Como conheci minha mulher
Há coisas que o destino coloca e não podemos evitar.
A chegada de vovó em casa causou uma certa mudança na minha vida. O meu quarto foi ocupado por ela até para facilitar toda a logística. Trouxemos a dona Mônica para fornecer cuidados e acabei tendo que dormir na sala que foi adaptada. Tendo Alzheimer, a vovó precisava de vigilância 24 horas. Após um tempo, dona Mônica passou a alternar com a filha os cuidados pois sozinha não dava conta. Desta forma, eu conheci a Bruna, começamos namorar. Na época eu tinha dezessete nos e a Bruna vinte. A doença acelerou depressa e vovó partiu em casa e no meu quarto! Dois dias depois, meu pai sugeriu para eu voltar ao meu quarto, recusei.
- Qual o problema?
- O senhor está doido? Vovó morreu lá.
- Para com isto!
- Então, o senhor dorme lá!
Meu pai levantou após o café, a Bruna riu para mim e disse:
- Relaxa. Ela está em outro lugar.
Minha mãe lavava as louças e meu pai foi desmontando a minha cama e pediu ajuda para levar ao meu quarto!
- Não! A cama fica na sala!
- Para de ser fresco, porra!
- Não! Tá doido?
Meu pai ficou puxando a cama de um lado, eu do outro, minha mãe sugeriu para a Bruna passar uns dias em casa e dormir no mesmo quarto até que eu acostumasse com a ideia. Nervoso, ele falou:
- Cara medroso da porra. Vai se foder!
Deu a mão para cima e saiu fora deixando que levasse a cama que estava no corredor atrapalhando a passagem.
Eu e a Bruna pegamos a cama e na hora que fui acender o interruptor, a lâmpada queimou na hora! Olhei para a Bruna de forma séria, ela falou:
- Acontece.
Botamos a cama na outra parede, a cama da vovó estava paralela a minha. Abri a janela para ventilar um pouco, a porta bateu e o quadro da parede caiu em cima da cama da vovó! Falei:
- Chama o padre, Bruna.
- Para de ser besta.
Ela colocou o quadro na parede de volta. Arrumei a cama e ela foi para casa e voltar a noite! Enquanto a Bruna não chegou, não entrei no quarto. Meu pai que acabou trocando a lâmpada. Bruna despediu dos meus pais e entrou no quarto, falou:
- Vem.
Entrei com um incenso no quarto, a Bruna riu demais! Meu pai estranhando o cheiro, falou:
- Que porra é esta? Apaga isto aí!
- É para descarregar o ambiente, pai.
- Eu vou descarregar a mão na tua cara! Apaga esta porra, caralho!
A Bruna chorou de rir. Meu pai deu a mão para o ar e falou:
- Viado do caralho!
Minha mãe chamou meu pai:
- Vem dormir, querido.
Levei o incenso para a varanda e entrei no quarto trancando a porta.
Bruna, branca, magra, cabelos pretos compridos, olhos castanhos, 1.72 de altura, vinte e um anos, estava de shortinho, blusa e deitou na cama da vovó na maior naturalidade.
Eu, branco, magro, olhos castanhos, cabelos pretos, 1.70 de altura, dezoito anos, deitei na minha cama.
Bruna estava com o bundão para cima e logo pensei em dar um trato naquela delícia! Eu olhava e não tomava atitude, ela falou:
- Não vai ter rala e rola?
Ela riu e danada que é, mandou uma mamada na minha rola grossa e mediana. Pagou um boquete maravilhoso, fodi a boca fazendo babar, um tesão. Nus, ela abriu as pernas e falou:
- Vem!
Penetrei na xota quente e carnuda, uma rosada deliciosa, comecei a foder e a cama começou a ranger! Putz!
- Vem para a minha!
- Não! Fica aqui. Tá gostoso, fode!
Ela passou a mão na xota e resolvi deitar sobre o corpo dela, frango assado, metendo forte, ela passando a mão na xota, uma delícia do caralho, ela gozou, eu estava partindo para a gozada e o estrado da cama cai!
- Deixa eu te ajudar.
Levantei a Bruna e fomos terminar na minha cama! Voltei a foder gostoso, ela tem um bucetão maravilhoso, gemendo, troca de olhares, não resisti e gozei dentro!
- Ahhh, gostosa, delícia de buceta! Ohhhh!
- Goza, isto, hummm!
Terminado, ela espalhou o leite na buceta, experimentou, gostou e caiu de boca na minha pica para limpar tudo!
- Delícia de pau!
Terminado, abri o guarda-roupa, fui pegar uma peça e o cabide de madeira desmontou sozinho! Caralho! A Bruna olhou e riu demais! Falei:
- Amanhã o padre vem aqui.
Ela caiu na risada! Falei:
- Não brinca com isto, Bruna. Tá foda!
Entre beijos, tomamos um banho e dormimos na minha cama.
Dia seguinte, chamei o padre. Benzeu toda casa, eu quase tomei um banho de água benta, minha mãe falou ao padre que era coisa da minha cabeça e a Bruna caiu numa risada dada pelo nariz!
Consertei a cama, pedi um colchão novo e joguei fora os lençóis, travesseiro, tudo que lembrasse a vovó foi para o lixo! Só ficaram as fotos e documentos pessoais.
Meu pai, acho que no intuito de atazanar, mandou fazer um quadro da vovó e colocou na parede do meu quarto! Vovó ria no quadro tipo deboche! Quando eu vi, tirei! Chamei o coroa e falei já rindo:
- Bota no seu quarto.
A Bruna e minha mãe choravam de rir. Meu pai começou a dar risada com aquele jeito bonachão dele de italiano, eu não aguentei e ri mais! Falei:
- Fica com o quadro, pai!
Caí numa risada louca e ninguém aguentou.
Por fim, o quadro foi parar na sala.
Dias depois, a Bruna avisou que estava grávida. Meu pai chegou e falou:
- Viu o quê dá fazer coisa errada no quarto da vovó?
A risada coletiva foi parar na rua! Choramos de rir!
Minha começava a mudar!
Não fosse a triste doença da vovó, não teria conhecido a Bruna. Coisas do destino.
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