#Outros

Crónicas de uma puta de luxo

931 palavras | 2 | 3.00 | 👁️
Roxane

Acpmpanhante, puta de luxo, satisfaço as fantasias e desejos dos homens, casados me dão tesão.

Chamo-me Neuza, mas para os homens sou a Roxane. 28 anos, baixa, morena, peitos grandes, rabo que não pára quieto, coxas grossas que se tocam quando ando. Não sou bonita de cara — sou bonita de corpo. É o que tenho, é o que vendo.
Faz dois anos que me separei. Era a esposa que fazia o jantar, dizia "amor" por hábito e calava o que sentia. Um dia vi que aquela vida não era minha. Peguei nas coisas e fui-me embora. Foi duro, mas foi a melhor coisa que fiz.
Agora sou Roxane. Não sou princesa nem vítima. Sou uma mulher que troca prazer por dinheiro. Sem histórias, sem jogos. Quem paga, tem. Quem não paga, não tem. Simples.
Se quer desabafar, há psicólogos. Se quer afeto, arranje uma namorada. Se quer sexo bem feito, sem vergonhas nem rodeios, chame-me. O que vê é o que tem. Sem surpresas.
Pago as minhas contas com o corpo que tenho. E estou bem assim.
Quer marcar? Marque. Quer vir? Venha. E traga o dinheiro. O resto sou eu que trago.
O primeiro, depois do divórcio, foi um engenheiro de 44 anos.
Conheci-o num aplicativo. Ele confessou: "Sou casado." Eu respondi, "Não procuro namorado.
Chamava-se Ricardo. 44 anos. Engenheiro. Combinei num motel na periferia. Cheguei primeiro.
Quarto. Fechei a porta. Sentei-me na cama. Cruzei as pernas devagar, a saia a subir, um palmo de pele morena à mostra. Os olhos dele seguiram o movimento.
Não estava nervoso mas expectante e não esperei por conversa.
— Tira a roupa.
Ficou nu. Pau duro, glande roxa e brilhante. Olhei, avaliei, não toquei.
— Deita-te.
Deitou-se de costas. Levantei-me devagar. Despi a blusa. Tirei o sutiã com os olhos dele nos meus peitos pesados, mamilos escuros, rijos. A saia caiu. A calcinha preta seguiu o mesmo caminho. Ele mordeu o lábio, o ar fugiu-lhe dos pulmões.
Ajoelhei-me entre as pernas dele. Peguei no pau. Duro, quente, a pele macia como cetim, a ponta a escorrer. Passei o polegar na cabeça, esfreguei devagar no líquido claro. Ele tremeu, os olhos fecharam-se.
Desci com a boca. Língua na glande, a rodeá-la, a lamber. Ele arqueou as costas, os dedos a apertarem o lençol. Chupei devagar, engoli fundo, a cabeça do pau a bater-me na garganta. Subia e descia, sugava, fazia aquele som molhado que o enlouquecia. A mão apertava-lhe as bolas, cheias e pesadas. Ele gemia, ofegava, as pernas a tremerem.
Subi devagar, o corpo a deslizar sobre o dele. Ajoelhei-me, as coxas abertas de cada lado. Ele quis tocar.
— Não. Só olhas.
Sentei-me. A cabeça do pau encostou-se, abriu caminho, entrou. Senti cada centímetro a preencher-me, a rasgar-me. Enterrei-me até ao fundo, as bolas a baterem. As paredes agarraram-no, puxaram-no para dentro. Comecei a cavalgá-lo. Devagar, o pau a roçar no fundo, a tocar o ponto que me faz revirar os olhos. Subia, descia, os peitos a balançarem, a bunda a bater-lhe nas coxas. Apertei, soltei, contraí as paredes à volta dele. Ele estava perdido, a boca aberta, a respirar curto.
— Vira-te — pediu, a voz rouca.
— Não.
— Por favor.
— Queres comer-me de quatro?
— Quero.
Levantei-me devagar. O pau saiu com um som molhado. Virei-me. Ajoelhei-me no colchão, peitos no lençol, bunda empinada, pernas abertas. Oferecida. Ele viu a boceta molhada, os lábios escuros pendurados, o cu fechadinho a piscar.
Não esperou. Enfiou-se de uma vez. Enterrou-se inteiro, fundo, a bater-me no colo do útero. Ele segurou-me a cintura com força e começou a foder-me. Forte.. Cada estocada atirava o meu corpo para a frente, os peitos a arrastarem-se no lençol.
Assim — gemi. — Fode-me mais fundo.
A mão dele deu uma estalada na minha bunda. Depois outra. Depois uma terceira, mais forte. A marca a arder na pele. Ele fodia-me como de certeza sua mulher não deixava. Apertei mais, contraí-me à volta dele.
Puxou-me o cabelo com força, arqueou-me a nuca, forçou a minha cara virada para o lado. Senti-o a pulsar dentro de mim.
— Vou... — avisou.
— Vai.
Apertei como quem estrangula. Senti o pau endurecer, crescer, a ponto de rebentar. Ele gozou dentro de mim. Um rugido gutural. Cada jato quente, espesso, a encher-me, a misturar-se comigo. As pernas tremeram, as mãos seguraram-me a bunda. Eu gozei também, as paredes a contraírem-se à volta dele, a apertarem, a não quererem largar.
Ficámos assim. Ofegantes. Colados. O líquido a escorrer-me pela coxa.
Ele saiu devagar. O pau a deslizar, a glande a raspar-me na entrada, o gozo a escorrer-me pelo meio das pernas.
— Porra... nunca gozei assim.
Não respondi. Levantei-me. Senti o leite a escorrer-me pela coxa até ao joelho. Fui ao banheiro. Limpei-me.
Ele vestia-se quando voltei.
— Foi bom — disse, sem me olhar.
— Sei.
— Posso ligar-te?
— Talvez.

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Roxane #Outros

Comentários (2)

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  • Tuga tarado: Adoro uma boa puta e se casada mais ainda ;) gostaria de conhecer putas portuguesas para isso ;)

    Responder↴ • uid:b9408ou4fyk
  • Papaitesudo: Tesão de conto.

    Responder↴ • uid:xj5gthra