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Como conheci minha mulher

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pauligayzin

Há coisas que o destino coloca e não podemos evitar.

A chegada de vovó em casa causou uma certa mudança na minha vida. O meu quarto foi ocupado por ela até para facilitar toda a logística. Trouxemos a dona Mônica para fornecer cuidados e acabei tendo que dormir na sala que foi adaptada. Tendo Alzheimer, a vovó precisava de vigilância 24 horas. Após um tempo, dona Mônica passou a alternar com a filha os cuidados pois sozinha não dava conta. Desta forma, eu conheci a Bruna, começamos namorar. Na época eu tinha dezessete nos e a Bruna vinte. A doença acelerou depressa e vovó partiu em casa e no meu quarto! Dois dias depois, meu pai sugeriu para eu voltar ao meu quarto, recusei.

- Qual o problema?

- O senhor está doido? Vovó morreu lá.

- Para com isto!

- Então, o senhor dorme lá!

Meu pai levantou após o café, a Bruna riu para mim e disse:

- Relaxa. Ela está em outro lugar.

Minha mãe lavava as louças e meu pai foi desmontando a minha cama e pediu ajuda para levar ao meu quarto!

- Não! A cama fica na sala!

- Para de ser fresco, porra!

- Não! Tá doido?

Meu pai ficou puxando a cama de um lado, eu do outro, minha mãe sugeriu para a Bruna passar uns dias em casa e dormir no mesmo quarto até que eu acostumasse com a ideia. Nervoso, ele falou:

- Cara medroso da porra. Vai se foder!

Deu a mão para cima e saiu fora deixando que levasse a cama que estava no corredor atrapalhando a passagem.

Eu e a Bruna pegamos a cama e na hora que fui acender o interruptor, a lâmpada queimou na hora! Olhei para a Bruna de forma séria, ela falou:

- Acontece.

Botamos a cama na outra parede, a cama da vovó estava paralela a minha. Abri a janela para ventilar um pouco, a porta bateu e o quadro da parede caiu em cima da cama da vovó! Falei:

- Chama o padre, Bruna.

- Para de ser besta.

Ela colocou o quadro na parede de volta. Arrumei a cama e ela foi para casa e voltar a noite! Enquanto a Bruna não chegou, não entrei no quarto. Meu pai que acabou trocando a lâmpada. Bruna despediu dos meus pais e entrou no quarto, falou:

- Vem.

Entrei com um incenso no quarto, a Bruna riu demais! Meu pai estranhando o cheiro, falou:

- Que porra é esta? Apaga isto aí!

- É para descarregar o ambiente, pai.

- Eu vou descarregar a mão na tua cara! Apaga esta porra, caralho!

A Bruna chorou de rir. Meu pai deu a mão para o ar e falou:

- Viado do caralho!

Minha mãe chamou meu pai:

- Vem dormir, querido.

Levei o incenso para a varanda e entrei no quarto trancando a porta.

Bruna, branca, magra, cabelos pretos compridos, olhos castanhos, 1.72 de altura, vinte e um anos, estava de shortinho, blusa e deitou na cama da vovó na maior naturalidade.

Eu, branco, magro, olhos castanhos, cabelos pretos, 1.70 de altura, dezoito anos, deitei na minha cama.

Bruna estava com o bundão para cima e logo pensei em dar um trato naquela delícia! Eu olhava e não tomava atitude, ela falou:

- Não vai ter rala e rola?

Ela riu e danada que é, mandou uma mamada na minha rola grossa e mediana. Pagou um boquete maravilhoso, fodi a boca fazendo babar, um tesão. Nus, ela abriu as pernas e falou:

- Vem!

Penetrei na xota quente e carnuda, uma rosada deliciosa, comecei a foder e a cama começou a ranger! Putz!

- Vem para a minha!

- Não! Fica aqui. Tá gostoso, fode!

Ela passou a mão na xota e resolvi deitar sobre o corpo dela, frango assado, metendo forte, ela passando a mão na xota, uma delícia do caralho, ela gozou, eu estava partindo para a gozada e o estrado da cama cai!

- Deixa eu te ajudar.

Levantei a Bruna e fomos terminar na minha cama! Voltei a foder gostoso, ela tem um bucetão maravilhoso, gemendo, troca de olhares, não resisti e gozei dentro!

- Ahhh, gostosa, delícia de buceta! Ohhhh!

- Goza, isto, hummm!

Terminado, ela espalhou o leite na buceta, experimentou, gostou e caiu de boca na minha pica para limpar tudo!

- Delícia de pau!

Terminado, abri o guarda-roupa, fui pegar uma peça e o cabide de madeira desmontou sozinho! Caralho! A Bruna olhou e riu demais! Falei:

- Amanhã o padre vem aqui.

Ela caiu na risada! Falei:

- Não brinca com isto, Bruna. Tá foda!

Entre beijos, tomamos um banho e dormimos na minha cama.

Dia seguinte, chamei o padre. Benzeu toda casa, eu quase tomei um banho de água benta, minha mãe falou ao padre que era coisa da minha cabeça e a Bruna caiu numa risada dada pelo nariz!

Consertei a cama, pedi um colchão novo e joguei fora os lençóis, travesseiro, tudo que lembrasse a vovó foi para o lixo! Só ficaram as fotos e documentos pessoais.

Meu pai, acho que no intuito de atazanar, mandou fazer um quadro da vovó e colocou na parede do meu quarto! Vovó ria no quadro tipo deboche! Quando eu vi, tirei! Chamei o coroa e falei já rindo:

- Bota no seu quarto.

A Bruna e minha mãe choravam de rir. Meu pai começou a dar risada com aquele jeito bonachão dele de italiano, eu não aguentei e ri mais! Falei:

- Fica com o quadro, pai!

Caí numa risada louca e ninguém aguentou.

Por fim, o quadro foi parar na sala.

Dias depois, a Bruna avisou que estava grávida. Meu pai chegou e falou:

- Viu o quê dá fazer coisa errada no quarto da vovó?

A risada coletiva foi parar na rua! Choramos de rir!

Minha começava a mudar!

Não fosse a triste doença da vovó, não teria conhecido a Bruna. Coisas do destino.

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