Uma amiga traz a outra, noiva, para se iniciar na putaria.
Um bom dia de sábado bem suado e safado pra vocês todos que curtem o lado mais podre e verdadeiro da putaria. Aqui é o Daniel, o cara que não tem vergonha de admitir que vive pra comer cu de mulher comum, daquele jeito que deixa marca na alma e no rabo. Hoje vou contar exatamente o que rolou ontem na casa da Lígia, no Córrego do Euclides, quando ela trouxe a noivinha loirinha Carla pra gente iniciar essa putaria a três que já tá prometendo virar rotina.
Eu cheguei lá por volta das cinco da tarde, logo depois que as duas voltaram da academia. O calor tava de lascar, o quintal de cimento rachado ainda quente do sol, roupa no varal balançando, cheiro de sabão misturado com suor velho e resto de comida no fogão a lenha. As duas já tavam sem sutiã por baixo da regata, o tecido grudado no corpo, mamilos marcando, shortinhos curtinhos encharcados na virilha e na bunda. Lígia, morena de cabelo preto comprido, olhos de quem já sabe o que quer, me deu um beijo com língua na porta e sussurrou:
— Ela tá nervosa, mas tá louca de tesão desde que viu os vídeos. Fala que nunca sentiu vontade de dar o cu pra ninguém… até agora.
Carla ficou parada ali, rosto vermelho, óculos embaçados de suor, cabelo loiro grudado na testa, olhos azuis arregalados. Ela tentou disfarçar, mas dava pra ver a coxa tremendo.
— Eu vi… vi você lambendo tudo, enfiando a cara… é nojento… mas eu fiquei molhada só de imaginar — ela confessou baixinho, quase sem voz.
Eu nem respondi. Só mandei:
— Tira a roupa das duas. Aqui no quintal mesmo. Quero sentir o cheiro verdadeiro antes de qualquer banho.
Elas se olharam, riram nervosas, mas obedeceram. Regatas jogadas no chão sujo, shorts descendo junto com as calcinhas. Duas bundas lindas, suadas, brilhando. A de Lígia mais cheia, morena, com marcas de biquíni; a de Carla mais branquinha, redonda, rosada no meio, ainda apertadinha de virgem. O cheiro subiu forte: suor azedo de academia, um restinho de merda que escapou durante o treino, aquele aroma pesado de cu quente que me deixa louco.
Mandei Lígia abrir as pernas e botar o dedo no próprio cu. Ela fez sem pestanejar, enfiou o dedo médio até a segunda junta, tirou melado, cheirou e fez careta misturada com tesão.
— Tá fedendo pra caralho hoje — ela riu.
— Mostra pra amiga — eu mandei.
Lígia levou o dedo na cara da Carla. A loirinha hesitou, mas acabou cheirando. Os olhos dela mudaram na hora. Dilataram. Ela mordeu o lábio.
— Meu Deus… que nojo… mas que tesão do caralho…
Aí eu mandei o inverso. Carla enfiou o dedo no cu dela mesma, tirou, cheirou e quase caiu pra trás.
— Tá podre… sério, tá podre mesmo…
Eu peguei a mão das duas, chupei os dedos uma de cada vez, lambi bem devagar, sentindo o gosto amargo, salgado, terroso. Elas me olharam como se eu fosse um animal. E eram. Porque logo depois eu mandei:
— Agora uma lambe a outra. Cara na bunda. Sem frescura.
