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Fui humilhda e rejeitada por ser gorda! Veja o que fiz abaixo.

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Meu nome é Karla, e se você acha que a vida de uma mulher gorda como eu é só rejeição e humilhação, espere até mergulhar nessa história que vai te deixar com o pau latejando ou a buceta molhada do começo ao fim – imagine eu, outrora abandonada pelo meu ex-marido safado que me trocou por uma magrela qualquer, me transformando numa devoradora de caralhos que adora dar o cu gordão em todo lugar, com fotos e vídeos quentes no meu perfil que vão te fazer gozar só de olhar, e o melhor: tem três aventuras insanas com machos diferentes que me fodem como se não houvesse amanhã, cheias de palavrões, cheiros de suor e porra, sons de tapas na bunda e gemidos roucos, tudo isso enquanto meu ex corno morre de raiva sabendo que eu tô liberando pra geral, e se você ler até o final, vai descobrir como ganhar sorteios diários de mais conteúdos exclusivos, mas só se comentar e deixar seu e-mail, porque tem mais putarias vindo todo dia, com o corno só filmando e clicando as fotos pra você se deliciar.

Aqui estou eu, Karla, deitada na cama do meu apartamento em Recife, sentindo o sol da manhã bater na minha pele morena, enquanto penso no quanto minha vida mudou desde que aquele filho da puta do meu ex, o Marcelo, me largou como um trapo usado. Ele sempre me humilhava, caralho, dizendo que minha gordura era nojenta, que minhas curvas fartas não davam tesão nele, que eu era uma vaca gorda que não merecia ser fodida. "Olha pra você, Karla, com essa bunda enorme e essas coxas grossas, quem vai querer meter num corpo assim?", ele cuspia as palavras enquanto transava com a amante dele, uma piranha magra chamada Sofia, e todo mundo na vizinhança sabia, porra, os olhares de pena que me davam na rua me faziam sentir a mulher mais feia e rejeitada do mundo. Eu chorava sozinha no banheiro, me olhando no espelho, apertando minhas carnes macias, pensando que nunca mais ia sentir um pau duro me desejando. Mas eu me separei daquele otário, joguei as coisas dele na rua e decidi que ia me reinventar. Foi aí que descobri o site de Selma Recife, um paraíso pra mulheres como eu que querem se exibir e arrumar machos de verdade. Criei meu perfil, comecei a usar fio dental minúsculo que marcava minha pele, deixando aquelas marquinhas deliciosas que os homens adoram lamber, e hoje em dia, caralho, eu sou a rainha da putaria, arrumando pirocudos pra comer minha bunda gorda e gostosa toda semana, em casa, em motéis baratos, em trilhas escondidas, e posto tudo no perfil com fotos e vídeos que deixam todo mundo louco. E o melhor? Meu ex já sabe de tudo, vi ele curtindo anonimamente, deve tá puto da vida vendo eu ser fodida como ele nunca soube fazer.

Todo dia acordo com mensagens no perfil, caras babando nas minhas fotos onde mostro minha bunda empinada, as marquinhas do biquíni fio dental vermelhas na pele, e eu respondo com um sorriso safado, marcando encontros que me deixam tremendo de tesão. Sinto o cheiro do meu próprio suor misturado com perfume barato enquanto me arrumo, passando óleo na bunda pra brilhar, imaginando o próximo macho que vai me arrombar. É uma sensação viciante, porra, de poder, de vingança contra aquele corno do Marcelo que me fez sofrer. Agora, eu dou o cu pra quem eu quiser, e ele que se foda. Lembro da primeira vez que postei uma foto minha de quatro, com o fio dental puxado pro lado, mostrando meu cuzinho piscando, e as visualizações explodiram. "Que bunda deliciosa, Karla, quero comer esse cu gordão até você gritar", os comentários vinham aos montes, e eu me masturbava lendo eles, enfiando os dedos na buceta molhada, gemendo alto sozinha.

