Ajudando a Vizinha
Ajudei minha vizinha gostosa no supermercado e fui recompensado
Era um sábado qualquer, e eu estava fazendo minhas compras semanais no supermercado do bairro. Estava escolhendo algumas frutas quando ouvi uma voz feminina familiar atrás de mim:
— Ricardo? É você?
Virei-me e deparei com minha vizinha Carmelita, uma morena de curvas generosas e um sorriso encantador. Seus cabelos negros caíam sobre os ombros em cachos bem definidos, contrastando com a pele clara do rosto. Ela usava um vestido vermelho justo que acentuava ainda mais sua silhueta atraente.
— Oi, Carmelita! Tudo bem? — respondi, sorrindo de volta.
— Estou meio atrapalhada hoje... Tenho o carrinho cheio e ainda falta muito para pegar. Você poderia me ajudar?
— Claro, pode contar comigo! — aceitei prontamente a proposta.
Carmelita tinha 35 anos, era viúva havia alguns e morava sozinha na casa ao lado da minha há um tempo. Eu sempre achei ela uma mulher muito bonita e simpática, mas nunca tivemos uma aproximação maior além de algumas conversas amigáveis no portão.
Peguei o carrinho dela e começamos a fazer as compras juntas. Conversávamos sobre assuntos diversos enquanto percorríamos os corredores do supermercado. Notei que Carmelita estava especialmente animada e simpática naquele dia, trocando piadas e sorrindo bastante para mim.
Depois de quase uma hora fazendo compras, finalmente terminamos e fomos para a fila do caixa. Enquanto aguardávamos nossa vez, Carmelita se aproximou de mim e sussurrou no meu ouvido:
— Ricardo, você é um amor por me ajudar tanto hoje. Quer vir tomar um café na minha casa depois? Pra retribuir sua gentileza.
A proposta dela me pegou de surpresa, mas aceitei prontamente. Paguei as compras e levei os sacos até o carro dela. Seguimos juntos para a casa da Carmelita, conversando animadamente durante todo o caminho.
Ao chegarmos, ela me convidou para entrar enquanto guardava as coisas na cozinha. Quando passamos pela porta da sala, notei que havia uma garrafa de vinho e duas taças sobre a mesa de centro. Antes que eu pudesse perguntar alguma coisa, Carmelita se virou para mim com um olhar sedutor:
— Ricardo... Eu sei que você gosta de mim há muito tempo. E confesso que também venho observando você há um bom tempo...
Ela caminhou lentamente até mim, seus saltos ecoando no chão de madeira da casa. Sua mão delicada tocou meu peito enquanto ela prosseguia:
— Hoje eu quero que você seja recompensado por sua gentileza...
Carmelita se aproximou ainda mais, pressionando seu corpo contra o meu enquanto eu permanecia paralisado pela surpresa e desejo que sentia por ela. Ela levou sua outra mão até minha nuca, puxando-me para um beijo intenso e apaixonado.
Senti a língua dela explorar minha boca com habilidade, enquanto suas mãos percorriam minhas costas e meus cabelos. Meu corpo reagiu imediatamente ao toque dela, e meu membro começou a ficar duro dentro da calça jeans.
Carmelita deve ter notado minha ereção, pois sorriu maliciosamente entre um beijo e outro. Ela desceu as mãos até o cós do meu cinto, abrindo-o rapidamente enquanto eu a ajudava a puxar a calça para baixo.
Ficamos apenas de cueca na sala dela, ainda nos beijando apaixonadamente. Carmelita então se afastou por um momento, tirando seu vestido vermelho por cima da cabeça e revelando um conjunto de lingerie preto extremamente sensual.
Ela era ainda mais gostosa sem roupa do que eu havia imaginado. Seus seios fartos eram contidos pelo sutiã, enquanto uma calcinha minúscula cobria apenas parcialmente sua boceta depilada. Carmelita tinha curvas voluptuosas em todos os lugares certos.
A vizinha voltou a me beijar enquanto suas mãos exploravam meu corpo, descendo até minha cueca e segurando meu pau duro através do tecido fino. Ela começou a masturbá-lo lentamente, fazendo com que eu gemesse baixinho em sua boca.
Carmelita então se ajoelhou na frente de mim, puxando minha cueca para baixo e libertando meu membro latejante. Ela o segurou firme com uma mão enquanto passava a outra pela base do meu pau, aproximando seus lábios inchados pela excitação.
A vizinha lambeu toda a extensão da minha ereção, desde a base até a ponta, antes de envolvê-la com sua boca quente e úmida. Ela começou a chupar lentamente, subindo e descendo enquanto me olhava com um sorriso safado nos olhos.
Minhas mãos se perderam em seus cabelos negros enquanto ela continuava o boquete gostoso. A sensação da língua de Carmelita deslizando pelo meu pau era incrível, fazendo com que eu sentisse meu membro pulsar dentro de sua boca.
Após alguns minutos de chupada deliciosa, Carmelita parou e se levantou novamente, me puxando pela mão em direção ao sofá. Ela se deitou de costas sobre os assentos macios enquanto eu a observava, tirando seu sutiã e revelando seus seios fartos.
A vizinha então abriu as pernas, deslizando sua calcinha para o lado e revelando sua boceta rosada e molhada. Com um sorriso sedutor, ela sussurrou:
— Venha me foder gostoso, Ricardo...
Não precisei de mais nenhum convite. Puxei minha cueca completamente para baixo e montei sobre Carmelita, guiando meu pau duro até a entrada encharcada dela. Com um empurrão firme, afundei totalmente dentro da boceta quente da vizinha.
Ela gemeu alto ao sentir minha ereção preenchendo seu interior. Comecei a me movimentar lentamente, entrando e saindo de sua vagina apertada enquanto ela gemia cada vez mais alto com o prazer que sentia.
Carmelita começou a rebolar embaixo de mim, contorcendo seu corpo contra o meu enquanto eu acelerava o ritmo das estocadas. Eu segurava seus quadris firmes, fodendo-a cada vez mais forte e profundo conforme ela pedia por mais.
— Isso... Fode minha xoxota gostosa... Goza dentro de mim, Ricardo! — ela gritou, louca de tesão.
Suas unhas se cravavam nas minhas costas enquanto eu continuava a metê-la com força. A sensação era incrível - a boceta encharcada e apertada de Carmelita me envolvendo por completo enquanto eu sentia meu orgasmo cada vez mais próximo.
Com um último gemido alto, ela chegou ao clímax, contorcendo-se embaixo do meu corpo enquanto sua boceta pulsava ao redor do meu pau. A visão da vizinha gozando tão gostoso foi demais para mim - com um suspiro, eu também atingi o orgasmo, despejando toda a minha porra quente no interior dela.
Nos abraçamos apertado depois disso, recuperando o fôlego enquanto nossos corpos suados se acalmavam. Foi então que ouvi uma vozinha fina vindo do corredor:
— Mamãe? Você está em casa?
Era a filha de Carmelita, uma menina de uns 10 anos que devia ter voltado da escola naquele momento. Olhamos um para o outro com os olhos arregalados, percebendo que não tínhamos mais tempo de conversar sobre o que acabou de acontecer entre nós dois.
A vizinha se levantou rapidamente do sofá e correu para o banheiro enquanto eu tentava me vestir o mais rápido possível. A menina entrou na sala logo em seguida, me olhando com uma expressão confusa ao me ver ali seminu:
— Ricardo? O que você está fazendo aqui?
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