Eu com vários dotados, qe me destroçaram na frente do corno. partes 01 a 04
**A Noite dos Cinco Paus Gigantes – O Dia em que Quebrei Todos os Meus Limites**
*Escrito por Selma Recife – Há exatamente seis anos*
Oi, meus amores do Telegram VIP…
Vocês pediram o conto mais picante, mais safado e mais viral que eu já escrevi. Então aqui vai, sem filtro, exatamente como aconteceu há seis anos, naquele motel com piscina no Recife. Olhem a foto que eu coloquei no topo… aquela sou eu, de óculos, cabelo bagunçado, peito pra fora, segurando aquele pau grosso enquanto o Márcio, meu corno de porcelana, só filmava de longe. Foi o começo de oito horas que nenhum de nós nunca esqueceu.
Eu já postava vídeo, foto e conto desde 2007. Já tinha chupado, fodido e gozado pra caralho na frente da câmera, mas nunca tinha recebido cinco caralhos muito grandes e muito grossos ao mesmo tempo. Principalmente na bunda. Nunca. O Márcio, meu gordinho manso, vivia implorando: “Selma, eu quero ver você sendo destruída por paus que eu nunca vou conseguir dar”. Ele marcou tudo. Cinco machos casados, todos com aliança no dedo, todos com picas que pareciam braços de criança de tão grossas. E o corno? Só de roupa, câmera na mão, servindo de pau-mandado.
O primeiro que chegou foi o Rodrigo. Alto, barrigudinho, pau já duro saindo da bermuda. Eu nem esperei os outros. Assim que ele entrou no deck da piscina, eu já me joguei no colchão inflável, tirei o biquíni e abri as pernas. Ele nem falou nada. Enfiou logo na minha boca enquanto eu gemia:
— Caralho, Selma… sua boca é mais quente que a boceta da minha mulher.
Eu chupei ele com vontade, babando até o saco, enquanto o Márcio filmava quietinho no canto. Foi aí que os outros quatro chegaram: o Alan, o Bruno, o César e o Diego. Todos casados, todos com picas monstruosas. Eu olhei pra eles e já senti a buceta piscar.
— Olha só o corno ali — disse o Alan, apontando pro Márcio. — Tá de roupa, filmando que nem um idiota. Isso aí é homem?
— Não, isso aí é enfeite de motel — respondeu o Bruno, já tirando a camisa. — Só serve pra gravar a mulher sendo arrombada.
Eu ri, ainda com o pau do Rodrigo na boca. O César veio por trás, pegou meus seios com as duas mãos e apertou forte:
— Porra, que tetas gostosas. O corno aí deve chupar isso todo dia e ainda assim não aguenta ver a gente mamando.
E mamou. Chupou meu mamilo esquerdo enquanto o Diego chupava o direito. Dois paus na minha boca ao mesmo tempo, o Rodrigo e o Alan se revezando, batendo na minha língua. Três paus na boca, gente. Eu babava, engasgava, gemia alto:
— Mmmmmm… que paus grossos, porra… nenhum de vocês aguenta isso em casa, né?
O Bruno riu e segurou meu cabelo:
— Minha mulher nem sonha com pau na bunda. Você vai levar os cinco hoje, sua puta. O corno filmando vai ter que limpar depois.
Eu já estava molhada demais. O César me virou de quatro no colchão e enfiou na buceta de uma vez. Gritei:
— Aaaaiiii caralhooo! Que grosso!
O Alan se ajoelhou na minha frente e enfiou na boca:
— Chupa enquanto ele te fode, Selma. Mostra pro seu corno como se faz.
O Márcio só filmava, suando, sem falar nada. O Diego falou alto:
— Olha pra ele, Selma. Fala pra ele que hoje ele não fode ninguém. Só filma.
Eu tirei o pau da boca só pra gritar:
— Isso, meu corno! Filma sua mulher levando rola grossa que você nunca vai ter! Eu sou a puta de cinco machos casados!
Eles me foderam assim por quase uma hora: buceta, boca, mãos em todo lugar. Depois veio a parte que eu mais queria… e temia. A bunda.
