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A puta da caixa dágua

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Meu nome é Daniel e eu moro em Olinda há mais de vinte anos. Desde 2008 eu gravo e publico as putarias que acontecem nesse bairro, especialmente as casadas que não se controlam. Mas nenhuma delas chega aos pés de **Dora**, a morena safada de quase 60 anos que mora na Rua da Caixa d’Água.

Dora é casada com um velho de mais de 70 anos, bem doente, que quase não sai da cama. O coitado fica trancado num quartinho separado, tomando remédio e ouvindo tudo o que acontece no outro cômodo. E o que acontece é foda pra caralho.

Todo mundo no bairro sabe: Dora é uma casada puta assumida. Ela adora dar a bunda. E não esconde de ninguém.

Eu gosto de flagrar ela na feira. Outro dia eu tava na feira de Caixa d’Água quando ela apareceu com aquele vestido florido justo no corpo, a bandana azul na cabeça e aquela bunda grande balançando enquanto escolhia banana e manga. Ela parou na banca, empinou discretamente e eu vi vários homens olhando. Duas mulheres casadas que estavam do lado cochicharam alto o suficiente pra eu ouvir:

— Olha lá a Dora… de novo com cara de quem levou rola a noite toda.
— Essa daí não perde uma oportunidade. O velho dela deve tá ouvindo tudo de novo hoje.

Dora escutou, virou o rosto, deu um sorriso de canto e respondeu sem vergonha:

— E daí, minhas filhas? Pelo menos eu tô sendo bem comida. Vocês ficam aí com cara de quem não vê pau há anos.

As duas riram, mas ficaram vermelhas. Eu sorri por dentro. Essa é a Dora.

À noite é onde a putaria realmente começa.

A casa dela é simples, de tijolo aparente, porta de madeira velha e janela sempre entreaberta por causa do calor. Basta passar na calçada depois das 19h que você escuta. E eu escuto quase todas as noites.

Naquela noite em especial eu estava com o celular gravando escondido na rua. Mal o vizinho entrou (um cara casado de uns 45 anos que todo mundo conhece), já começou o show.

Dora não perde tempo:

— Entra logo, porra. Tira essa roupa. Hoje eu tô com a bunda pegando fogo.

O barulho da cama rangeu forte. Logo depois veio a voz dela, rouca e safada:

— Passa manteiga nesse pau, vai… isso… bastante. Tá grosso hoje, hein, filho da puta. Vai devagar no começo… ai, caralho… assim… abre meu cu devagar.

Eu tava na calçada e já tinha mais dois caras parados do lado, fumando e ouvindo. Um deles riu baixinho:

— Olha aí… a Dora pedindo manteiga de novo. Essa mulher não tem jeito.

Dentro da casa a putaria aumentava:

— Ai que rola grossa, porra… mete mais fundo… isso… rasga esse cu da tua puta…

De repente ela soltou um peido longo e barulhento. Em vez de ter vergonha, ela riu e mandou:

— Tá sentindo o cheiro, safado? Minha bunda tá com cheiro forte hoje… continua metendo. Não para não!

O macho gemia alto:

— Que bunda gostosa da porra, Dora… tá apertada pra caralho… que delícia…

Ela respondeu gemendo:

— Bota força, vai… mete tudo. Porra, tá bom demais…

Depois de uns minutos a voz dela ficou mais urgente:

— Goza logo, filho da puta… vai… goza dentro… eu tô com vontade de cagar já… não aguento mais segurar… goza logo porra!

O cara acelerou as estocadas. A cama batia contra a parede. Dois vizinhos que passavam pararam na frente da casa, olharam um pro outro e começaram a rir:

— Olha aí… ela tá se cagando de novo. Coitado do velho lá dentro escutando tudo.

Dora gritou mais alto:

— Isso… assim… goza, caralho! Enche meu cu… ai que delícia… tá saindo… tá saindo…

Ouviu-se um gemido rouco do macho gozando e, logo em seguida, o barulho molhado característico. Dora soltou um suspiro longo e falou ainda ofegante:

— Porra… sai devagar… olha o estrago que você fez… melei tudo de novo.

Eu gravei tudo. Os dois caras que estavam escutando comigo balançaram a cabeça rindo:

— Essa mulher é foda. Todo dia a mesma putaria. E o velho lá dentro deve tá ouvindo até o último gemido.

No dia seguinte, eu flagrei ela de novo voltando do trabalho com a farda azul da empresa, aquela calça branca justa marcando bem a bunda. Ela olhou pra mim de canto de olho, desconfiada, como sempre faz. Sabe que eu gravo, mas não liga. Na verdade, acho que até gosta da fama.

Porque Dora não tem vergonha. Ela sabe que é puta e assume.

Enquanto o marido dela fica deitado, fraco, no quartinho dos fundos, sem poder fazer nada, ela continua recebendo vizinho, amigo de vizinho, entregador… qualquer macho que bata na porta e tenha rola dura.

E eu continuo gravando. Desde 2008 eu registro todas essas putarias de casada aqui de Olinda e Recife. Os vídeos e áudios de Dora são alguns dos mais baixados.

Se você quer ver e ouvir tudo — os gemidos, os peidos, ela pedindo pra passar manteiga, mandando o cara gozar porque tá com vontade de cagar, a humilhação do velho corno doente escutando tudo — tem muito mais onde isso saiu.

**Confere tudo no site oficial www.selmaclub.com e entra no Telegram VIP:** www.bit.ly/telemanu

Lá você encontra todos os flagras da Dora, da Manu, da Selma e de muitas outras casadas putas da região. Atualizo quase todo dia.

Dora continua na Caixa d’Água.
E eu continuo de olho… e de ouvido.

Porque putaria boa assim não pode ficar só pra quem passa na rua.

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