Arrombada pelo Pauzão do Filho da Vizinha: Gozada no Cu e Buceta Melando Tudo
Oi gente, eu sou a Vanessa, tenho 39 anos, casada há sete, morena alta de 1,76 m, 71 kg, peitos médios bem firmes que ainda empinam sozinhos, coxas grossas que roçam uma na outra quando caminho e uma bunda empinada que faz qualquer saia virar pecado. Meu marido mal encosta em mim há meses, deixa minha bucetinha esquecida, seca de tanto tesão acumulado. Mas olha só o que rolou nas minhas aventuras recentes aqui em Recife: uma tarde na casa da minha melhor amiga no bairro da Tamarineira virou o dia em que eu me entreguei de vez pro pauzão do filho dela, um novinho de 18 anos tarado que me arrombou a buceta e depois o cu com vontade, deixando tudo melado, dolorido e latejando de prazer. Se você curte rola grossa entrando sem dó, peidos escapando de tesão, gemidos abafados e gozada escorrendo pelas coxas, cola aqui até o final porque as próximas aventuras vão ficar ainda mais safadas. Pra me achar e ver tudo de pertinho, é só procurar na internet por www.selmaclub.com. Agora segura aí que eu conto tudinho em detalhes...
Aquele dia eu tava louca de carência. Acordei com a calcinha já úmida só de lembrar como meu marido vira as costas na cama. Decidi me arrumar pra matar a saudade de me sentir desejada. Coloquei uma saia preta curtíssima, daquelas que mal cobrem a bunda quando eu sento, e uma blusinha de decote profundo que deixava metade dos peitos à mostra, os biquinhos endurecidos marcando o tecido fino. Nada de sutiã, só o atrito da roupa já me deixava arrepiada. Peguei a bolsa e fui pra casa da Júlia, minha amiga de anos, ali pertinho na Rua da Aurora, pertinho do Marco Zero.
Cheguei batendo na porta e quem abriu foi o filho dela, o Lucas — não, pera, o nome dele é Enzo, 18 aninhos recém-completos, corpo malhado de quem malha na academia da Pracinha de Casa Amarela, pele morena queimada de sol e um olhar de quem já comeu muita safada. Ele tava de short folgado e regata, mas o volume na frente denunciava que o moleque acordou pilhado.
— Boa tarde, tia Vanessa — ele disse com aquele sorrisinho safado, os olhos descendo direto pras minhas coxas.
— Oi, lindo. Cadê tua mãe? — perguntei, já sentindo o calor subindo.
— Tá lá em cima arrumando o quarto. Pode entrar, senta aí no sofá que eu chamo ela.
Entrei rebolando um pouco mais do que o normal, sentindo o tecido da saia subir. Sentei no sofá de couro, cruzei as pernas devagar, deixando a saia subir até quase mostrar a calcinha de renda preta. Ele voltou rapidinho.
— Ela já desce. Relaxa aí.
Sentei mais aberta, fingindo arrumar o cabelo, mas na real abrindo espaço pra ele ver. Olhei de canto e vi: o pau dele tava inchando o short, grosso, marcando forte. Meu Deus, que rola grande... Meu corpo inteiro formigou. Abri mais as pernas, devagar, deixando a calcinha aparecer. Ele mordeu o lábio, o olhar fixo na minha virilha.
A Júlia desceu, toda sorridente, sem desconfiar de nada.
— Oi, amiga! Desculpa a demora.
Ficamos conversando sobre fofoca da vizinhança, mas o Enzo não tirava os olhos de mim. Cada vez que a mãe virava pro lado, a mão dele vinha devagar pela minha coxa. Primeiro só encostando, depois acariciando a pele macia. Eu tava molhadinha, a calcinha grudando na buceta inchada. Ele subia mais, os dedos roçando a borda da renda. Quando a Júlia olhou pro celular, ele enfiou a mão por baixo da saia, apertou minha buceta por cima da calcinha e sussurrou baixinho:
— Tá pingando, tia...
Eu quase gemi alto. Apertei as coxas na mão dele, esfregando de leve. Ele apertou mais forte, o dedo médio roçando meu clitóris por cima do pano. Meu corpo tremia. Pra disfarçar, ri de uma piada boba da Júlia, mas por dentro eu tava gritando de tesão.
De repente ele levantou, foi na cozinha e voltou com um copo d'água. Sentou do meu outro lado dessa vez, mais perto. A mão voltou, agora sem vergonha. Passava nos peitos por cima da blusa, apertava o bico duro, descia pra bunda, apertava a carne empinada. Eu já tinha me rendido. Peguei no pau dele por cima do short — nossa, era enorme, uns 18 cm fácil, grosso pra caralho, pulsando na minha mão. Nunca tinha sentido uma rola tão pesada.
— Quero meter nessa buceta agora — ele murmurou no meu ouvido.
Eu queria também, mas a mãe tava ali. Até que a Júlia falou:
— Gente, acabou o açúcar. Vou rapidinho no mercadinho da esquina. Já volto!
Mal ela saiu pela porta, Enzo me puxou pro colo dele.
— Temos uns cinco minutos, safada. Abre essa perna.
Me beijou com fome, língua invadindo minha boca enquanto enfiava dois dedos na minha buceta encharcada. Eu gemia na boca dele. Ele me virou de quatro no sofá, levantou a saia, arrancou a calcinha pro lado e meteu tudo de uma vez. Sem camisinha, sem dó. A rola grossa abriu caminho, esticando minha bucetinha que tava sem uso há meses. Doeu gostoso, ardeu, mas o prazer veio junto. Ele socava forte, o saco batendo na minha bunda, fazendo barulho molhado.
— Ai, caralho... me arromba, vai... — eu gemia baixinho, mordendo o braço do sofá.
Ele metia mais rápido, segurando minha cintura. De repente senti um peido escapar de tanto tesão, alto e sem vergonha. Ele riu safado:
— Gostosa, peidando pra mim... delícia.
Continuou socando até gozar forte dentro de mim. Jatos quentes enchendo minha buceta, escorrendo pelas coxas. Saí arrombada, melada, o cuzinho piscando de vontade também.
Dias depois, chamei ele pra minha casa no Pina, enquanto o marido tava no trabalho. Dessa vez sem pressa. Coloquei uma micro câmera que comprei em https://temu.to/k/gb38oe2eqsd pra gravar tudo pras minhas aventuras. Ele chegou pilhado, me jogou na cama de bruços, cuspiu no meu cu e meteu devagar no comecinho. Doeu pra caralho, ardeu como fogo, mas eu empinei mais, querendo tudo.
— Vai devagar... ai... tá rasgando meu cu...
Ele não foi devagar. Metia cada vez mais fundo, a rola grossa abrindo meu cuzinho apertado. Eu gemia alto, lágrimas nos olhos de dor e prazer misturados. Ele apertava meus peitos, mordia meu pescoço, socava sem parar. Gozou de novo dentro do cu, enchendo tudo. Saí escorrendo porra pelos dois buracos, o corpo tremendo.
A Júlia que me perdoe, mas o filho dela tem uma rola dos deuses. Depois dessa eu virei louca por novinho tarado, rola grande e grossa. Adoro quando eles me arrombam sem dó, me deixam dolorida pros próximos dias.
E aí, gostou da aventura? Quer saber o que vem depois? Se eu vou chamar ele de novo, se vou levar pro motel da BR-101, se vou gravar mais com a micro câmera... Deixa teu comentário aqui embaixo, me conta o que você faria se fosse o Enzo. Quem sabe na próxima eu conto mais safadeza.
Beijos molhados e até a próxima aventura! 🔥🍑
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