Pagamento em espécie
Imagine um advogado viúvo de 48 anos em Recife, que recebe em seu escritório a mulher mais gostosa e complicada que já conheceu: Delta, uma morena alta, peituda e safada pra caralho, casada com um marido violento. Ela não tem dinheiro pra pagar os serviços jurídicos, então inventa um acordo safado: pagar a dívida com o próprio corpo, em parcelas quentes, cheias de controle, humilhação, dor gostosa e prazer proibido. O que começa como fantasia vira vício — sessões no escritório com vista pra rua, plugues, clips nos mamilos, anal rasgando com dor insana, peidos involuntários no calor da foda e uma entrega total onde ela implora por mais. Cada detalhe dessa aventura real é suado, molhado, dolorido e viciante. Leiam até o fim, sintam o peso dos clips, o ardor na bunda, o cheiro de buceta encharcada e depois comentem: você cobraria dessa forma? Qual próxima parcela quer ler? Porque em Pernambuco esse pagamento em espécie tá só começando e o desejo não tem limite.
Meu nome é Alexandre Betts, tenho 48 anos, sou advogado aqui em Recife e moro num apartamento simples em Boa Viagem. Perdi minha esposa anos atrás pro câncer e desde então vivo mergulhado no trabalho. Até o dia que Delta Ann entrou no meu escritório, alta, morena de pele oliva, cabelo preto sedoso que brilhava quase azul, olhos castanhos penetrantes, corpo de dar inveja em qualquer uma: peitos enormes e firmes, cintura fina e uma bunda redonda, empinada, que balançava hipnotizante quando ela andava de salto.
Delta tinha 36 anos, era casada com um cara problemático e veio me procurar pra resolver uma briga séria envolvendo herança e agressão. Eu resolvi tudo pra ela. Mas quando chegou a hora de pagar, ela não tinha dinheiro. Foi aí que inventou essa história de “pagamento em espécie”. Uma fantasia de dívida que ela precisava viver pra se sentir segura. Eu, que sempre fui certinho, acabei entrando no jogo. E agora não consigo mais parar.
Era fim de tarde, quase 17h30. Ouvi a porta da frente abrir. Minha secretária, Penha, uma loira simpática e eficiente, conversava animada com Delta. Logo Penha gritou:
— Dr. Alexandre, tô indo levar o menino pro treino. Até amanhã!
— Tá bom, Penha. Qualquer coisa eu te mando mensagem.
Penha sabia desaparecer quando Delta chegava. O ar ficava carregado de eletricidade.
*Click, click, click...* os saltos altos dela ecoavam pelo corredor. Meu pau já começou a inchar dentro da calça só com o som.
— Boa tarde, Dr. Betts — disse Delta com aquela voz rouca e sensual, parada na porta do meu escritório. — Vim fazer a quinta parcela da minha dívida.
— Sente no sofá — respondi seco, sem tirar os olhos da tela do computador, mantendo o personagem.
Ela estava vestida com o uniforme especial que criamos só pra mim: uma roupa de atendente bem justa, feita de tecido fino, três botões abertos mostrando o vale profundo entre os peitos enormes, saia curta pra caralho que mal cobria a bunda. Por baixo, cinta-liga azul elétrica e uma thong minúscula.
— Você acha que merece gozar hoje, Delta? — perguntei, desafiando.
— Doutor, vim só pagar a quinta parcela. Foi o combinado. Oito sessões no total.
— Não minta pra mim, Delta. Eu te vi anteontem no estacionamento do supermercado do Shopping RioMar conversando com o Seu Bilu, aquele fazendeiro de Gravatá que frequenta a mesma igreja que você.
Ela baixou os olhos, mexendo nervosa na barra da saia.
— Foi só um oi, doutor... ele é da igreja, seria estranho ignorar.
— Você flertou com ele, Delta. Rebolou, sorriu, mostrou os peitos. Eu vi tudo.
Ela ficou quieta, mas eu sabia que a bronca estava mexendo com ela. Bilu era um homem grande, forte, tipo daqueles vaqueiros maduros que fazem mulher molhar a calcinha.
