Garota de Ipanema
No calor brabo de uma tarde de verão em Ipanema, o sol queimava a areia branca como brasa viva, o mar azul-turquesa arrebentando forte nas ondas com aquele barulho constante que misturava tudo, enchendo o ar com cheiro forte de sal, bronzeador de coco, suor de corpo quente e aquele tesão no ar que quase se podia cortar com a faca. Eu tava sentado num quiosque da Vieira Souto, Skol gelada suando na mão, pingando frio na minha coxa, o corpo mole, cansado de mais um dia de merda na cidade grande, o peito vazio, a cabeça cheia de nada. Aí ela passou.
Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça. Era ela, a menina que vinha e que passava num doce balanço a caminho do mar. Moça do corpo dourado do Sol de Ipanema, pele bronzeada reluzindo como óleo quente derramado, brilhando tanto que cegava, pernas grossas, torneadas, longas pra caralho, que se mexiam com aquele rebolado safado de carioca nata, a bunda enorme, redonda, empinada pra cima, balançando pesada a cada passo, as nádegas firmes tremendo levemente, cheias, macias por fora e duras por dentro, coxas grossas roçando uma na outra com força, marcando o caminho suado até a buceta. O biquíni fio-dental branco tava praticamente engolido pela fenda, os lábios carnudos, inchados, escuros da xoxota escapando dos dois lados, gordos, brilhantes de suor e tesão, o monte de Vênus lisinho, totalmente depilado, inchado como um pêssego maduro, o clitóris já protuberante, rosado, latejando visível por baixo do tecido fino que mal cobria. Os peitos eram dois melões pesados, naturais, enormes, balançando soltos e pesados a cada movimento, mamilos escuros, grandes, duros como pedrinhas furando o tecido, gotas grossas de suor escorrendo pelo vale profundo e suado entre eles, descendo lenta pela barriga tanquinho, brilhante, até sumir na virilha molhada e quente.
Senti o caralho inchar grosso dentro da sunga, latejando dolorido, a cabeça inchada babando pré-gozo quente que molhava o tecido, antes mesmo de eu conseguir respirar direito. Era mais que um poema, era a coisa mais linda que eu já vi passar. O balançado dela fazia o mundo inteiro parar, os caras no quiosque virando o pescoço, pau duro na mão, boca aberta, mas ela nem ligava, só seguia rebolando devagar, o vento quente do mar colando o biquíni na pele molhada, desenhando cada prega, cada dobra molhada da buceta inchada, o cuzinho apertado e rosado marcando no tecido quando ela se curvava pra pegar onda, o cheiro dela chegando até mim misturado com o mar - um perfume doce, azedo, de mulher no cio que me subia direto pras bolas.
Ah, por que estou tão sozinho? O pensamento martelava forte na minha cabeça enquanto via ela se afastando rebolando, a bunda subindo e descendo hipnótica. Tudo tava tão triste, tão cinza, tão vazio, até ela aparecer e iluminar a porra toda. A beleza que existe, aquela que não é só minha, que também passa sozinha. Levantei correndo, coração disparado no peito, o pauzão duro pra caralho roçando na coxa, latejando tanto que doía, a cabeça roxa e sensível roçando o tecido. Fui atrás dela a distância, olhos grudados naquela bunda monstruosa que subia e descia, imaginando em detalhes abrir aquelas nádegas grossas com as duas mãos, cuspir um monte grosso de saliva bem no olho do cu piscante e rosado, enfiar a língua bem fundo, fodendo o cuzinho quente com a boca, lambendo, chupando, sentindo o gosto salgado e proibido até ela gritar e escorrer tesão pelas coxas grossas abaixo.