O Rodrigo deitou no colchão, me puxou por cima dele e enfiou devagar na minha bundinha. Eu nunca tinha levado um pau tão grosso ali. Gritei alto, unhas cravadas no peito dele:
— Aaaaahhh porraaa! Tá rasgando minha bunda!
O Bruno veio por trás e enfiou na buceta. DP completo. Eu gritava sem parar:
— Dois paus me arrombando ao mesmo tempo! Meu Deus, eu vou gozar só com isso!
O César enfiou na minha boca e falou:
— Cala a boca e chupa, vadia. O corno aí tá filmando pra gente baixar depois. Fala pra ele que ele é inútil.
Eu, com a boca cheia, ainda consegui gemer:
— Márcio… você é um corno de merda… só serve pra filmar enquanto eu levo rola na bunda que você nunca vai dar!
O Alan riu e bateu na minha cara com o pau:
— Nenhuma mulher aguenta a gente na bunda, Selma. Você é a única puta que tá conseguindo. Parabéns, corno. Sua mulher é melhor que todas as nossas esposas juntas.
Eles me viraram, trocaram de buraco, fizeram DP anal duas vezes. Eu gritava, gozava, chorava de prazer. Oito horas seguidas. Foto, vídeo, gozo na cara, na boca, na buceta, na bunda. Eles gozavam e continuavam. Eu virava de lado, de quatro, de costas, sentada em dois paus ao mesmo tempo.
Em certo momento, o Diego segurou meu queixo enquanto eu levava três paus na boca:
— Olha pra câmera, Selma. Fala pro seu marido que hoje ele perdeu a mulher de vez.
Eu, babando, olhos lacrimejando:
— Márcio… eu sou deles agora. Cinco paus casados me destruíram. Você nunca mais vai me foder igual. Só filma, corno.
O Bruno, metendo na minha bunda bem fundo:
— Isso aí, corno. Sua mulher tá levando na raba o que sua pica pequena nunca sonhou. Filma direitinho pra gente mandar pros nossos grupos de casados.
O César, gozando na minha boca:
— Engole tudo, puta. Mostra pro corno como se engole porra de macho de verdade.
Eu engolia, gemia, pedia mais. O Alan, batendo no meu clitóris enquanto me fodia:
— Diz alto, Selma: “Meu marido é um corno manso que só serve pra gravar”.
Eu gritei:
— Meu marido é um corno manso que só serve pra gravar! Eu sou a puta dos cinco paus grossos!
Foram vinte e poucos diálogos assim, gente. Eles me humilharam, me elogiaram, me destruíram. Eu gozei mais de quinze vezes. No final, eu estava toda melada, bunda aberta, buceta inchada, cara de puta satisfeita… exatamente como na foto que vocês estão vendo.
O Márcio? Continuou de roupa, filmando tudo. Só serviu pra isso. Depois baixamos tudo no meu Telegram VIP – o conteúdo mais inacessível, mais viral e mais safado que eu já fiz.
Se você quer ver os vídeos originais, as fotos sem censura e os outros contos que só quem paga tem acesso… corre pro meu Telegram VIP www.bit.ly/telemanu (ESTOU ON AGORA). Lá dentro tem tudo isso e muito mais.
Beijos molhados da Selma Recife www.selmaclub.com , a puta que levou cinco paus gigantes na bunda e sobreviveu pra contar (e vender) a história.
PARTE 02
Depois de quase duas horas no deck da piscina, eu já estava com a buceta e a bunda vermelhas, pingando porra e lubrificante, mas os cinco machos casados ainda estavam com os paus duros como pedra. O Márcio, suado e calado, só trocava a bateria da câmera.
— Vamos pra dentro — ordenou o Bruno, puxando meu cabelo. — Agora a festa de verdade vai começar. O corno vai ver a mulher dele virar um buraco completo.
Eles me carregaram pelada pro quarto do motel, me jogaram na cama king size e acenderam todas as luzes. Eu mal conseguia fechar as pernas. O Rodrigo pegou o celular dele e começou a gravar também:
— Isso aqui vai pro grupo secreto dos casados. Sua mulher vai ficar famosa, corno.
Eu olhei pro Márcio, que estava no canto do quarto, de roupa, filmando tudo:
— Filma direitinho, meu corno manso. Hoje eu vou virar uma puta de verdade pra esses cinco paus que você nunca vai ter.
