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A Rapariga dos carregadores

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Tugolândia

A última noite do ano caía gélida e impiedosa sobre Lisboa, com o vento cortante a uivar entre os prédios altos de betão e vidro da Baixa, carregando consigo o cheiro salgado do Tejo misturado ao fumo dos escapes dos carros que passavam em fila interminável. As luzes dos ecrãs gigantes piscavam no Terreiro do Paço, refletindo-se nas águas negras do rio como promessas vazias de calor, luxo e esquecimento, enquanto a multidão apressada corria para os táxis e Uber que os levariam às festas de Réveillon em Alfama, no Bairro Alto ou nos miradouros iluminados. O ar estava carregado de excitação coletiva, risos distantes, música que escapava das portas abertas dos restaurantes, mas para Maya nada disso importava. Ela caminhava devagar, os ombros curvados sob o casaco de nylon fino e rasgado que alguém lhe dera numa instituição qualquer há meses, o fecho preso a meio caminho, deixando entrar o frio que lhe mordia a pele como dentes afiados. O tecido barato colava-se ao corpo dela, húmido do suor frio do esforço, e os mamilos endurecidos roçavam dolorosamente contra a t-shirt velha e fina, enviando pequenos choques de desconforto que se misturavam à exaustão profunda nos ossos.
Não vendia fósforos - isso era coisa de contos antigos que ninguém lia já. Maya segurava um punhado de carregadores Power Bank e cabos de carregamento baratos, as mãos vermelhas e roxas do frio, a voz sumida e rouca a repetir como um mantra quebrado: “Cinco euros, carrega o teu telemóvel, por favor.” Mas as pessoas passavam apressadas, olhos colados aos ecrãs brilhantes, auscultadores com cancelamento de ruído enfiados nos ouvidos, isoladas num mundo privado onde ela não existia. Ninguém reparava na rapariga de pele pálida, lábios gretados e olhos carregados de um cansaço que parecia carregar décadas de sofrimento silencioso. O pai esperava-a no contentor improvisado debaixo do viaduto da Avenida 24 de Julho, o corpo já trémulo pela falta da garrafa de vinho barato ou de cerveja que o fazia esquecer a fábrica fechada há anos, o cheiro a urina velha e a humidade que impregnava o colchão sujo onde dormiam os dois. Ela precisava daquele dinheiro, nem que fosse só para comprar a garrafa que o manteria calmo até de madrugada, para que ele não a olhasse com aqueles olhos vidrados de raiva e desespero.
Os dedos doíam-lhe tanto que mal conseguia segurar os pacotes. O vento gelado penetrava-lhe nas calças finas, subindo pelas coxas nuas por baixo da roupa interior velha e puída, fazendo-a tremer incontrolavelmente. Exausta até à alma, Maya refugiou-se no vão de uma escadaria de mármore frio entre uma loja de luxo na Rua do Carmo, com as montras cheias de casacos de pele e perfumes caros que ela nunca cheiraria e um banco antigo com portas de vidro blindado. O chão era duro e gelado contra as suas nádegas, o ar cheirava a pedra húmida, a escape de carros e a um leve vestígio de perfume caro deixado por alguém que passara ali horas antes. Sentou-se no canto mais protegido, o coração a bater devagar e fraco, o corpo inteiro a tremer como uma folha ao vento. Decidiu, num impulso desesperado, abrir um dos carregadores Power Bank. Com dedos trémulos e dormentes, ligou-o ao seu telemóvel antigo, de ecrã estalado e bateria quase morta. O primeiro carregamento começou. O ecrã brilhou de repente, fraco no início, mas depois forte, e num instante o mundo mudou.