Mas vamos ao que interessa, porque eu sei que você tá aqui pros detalhes sujos, pros contos que vão te fazer bater uma punheta ou se tocar até gozar. Minha primeira aventura recente foi com o Paulo, um cara de 35 anos, musculoso, daqueles que trabalham na construção e têm mãos calejadas que adoram apertar carne farta. Nos conhecemos pelo site, ele mandou mensagem dizendo que amava bundas grandes como a minha, que queria me foder até eu não aguentar mais. Marcamos em casa mesmo, porque eu adoro o risco de os vizinhos ouvirem. Ele chega à noite, cheirando a suor de um dia inteiro de trabalho, olhos famintos devorando meu corpo quando abro a porta vestindo só um robe solto que mal cobre minhas tetas enormes e minha bunda protuberante. "Caralho, Karla, você é mais gostosa pessoalmente", ele rosna, me puxando pra dentro e me beijando com força, sua língua invadindo minha boca como se quisesse me comer ali mesmo. Eu sinto o pau dele endurecendo contra minha barriga, grosso e pulsante, e já fico molhada, o cheiro de macho forte me deixando tonta.

Nós vamos pro quarto, e eu me jogo na cama de bruços, empinando a bunda pra ele. "Vem, Paulo, olha essa bunda gorda que meu ex odiava, agora é toda sua pra foder", eu provoco, abrindo as nádegas com as mãos, mostrando meu cuzinho rosado e a buceta inchada. Ele solta um gemido rouco, "Porra, que cu delicioso, vou arrombar você toda, sua safada gorda", e começa a lamber, sua língua quente traçando círculos no meu ânus, o som molhado de chupadas ecoando no quarto, misturado com meu cheiro de excitação, aquele aroma almiscarado de buceta quente. Eu gemo alto, "Isso, lambe meu cu, seu puto, faz eu me sentir desejada", e ele enfia a língua fundo, me fazendo arquear as costas. Suas mãos apertam minhas nádegas, deixando marcas vermelhas, e o som de tapas ressoa, plá, plá, plá, cada um me fazendo tremer. "Sua bunda é perfeita, Karla, macia e grande, vou meter meu pau inteiro nesse cu", ele diz, cuspindo no meu buraco pra lubrificar.

Ele tira a calça, e seu pau salta pra fora, uns 20 centímetros de grossura veiada, babando pré-gozo. Eu me posiciono de quatro, como nas fotos que você viu, bunda empinada, e ele se ajoelha atrás de mim, roçando a cabeça do caralho no meu cu. "Relaxa, sua vadia, vou entrar devagar no começo", mas ele mente, empurra com força, e eu sinto o ardor delicioso do cu se abrindo, centímetro por centímetro, até ele estar todo dentro, me preenchendo como nunca. "Aaaah, porra, que cu apertado apesar de gordo, você é uma delícia", ele grunhe, começando a bombar, o som de peles batendo, clap clap clap, misturado com meus gemidos "Fode mais forte, Paulo, arromba meu cu, me faz gozar no seu pau". O cheiro de sexo enche o ar, suor pingando das nossas peles, e ele me puxa pelo cabelo, "Toma, sua gorda safada, toma pau no cu que seu ex nunca te deu". Eu rebolo contra ele, sentindo o pau pulsar dentro de mim, e quando ele acelera, eu gozo primeiro, meu cu contraindo ao redor dele, esguichando sucos da buceta no lençol. "Goza dentro, enche meu cu de porra", eu imploro, e ele obedece, jorrando quente e grosso, o som de seu urro animalesco me deixando ainda mais excitada. Depois, deitamos exaustos, e o corno que eu chamo pra filmar essas putarias – um amigo submisso que só observa e clica – tira as fotos e vídeos que posto no perfil, deixando todo mundo louco. Paulo vai embora prometendo voltar, e eu fico ali, cu dolorido e satisfeito, sabendo que tem mais machos esperando.