— Você sabe que tem problema de controle sexual, não sabe? Seu casamento foi um inferno por causa disso.
— Sim, senhor.
— E como eu vou te ensinar controle se você não consegue nem falar com um homem sem ficar molhada?
— Não sei, doutor...
— Abre as pernas. Agora.
Delta obedeceu. Levantou a saia curta, sentou na beirada do sofá, abriu bem as coxas. A thong azul clara já estava escura de tanto melado. Enfiou dois dedos por baixo do tecido, tirou eles brilhando e estendeu pra mim. Um fio grosso de tesão escorria.
— Olha só... encharcada só de eu falar do Bilu querendo te foder no meio do mato em Gravatá. Sem controle nenhum.
Mandei ela ficar de pé contra a janela grande que dava pra rua lateral. Era arriscado — qualquer um passando de carro podia ver. Delta colocou as mãos no vidro, pernas abertas, bunda empinada.
Prendi um spreader bar nos joelhos dela, mantendo tudo aberto. Peguei os clips de mamilo com corrente pesada e quatro porcas grandes de ferro. Abri o uniforme, tirei o sutiã. Os peitos enormes saltaram livres, mamilos escuros já duros.
Puxei um mamilo, prendi o clip. Delta gemeu alto de dor. Prendi o outro e fui adicionando as porcas pesadas uma por uma. A corrente esticava os mamilos pra baixo, dor intensa. Ela tremia, suor escorrendo entre os peitos.
— Ai, doutor... tá doendo muito...
— Aguenta. Isso é pra você aprender controle.
Fiquei atrás dela, levantei a saia, puxei a thong pro lado. Passei a mão na buceta encharcada, depois subi pro cu. Lambi devagar, enfiando a língua. Delta rebolava contra minha cara.
Lubrifiquei bem meu pau e pressionei contra o cuzinho apertado dela.
— Hoje você vai pagar com o cu, Delta.
— Por favor... vai devagar... tá muito grosso...
Empurrei a cabeça. Ela gritou, unhas arranhando o vidro da janela.
— Ai caralho! Tá rasgando meu cu, doutor! Dói demais!
Meti devagar, centímetro por centímetro, sentindo o cu dela apertar forte. Quando entrei todo, ela soltou um peido quente e molhado com a pressão. O cheiro safado encheu o escritório. Ela ficou vermelha de vergonha, mas rebolou pedindo mais.
— Isso... solta tudo. Peida enquanto eu arrombo esse cu gostoso.
Comecei a meter com mais força. Os peitos dela balançavam, os clips puxando os mamilos. Bati na bunda redonda enquanto fodia fundo. Delta gemia alto, dor virando prazer puro.
— Me fode, doutor... arromba meu cu... sou sua putinha pagadora...
Enfiei a mão por baixo, massageei o clitóris inchado dela. Delta gozou gritando, o cu piscando forte no meu pau, soltando outro peido involuntário no meio do orgasmo. Gozei logo depois, enchendo o cu dela de porra quente.
Ficamos ali, suados, ofegantes, olhando a rua lá fora. Eu tirei os clips devagar. Ela gemeu de alívio e dor.
— Essa foi a quinta parcela, doutor. Ainda faltam três...
Eu pensava: e se da próxima eu fizer ela pagar na varanda do meu apartamento em Boa Viagem? E se levar ela pra um motel em Olinda com Bilu na fantasia? Quero mais dor, mais controle, mais entrega.
Pra achar o autor dessas aventuras quentes e reais, basta procurar na internet por: www.selmaclub.com e www.bit.ly/telemanu
Leiam, sintam cada detalhe: o peso nos mamilos, a dor queimando no cu, o cheiro de sexo e peidos safados, a humilhação que vira tesão insano. Toquem pensando nisso. Comenta aqui embaixo: você aceitaria esse tipo de pagamento? Quer ler a sexta parcela, mais pesada, com mais dor e mais risco? Ou quando quase fomos pegos na janela? Fala aí que eu conto tudo. Esse acordo em Recife tá longe de acabar e o fogo só aumenta. Vem acompanhar as próximas parcelas.
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