O Alan riu alto:
— Escuta isso, corno. Sua mulher já tá pedindo rola grossa. Você deve ter uma piroquinha de nada, né?
— Deve ser 10cm no máximo — completou o César, batendo o pau dele (quase 24cm de grossura) no meu rosto. — Olha o tamanho disso aqui. Nenhuma esposa aguenta, mas a Selma tá louca pra levar tudo.
Eles me colocaram de quatro no meio da cama. O Diego enfiou primeiro na minha bunda, sem piedade. Eu gritei alto:
— Aaaaiii meu Deus! Tá rasgando minha raba de novo!
O Bruno enfiou na buceta no mesmo segundo. DP brutal. Eu tremia inteira.
— Isso, grita, sua vadia! — disse o Alan, enfiando o pau na minha boca. — Grita pra seu corno ouvir que você tá sendo destruída.
Eu, com a boca cheia, só conseguia gemer alto:
— Mmmphhh… eles tão me arrombandooo… dois paus enormes ao mesmo tempo!
O César e o Rodrigo ficaram um de cada lado, batendo os paus grossos nos meus seios e no meu rosto. O César falou:
— Olha pra câmera, Selma. Fala pro seu marido que ele nunca mais vai comer essa bunda. Ela agora é nossa.
Eu tirei o pau da boca só pra gritar:
— Márcio! Minha bunda agora é dos machos! Você nunca mais vai encostar aqui! Só vai lamber o que sobrar!
O Bruno metia fundo na buceta e ria:
— Isso aí, corno de porcelana. Filma sua mulher levando DP anal e vaginal ao mesmo tempo. Você é só o cameraman. O resto é pra gente.
Eles me viraram de lado. O Rodrigo deitou e me puxou por cima, enfiando na bunda. O Diego veio por trás e enfiou na buceta. Double penetration de novo, mas agora com o pau do Rodrigo todo enterrado na minha raba. Eu gritava sem parar:
— Tô cheia de pau! Tô cheia dos dois buracos! Aaaahhh porraaa, vou gozar de novo!
O Alan segurou meu queixo e enfiou o pau bem fundo na garganta:
— Engole tudo, puta. Três buracos preenchidos. Fala pro corno que você virou um onahole de luxo.
Eu, engasgando e babando:
— Márcio… eu sou o brinquedo deles agora… cinco paus casados me usando como quiserem…
O César, masturbando o pau enorme na minha cara:
— Diz que você prefere essas rolas grossas do que a pica ridícula do seu marido.
— Eu prefiro esses paus gigantes! A pica do Márcio não serve nem pra me esquentar!
Eles riram. Trocaram de posição várias vezes. Fizeram tripla penetração: um na boca, um na buceta, um na bunda. Eu chorava de tanto prazer e dor gostosa. O Diego, metendo bem fundo na minha raba:
— Nenhuma mulher aguenta a gente na bunda, Selma. Você tá aguentando porque é uma puta profissional. Parabéns, corno, casou com uma vadia de primeira.
O Bruno, filmando de perto com o celular:
— Olha o estrago que a gente tá fazendo na bunda dela. Tá aberta que nem uma xícara. Vai ficar assim por dias, corno. Você vai ter que comer comida pronta porque ela não vai conseguir sentar.
Eu gemia alto, quase sem voz:
— Isso… me arromba mais… quero levar os cinco paus na bunda hoje… um atrás do outro!
E eles fizeram. Cada um fodeu minha bunda separadamente enquanto os outros quatro me seguravam e enfiavam na boca e na buceta. Eu recebi os cinco na raba, um por um, todos bem fundo, todos gozando dentro ou fora.
Em determinado momento, o César me colocou sentada no colo dele, pau todo enterrado na bunda, e o Alan enfiou na buceta. DP de novo. O Rodrigo enfiou na boca. Eu estava completamente preenchida.
— Goza pra gente, sua puta casada! — gritou o Diego, batendo no meu clitóris.
Eu gozei tão forte que mijei um pouco, tremendo inteira. Gritei:
— Tô gozandooo! Tô gozando com pau na bunda e na buceta! Márcio, olha o que eles conseguem fazer comigo que você nunca conseguiu!