O frio desapareceu como por magia. O vento uivante calou-se. Maya não estava mais no vão da escadaria gelada de Lisboa. Estava numa sala aquecida por um radiador moderno que zumbia baixinho, o ar morno e seco a acariciar-lhe a pele nua como mãos invisíveis e quentes. O casaco, as calças, a t-shirt, tudo tinha desaparecido. Estava sentada num sofá de veludo vermelho, macio e luxuoso contra as suas coxas nuas e as nádegas expostas, o tecido a roçar delicadamente na pele arrepiada, enviando ondas de conforto que ela nunca sentira na vida. À frente, um prato de comida quente fumegava: bacalhau com natas cremoso, o cheiro intenso a alho, azeite virgem e queijo derretido a invadir-lhe as narinas, misturado ao aroma subtil de pão fresco acabado de torrar. Mas não era só a comida que a fazia salivar. Um homem alto, de pele morena e músculos definidos e brilhantes de um leve suor, apareceu à porta da sala. Tinha o cabelo escuro ainda húmido do duche, gotas a escorrerem pelo peito largo, e usava apenas umas boxers pretas justas que mal conseguiam conter o volume grosso e pesado do caralho já meio duro, a forma grossa do pau a marcar o tecido, a cabeça inchada a pressionar contra o elástico.
“Vem cá, linda… deixa-me aquecer-te como mereces”, murmurou ele com voz rouca e profunda, os olhos escuros cheios de um desejo cru que lhe fez o ventre contrair-se de imediato. Maya sentiu o calor subir-lhe pelo corpo todo, uma onda de excitação pura que lhe humedeceu a cona antes mesmo de ele a tocar. Ele ajoelhou-se devagar entre as suas pernas abertas, as mãos grandes e quentes a subirem pelas coxas geladas dela, massageando a pele com firmeza, espalhando o calor como fogo líquido. Os dedos dele deslizaram para cima, separando os lábios inchados da cona dela com delicadeza, sentindo a humidade quente que já escorria abundante, os fluidos viscosos e brilhantes a cobrirem-lhe os dedos. “Estás tão molhada… tão quente e pronta para mim, porra”, rosnou ele, o hálito quente a bater diretamente no clitóris inchado. O cheiro do corpo dele, suor limpo, sabonete de homem, um toque almiscarado de desejo puro, invadiu-a completamente, misturando-se ao aroma da comida e ao veludo do sofá.
Ele baixou a cabeça devagar, a língua grossa e quente a percorrer-lhe toda a extensão da cona num lambe lento e deliberado, desde o olho do cu até ao clitóris, saboreando cada gota do sumo dela com um gemido grave de prazer. Maya arqueou as costas contra o veludo macio, um gemido longo e gutural a escapar-lhe da garganta enquanto a língua dele circulava o clitóris inchado, sugando-o com fome voraz, os lábios dele a prenderem-no e a puxarem-no suavemente. Os dedos dele entraram fundo na cona, dois primeiro, depois três, curvando-se para acertar exatamente no ponto sensível dentro dela, fodendo-a devagar mas com força, o som molhado e obsceno de carne contra carne a encher a sala - chap, chap, chap, misturado aos suspiros dela. “Sabe tão bem… a tua cona é tão doce e apertada”, murmurou ele contra a carne dela, a vibração da voz a intensificar o prazer. Maya agarrou-lhe o cabelo com força, empurrando a cara dele mais fundo, as ancas a mexerem-se instintivamente contra a boca dele, o prazer a subir em ondas quentes que lhe faziam os mamilos doerem de tão duros.
Ela estendeu a mão trémula de desejo e agarrou o caralho dele através da boxer, sentindo-o pulsar, grosso, quente e pesado, as veias inchadas a latejarem contra a palma da mão. Puxou o elástico para baixo com urgência e libertou-o: um pau enorme, a cabeça vermelha e brilhante de pré-gozo, o cheiro forte e masculino a invadi-la. Maya inclinou-se para a frente, os lábios entreabertos a envolverem a glande grossa, chupando-o num broche guloso e molhado, a língua a rodar à volta da cabeça enquanto sugava com força. A saliva escorria pelos cantos da boca, pingando pelo pau grosso abaixo, enquanto ele gemia alto e lhe fodia a boca devagar, empurrando os quadris para frente, o caralho a bater no fundo da garganta dela. O sabor salgado do pré-gozo misturava-se ao prazer que a língua dele lhe dava na cona, os dois a chuparem-se mutuamente com uma fome desesperada. Ele agarrou-lhe o cabelo com mais força, fodendo-lhe a cara com estocadas mais profundas, os tomates pesados a baterem contra o queixo dela.
