#Outros

Meu novo vizinho

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O Narrador de Contos

Finalmente consegui ficar com meu novo vizinho gato

Chegou um novo vizinho na minha rua há pouco mais de um mês. Seu nome é Anderson e ele tem cerca de trinta anos, mas aparenta ser ainda mais jovem devido à sua beleza estonteante. Desde que o vi pela primeira vez, sinto-me inexplicavelmente atraída por ele.
Anderson é alto e possui uma constituição física muito bem definida, com músculos volumosos que se destacam sob a pele bronzeada pelo sol. Seus cabelos são castanhos e sempre bem cuidados, em um corte curto que lhe confere um ar rebelde e sedutor. Os olhos dele são de um tom verde esmeralda impressionante, capazes de hipnotizar qualquer mulher que os encare.
Hoje em dia é raro encontrar homens assim, que cuidam tanto do corpo e se preocupam com a aparência. Anderson parece ter saído direto das capas de uma revista de musculação, com seus braços fortes e seu peitoral sarado e definido. Ele sempre usa roupas justas para exibir o físico sarado, e isso me deixa louca de desejo.
Logo que ele se mudou, tentei criar algumas oportunidades para conhecê-lo melhor. Comecei a passear mais cedo pela manhã, na esperança de encontrá-lo saindo para correr ou fazer exercícios. Algumas vezes o cumprimentei com um aceno amistoso, mas ele sempre parecia distraído e nem sequer notava minha presença.
Até que, finalmente, tive uma ideia brilhante. Decidi convidá-lo para tomar um café na minha casa, como uma forma de nos apresentarmos oficialmente. Preparei um delicioso bolo de chocolate, pois descobri que era seu prato preferido, e esperei pacientemente pela chegada dele.
Anderson apareceu pontualmente no horário combinado, vestindo uma calça jeans e uma regata branca que deixava à mostra todos os contornos dos seus músculos definidos. Mal consegui conter a excitação ao vê-lo tão perto de mim.
Conversamos animadamente durante horas, enquanto saboreávamos o café e as delícias que havia preparado. Ele me contou um pouco sobre sua vida, seus gostos e preferências, e eu não pude deixar de perceber como é encantador e charmoso quando fala. Fiquei completamente fascinada por aquele homem.
A certa altura da conversa, notei que o olhar dele parecia diferente. Havia uma intensidade em seus olhos que me fez estremecer por dentro. Anderson começou a fazer perguntas mais íntimas e o assunto foi se desviando para território proibido.
Sem que eu percebesse direito como aconteceu, de repente estávamos nos beijando com paixão. Suas mãos percorriam meu corpo enquanto eu me entregava completamente àquele momento de puro desejo. Ele me levantou no colo e me colocou de quatro no sofá da sala.

Com um movimento rápido, Anderson abriu o zíper da calça jeans que usava e tirou seu pênis já ereto. Ele se aproximou por trás de mim e posicionou sua glande na entrada da minha vagina úmida de excitação. Com um único impulso forte, penetrou-me fundo, fazendo com que eu soltasse um gemido de prazer.
A sensação era incrível - a pressão do pau grosso dele preenchendo meu sexo palpitante. Comecei a rebolar lentamente, enquanto ele segurava meus quadris e começava a me foder com movimentos ritmados. Suas estocadas eram profundas e precisas, atingindo pontos dentro de mim que nunca havia sentido antes.
Enquanto Anderson metia sem parar, eu sentia suas mãos percorrendo minhas costas e omoplatas, deixando um rastro de desejo por onde passavam. Ele segurou meus cabelos com força, puxando minha cabeça para trás enquanto me penetrava com ainda mais intensidade. A mistura de dor e prazer era inebriante.
A cada estocada, eu podia ouvir os sons molhados do sexo que fazíamos ecoando pela sala. Meus gemidos ficavam cada vez mais altos e desesperados à medida que o orgasmo se aproximava. Anderson deve ter percebido meu estado de excitação, porque começou a me foder ainda mais rápido e com ainda mais força.
Quando finalmente gozei, foi como uma explosão dentro do meu corpo. Meu sexo se contraiu violentamente ao redor do pau de Anderson, que gemeu alto e me acompanhou no êxtase. Ele continuou metendo por alguns instantes até que seus movimentos foram ficando cada vez mais lentos e menos coordenados.
"Talita o que é isso!" Ouvi a voz da minha mãe na porta da sala.

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