Vou com o corno para o carnaval de olinda, seduzo machos e vamos para motel.
Eu nunca imaginei que minha vida ia virar isso, mas aqui estou eu, Lucinha, 26 anos, casada com Armando há quatro anos, deitada de quatro no colchão sujo de um quarto de motel em Olinda, com três caralhos enormes me rasgando ao mesmo tempo enquanto meu corno manso assiste tudo de canto, pau murcho na mão, olhos arregalados de tesão e humilhação. Ontem à noite no carnaval, na geladeira lotada da rua do Amaro, esses três machos me comeram com os olhos, e hoje eles estão me comendo de verdade — um na boca, um na buceta melada e outro forçando o cu apertado que mal aguenta. E o pior (ou o melhor): Armando só olha, goza no chão sem nem encostar e ainda agradece.
— Olha pra tua esposa, seu corno filho da puta! — grita o moreno alto, o primeiro que me pegou na geladeira, enquanto enfia até o talo na minha garganta. — Tá vendo como ela engole rola de verdade? Não essa piroquinha ridícula que você tem.
Eu tiro a boca babando, olho pro Armando e solto com voz rouca de tanto gemer:
— Viu, seu corno inútil? Esse pau aqui tem o dobro do teu e ainda sobra pra me fazer engasgar. Você nunca chegou nem perto disso, seu fracassado!
O loiro tatuado que tá metendo na minha buceta ri alto e dá um tapa forte na minha bunda.
— Caralho, que xota gostosa! Apertadinha, molhadinha… toda casadinha safada querendo rola de macho de verdade. Fala pra ele, vadia, fala que tu prefere qualquer um menos ele!
Eu empino mais o rabo, sentindo o terceiro, o negão de pau preto brilhando de vaselina, forçando a entrada no meu cu.
— Aaaahhh porraaaa! Tá rasgando meu cu, caralho! — grito alto, voz tremendo. — Armando, seu corno manso, olha como esse negão tá arrombando teu cu de casada! Tá doendo pra caralho, mas eu amo! Tu nunca vai saber como é foder de verdade!
O negão segura meu cabelo e puxa pra trás.
— Isso, grita mais alto, sua puta! Diz que meu pau no teu cu é melhor que tudo que esse corno já tentou fazer!
— Ééééé melhor! — berro, lágrimas nos olhos de tanto tesão e dor. — Teu pau é grosso, quente, tá me rasgando inteira! Armando, seu verme, olha como eu gozo só de levar rola no cu! Tu nunca me fez gozar assim, seu otário!
Eles revezam. O loiro sai da buceta, o moreno tira da boca e o negão força mais fundo no cu. Eu sinto o cu piscando, ardendo, mas aperto em volta dele querendo mais.
— Me fode mais forte, caralho! — imploro. — Arromba esse cu de casada, faz ele ficar largo pros próximos!
O moreno se ajoelha na minha frente de novo.
— Cheira meu pau agora, vadia. Acabei de tirar do teu cu fedido.
Eu faço careta, o cheiro forte de cu e vaselina sobe.
— Não, porra… tá fedendo…
— Cheira, sua nojenta! — ele segura minha nuca e esfrega a cabeça melada no meu nariz. — Puta tem que cheirar o próprio cu no pau do macho!
Quase vomito, mas engulo o nojo e inspiro fundo. Armando solta um gemido baixo no canto.
— Tá vendo, corno? — o loiro ri. — Ela tá cheirando o cu dela mesma no meu pau e ainda gosta. E tu aí, só olhando com essa cara de trouxa.
O negão tira do cu de repente, o buraco fica aberto, ar quente saindo.
— Abre a boca, puta. Hora de limpar.
— Não… por favor… — murmuro, mas ele já enfia. Sinto o gosto amargo, salgado, nojento. Engasgo, lágrimas escorrem, mas chupo mesmo assim.
— Isso, limpa direitinho, sua porca! — o moreno manda. — Todo macho que te come tem direito de te ver engolir o gosto do teu próprio cu.
Eles me viram de todas as formas. Primeiro DP clássico: negão deitado, eu sento no pau dele no cu, loiro entra na buceta, moreno fode minha boca. Depois me botam de lado, dois na buceta e no cu ao mesmo tempo, esticando tudo, eu gritando sem parar:
— Aiii caralhooo! Dois paus na buceta e no cu! Tá me rasgando toda! Armando, seu corno, olha como eu aguento rola! Tu nunca vai aguentar nem ver isso direito!
Depois me penduram na beirada da cama, cabeça pra baixo, um fode a garganta, outro o cu, outro esfrega na cara. Eu gozo gritando, esguichando na cara do loiro.
— Toma meu leite, sua vadia casada! — o negão urra primeiro, tira do cu e goza fundo na boca aberta. Engulo gemendo, olhando pro Armando.
— Tá vendo, corno? Leite quentinho de macho de verdade. Muito melhor que o teu aguado.
O loiro goza em seguida, enchendo o cu até transbordar, sai correndo pro banheiro. Eu fico lá, de quatro, bunda empinada, merda e porra escorrendo pelas coxas, peitos balançando, espirrando tudo no chão enquanto grito de prazer e nojo misturados. Quinze minutos depois eles me pegam de novo. Agora é DP vaginal: dois paus enormes tentando entrar na mesma buceta, esticando os lábios até doer, eu berrando:
— Porraaaa! Dois caralhos na buceta! Tá me rasgando, seus filhos da puta! Mais, mete mais!
O terceiro fode minha boca até eu engasgar. Eles gozam juntos dessa vez: dois na boca, enchendo até escorrer pelo queixo, e o terceiro no cu de novo.
— Engole tudo, sua puta! — o moreno manda. — Mostra pro corno como tu gosta de tomar leite de macho.
Eu olho pro Armando, boca cheia, engulo devagar, mostro a língua limpa.
— Hummm… gostoso pra caralho… muito melhor que o teu, seu corno fracassado. O carnaval nem acabou ainda…
Eles riem, se vestem e saem prometendo voltar amanhã. Armando se aproxima, pauzinho duro de novo.
— Tá feliz, sua vadia? — ele pergunta baixinho.
Eu sorrio, ainda arrombada, gozo escorrendo.
— Feliz pra caralho. E tem mais vindo. Muito mais. Tudo meu posto há mais de um ano em www.selmaclub.com
Pra quem quiser ver os vídeos completos, as fotos sem censura e todas as putarias que eu e o corno postamos há mais de um ano, é só entrar no site da Selma Recife. Lá tem tudo: as primeiras vezes, as humilhações, as rolas que já passaram por mim. E pode ter certeza: tem postagem nova todo dia.
Comenta aí embaixo qual macho você queria ver me arrombando na próxima. Quem sabe eu não chamo ele pro próximo rolê…
Beijos molhados da tua Lucinha, a casada mais puta de Olinda. 💦🍆
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (0)