Selma presa num país onde o anal é proibido.
E aí, meus amores… é a Selma aqui, com a buceta ainda latejando só de lembrar dessa loucura que vivi. Essa história é uma ficção pesada pra caralho, onde coloco meu rosto verdadeiro gerado por IA pra deixar vocês tudo melado. Imaginem eu, aquela vadia de cu estufado e arrombado de tanto dar, indo parar num país onde sexo anal é considerado crime. Fui pega, humilhada, algemada e transformada na puta oficial de uma prisão inteira. Preparem o pau ou a buceta, porque esse conto tá cheio de dor, prazer, merda, porra, gritos e muito tesão doente.
Eu desci do avião sentindo aquele calor insuportável grudando na pele como uma segunda camada. O país era bonito pra porra, mas tinha uma energia estranha no ar. Placas por todo lado: “RESPEITE AS LEIS LOCAIS”. Olhares desconfiados dos guardas. Minha mala tava lotada de micro saias, vibradores, plug anal e lingerie safada. Eu sou assim mesmo… não consigo ficar um dia sem putaria.
No controle de imigração, um guarda grandão me puxou pra uma sala lateral dizendo que era “inspeção aleatória”. Meu coração acelerou, mas minha buceta já deu aquela piscadinha traidora. Lá dentro tinha dois machos enormes, tipo armários, e uma mulher de cara azeda mas com olhar de quem queria comer.
— Tira tudo, turista — mandou o mais velho, voz grossa.
Eu fui tirando devagar, provocando. Blusa justa, saia curta, sutiã, até ficar só de calcinha. A calcinha tava encharcada. A mulher se aproximou com luvas de borracha e mandou tirar também. Fiquei pelada na frente deles. Me virei, empinei a bunda e abri as bandas com as duas mãos, mostrando meu cu estufado, inchado, marcado de tanto uso.
Eles ficaram em silêncio por um segundo. Depois o caos.
— Sua puta arrombada! Isso aqui é crime! Você está presa! — gritou o guarda.
Fui algemada na hora, vestiram em mim um uniforme listrado ridículo de presidiária — casaco e saia curta branco e cinza que mal cobria minha bunda — e me jogaram numa van quente pra caralho.
Chegando na prisão, o cheiro era de merda velha, suor azedo e desespero. Me jogaram numa cela minúscula, com uma cama de cimento áspero, uma privada imunda no canto e correntes. Me prenderam de quatro, bunda empinada, buceta e cu totalmente expostos. O uniforme levantado, a saia inútil. Eu me sentia uma cadela no cio.
No primeiro dia, a porta de ferro rangeu. Entrou um guarda negro enorme, quase dois metros, com um volume monstruoso na calça.
— Então você gosta de dar o cu, é? Aqui isso é crime… mas pra você vai ser diversão todo dia.
Ele cuspiu na mão, esfregou no pau gigante e enfiou tudo de uma vez no meu cu seco. Eu urrei de dor. Parecia que meu cu tava sendo rasgado ao meio. Ele metia com força bruta, socando fundo, enquanto eu gemia e chorava. Meu cu começou a soltar peidos altos e, de repente, a merda começou a sair, melando o pau dele, minha bunda e o chão. Ele riu alto.
— Olha essa puta se cagando toda! Que nojenta!
Mesmo assim ele não parou. Continuou metendo na merda, até gozar bem fundo dentro de mim. Saiu, me deixou lá tremendo, cu ardendo, bunda e coxas sujas de merda e porra.
No segundo dia vieram dois. Um negro com pau de tronco e outro mais baixo com um caralho grosso como lata de cerveja. Um enfiou na minha boca, o outro no cu. Eu engasgava com o pau suado e salgado enquanto levava no rabo. Me caguei de novo. O cheiro forte de merda encheu a cela. Eles me xingavam sem parar: “Puta imunda! Vadia nojenta! Chupa direito sua cachorra!”
E assim foi escalando. Terceiro dia: três guardas. Quarto dia: quatro. Virou uma suruba diária. Me foderam de quatro, de lado, frango assado, dois paus no cu ao mesmo tempo esticando meu buraco ao limite. Eu gritava, gozava, me cagava, lambia os paus melados de merda como se fosse chocolate. Um careca com pau curvo adorava fazer eu chupar depois de foder meu cu. O gosto era forte, terroso, nojento… e eu gozava enquanto lambia tudo.
As semanas foram passando. Eu virava a atração principal da prisão. Os presos batiam nas grades gritando “Arromba essa vadia!”, enquanto eu era usada sem dó.
Foi por volta da metade dessa loucura toda que eu comecei a imaginar como seria compartilhar essa putaria toda. Foi aí que pensei nos meus espaços onde coloco tudo isso pra quem tem mente tão doente quanto a minha: www.selmaclub.com, o Telegram VIP www.bit.ly/telemanu e o ScatBook https://scatbook.com/manurecife2026. São nesses lugares que eu e minhas amigas soltamos os contos mais pesados, as fotos com meu rosto real nas cenas e as putarias mais extremas que vocês podem imaginar.
Depois disso, a coisa só piorou (ou melhorou). Me colocavam em posição de frango assado, pernas pra cima, um no cu, outro na buceta, um na boca e o quarto batendo punheta na minha cara. Eu esguichava tanto que o chão da cela virava um lamaçal de porra, mijo, merda e squirt. Meu cu nunca mais foi o mesmo — ficou permanentemente aberto, vermelho, inchado, marcado de tanto abuso.
Os guardas cuspiam na minha cara, me davam tapas na bunda já destruída, me chamavam de “cadela humana”, “buraco público”, “pior puta do mundo”. E eu? Eu gozava feito louca com cada humilhação.
No penúltimo dia, o primeiro guarda que me fodeu veio sozinho. Me soltou das correntes, me jogou na cama de cimento e me comeu devagar, quase carinhoso, olhando nos meus olhos enquanto metia fundo no meu cu destruído.
— Amanhã você vai embora… mas esse cu nunca vai esquecer a gente — rosnou, enchendo minhas tripas de porra quente.
No último dia me soltaram. Saí da prisão ainda com o uniforme listrado, bunda ardendo, pernas fracas, cheirando a sexo e merda, mas com um sorrisinho safado no rosto. Enquanto esperava o voo no aeroporto, só conseguia pensar que tinha sido a melhor “férias” da minha vida.
E agora, aqui estou eu, contando tudo pra vocês.
Se você aguentou ler até aqui e tá com o pau latejando ou a buceta pingando, imagina ver as fotos com meu rosto real nessas cenas? Imagina ler outras histórias ainda mais pesadas minhas e das minhas amigas casadas, putas, vadias e depravadas?
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Lá tem de tudo: suor, chulé, pão molhado, casadas safadas, scat real e fictício, humilhação pesada e muito mais.
Beijos no cu de quem aguentou…
E bem vindo ao meu mundo.
Selma.
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