Ela parou na beira da água, os pés na espuma branca, e tirou o biquíni devagar, peça por peça, ficando completamente pelada na frente de todo mundo, sem vergonha nenhuma, o corpo dourado brilhando inteiro. Os peitos enormes pularam livres, pesados, balançando, mamilos escuros apontados pro céu, duros, sensíveis. A buceta inchada reluzia ao sol forte, lábios grossos e carnudos entreabertos naturalmente, rosados por dentro, um fio grosso e brilhante de tesão escorrendo lento pela coxa interna até pingar na areia. O cuzinho apertado piscava levemente com o vento, redondo, convidativo. Virou o rosto devagar e nossos olhares se encontraram. Sorriu safada, lábios carnudos entreabertos, olhos queimando de desejo puro, a cara de quem já tava molhada há horas.
Veio caminhando na minha direção, rebolando devagar, corpo molhado pelo mar, gotas salgadas escorrendo pelos peitos enormes, pingando dos mamilos duros como pedras, descendo pela barriga lisa, acumulando no umbigo e caindo direto na fenda da xoxota pingando. O cheiro dela chegava antes - buceta quente, suor, mar, tesão cru.
- Tá me comendo com os olhos faz tempo, né, seu safado? - murmurou com aquela voz rouca, arrastada de Ipanema, cheia de malícia.
Não falei porra nenhuma. Puxei ela com força bruta contra mim, colando o corpo quente e molhado no meu. Os peitos enormes esmagaram no meu peito, mamilos duros roçando minha pele como brasas vivas, os bicos sensíveis roçando meus pelos. Beijei ela com fome animal, língua invadindo fundo a boca quente, chupando o sal do mar misturado com o gosto doce e molhado dos lábios dela, saliva trocando, gemidos abafados. Minhas mãos grandes agarraram aquele rabo monstruoso, abrindo as nádegas grossas com os dedos, sentindo a pele macia, quente, o cuzinho piscando contra minha palma aberta, o calor saindo dali. Ela gemeu alto na minha boca, rebolando a buceta molhada e inchada contra o meu pauzão latejante, esfregando o clitóris protuberante na cabeça grossa, molhando minha sunga inteira com tesão.
Levei ela pro canto mais escondido entre as pedras da orla, onde as ondas batiam forte e abafavam qualquer gemido, o som do mar misturando com nossa respiração pesada. Tirei a sunga rápido, o caralho grosso, veioso, roxo de tanto tesão pulou pra fora, latejando no ar quente, cabeça inchada brilhando, babando um fio longo de pré-gozo que pingava na areia. Ela olhou pro pauzão com cara de puta faminta, olhos vidrados, boca entreaberta.
- Porra, que rola grossa e gostosa... que coisa linda - sussurrou, voz tremendo de desejo.
Ajoelhei na frente dela na areia quente que queimava os joelhos e enfiei a cara entre aquelas coxas grossas, suadas, tremendo. O cheiro forte, doce, azedo e molhado da buceta invadiu meu nariz como a melhor droga do mundo, tesão puro subindo pro cérebro. Lambi devagar primeiro, língua larga abrindo os lábios carnudos e grossos da xoxota, sentindo a textura macia, quente, escorregadia, o gosto salgado e doce explodindo na boca. Chupei o clitóris inchado que pulsava na minha língua como um coraçãozinho, mordendo de leve, sugando forte, fazendo ela tremer inteira. Enfiei a língua o mais fundo que pude na buceta apertada e quente, fodendo ela com a boca, sugando os sucos grossos que escorriam abundantes pela minha barba, pingando no queixo, o barulho molhado e obsceno misturando com as ondas.
Ela agarrou meu cabelo com as duas mãos, unhas cravando no couro cabeludo, fodeu minha cara com força, rebolando a buceta inchada contra minha boca, gemendo rouca e alto:
- Isso, chupa essa buceta toda, vai, morde esse clitóris com força, enfia a língua mais fundo, caralho! Tá me deixando louca, porra!
