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Dar o Cu na Árvore – A Putaria Selvagem de Selma na Casa de Praia

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SELMA RECIFE

Meus amores, vou contar tudo com todos os detalhes porque eu sei que vocês são tão safados quanto eu. Meu nome é Selma, de Recife, e eu sou uma vadia assumida, casada com um corno manso completo desde 2007. Meu marido, o corno, só serve pra duas coisas: pagar tudo e filmar enquanto machos de verdade me destroem. E nesse dia, na casa de praia, eu realizei uma das fantasias mais loucas da minha vida: dar o cu bem gostoso, bem aberto, em cima de uma árvore, com o risco de ser vista pelos vizinhos que estavam na piscina do lado.

Olha só essas fotos que o corno tirou. Eu, toda nua, empinada no tronco da árvore, bunda grande e carnuda pra fora, o cu piscando de tesão. E o macho atrás de mim, com aquela rola monstruosa, grossa, pesada, entrando no meu rabo como se fosse um furador. Vixe-maia, não tem coisa melhor nesse mundo!

Tudo começou numa sexta-feira quente pra caralho. Eu tinha chamado um macho pelo meu Telegram (www.bit.ly/selmagram) que eu conheci há pouco tempo. Ele era daqueles crioulos dotados, alto, corpo definido, pau que parecia uma perna de tão grande e grosso mesmo quando mole. O corno manso, como sempre, fez o papel dele: dirigiu, levou as bebidas, preparou a casa de praia e já deixou a câmera pronta.

“Vai filmar tudinho, seu corno filho da puta”, eu disse pra ele enquanto ajeitava o biquíni minúsculo. “Quero que você grave cada centímetro dessa rola entrando no meu cu. E não ousa gozar, hein? Você só assiste e limpa depois.”

O corno, de cabeça baixa, só respondeu: “Sim, amor. Eu filmo tudo. Faz ele te arrombar bem gostoso.”

Chegamos na casa de praia. O quintal era perfeito, com aquela árvore grossa, galhos fortes, bem na beira do muro. Do outro lado, o vizinho tinha uma piscina cheia de gente: famílias, crianças, amigos rindo e tomando cerveja. Eles nem imaginavam o que ia rolar a poucos metros deles.

Eu comecei a provocar. Tirei o biquíni devagar, bem na frente da câmera do corno. Fiquei pelada, peitos grandes balançando, bunda empinada. Subi na árvore devagar, me esfregando no tronco áspero. O macho assistia, já com a sunga esticada pra caralho.

“Olha pra isso, seu macho. Olha como meu cu tá piscando pra você”, eu disse, abrindo as nádegas com as duas mãos. Meu cu estava todo estufado, brilhando de tesão, já molhado de tanto que eu tava excitada. “Você quer meter essa rola grossa aqui, né? Quer arrombar o cu da puta casada na frente do corno manso dela?”

O macho riu, tirando a sunga. Puta que pariu! A rola dele era absurda. Mesmo mole era enorme, pesada, veias grossas, cabeça rosada brilhando. “Porra, Selma, você é uma vadia mesmo. Olha o tamanho dessa bunda. Seu corno deve ter piroca de criança pra você precisar disso.”

O corno, atrás da câmera, filmava tudo em silêncio. Eu continuei: “É isso mesmo, macho. Meu marido é um corno manso, um filho da puta que adora ver outro homem me foder. Ele paga a casa, paga a viagem, e só filma enquanto eu levo rola de verdade. Vem, sobe aqui. Quero sentir essa jeba crescendo no meio da minha bunda.”

Ele subiu na árvore atrás de mim. O corpo dele colado no meu, suor misturando no calor do sol. Eu sentia aquela rola pesada batendo na minha bunda, crescendo rápido, endurecendo, ficando ainda mais grossa. Botei a mão pra trás e segurei. “Caralho! Que rola é essa? É muito grande, muito grossa! Vai me lascar todinha, mas eu quero. Eu quero essa porra no meu cu!”

Ele agarrou minha cintura com força. “Então empina essa bunda de puta, Selma. Mostra pro corno como você abre o rabo pra macho de verdade.”

Eu me empinei toda, fazendo força, piscando o cu. Era tanta força que eu quase me cagava ali mesmo, mas eu queria deixar ele louco. O macho encostou a cabeça grossa do pau no meu ânus e empurrou. Puta merda! Dói pra caralho no começo. Aquela rola rasgando, abrindo meu cu sem piedade. Eu gritei de prazer e dor misturados:

“Aaaaiiihh! Filho da puta! Tá rasgando meu cu! Mais devagar… não, mete tudo! Arromba essa bunda!”

