama rangendo, a bunda dela tremendo a cada estocada. Ela soltou um peido involuntário de tanto tesão, ficou vermelha mas riu safada:

— Desculpa... tá apertado demais...

— Relaxa, isso me deixa louco — respondi, metendo mais forte.

Ela gozou gritando, a buceta apertando minha rola em espasmos, jorrando quente. Eu não aguentei e gozei fundo, enchendo ela toda, sentindo os jatos quentes batendo no fundo.

Ainda fomos pro banho. Ela se ajoelhou de novo:

— Quero teu gozo na boca agora.

Chupei ela em pé, lambendo o mel misturado com porra que escorria. Gozei na boca dela, ela engoliu tudo sorrindo, lambendo os lábios.

— Que delícia... nunca senti isso.

Na saída, enquanto se vestia, falei:

— Da próxima eu quero esse cuzinho virgem.

Ela arregalou os olhos, mas mordeu o lábio:

— Nunca dei... dói só de pensar.

— Vai doer gostoso... e tu vai pedir mais. Confia em mim.

Saímos cada um pro seu lado, coração acelerado.

Se você tá gostando dessa aventura real e quer saber o que rolou depois — porque teve muito mais, inclusive aquela primeira vez no cu que deixou ela gemendo de dor e prazer ao mesmo tempo — é só procurar na internet por: www.selmaclub.com

Me conta nos comentários: tu acha que eu devo contar a continuação? O que tu faria se pegasse uma crentinha dessas te olhando com fome? Quero saber tudo... quem sabe a próxima aventura não é inspirada em vocês? 😈

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Comentários (4)

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  • Comedor de casadas.: sÃO AS BUNDAS MAIS DELICIOSAS.

    Responder↴ • uid:1dai2scxib
  • Moreno PR: Comi umas 5 vezes, uma casada evangélica de nome Leila, ela tinha um bucetinha de pelos aparadinhos e bem apertadinha.

    Responder↴ • uid:bf9qpbw49k
  • Rick: As da igreja são as piores, já peguei bastante

    Responder↴ • uid:fi07p9khk
    • Evangélica casada: Verdade mesmo

      • uid:1dyctxyeekkp