Os pensamentos dela tavam pegando fogo: “Que língua safada desse cara... tá me devorando, minha buceta tá latejando tanto, os sucos escorrendo, quero esse caralhão me arrombando agora, me rasgando inteira.” Os meus eram ainda piores, selvagens: “Vou chupar essa xoxota até ela gozar na minha boca, vou beber todo esse tesão, depois vou foder cada buraco dessa mina gostosa até deixar ela destruída, tremendo, cheia de porra quente escorrendo.”
Ela rebolava cada vez mais rápido, coxas apertando minha cabeça, buceta pulsando na minha boca, clitóris inchado latejando, sucos escorrendo pelo meu pescoço. O sol queimava nossas peles, o mar rugia, o mundo inteiro parecia girar só em volta daquela buceta molhada, quente e deliciosa que eu mamava com vontade bruta, sem parar, lambendo, chupando, enfiando dedos junto com a língua, sentindo as paredes quentes apertarem, o cheiro, o gosto, o som, tudo me deixando louco de tesão. Ah, por que estou tão sozinho? Ah, por que tudo é tão triste? Até ela aparecer e transformar tudo em pura graça, em puro desejo, em pura foda molhada e selvagem. A beleza que existe, a beleza que não é só minha, que também passa sozinha... mas agora tava ali, gemendo na minha boca, entregando tudo.
Ela tremia inteira, coxas grossas apertando minha cabeça com força, a buceta pulsando loucamente contra minha boca enquanto eu continuava mamando com fome bruta, língua enfiada fundo nas paredes quentes e escorregadias, sugando cada gota daquele tesão doce e salgado que escorria sem parar pelo meu queixo e pescoço. Os gemidos dela ficavam mais altos, roucos, quase desesperados, misturando com o barulho das ondas que batiam nas pedras ali perto. De repente o corpo dela arqueou todo, as unhas cravando fundo no meu couro cabeludo, e ela gozou forte na minha boca, um esguicho quente e grosso jorrando direto na minha língua, inundando meu rosto de porra feminina quente, o cheiro forte e doce dela me deixando ainda mais louco.
— Ai, caralho... tô gozando na tua boca, porra! — gritou ela, rebolando sem controle, o clitóris latejando contra meus lábios enquanto eu bebia tudo, lambendo cada prega, cada gota, prolongando o orgasmo até as pernas dela fraquejarem.
Puxou meu cabelo com força pra cima, olhos vidrados, cara de puta completamente derretida, baba escorrendo do canto da boca carnuda. Olhou pro meu caralho latejando no ar quente, roxo, veioso, cabeça inchada brilhando de tanto pré-gozo que pingava grosso na areia. Ajoelhou devagar na areia que queimava, agarrou o pauzão com as duas mãos, sentindo o peso, a grossura, as veias pulsando.
— Que rola mais gostosa, meu Deus... grossa pra caralho — murmurou com aquela voz arrastada de Ipanema, antes de abrir a boca e engolir a cabeça inteira num gole só.
O calor molhado da boca dela me fez gemer alto. A língua rodopiava em volta da glande, chupando forte, descendo devagar pelo comprimento todo até a garganta apertar e engasgar, cuspe grosso escorrendo pelos cantos dos lábios e pingando pesado nas minhas bolas. Fazia uma mamada molhada, barulhenta, de puta experiente, subindo e descendo a cabeça com vontade, garganta massageando o caralho inteiro, os sons obscenos de gluck-gluck misturando com as ondas. Agarrei o cabelo dela e fodi aquela boca com estocadas profundas, sentindo as bolas baterem no queixo, o nariz dela encostando na minha barriga. Ela olhava pra cima com olhos lacrimejantes, cheia de tesão, engasgando mas querendo mais, saliva escorrendo pelo pescoço e pelos peitos enormes que balançavam a cada movimento.
