Quando o corno viaja, é assim que convido amigos para a cama. Queres vir hoje?
Bom dia, meus safados doentes. Aqui é Selma Recife, deitada na cama sozinha, roçando minha buceta molhada e meu cu ainda dolorido no lençol enquanto digito isso pra vocês. Meu corno viajou pra resolver problema de família e só volta na terça. Tô há dois dias com uma carência do caralho, a bunda coçando, latejando, louca pra levar rola grossa bem fundo, daqueles que arromba de verdade. Fiquei o dia todo no Telegram VIP oferecendo meu rabo, mas ninguém disponível por perto. Aí resolvi relembrar aquela tarde quente em Gravatá, interior de Pernambuco, e contar tudo com detalhes pra vocês gozarem pensando em mim.
Eu tinha passado a manhã inteira andando no sol escaldante de Gravatá. Muito calor, muito suor. Voltei pro apartamento alugado com a calça jeans clara grudada no corpo, o tecido molhado marcando minha bunda grande, o rego todo escuro de suor. O cheiro da minha bunda tava forte pra caralho — aquele cheiro natural de mulher que passou o dia suada, sem tomar banho, bunda peluda e quente. Eu adoro isso. Adoro quando o macho enfia a cara e sente o cheiro real da minha bunda de casada.
Mandei mensagem pra um macho de 45 anos que tava por lá. Casado, dotado pra caralho, louco pra comer bundas porque a esposa nunca deu. Ele chegou em menos de 20 minutos. Assim que abriu a porta, eu já tava deitada de bruços na cama, calça ainda no corpo, empinando a bunda bem alta.
— Cheira primeiro, vai — ordenei, olhando pra ele por cima do ombro.
Ele arriou minha calça devagar, puxou a calcinha preta pro lado e encostou o nariz bem no meio da minha bunda suada. Respirou fundo, gemendo alto:
— Porra, Selma… que cheiro forte da porra! Tua bunda tá podre de suor… azedo, quente… delícia, caralho!
Ele enfiou a cara inteira, esfregando o nariz no meu rego, sugando forte, lambendo meu cu com fome. Passava a língua bem fundo, gemendo como um animal.
— Isso… lambe esse cu suado, filho da puta. Sente o cheiro da mulher casada que tá traindo o corno dela — eu rebolava na cara dele, gemendo.
Ele ficou uns bons minutos ali, cheirando, lambendo, babando no meu cu. Depois tirou a rola pra fora. Quando vi o tamanho, gelei:
— Caralho… que pica enorme… vai me rasgar toda.
— Tem certeza que quer sem lubrificante? — perguntou ele, batendo a rola grossa na minha bunda.
— Lubrificante um caralho. Enfia essa porra logo. Quero sentir rasgando, quero dor.
Fiquei de quatro, empinei bem alto. Ele cuspiu só na cabeça da rola e encostou. Pressionou devagar. Eu fiz força como se fosse cagar. A cabeça grossa abriu meu cu e entrou. Gritei alto:
— Aiiii porraaa! Tá rasgando meu cu! Tá muito grosso… ai caralho, tá queimando!
Ele segurou minha cintura com força e meteu tudo de uma vez. Senti meu intestino sendo empurrado pra cima. A dor foi insana, mas o tesão foi maior. Ele começou a foder forte, batendo fundo, as bolas batendo na minha buceta.
— Isso, vadia! Toma essa rola no cu! — ele rosnava, dando tapas fortes na minha bunda.
Eu gritava, rebolava, xingava:
— Mete, porra! Arromba o cu dessa puta casada! Meu corno nem imagina que tô levando rola grossa agora! Mais fundo, vai!
Comecei a peidar forte toda vez que ele tirava e enfiava. Peidos longos, molhados, fedorentos. Ele ficou louco:
— Peida, safada! Peida na pica do teu macho! Que cheiro bom da porra!
De repente senti uma vontade enorme de cagar. Não avisei. Empurrei e comecei a soltar merda na rola dele enquanto ele metia. Merda mole, quente, escorrendo pelo pau grosso, sujando a barriga dele, pingando na cama.
— Porra, Selma! Tu tá cagando no meu pau! Que vadia imunda! — ele gritou, mas não parou, meteu ainda mais bruto.
— Isso… me fode suja… eu sou uma puta nojenta mesmo! Mete mais, vai! Me faz cagar mais na tua pica!
Ele me fodeu como um animal, a rola entrando e saindo toda marrom. Eu gozei gritando, tremendo inteira, apertando o cu na rola dele. Ele deu tapas fortes na minha cara e na bunda, segurou firme e gozou lá no fundo, enchendo meu cu arrombado de porra quente, misturada com minha merda.
Ficamos um tempo parados, suados, fedidos, ele ainda dentro de mim. Depois ele saiu devagar. Meu cu ficou piscando, aberto, vermelho, escorrendo porra e merda. Pegamos duas cervejinhas geladas e ficamos deitados na cama, eu de lado, bunda arrombada pra cima, ele passando a mão no meu cu aberto.
Foi aí que meu celular tocou. Era o corno.
— Atende — eu disse pro macho, sorrindo safada.
Ele atendeu no viva-voz. Eu falei primeiro, voz manhosa:
— Oi amor… tá tudo bem aí? Aqui tá quente pra caralho… acabei de levar uma rola enorme no cu. Tá arrombada, escorrendo porra e merda agora.
O corno ficou em silêncio do outro lado. O macho riu e falou:
— E aí, corno? Sou eu que acabei de arrombar o cu da tua mulher. Pica grossa, 22cm. Ela cagou na minha rola toda enquanto eu metia. Que bunda gostosa, hein? Bem suada, cheirosa. Obrigado por deixar ela sozinha, mano. Tô bebendo cerveja agora enquanto o cu dela ainda tá piscando aberto.
Eu ri alto:
— Ouviu, corno? Ele me fodeu bem gostoso. Agora vai tomar um banho que eu tô toda suja de porra e merda. Beijo, amor!
Desligamos rindo. O macho me deu um tapa na bunda e disse:
— Quero mais.
Fomos pra cozinha. Eu me deitei de costas na mesa, pernas bem abertas e pra cima, na posição de frango assado. Bunda virada pra ele, cu ainda aberto e melado.
— Vem, enfia de novo. Quero sentir bem fundo nessa posição.
Ele passou manteiga na rola e enfiou tudo. Nessa posição o pau entrava ainda mais fundo. Eu gritei:
— Aiiii porra! Tá batendo no estômago! Tá muito fundo… ai caralho!
Ele começou a meter forte, segurando minhas pernas. Meu cu soltava peidos molhados toda hora, merda e porra escorrendo na mesa.
— Peida mais, vadia! Peida enquanto eu te fodo!
— Tô me peidando toda… ai que nojo… mete mais fundo, porra! Arromba esse cu de casada!
Ele metia com força, batia na minha cara, apertava meus peitos. Eu gozei de novo, esguichando na mesa. Ele meteu mais algumas vezes e gozou pela segunda vez, enchendo meu cu ainda mais.
Ficamos ali, eu de pernas pra cima, cu destruído, escorrendo tudo. Ele pegou o celular e filmou meu cu aberto.
Essa foi uma das tardes mais safadas da minha vida.
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Tô esperando sua mensagem, safado.
Quem vai ser o próximo a arrombar meu cu enquanto meu corno escuta do outro lado?
Beijos com cheiro de bunda suada e porra,
**Selma Recife** 🔥
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