Mas não para por aí, porque toda semana eu preciso de mais, caralho, minha bunda gorda pede por pau. A segunda aventura foi com o Thiago, um novinho de 22 anos, estudante, magro mas com um pau enorme que ele exibia nas mensagens do site. Ele era obcecado por mulheres curvilíneas, dizia que bundas como a minha o faziam gozar só de pensar. Marcamos num motel barato na periferia, daqueles com espelhos no teto e cheiro de desinfetante misturado com cigarro velho. Chego primeiro, me arrumando no banheiro, passando creme na bunda pra ficar lisinha, o fio dental marcando a pele com linhas vermelhas que sei que vão enlouquecê-lo. Ele bate na porta, nervoso, olhos vidrados quando me vê de lingerie transparente. "Karla, você é uma deusa, essa bunda... porra, posso tocar?", ele pergunta, voz tremendo. Eu rio, "Toca, Thiago, aperta, lambe, fode, faz o que quiser com essa bunda que meu ex chamava de nojenta".

Ele me joga na cama, mãos trêmulas explorando minhas curvas, apertando as tetas, descendo pra bunda, o som de sua respiração pesada enchendo o quarto. "Que cheiro bom, Karla, de mulher quente", ele murmura, cheirando minha pele, e eu abro as pernas, mostrando o cu pronto. "Vem, novinho, mostra pra mim o que esse pauzão pode fazer". Ele tira a roupa, e caralho, o pau dele é uma monstrosidade, curvado pra cima, veias saltadas, babando. Ele se posiciona atrás de mim, eu de quatro novamente, como adoro, e começa a roçar, o pré-gozo lubrificando meu cu. "Entra devagar, Thiago, mas depois fode como um animal", eu ordeno, e ele obedece, empurrando devagar, o ardor me fazendo morder o lábio, gemendo "Aii, porra, que pau grosso, me arromba todo". O som de entrada é molhado, squish squish, e quando ele está fundo, começa a meter ritmado, "Toma, sua safada, toma no cu gordo, você é minha puta agora", ele ganha confiança, batendo forte, o cheiro de suor jovem misturado com meu aroma feminino.

Eu rebolo, sentindo cada veia do pau raspando nas paredes do meu cu, e começo a falar sujo pra enlouquecê-lo: "Isso, fode minha bunda, seu putinho, me faz esquecer aquele corno do meu ex que me humilhava". Ele tapa minha bunda, plá plá, deixando vermelha, e o som ecoa no motel, misturado com nossos gemidos. "Goza pra mim, Karla, goza no meu pau", ele implora, enfiando dedos na minha buceta enquanto soca o cu, e eu explodo, contraindo tudo, leiteando seu pau com meus sucos. "Agora goza você, enche meu cu de leitinho quente", e ele goza aos borbotões, o calor se espalhando dentro de mim, gemendo alto "Aaaah, porra, que cu gostoso". O corno filma tudo, close-ups da porra escorrendo do meu cu, e posto no perfil com legenda "Novinho arrombando a gorda aqui, quem quer ser o próximo?". Thiago sai exausto, e eu fico no motel um pouco mais, tocando minha bunda dolorida, sabendo que o Marcelo deve tá vendo e morrendo de ciúme.

Ah, e se você quer encontrar mais sobre mim e essas aventuras, basta procurar na internet por www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo, lá tem tudo, perfis, vídeos exclusivos, e você pode se juntar à diversão.

A terceira aventura foi épica, com o Roberto, um homem de 48 anos, experiente, daqueles casados que buscam putaria fora de casa, com barriga de cerveja mas pau incansável. Ele me contatou dizendo que adorava anal em bundas grandes, que sua mulher não dava, e queria me foder numa trilha no mato, pra adicionar adrenalina. Aceitei, caralho, adoro o risco de ser pega. Nos encontramos numa trilha perto da praia, o sol batendo forte, cheiro de mata e sal no ar. Eu visto um shortinho curto que mal cobre a bunda, fio dental por baixo, marquinhas frescas do sol. Ele chega suado, olhos brilhando, "Karla, você é uma tentação, essa bunda balançando vai me matar". Caminhamos um pouco, e num ponto escondido, ele me encosta numa árvore, beijando meu pescoço, mãos descendo pra apertar a bunda. "Tira tudo, Roberto, me fode aqui no mato como uma vadia selvagem", eu sussurro, sentindo o vento na pele.

