A casada que da o cu ainda quando era virgem.
**Como é Grande o Meu Cu!**
Eu sou Jéssica, 29 anos, casada com o Rafael há 8 anos, moradora do bairro de Casa Amarela, Recife. Todo mundo acha que sou a esposa comportada, professora de inglês, mas a verdade é outra: meu cu é enorme, guloso e viciado em rola grossa. Quanto maior a dor, mais eu gozo.
Naquela tarde quente de sexta, o Rafael tinha viajado pra Caruaru a trabalho. Eu estava sozinha em casa, só de shortinho de algodão e regata, quando o entregador tocou a campainha. Era o **Lucas**, um moreno alto de 26 anos, corpo de academia, que já tinha entregado várias vezes pra gente.
— Boa tarde, dona Jéssica. O pacote do seu marido — disse ele, entregando a caixa.
Eu peguei, mas não saí da porta. Olhei ele de cima a baixo e sorri safada:
— Tá calor hoje, né Lucas? Entra um minutinho pra beber uma água gelada.
Ele hesitou, mas entrou. Assim que fechei a porta, virei de costas, empinei a bunda e falei direto:
— Olha pra essa bunda… tá vendo como ela tá pedindo rola? Meu cu é bem grande, sabia? Quanto mais rola grossa, mais ele abre.
Lucas engoliu seco. Eu abaixei o shortinho devagar, mostrando que não tava de calcinha, e empinei mais:
— Toca. Sente como tá quente. Me dá um tapa bem forte primeiro.
**PÁ!** O tapa estalou. Eu gemi alto.
— Mais forte, caralho! Me bate como se eu fosse uma puta barata!
Ele deu vários tapas. Minha bunda ficou vermelha. Eu me virei, segurei o pau dele por cima da calça e sussurrei:
— Quero no cu. Agora. Sem camisinha. Quero sentir dor.
Levei ele pro quarto. Fiquei de quatro na cama, empinei bem alto e abri as nádegas com as duas mãos:
— Olha o tamanho desse buraco… mete tudo de uma vez. Quero sentir rasgando.
Lucas cuspiu e enfiou. A cabeça grossa entrou com dificuldade. Eu gritei:
— Aaaaiii, porra! Tá rasgando meu cu! Tá doendo demais! Mete mais, não para!
Ele meteu até o meio. Dor lancinante. Eu sentia a barriga apertando. Soltei um peido quente e longo na rola dele.
— Tá sentindo? Meu cu tá sujo hoje… continua metendo, seu filho da puta!
Ele socou mais fundo. Eu gritava de dor e prazer:
— Mais forte! Arromba esse cu grande! Eu adoro sentir que vai rasgar!
De repente veio uma cólica forte. Eu empurrei e soltei um pouco de merda mole na rola dele. Lucas gemeu de nojo e tesão:
— Caralho, Jéssica… tá melando tudo…
— Isso mesmo! Melando sua pica de merda! Eu sou uma vadia nojenta! Continua metendo, não tira!
Ele meteu mais forte, batendo as bolas. Eu gozei gritando, o cu piscando desesperado na rola dele. Ele gozou logo depois, enchendo meu intestino de porra quente.
Quando tirou, eu agachei na cama, abri o cu com as mãos e expulsei tudo: porra misturada com merda escorrendo. Olhei pra ele e ri:
— Olha o estrago que você fez no meu cu… quer limpar com a língua agora?
Ele hesitou, mas eu segurei a cabeça dele e enfiei na minha bunda suja:
— Lambe, vai. Limpa o cu da puta casada que você acabou de arrombar.
Depois daquela foda, eu não parei mais. Naquela mesma semana chamei o pedreiro que tava reformando a casa ao lado, o motoboy que entregou o açaí, e até o vizinho casado de 48 anos. Todos comeram meu cu grande, todos sentiram dor, peidos e merda, e todos gozaram como loucos.
Meu marido Rafael, quando chegou em casa no domingo, encontrou meu cu ainda inchado e vazando. Eu sentei na cara dele e falei:
— Limpa tudo, meu corno. Essa semana foi pesada…
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Lá tem tudo atualizado, sem limite. Eu sou Jéssica… e meu cu grande tá sempre aberto pra mais.
Beijos arrombados,
**Jéssica** 🔥🍑
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