De repente, ele levantou-se, puxou-a para o sofá de veludo e deitou-a de costas, abrindo-lhe as pernas ao máximo. O caralho dele, brilhante da saliva dela, pressionou contra a entrada da cona molhada. “Quero foder-te agora… quero sentir essa cona apertada à volta do meu pau”, sussurrou ele, e empurrou devagar, centímetro a centímetro, esticando-a até ao limite, o ardor delicioso a fazer-lhe os olhos revirarem de prazer. Ele entrou fundo, até ao fundo, os tomates a pressionarem contra o cu dela, e começou a fodê-la com estocadas fortes e ritmadas, o sofá a ranger sob eles, o som molhado da cona dela a engolir o caralho ecoando alto - ploc, ploc, ploc. Cada estocada fazia-lhe os seios saltarem, os mamilos a roçarem no ar quente. Ele inclinou-se, chupando um mamilo com força enquanto a fodia mais rápido, o polegar a esfregar o clitóris inchado sem parar. Maya gritava de prazer, as unhas cravadas nas costas dele, o corpo inteiro a tremer.
Ele virou-a de quatro no sofá, o veludo macio contra os joelhos dela, e enfiou o caralho de novo na cona, fodendo-a por trás com força animal, uma mão a apertar-lhe a anca, a outra a dar-lhe palmadas leves nas nádegas que faziam a pele arder deliciosamente. O ângulo era perfeito, o pau a acertar no ponto G a cada estocada, o prazer a acumular-se como uma tempestade. “Goza para mim… quero sentir a tua cona apertar o meu caralho”, ordenou ele, e ela explodiu num orgasmo violento, a cona a contrair-se em espasmos fortes à volta do pau dele, o sumo quente a escorrer pelas coxas, molhando o veludo do sofá. Ele não parou, continuou a fodê-la através do orgasmo, prolongando-o até ela chorar de prazer.
Mas o velhinho telemóvel apitou de repente: bateria fraca. A imagem começou a tremeluzir, as paredes quentes da sala a desfazerem-se. O homem lambeu-a mais forte uma última vez, os dedos a foderem-na rápido, o polegar a pressionar o clitóris até ela ter um segundo orgasmo, ainda mais intenso, o corpo a convulsionar, a cona a esguichar um jorro quente de sumo que lhe escorreu pelas pernas. O ecrã escureceu completamente. O frio voltou como um soco brutal no peito. Maya estava de novo no vão da escadaria de mármore gelado da Rua do Carmo, ofegante, o coração a bater descontrolado, a cona ainda a pulsar e latejar de desejo insatisfeito, as coxas molhadas não de chuva ou suor frio, mas da humidade abundante do sonho que ainda escorria devagar. O cheiro a sexo e a comida quente ainda pairava nas narinas dela por um segundo, antes de ser substituído pelo fedor a escape e pedra húmida. As pernas tremiam-lhe, os mamilos duros de excitação e frio, o corpo inteiro a latejar com a necessidade de mais. Ela precisava desesperadamente de continuar.
Com os dedos ainda trémulos e pegajosos da humidade que lhe escorria pelas coxas, Maya ligou o segundo carregador Power Bank ao telemóvel antigo, o ecrã estalado a piscar uma vez antes de ganhar vida com um brilho mais intenso e estável. O frio da escadaria de mármore na Rua do Carmo pareceu recuar um pouco mais, como se o dispositivo sugasse não só a bateria, mas também o gelo que lhe mordia os ossos. O vento uivante do Tejo desapareceu por completo. Num piscar de olhos, o vão gelado dissolveu-se e Maya foi arrastada para outra realidade, mais luxuosa e carnal do que a anterior.