Ele me vira de costas, abaixa meu short, expondo a bunda nua, o fio dental puxado. "Porra, que marquinhas deliciosas, vou lamber tudo", e ele se ajoelha, língua traçando as linhas vermelhas, descendo pro cu, o som de lambidas molhadas competindo com o canto dos pássaros. O cheiro de terra úmida mistura com nosso suor, e eu gemo baixo pra não atrair atenção, "Lambe meu cu, seu velho safado, prepara pra seu pau". Ele cospe, enfia dedos, abrindo me, "Que cu guloso, Karla, vai engolir meu caralho inteiro". Seu pau é médio mas grosso, perfeito pro anal, e ele empurra de uma vez, me fazendo agarrar a árvore, casca raspando minhas mãos. "Aaaah, fode, Roberto, soca nesse cu gordo que meu ex odiava", eu grito abafado, e ele bomba forte, o som de carnes batendo ecoando na trilha, ploc ploc ploc, suor pingando nas minhas costas.

"Você é uma puta perfeita, Karla, bunda macia tremendo no meu pau", ele grunhe, apertando minhas nádegas, tapas ressoando, e eu rebolo, sentindo o pau acertar pontos profundos, o prazer misturado com a dor deliciosa. "Me chama de gorda safada, me humilha como ele fazia, mas fode mais", eu provoco, e ele obedece, "Toma, gorda vadia, toma pau no cu, sua bunda é minha agora". O cheiro de sexo no ar é intenso, e quando ouço passos distantes, o tesão aumenta, medo de ser pega me fazendo gozar forte, cu apertando seu pau até ele explodir dentro, porra quente escorrendo pelas minhas coxas. "Gozei pra caralho, Karla, você é incrível", ele ofega, e o corno, escondido atrás de uma árvore, filma tudo, os vídeos tremidos adicionando realismo pros posts diários no perfil.

Essas são só três das minhas aventuras, mas tem mais vindo em breve, todo dia novas postagens com fotos e vídeos quentes, onde o corno só filma e tira as fotos enquanto eu dou pra machos de todas as idades. Se você quer mais, comente aqui embaixo e deixe seu e-mail, porque fazemos sorteios diários de conteúdos exclusivos, vídeos completos e fotos inéditas, e avisamos os ganhadores por e-mail. Não perca, venha se deliciar com minha bunda gorda sendo fodida de jeitos que vão te deixar viciado.

Mas espera, tem mais uma camada nessa vingança deliciosa. Toda vez que posto, imagino o Marcelo vendo, seu pau mole de raiva, sabendo que eu tô dando o cu que ele rejeitava pra estranhos que me adoram. Recentemente, ele mandou mensagem anônima xingando, mas eu ri, respondi com uma foto do meu cu cheio de porra. Agora, vivo pra isso, arrumando mais machos, sentindo seus paus me preenchendo, os cheiros, sons, tudo me fazendo sentir viva. Como aquela vez com o Paulo, quando depois da foda, ele ficou lambendo a porra do meu cu, língua quente limpando tudo, me fazendo gozar de novo só com isso. Ou com Thiago, no motel, onde experimentamos brinquedos, ele enfiando um plug no meu cu enquanto metia na buceta, duplo prazer me deixando louca, gemidos ecoando pelas paredes finas, cheiro de látex misturado com sexo. E o Roberto, na trilha, onde depois da gozada, mijamos juntos no mato, rindo, o cheiro de urina adicionando um toque proibido.

