Seduzi um motorista por aplicativo, ele me levou no trabalho e me fodeu hoje
Olá meus amigos, aqui é novamente a Manu Recife falando e tô com o cu e a buceta latejando de tesão do caralho só de lembrar o que rolou hoje de manhã. Consegui seduzir um motorista de app bem novinho, tatuado, corpo de academia, e gravei tudinho escondido com minha micro-câmera disfarçada de chaveiro pendurada na bolsa. Quem acompanha meu perfil no www.selmaclub.com já sabe que eu sou novata nessa putaria liberal, mas depois dos 50 o corno manso do meu marido começou a implorar pra eu dar pra outros machos, e olha… eu viciei pra caralho. Agora vivo com fome de rola na boca, na buceta e principalmente no cu. Ele liberou geral, então tô filmando cada foda pra vocês baixarem e se masturbar pensando em mim.
Hoje de manhã, umas 9h, o cara me pegou em casa. Ele se chama Thiago, 26 anos, braço todo tatuado, barba rala, olhar de quem come muita novinha. Entrei no carro já com o shortinho jeans curtinho, sem calcinha por baixo, blusinha decotada deixando os peitos quase pulando pra fora. Comecei o papo mansinho:
— Nossa, moço, que cheiro bom de perfume… tá cheiroso pra caralho, hein?
Ele riu, olhou pelo retrovisor direto pros meus peitos:
— Valeu, mana. E tu tá cheirosa também… perfume caro?
— Não, amor… é o cheiro da minha bucetinha molhada desde que entrei no carro — falei rindo, abrindo um pouco as pernas pra ele ver pelo canto do olho.
O pau dele já deu sinal no jeans apertado. Fui jogando conversa:
— Tô casada, sabia? Mas meu marido adora quando eu saio pra me divertir… ele fica em casa batendo uma pensando em mim sendo fodida por macho de verdade.
— Sério? Corno manso, é? — ele perguntou, voz já rouca.
— Isso mesmo… e hoje eu tô com vontade de dar o cu pra alguém que aguente meter forte. Tu aguenta, Thiago?
Ele parou num semáforo, virou o rosto pra mim e apertou o pau por cima da calça.
— Caralho, mulher… tu fala assim e acha que eu vou te levar só pro destino?
— Não, amor… quero almoçar contigo às 12h. Me busca de novo? Depois a gente vai num motel. Sou muito conhecida aqui na cidade, não posso dar mole na rua nem em hotelzinho de beira de estrada. Meu marido não pode saber… pelo menos não antes de eu mandar o vídeo pra ele.
Ele aceitou na hora. Às 12h em ponto ele tava na porta de casa de novo. Entrei no carro já com uma saia curtinha rodada, sem nada por baixo, e uma blusinha fina que marcava os bicos duros. Fomos direto pro motel mais próximo. Assim que entramos no quarto, ele me jogou na cama e arrancou minha roupa com pressa.
— Abre essa buceta pra mim, sua puta casada — ele mandou, já tirando a cueca. O pau dele era grosso, veiudo, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Uns 20 cm fácil.
Sentei na pica dele de frente primeiro, olhando nos olhos dele. Desci devagar, sentindo cada centímetro abrindo minha xota melada.
— Aiii, caralho… que rola gostosa… tá me arrombando todinha… — gemi alto enquanto quicava, os peitos balançando na cara dele.
Ele chupava os mamilos com força, mordendo, deixando roxo.
— Rebola mais, vadia… rebola nessa rola que teu corno nunca vai ter — ele falava, batendo na minha bunda.
Depois virei de costas, sentando de quatro no colo dele, empinando o rabo. Ele segurou minha cintura e começou a socar pra cima, o saco batendo no meu clitóris.
— Chuta esse caralho, sua puta! — mandei, e ele gemeu alto, quase gozando ali mesmo.
— Porra… tu é louca… tô quase gozando… — ele grunhia.
Aí ele pediu o cu.
— Quero foder esse cuzinho arrombado agora. Abre esse rabo pra mim.
Coloquei lubrificante, mas mesmo assim doeu pra caralho quando a cabeça entrou. Gritei:
— Aiii, tá muito grosso… devagar, por favor… tá rasgando meu cu!
Ele não parou. Empurrou tudo de uma vez, até o talo. Senti o estômago embrulhar, uma dor funda misturada com prazer doentio.
— Tá doendo muito… ai meu cu… tá me matando… — choraminguei, mas minha buceta pingava de tesão.
Ele meteu em várias posições: de quatro, de lado, eu de bruços com o travesseiro na boca gritando, ele por cima me esmagando contra o colchão. O pau entrava até o fundo, saía rápido, entrava de novo. Meu cu apertava tanto que ele gemia como louco. De repente senti uma cólica forte, dor de barriga misturada com vontade de soltar tudo.
— Thiago… para… tô com dor de barriga… preciso ir no banheiro… por favor… — implorei, tentando levantar.
Ele me segurou pela cintura com força, cravou o pau até o talo e falou no meu ouvido:
— Não vai não, sua puta nojenta. Vai cagar no meu pau mesmo. Solta tudo, vadia.
Tentei segurar, mas não deu. Soltei um peido alto, molhado, fedido pra caralho. Ele riu e meteu mais forte.
— Isso, caga no caralho do macho, sua casada imunda! Olha o cu sujo arrombado… tô comendo uma puta cagada!
A vergonha me consumiu, mas o tesão foi mais forte. Gritei:
— Me fode mais, seu filho da puta… arromba esse cu nojento… goza dentro!
Ele socou com violência, o pau pulsando, e gozou jatos quentes bem no fundo do meu cu, misturando com tudo que tava saindo.
— Toma porra no cu sujo, sua vadia casada… teu corno vai adorar limpar isso depois!
Saí de cima tremendo, o cu ardendo, escorrendo porra, meleca e um cheiro forte de sexo sujo. Ele me olhou, ainda ofegante:
— Caralho, mulher… tu é doida. Quero mais.
E eu também quero. Muito mais. Prometo que vou postar novas aventuras todo dia no www.selmaclub.com e no meu telegram https://t.me/+0cl06-s3aMY1NzIx. Quero macho de outros estados, alugamos casa de praia, viajo pra onde for preciso pra conhecer rola nova e gravar tudo pra vocês. Quem quiser me comer, manda mensagem. Tô online todo dia, com o cu e a buceta prontos.
Comenta aqui embaixo o que vocês acharam dessa putaria… quero saber quem gozou lendo. Beijo molhado da Manu Recife. Até a próxima foda! ❤️🍆💦
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Comentários (1)
MANUELA: Manu vai dar o que falar nesse fds.
Responder↴ • uid:1dai2scxid