Agora estava nua no centro de uma suite opulenta num hotel de cinco estrelas com vista panorâmica para o rio Tejo, as janelas do chão ao tecto revelando as luzes tremeluzentes de Lisboa à noite de Réveillon, os fogos de artifício ainda por começar, o céu negro prometendo explosões que espelhariam o fogo que lhe ardia no ventre. A cama king size de lençóis de cetim negro brilhava sob a luz suave de candeeiros de cristal, o tecido frio e escorregadio contra a sua pele quente e arrepiada. O ar cheirava a champanhe derramado, a perfume caro de baunilha e sândalo, e ao odor denso e inconfundível de sexo já no ar - suor fresco, conas molhadas e caralhos excitados. Não era um homem sozinho como no primeiro sonho. Eram quatro corpos nus à volta dela: três homens de constituições diferentes, todos com paus já duros e grossos a latejarem no ar, e uma mulher de pele morena, seios pesados e mamilos escuros que pareciam implorar por boca.
Maya sentiu o coração acelerar, a cona a contrair-se de antecipação pura, ainda sensível e húmida do primeiro orgasmo que o homem da sala aquecida lhe arrancara. “Desta vez não vou parar… quero tudo”, pensou ela, o desejo a sufocar o medo residual do frio da rua. O primeiro homem, alto e de ombros largos, aproximou-se por trás, as mãos grandes a agarrarem-lhe a cintura com firmeza, o caralho grosso e curvo a roçar-lhe a fenda da cona já escorregadia. “Quero foder essa cona apertada até te ouvir gritar”, rosnou ele ao ouvido dela, a voz grave a vibrar contra a sua nuca. Empurrou-a devagar para a cama, deitando-a de costas, e abriu-lhe as pernas ao máximo, os joelhos dela quase a tocarem os ombros. O pau dele pressionou a entrada, a cabeça larga e brilhante de pré-gozo a abrir-lhe os lábios inchados centímetro a centímetro, esticando-a com um ardor delicioso e profundo que a fez gemer alto, as unhas cravadas nos lençóis de cetim. Entrou até ao fundo num só movimento fluido, os tomates pesados a baterem contra o cu dela, e começou a fodê-la com estocadas lentas e poderosas, cada uma a fazer o corpo dela saltar, o som molhado e obsceno de carne contra carne a ecoar pela suite - ploc, ploc, ploc, ploc.
Ao mesmo tempo, a mulher - com um corpo curvilíneo e pele quente que cheirava a coco e desejo - ajoelhou-se sobre o rosto de Maya, a cona depilada e reluzente de humidade a descer diretamente sobre a sua boca. “Mama-me a cona, linda… lambe tudo”, sussurrou ela, esfregando-se contra os lábios de Maya com movimentos circulares. Maya obedeceu com fome, a língua a mergulhar fundo entre os lábios grossos, saboreando o sumo doce e salgado, o clitóris inchado a pulsar contra a sua boca enquanto chupava com força, sugando e mordiscando como se a vida dependesse disso. O sabor da mulher encheu-lhe a boca, misturado ao champanhe que alguém derramara sobre os seios dela e que agora pingava para os lábios de Maya. Enquanto isso, o segundo homem ajoelhou-se ao lado, agarrando o caralho grosso e venoso, e enfiou-o entre os seios de Maya, fodendo-os com estocadas lentas, a cabeça do pau a roçar-lhe o queixo a cada movimento. O terceiro homem, com um pau ainda mais longo e direito, aproximou-se da boca dela quando a mulher se levantou por um instante, enfiando-o diretamente na garganta de Maya num broche profundo e molhado. Ela engasgou-se de prazer, a saliva a escorrer pelos cantos da boca, o pau a bater no fundo da garganta enquanto ela chupava com voracidade, a língua a rodar à volta da glande salgada.