Eu continuo expandindo, marcando mais encontros. Semana passada, foi com o Eduardo, 40 anos, empresário, que me levou pra um hotel de luxo, mas fodeu como um bruto. Chegamos no quarto, ar condicionado gelado contrastando com nosso calor. "Karla, tire essa roupa, mostre essa bunda que me enlouquece nas fotos", ele manda, e eu obedeço, dançando devagar, rebolando, o som da música baixa no fundo. Ele me joga na cama king size, lençóis macios, e começa a massagear minha bunda com óleo, dedos escorregadios entrando no cu, preparando. "Que cu apertado, vai ser uma delícia arrombar", ele diz, cheirando meu pescoço, mordendo. Eu gemo, "Fode logo, Eduardo, enche minha bunda de pau". Seu caralho é curvo, acerta o ponto certo, e quando entra, o som é de sucção, eu gritando "Porra, que delícia, soca mais". Ele bomba horas, mudando posições, eu por cima rebolando, sentindo o pau pulsar, cheiro de óleo e suor enebriante. Gozamos juntos, porra jorrando, e o corno filma do canto, discreto.

Outra foi com o Victor, 28 anos, tatuado, motoqueiro. Marcamos na garagem dele, cheiro de gasolina e graxa. Ele me encosta na moto, levanta minha saia, "Bunda perfeita pra foder aqui mesmo", e mete de pé, eu apoiada no guidão, gemidos misturados com o eco da garagem. "Toma no cu, sua gorda tesuda", ele rosna, tapas fortes, minha bunda vermelha. O risco de vizinhos ouvirem me excita, gozo esguichando no chão sujo.

E tem o Jorge, 55 anos, viúvo, gentil mas safado. Em casa, cozinhamos nus, cheiro de comida misturado com sexo. Ele me fode na cozinha, bunda na pia, pau entrando devagar, "Você é linda, Karla, essa bunda me revive". Gemidos longos, lentos, prazer prolongado, porra na minha boca no final.

Essas histórias me definem agora, cada foda uma vitória sobre o passado. Meu perfil explode com views, comentários como "Quero foder você também, Karla". E você, leitor, comente, deixe e-mail, ganhe sorteios. Mais aventuras diárias vindo, com o corno filmando tudo. Venha, se vicie na minha putaria.

Mas vamos aprofundar mais nessas três principais, porque sei que você quer detalhes que te façam imaginar cada thrust. Com Paulo, depois da primeira entrada, ele me virou de lado, uma perna levantada, metendo fundo, o som de bolas batendo na minha bunda, slap slap, cheiro de seu suor masculino me inebriando. "Sente meu pau te rasgando, Karla? Essa bunda gorda engole tudo", ele dizia, e eu respondia "Sim, porra, me rasga, me faz sua puta". Durou 40 minutos, mudando pra missionário anal, pernas no ombro, olhos nos olhos, gemendo juntos. Gozei três vezes, cu contraindo, leiteando tudo.

Com Thiago, no motel, depois do anal, ele quis buceta também, alternando buracos, o som molhado de switch, squelch squelch, cheiro de fluidos misturados. "Fode minha buceta agora, novinho, enche os dois", eu mandava, e ele obedecia, dedos no cu enquanto metia na xota, orgasmo duplo me deixando trêmula. Filmamos close-ups, porra escorrendo de ambos os buracos.

Com Roberto, na trilha, o sol queimando a pele, suor escorrendo, ele me fodeu de frente depois, encostada na árvore, perna enrolada nele, pau no cu, mordendo meu pescoço. "Cuidado pros espinhos, mas fode forte", eu gemia, o cheiro de seiva e sexo, sons de folhas farfalhando. Gozamos ouvindo pássaros, porra pingando na terra.

E assim vai, mais e mais. Semana que vem, novo macho, novo vídeo. Comente, deixe e-mail, participe dos sorteios diários. Tem mais no site, sempre.

Pra fechar, lembro de uma foda extra com o Alex, 30 anos, personal trainer. Na academia dele à noite, vazia, cheiro de borracha e suor. Me fodeu no banco de supino, bunda empinada, pau enorme arrombando, "Treino de cu, Karla, toma haltere de carne". Gemidos ecoando, tapas, gozada na cara. Corno filmou, postei.

Vida de Karla agora é essa: bunda gorda sendo adorada, ex puto, machos satisfeitos. Mais aventuras em breve, fique ligado.

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Comentários (1)

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  • Pica grande: Vc é muito gostosa adorei

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