Lígia foi primeiro. Abriu as nádegas da Carla com as duas mãos, meteu o nariz bem no rosinha enrugado, inspirou fundo e gemeu:
— Caralho, que fedor gostoso… tá suado e quente…
A língua dela saiu comprida, lambeu da buceta até o alto do rego, voltou pro cu e começou a fazer círculos. Carla tremia toda, mão no próprio clitóris, gemendo alto:
— Ai porra… tá enfiando a língua… tá me lambendo o cu sujo… eu vou gozar…
Quando chegou a vez da Carla, ela hesitou mais. Mas eu segurei a cabeça dela e empurrei de leve contra a bunda aberta da Lígia. O cheiro era mais forte ainda. Ela inspirou, fez “eca” com a boca, mas não tirou o rosto. A língua saiu tímida, depois ganhou força. Lambeu, chupou, enfiou a pontinha pra dentro. Lígia rebolava e falava:
— Isso, lambe bem fundo, sua putinha… sente o gosto da minha bosta de ontem…
As duas tavam possuídas. Eu tirei a roupa, pau duro babando, e mandei ficarem de quatro lado a lado, bundas empinadas, bem juntinhas. Comecei por Lígia. Cuspi no pau, encostei a cabeça grossa no anel já molhado de saliva e empurrei devagar. Ela abriu a boca num grito rouco:
— Caralho… tá me abrindo toda… tá rasgando meu cu… mete mais fundo, porra!
Entrei até o talo. O cu dela engolia
pulsando, quente, apertado. Enquanto socava, eu beijava a boca dela, língua com língua, ela gemendo no meu ouvido:
— Tá me arrombando… vai me deixar larga pros outros… eu amo esse caralho grosso…
Carla olhava tudo, se tocando rápido, olhos vidrados. Quando tirei de Lígia, o pau saiu melado, marrom-claro nas veias, cheirando forte. Encostei na Carla. Ela arregalou os olhos.
— Vai devagar… eu nunca… meu noivo nem encosta…
— Hoje você vai sentir o que é pau de verdade no cu virgem — eu disse.
Empurrei. A cabecinha entrou com dificuldade, o anel resistindo. Ela gritou, corpo todo tenso. Lígia segurou a mão dela, beijou a boca dela pra acalmar. Aos poucos fui entrando. Quando cheguei no meio, Carla começou a gemer diferente:
— Tá doendo… mas tá gostoso… caralho, tá gostoso demais…
Comecei a socar mais forte. O cu dela apertava como se quisesse me expulsar e ao mesmo tempo me sugar pra dentro. De repente ela falou:
— Ai… eu vou cagar… sério, vou cagar no seu pau…
— Segura, sua vadia — eu rosnei. — Deixa sair tudo.
Lígia segurou as nádegas dela abertas. Um peido molhado escapou, depois veio um pedaço macio, quente, escorregando junto com o pau. Carla ficou vermelha de vergonha, mas gozou na hora, corpo tremendo, gritando:
— Tô me cagando… tô me cagando no caralho dele… que delícia do caralho!
Eu tirei o pau todo sujo, voltei pra Lígia. Ela já tava pedindo:
— Agora eu… me faz cagar também…
Entrei de uma vez. Socava forte, ela jogava a cabeça pra trás, cabelos voando, gritava:
— Tá saindo… tá saindo tudo… olha o cu cagando, porra!
Carla veio perto, se tocando, beijando Lígia enquanto eu metia. Quando senti o gozo subindo, tirei, gozei grosso dentro do cu da Lígia, enchendo até transbordar. O resto espirrei na cara das duas. Elas lamberam, chuparam os beiços uma da outra, misturando porra, suor, merda e saliva.
Elas dormiram aqui ontem. Hoje vão ficar o dia inteiro na casa da Lígia. Já tem fila de posição: de manhã cedo, de quatro no quintal de novo; de tarde, na cama imunda; à noite, quem sabe até na laje olhando as estrelas enquanto eu como os dois cuzinhos ao mesmo tempo.
Tem muito mais vindo aí. Posto fotos e vídeos novos todo dia. Quem quiser acompanhar as próximas putarias, é só ficar de olho. Tudo meu posto em www.selmalub.com , www.fanvue.com/selmarecife e www.fanvue.com/brasileiras
Comenta aqui embaixo qual das duas você quer ver sendo arrombada mais forte no próximo vídeo. Quero saber quem tá com tesão de verdade.
Abraço suado e fedido,
Daniel
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