Os corpos moviam-se em sincronia perfeita, um caos organizado de carne quente e suada. O homem que a fodia na cona acelerou o ritmo, as estocadas a ficarem mais brutais, o pau a acertar no ponto mais sensível dentro dela a cada investida, fazendo-lhe os seios saltarem e o ventre contrair-se. Maya sentia cada veia do caralho dele a latejar dentro da sua cona, o atrito a gerar um calor insuportável que subia pela espinha. A mulher voltou a sentar-se na cara dela, mas agora virada ao contrário, o cu redondo e macio a pressionar-lhe o nariz enquanto Maya continuava a mamar-lhe a cona com desespero, os dedos da mulher a entrarem na própria cona ao lado da língua de Maya, abrindo-se mais para ela. O cheiro era avassalador - cona molhada, suor, porra que começava a escorrer dos paus. Maya gozou pela primeira vez nesta nova visão, a cona a apertar o caralho dentro dela como um punho quente e pulsante, o sumo a jorrar em esguichos que molhavam as coxas do homem e os lençóis negros.
Eles não lhe deram tempo de recuperar. Viraram-na de quatro sobre a cama, o cetim agora pegajoso de humidade e suor. O homem de caralho curvo enfiou-se de novo na cona dela por trás, fodendo-a com força animal, as ancas a baterem contra as nádegas dela com estalos secos. Ao mesmo tempo, o homem do pau longo posicionou-se à frente e enfiou-o na boca dela, fodendo-lhe a cara com estocadas profundas que lhe faziam lágrimas de prazer escorrerem pelas faces. A mulher deitou-se debaixo de Maya, a boca a mamar-lhe os mamilos com fome, sugando e mordendo enquanto os dedos dela encontravam o clitóris de Maya e o esfregavam em círculos rápidos e implacáveis. O terceiro homem, o de pau mais grosso, cuspiu no olho do cu dela e pressionou a glande contra o anel apertado, entrando devagar, centímetro a centímetro, até o cu de Maya estar completamente cheio. Dupla penetração total - cona e cu esticados ao limite, os dois paus a roçarem um contra o outro através da parede fina que os separava, o prazer a rasgar-lhe o corpo como eletricidade pura.
Maya gritava em redor do pau que lhe enchia a boca, o som abafado e rouco, o corpo inteiro a tremer enquanto os dois homens a fodiam em uníssono, um ritmo perfeito que a fazia sentir-se completamente possuída, preenchida, destruída de prazer. O atrito era insano: o caralho na cona a entrar e sair molhado e ruidoso, o pau no cu a esticá-la de forma deliciosamente dolorosa, o polegar da mulher a pressionar o clitóris sem piedade. O suor escorria pelos corpos todos, pingando sobre a pele de Maya, o cheiro a sexo denso e animal a encher-lhe os pulmões. Ela gozou de novo, mais forte, a cona a contrair-se em espasmos violentos que ordenhavam o caralho dentro dela, o cu a apertar o outro pau como se nunca quisesse largá-lo, o sumo a esguichar entre as coxas e a molhar a cara da mulher debaixo dela.
Rodaram posições sem parar. Agora Maya estava sentada no colo de um deles, o caralho enterrado fundo na cona, cavalgando-o com fúria, as ancas a subirem e descerem enquanto outro homem se colocava atrás e voltava a comer-lhe o cu, os três corpos colados numa sanduíche de carne suada. A mulher ajoelhou-se ao lado, enfiando três dedos na cona já ocupada, esticando-a ainda mais, e depois lambeu o clitóris inchado com a língua quente e experiente. Maya sentia cada detalhe: a textura venosa dos paus a pulsarem dentro dela, o calor da porra que começava a acumular-se, o sabor salgado do pré-gozo que pingava da boca quando trocavam. Os gemidos enchiam a suite - roucos, animais, desesperados. “Fode-me mais fundo… enche-me toda… quero porra em todos os buracos”, pensava Maya, o cérebro enevoado de prazer, o corpo a responder como nunca respondera na vida real.