Ele não teve piedade. Meteu de uma vez, atolando metade daquela jeba monstruosa. Eu sentia meu cu esticando ao máximo, a vontade louca de cagar que vem quando uma rola grande entra fundo. “Vixe-maia! Dá uma vontade de cagar tão forte… mas é gostoso pra caralho! Mete mais, seu safado!”

O macho ria, metendo mais fundo. “Toma, vadia! Toma essa rola que seu corno nunca vai ter. Olha pro seu marido filmando igual um idiota. Ele é um corno manso, um filho da puta que gosta de ver a esposa sendo arrombada em cima de uma árvore.”

Eu olhava pro corno lá embaixo, câmera na mão, pau duro na bermuda. “Isso mesmo, corno! Filma seu macho me fodendo o cu. Filma como ele tá destruindo o que é seu. Você nunca vai me comer assim. Sua piroquinha é inútil!”

O entra e sai começou a ficar insano. A rola grossa saindo quase toda e entrando de novo, batendo fundo. Eu não conseguia segurar. Comecei a peidar alto toda vez que ele tirava. “Prrrrrrt! Prrrrrt!” Os peidos saíam sem controle.

“Porra, que delícia! Peida mais, vadia! Eu adoro quando a puta casada peida na minha rola”, dizia o macho, metendo mais forte ainda.

“Eu sou uma puta vagabunda! Só recebo rola grossa no cu! Cago na pica mesmo e não ligo! Mete mais, arromba esse rabo!”

Os vizinhos do outro lado do muro riam e conversavam, sem fazer ideia que a poucos metros uma mulher casada tava sendo enrabada em cima da árvore, peidando, gemendo alto. Isso me deixava ainda mais louca.

O macho segurava meus cabelos, puxando minha cabeça pra trás enquanto metia. “Fala pra câmera, Selma. Fala o que você é.”

“Eu sou uma vadia anal! Adoro dar o cu pra macho dotado enquanto meu corno manso filma! Ele é um filho da puta, um corno completo que paga pra ver isso!”

A rola entrava e saía, brilhando, suja do meu cu. O cheiro forte subia. Eu sentia tudo: a dor gostosa, a vontade de cagar, o prazer insano. Meu cu piscava, aberto, vermelho, arrombado.

Depois de muito tempo metendo, ele puxou a rola pra fora. O cu ficou escancarado, um buraco enorme pulsando. “Olha isso, corno! Olha o estrago que eu fiz no cu da tua mulher!”

O corno aproximou a câmera, filmando meu cu destruído.

“Agora vem chupar, vadia. Quero gozar na tua boca.”

Eu desci da árvore rápido, me ajoelhei na frente dele e abri a boca igual uma vagabunda. A rola tava com cheiro forte de cu, suja, brilhando. Eu não liguei. Chupei com vontade, garganta profunda, lambendo tudo.

“Gluck… gluck… gluck… Isso, chupa o pau que tava no teu cu, puta!”

Ele segurou minha cabeça e gozou. Jatos grossos, muito leite quente enchendo minha boca. Eu mostrei a língua, engoli parte, deixei escorrer no queixo. “Toma leite, vadia! Toma porra de macho enquanto teu corno assiste!”

Eu lambi tudo, limpando a rola suja de cu e porra. “Que delícia… cheiro de cu no pau… eu amo isso!”

O corno filmava tudo, pau na mão, sem gozar.

Mas não acabou aí. Passamos o resto do dia e da noite naquela casa de praia. Eu e o macho fodemos em todos os cantos: na piscina, no quarto, na sala, e voltamos pra árvore mais duas vezes. Cada vez mais forte, mais sujo, mais humilhante pro corno.

Em certo momento, o macho cuspiu na cara do corno: “Olha aqui, seu corno manso. Sua mulher é minha puta agora. Eu vou voltar sempre pra arrombar esse cu. Você só serve pra pagar e filmar, seu inútil.”

Eu ria, empinando a bunda: “Isso mesmo. Meu marido é um corno manso desde 2007. Ele adora isso. Filma mais, amor. Mostra pro mundo como eu sou uma vadia sem limite.”

Foram horas e horas de putaria. Meu cu ficou arrombado, inchado, dolorido e feliz. Tomei porra na boca várias vezes, engoli, tomei banho de leite. Peidei, quase caguei na rola, e adorei cada segundo.

Meus amores, se vocês estão com o pau duro lendo isso, imagina assistindo o vídeo completo. São fotos e vídeos reais, sem censura, com todos os ângulos, gemidos, peidos, gozadas na boca e muito mais.

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Vem me acompanhar, meu amor. Eu sou a Selma de Recife, a vadia que adora dar o cu em cima da árvore, na frente do corno, e contar tudo pra vocês. Não fica só lendo… vem viver essa putaria junto comigo!

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Comentários (1)

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  • ESSA É VAGABUNDA ANAL: deliciosa

    Responder↴ • uid:1dai2sct0j