Levantei ela de repente, virei de quatro contra a pedra quente do paredão, aquelas nádegas enormes empinadas pra mim, buceta ainda pingando do gozo anterior, lábios inchados e vermelhos, cuzinho piscando rosado e apertado. Cuspi grosso duas vezes, passei a saliva misturada com o tesão dela pela xoxota e pelo olho do cu, esfreguei a cabeça grossa do pau entre as dobras molhadas. Empurrei devagar primeiro, abrindo a buceta centímetro por centímetro, sentindo as paredes quentes e sedosas engolirem o caralho todo até as bolas encostarem na buceta. Ela gemeu longo e profundo, empinando mais o rabo.
— Me fode fundo, vai... rasga essa buceta toda com essa rola grossa! — pediu, voz tremendo.
Comecei a meter com força bruta, estocadas longas e pesadas, o saco batendo forte contra a buceta molhada, fazendo barulho alto de tapa molhado que ecoava entre as pedras. Cada investida fazia os peitos enormes dela balançarem pra frente e pra trás, mamilos roçando na pedra áspera, o suor escorrendo pelas costas douradas. O cheiro de sexo cru, buceta, suor e mar dominava tudo, o sol queimando nossas peles, o vento quente soprando. Metia cada vez mais rápido, girando o quadril pra roçar bem no ponto G, sentindo a buceta dela apertar forte em volta do pau, sugando.
Tirei de repente, cuspi mais uma vez no cuzinho e pressionei a cabeça grossa contra o olhinho apertado. Ela empinou ainda mais, relaxando o anelzinho, e eu entrei devagar, sentindo o cu quente e absurdamente apertado engolir o caralho centímetro por centímetro, as paredes internas pulsando em volta da rola. Quando tava todo enterrado, bolas encostadas na buceta, comecei a comer o cu com estocadas profundas e ritmadas, uma mão descendo pra esfregar o clitóris inchado dela com força, dois dedos enfiados na xoxota encharcada, fodendo os dois buracos ao mesmo tempo.
— Ai, que delícia... come meu cu, arromba ele todinho, mais forte, caralho! — gritava ela, rebolando desesperada contra mim, o cuzinho apertando meu pau como um punho quente e molhado.
Os pensamentos dela explodiam em ondas de prazer: “Nunca senti um caralho tão grosso e fundo no cu... tá me destruindo de um jeito gostoso pra caralho, tô toda cheia, vou gozar de novo, meu Deus...” Os meus tavam pegando fogo puro: “Essa mina é minha agora, essa buceta apertada, esse cu virgem de tanto tesão, vou encher os dois buracos de porra quente até escorrer pela coxa, vou marcar ela inteira.”
Ela gozou pela segunda vez com um grito rouco que quase abafou o mar, o corpo convulsionando inteiro, cu apertando meu pau em espasmos fortes, buceta esguichando nos meus dedos, suco escorrendo pelas coxas grossas. Não aguentei mais. Tirei o caralho do cu com um plop molhado e enfiei direto na boca dela, que abriu gulosa. Jorrei jatos longos, grossos e quentes de porra garganta adentro, enchendo a boca até transbordar pelos cantos dos lábios. Ela engoliu tudo que pôde, tossindo, lambendo as bolas, chupando a cabeça sensível até a última gota, olhos erguidos pra mim cheios de luxúria e satisfação.
Caímos abraçados na areia quente, corpos suados, gozados, ofegantes, o sol começando a descer no horizonte de Ipanema, pintando o céu de laranja e dourado, o mar ainda rugindo ao fundo. O mundo inteirinho se enche de graça, fica mais lindo por causa do amor. Ah, por que estou tão sozinho? Ah, por que tudo é tão triste? Ah, a beleza que existe, a beleza que não é só minha, que também passa sozinha. Ah, se ela soubesse que quando ela passa, o mundo inteirinho se enche de graça e fica mais lindo por causa do amor. Por causa do amor. Por causa do amor.
E ela, a moça do corpo dourado do Sol de Ipanema, agora sabia exatamente o poder que tinha. Meu coração já não tava sozinho. Tava cheio dela, cheio de buceta molhada, cu apertado, porra quente e desejo selvagem que não acabava nunca.
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