Eles vieram um após o outro, jorros grossos e quentes de esperma a inundarem-lhe a cona, o cu e a boca, escorrendo pelas coxas, pelo queixo, misturando-se ao sumo dela. A mulher beijou-a profundamente, trocando porra e saliva num beijo molhado e obsceno enquanto os homens continuavam a fodê-la através dos orgasmos. Maya perdeu a conta aos picos de prazer - um atrás do outro, cada um mais intenso, o corpo convulsionando, as pernas a tremer, a visão a turvar-se de êxtase. O cetim da cama estava encharcado, o ar pesado de cheiros de sexo, o Tejo lá fora testemunha silenciosa.
Mas o telemóvel apitou de repente, um som agudo que cortou o ar como uma lâmina. Bateria fraca. A suite começou a tremeluzir, as paredes luxuosas a desfazerem-se nos cantos. Os corpos quentes colados ao dela perderam nitidez. Maya gritou de frustração, as ancas ainda a mexerem-se instintivamente, a cona e o cu a latejarem em torno de paus que já desapareciam. O orgasmo final veio mesmo assim, fraco, mas prolongado, um último espasmo que a deixou ofegante e vazia.
O ecrã escureceu. O frio da escadaria de mármore voltou com toda a força, o vento gelado a morder-lhe a pele nua por baixo da roupa fina, o cheiro a escape e pedra húmida a substituir o aroma denso de porra e cona. Maya estava de novo no vão, o corpo a tremer não só de frio, mas de desejo insatisfeito, a cona e o cu a pulsarem dolorosamente, as coxas pegajosas de humidade real que escorria devagar, misturada ao suor frio. O coração batia-lhe no peito como um tambor. O primeiro sonho fora intenso, mas este… este deixara-a destroçada de prazer, faminta por mais.
Com o corpo ainda a tremer violentamente no vão gelado da escadaria de mármore da Rua do Carmo, a cona inchada e latejante do duplo preenchimento da suite do hotel, o cu a pulsar com uma dor doce e profunda onde os dois paus a tinham esticado até ao limite, Maya mal conseguia respirar. O frio de Lisboa voltara com fúria, o vento do Tejo a cortar-lhe a pele como lâminas, mas entre as coxas escorria um rio quente de humidade real misturada com os restos dos orgasmos anteriores, as pernas fracas e pegajosas, os mamilos tão duros que doíam contra o tecido fino da t-shirt. O cheiro a porra e cona ainda lhe pairava nas narinas, fantasma teimoso que se recusava a desaparecer. “Mais… preciso de mais… não posso voltar ao contentor assim”, pensou ela, o desespero a misturar-se ao desejo cru que lhe queimava o ventre. Com dedos dormentes e trémulos, abriu o terceiro carregador Power Bank e ligou-o em série com os dois anteriores. O ecrã estalado ganhou vida com um brilho quase cegante, o telemóvel a aquecer nas mãos como se carregasse o próprio fogo do inferno.
O mundo dissolveu-se outra vez. O mármore frio desapareceu sob o corpo dela. Maya flutuou, suspensa num espaço dourado e quente acima dos telhados de Lisboa, o Castelo de São Jorge iluminado ao longe como uma coroa antiga, o Tejo a brilhar lá em baixo com reflexos de fogos de artifício que ainda não tinham rebentado. O ar era morno, perfumado com incenso doce e o odor denso, animal, de dezenas de corpos excitados. Não era mais uma suite fechada nem uma sala simples. Era um vórtice de prazer infinito, um leito de nuvens macias e quentes que se moldavam ao corpo dela como veludo vivo. E à frente dela, surgindo do brilho, estava a figura que o coração dela reconheceu de imediato: uma mulher madura, de pele suave e olhos cheios de um carinho profundo, o cabelo grisalho solto sobre os ombros nus, os seios pesados e naturais a subirem e descerem com a respiração. Era a avó que a amara de verdade, mas transformada, viva, carnal, o corpo maduro e convidativo, a cona depilada a brilhar já de humidade.
