Meu casamento com corno e o que eu recebo na bunda.
Eu nunca imaginei que o nosso casamento fosse se transformar nisso.
Não porque faltasse amor. Muito pelo contrário. Talvez tenha sido justamente o excesso dele — ou a forma diferente como a gente sempre viveu esse amor — que abriu espaço para tudo que veio depois.
No começo, éramos simples. Ou pelo menos achávamos que éramos.
— “Você é feliz assim?” — ele me perguntou uma noite qualquer, dessas que começam normais e terminam mudando tudo.
Eu demorei pra responder.
Não porque não soubesse… mas porque nunca tinha parado pra pensar de verdade.
— “Sou… mas sinto que tem mais,” eu disse, quase num sussurro.
Ele não se assustou.
Só sorriu.
Como se já soubesse.
E talvez soubesse mesmo.
A partir dali, as conversas começaram a mudar. Não eram mais só sobre rotina, trabalho ou planos. Eram sobre desejo, curiosidade, limites… e o que existia além deles.
O mundo liberal entrou na nossa vida assim: devagar, quase silencioso.
Primeiro como ideia.
Depois como possibilidade.
E, quando percebemos… já estávamos dentro.
— “Mas tem uma coisa,” ele disse, firme. “Nada disso faz sentido sem transparência.”
Eu concordei.
E acrescentei:
— “E sem você comigo.”
Foi ali que nasceu a regra mais importante do nosso casamento: tudo seria vivido juntos.
Nada escondido.
Nada separado.
Tudo compartilhado — inclusive os olhares.
O primeiro encontro foi menos sobre ação e mais sobre percepção. Eu sentia cada detalhe com uma intensidade nova. O ambiente, as pessoas, a energia… e, principalmente, ele.
Meu marido nunca deixou de estar presente.
Nem por um segundo.
— “Olha pra mim,” ele disse, baixo, em meio àquele momento cheio de significados.
E quando eu olhei… não vi insegurança.
Vi desejo.
Mas não um desejo de posse.
Era admiração.
Era curiosidade.
Era… cumplicidade.
Foi nesse momento que entendi: aquilo não nos afastava.
Nos aproximava.
Com o tempo, veio algo que mudou ainda mais a dinâmica: os registros.
A ideia de fotografar e filmar não surgiu de imediato. No começo, parecia até estranho. Mas, aos poucos, percebemos que aquilo fazia parte da nossa forma de viver tudo.
Não era exposição.
Era expressão.
— “Quero guardar isso,” ele disse certa vez, segurando a câmera. “Do nosso jeito.”
E foi assim que começamos.
As primeiras fotos eram tímidas. Mais sobre clima do que sobre ação. Mais sobre sentimento do que qualquer outra coisa.
E talvez seja exatamente isso que as torna tão reais até hoje.
Foi nessa fase que nasceu algo maior do que a gente imaginava.
O **nosso espaço**.
Um lugar onde não só guardaríamos tudo… mas também compartilharíamos com quem estivesse na mesma sintonia.
O site veio primeiro.
Um projeto que começou pequeno, quase íntimo — e que acabou se tornando uma vitrine do nosso universo.
— “Tem gente que vai se identificar,” ele disse.
Eu fiquei em dúvida no início.
Mas depois entendi.
Não era sobre mostrar tudo.
Era sobre mostrar o suficiente para despertar algo.
E assim surgiu o **Selma Club**.
Um espaço onde as pessoas não entram só por curiosidade… mas porque já sentem que existe algo ali que conversa com elas.
E junto com o site, veio o Telegram.
Mais próximo.
Mais direto.
Mais… intenso.
— “Aqui a gente pode ser mais real ainda,” eu disse, enquanto configurávamos tudo.
O Telegram VIP acabou se tornando quase uma extensão da nossa vida. Um lugar onde as pessoas acompanham mais de perto, onde existe troca, onde a curiosidade vira conversa.
E foi aí que tudo começou a ganhar outra dimensão.
Não éramos mais só um casal explorando.
Éramos parte de uma rede.
De um mundo que muita gente nem imagina que existe.
Um mundo paralelo.
Silencioso.
Mas vivo.
E, quanto mais a gente se envolvia, mais percebia que não estávamos sozinhos.
Casais, mulheres, homens… todos com histórias diferentes, mas com algo em comum: a busca por viver sem filtros.
— “Vocês têm algo diferente,” alguém nos disse certa vez.
— “O quê?” eu perguntei.
A resposta veio simples:
— “Vocês parecem estar descobrindo ainda.”
E é verdade.
Mesmo hoje… ainda estamos.
Cada encontro traz algo novo. Cada registro carrega mais significado. Cada conversa no Telegram, cada mensagem no site… tudo vai construindo algo maior do que só momentos.
Vai construindo conexão.
Mas nem tudo é perfeito.
Já tivemos dúvidas.
Inseguranças.
Aquele desconforto que aparece quando você percebe que está vivendo algo fora do padrão.
— “Será que todo mundo entenderia?” eu perguntei uma vez.
Ele riu.
— “Não precisa todo mundo entender.”
E não precisa mesmo.
Porque esse mundo não é sobre aprovação.
É sobre escolha.
E, de alguma forma, quem chega até o nosso site www.selmaclub.com … ou entra no nosso Telegram www.bit.ly/telemanu … já fez uma escolha também.
Mesmo que ainda não saiba disso.
Hoje, quando vejo nossas fotos… não vejo só imagens.
Vejo uma história.
A nossa história.
Desde aquele primeiro questionamento até tudo que vivemos agora.
E o mais curioso?
Ainda parece só o começo.
— “Onde isso vai dar?” ele me perguntou recentemente.
Eu sorri, olhando direto pra lente da câmera.
— “Não sei… mas acho que quem está acompanhando a gente também quer descobrir.”
E talvez você… que chegou até aqui… também queira.
Porque a curiosidade é assim.
Ela começa leve.
Quase inocente.
Mas quando cresce…
Não dá mais pra ignorar.
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