“Deixa-me cuidar de ti, minha linda… deixa-me apagar todo esse frio para sempre”, murmurou a mulher com voz rouca e maternal, aproximando-se. Puxou Maya contra si num abraço que era ao mesmo tempo ternura e fome. Os seios delas colaram-se, mamilos a roçarem e endurecerem juntos, e a boca da mulher encontrou a de Maya num beijo lento, profundo, as línguas a dançarem com uma paciência que contrastava com o fogo que já ardia entre as pernas de Maya. O sabor dela era doce, familiar, como leite quente e mel. Desceram juntas para o leito de nuvens, a mulher deitando Maya de costas e abrindo-lhe as pernas com gentileza. “A tua cona está tão inchada… tão usada e ainda assim tão gulosa”, sussurrou ela, baixando a cabeça. A língua experiente lambeu devagar toda a extensão da fenda, saboreando os restos dos paus anteriores, misturando o sabor alheio com o próprio desejo. Chupou o clitóris inchado com calma, sugando-o para dentro da boca quente, os dedos maduros a entrarem devagar na cona, dois, depois três, depois quatro, abrindo-a com uma perícia que fez Maya arquear as costas e gemer alto. O polegar da mulher encontrou o cu ainda sensível e entrou também, fodendo os dois buracos em movimentos circulares lentos e profundos, o som molhado e obsceno a ecoar no vazio dourado.
Maya retribuiu com desespero, virando-se e enterrando a cara entre as coxas da mulher, a língua a mergulhar na cona madura e quente, chupando o clitóris com força enquanto os dedos dela entravam no cu da mulher, sentindo o anel apertado a contrair-se em volta deles. Os corpos entrelaçaram-se num 69 perfeito, bocas a mamar conas com fome idêntica, o sumo a escorrer pelos queixos, os gemidos abafados contra a carne húmida. A mulher gozou primeiro, o corpo a convulsionar, a cona a esguichar um jorro quente e doce diretamente na boca de Maya, que engoliu tudo, lambendo até à última gota. Depois foi a vez de Maya, um orgasmo lento e devastador que a fez gritar contra a cona da mulher, as pernas a tremerem enquanto os dedos maduros continuavam a fodê-la sem piedade.
Mas Maya queria mais. Muito mais. Com um gesto desesperado, ainda no sonho, esticou a mão e ligou mais dois carregadores em série, depois outro, o brilho do ecrã a explodir em intensidade máxima. O espaço à volta delas encheu-se de corpos. Dezenas de homens e mulheres nus surgiram das nuvens douradas, todos com caralhos duros e grossos a latejarem, conas reluzentes e seios pesados, todos a desejarem apenas ela. O ar tornou-se denso com o cheiro de sexo puro, suor, porra, cona e cu excitados, um aroma quase palpável que lhe invadia os pulmões. Dois homens ergueram-na no ar, suspensa entre eles. Um enfiou o caralho enorme na cona dela de uma só vez, esticando-a até ao fundo, fodendo-a com estocadas brutais e profundas enquanto flutuavam. O outro posicionou-se atrás e empurrou o pau ainda mais grosso no cu já aberto, os dois ritmos sincronizados a fazerem-na sentir-se rasgada de prazer, os paus a roçarem um no outro através da parede fina, o atrito insano a enviar choques elétricos por todo o corpo dela.
Uma mulher de seios enormes sentou-se na cara de Maya, a cona molhada e carnuda a esfregar-se contra a boca dela, obrigando-a a lamber e chupar enquanto outra mulher lhe chupava os mamilos com força, mordendo e sugando até eles ficarem vermelhos e latejantes. Maya perdeu o controlo. O corpo dela era um instrumento de carne pura: o caralho na cona a bater fundo e rápido, o pau no cu a esticá-la sem misericórdia, a cona na boca a inundá-la de sumo doce, as mãos por todo o lado, dedos a entrarem onde havia espaço, línguas a lamberem o clitóris inchado, paus a foderem-lhe os seios, outro pau a pressionar-lhe os lábios quando a mulher se levantava para respirar. O som era ensurdecedor: gemidos roucos, estalos molhados de carne contra carne, o chapinhar obsceno da cona e do cu dela a serem fodidos sem parar, o gorgolejar da saliva e porra na garganta.
Eles rodavam sem descanso. Agora Maya estava deitada de lado, um homem a foder-lhe a cona por trás em conchinha, outro a comer-lhe o cu ao mesmo tempo, um terceiro a encher-lhe a boca enquanto duas mulheres lhe lambiam o clitóris e os mamilos em simultâneo. O prazer acumulava-se em camadas impossíveis, cada orgasmo mais forte que o anterior. Ela gozou com a cona a esguichar em jorros longos que molhavam os corpos à volta, o cu a apertar o pau dentro dele como um punho quente, a boca engolindo porra grossa e quente que lhe escorria pelo queixo e pelos seios. O esperma jorrava por todo o lado, dentro da cona, dentro do cu, na boca, nos seios, nas coxas, misturando-se ao sumo dela num creme viscoso e brilhante que lhe cobria o corpo inteiro. O cheiro era avassalador, o sabor salgado e doce na língua, a textura pegajosa e quente contra a pele.
Mais carregadores foram ligados em série, o brilho a tornar-se quase branco. O número de corpos aumentou. Maya flutuava agora no centro de uma orgia celestial, suspensa acima de Lisboa, o vento morno a acariciar-lhe a pele suada enquanto paus e línguas a possuíam sem fim. Um homem de caralho monstruoso enfiou-se na cona dela enquanto outro lhe fodia o cu, e um terceiro empurrou dois dedos ao lado do pau na cona, esticando-a para além do possível, o prazer a rasgar-lhe o cérebro. Mulheres sentavam-se na cara dela uma atrás da outra, conas a inundarem-lhe a boca de sumo, cus a serem lambidos enquanto dedos lhe fodiam o próprio cu. Ela sentia tudo: cada veia latejante dentro dela, cada contração, cada jorro de porra quente que a enchia até transbordar, escorrendo em rios pelas pernas e pelas nádegas. Os pensamentos dela eram um vórtice: “Mais fundo… enche-me… quero ser só buracos para porra… nunca mais sentir frio… só isto para sempre.”
O orgasmo final veio como um cataclismo. O corpo de Maya convulsionou num espasmo interminável, a cona a contrair-se com tanta força que ordenhou os paus dentro dela, o cu a pulsar em ondas violentas, a boca aberta num grito abafado de êxtase enquanto porra jorrava para dentro dela de todos os lados. O prazer explodiu em cada nervo, cegando-a, fazendo-a flutuar num mar branco de sensações puras - calor, humidade, carne, cheiro, som, tudo a fundir-se num único clímax que durou minutos inteiros, o corpo dela a esguichar e a tremer sem controlo.
Na manhã seguinte, entre o confetti molhado e as garrafas vazias espalhadas pela calçada da Rua do Carmo, encontraram-na. Maya estava sentada no vão da escadaria, um sorriso leve e profundamente satisfeito nos lábios entreabertos, o corpo frio, mas relaxado como nunca estivera, dezenas de cabos inúteis espalhados à volta como relíquias de um sonho que ninguém jamais compreenderia. A cona ainda brilhava ligeiramente de humidade seca misturada com vestígios imaginários de porra, as coxas marcadas por dedos invisíveis, o cu ligeiramente aberto e latejante. “Tentou manter o telemóvel ligado”, comentou um transeunte, ajustando o casaco caro antes de seguir caminho. Ninguém imaginava as maravilhas que Maya tinha vivido, os caralhos que a tinham rasgado de prazer, as conas que ela mamara com fome insaciável, os orgasmos que a tinham levado para além do gelo, da fome e da solidão da rua. O seu próprio sistema tinha-se desligado para sempre, mas o prazer permanecia gravado no sorriso sereno e no brilho distante dos olhos fechados, um segredo erótico que o vento de Lisboa levaria consigo para sempre.

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