O Alan, gozando dentro da minha buceta:
— Toma porra de macho de verdade, corna. Seu marido vai lamber tudo depois.
O Bruno segurou meu cabelo e gozou na minha cara:
— Abre a boca. Mostra pro corno como uma puta de verdade recebe gozo.
Eu abri a boca, língua pra fora, recebendo jato atrás de jato na cara, nos óculos, nos cabelos.
Depois de mais de seis horas dentro do quarto, eu estava destruída: buceta inchada, bunda aberta e vermelha, corpo todo marcado de chupões e tapas, cara lambuzada de porra.
O Márcio continuava filmando, pauzinho duro na calça, sem poder tocar em nada.
O Rodrigo, já vestido, falou por último:
— Corno, obrigado por emprestar sua mulher. Ela é a melhor puta que já comemos. Guarda esse vídeo com carinho, porque amanhã vamos mandar cópia pro nosso grupo.
Eu, deitada na cama, voz rouca, olhei pra câmera e disse baixinho pro meu marido:
— Filma isso, meu amor… essa é a cara da sua mulher depois de oito horas sendo destruída por cinco paus gigantes. Eu amo ser assim. E você ama filmar.
PARTE 3
Depois da piscina e do quarto à noite, ninguém dormiu. Os cinco machos casados estavam com os paus ainda duros e cheios de tesão. O sol já estava nascendo quando a verdadeira destruição começou. Foram mais de oito horas seguidas de foda pesada, da manhã até o final da tarde. O Márcio, coitado, só trocava cartão de memória e bateria da câmera.
Eu estava deitada na cama, pernas abertas, bunda e buceta já bem usadas, quando o Bruno acordou todo mundo:
— Levanta, puta. Hoje o dia inteiro é pra gente usar você. O corno vai filmar do café da manhã até o pôr do sol.
O Rodrigo me puxou pelos cabelos e me colocou de joelhos no chão do quarto:
— Bom dia, Selma. Abre essa boca pra receber o café da manhã de macho.
Enfiou o pau grosso até o fundo da garganta. Eu engasguei e gemi:
— Mmmphhh… bom dia pra vocês também… me usem o dia todo.
O Alan riu e falou alto pro Márcio:
— Olha só, corno. Sua mulher acorda pedindo rola. Você deve acordar ela com beijinho, né? Patético.
Eles me foderam sem parar a manhã inteira. Primeiro no chão, depois na cama, depois encostada na parede. Sempre três paus me preenchendo ao mesmo tempo: boca, buceta e bunda. Eu gritava tanto que a recepção do motel ligou duas vezes pra reclamar do barulho.
Por volta das 10h da manhã, o César me colocou em cima da mesa da sala, pernas bem abertas:
— Hoje vamos fazer DP anal de verdade. Prepara essa bunda, vadia.
O Rodrigo deitou na cama e me puxou por cima, enfiando todo o pau na minha raba. O Diego veio por trás e forçou o segundo pau gigante no mesmo buraco. Dupla penetração anal. Eu gritei como nunca:
— Aaaaaiiiii porraaaa! Dois paus na minha bunda ao mesmo tempo! Tá rasgando tudo!!!
O Bruno enfiou na minha boca pra calar o grito:
— Cala a boca e chupa. Fala pro corno o que tá acontecendo.
Eu, babando e chorando de prazer:
— Márcio… dois paus enormes tão me arrombando a bunda… eu nunca mais vou fechar direito! Você nunca vai sentir isso!
O Alan, batendo o pau no meu clitóris:
— Diz que sua bunda agora é propriedade dos cinco casados.
— Minha bunda é de vocês! O corno só filma! Eu sou a puta de cinco paus gigantes!
Eles me foderam assim por horas. Trocaram de buraco, gozaram dentro, gozaram fora, me fizeram lamber tudo. Ao meio-dia, eu já estava uma bagunça: cabelo grudado de porra, óculos embaçados, bunda vermelha e aberta, buceta inchada latejando.
O Diego me carregou pro chuveiro pra “limpar”, mas só queria foder de pé. Me prensou contra a parede enquanto a água caía:
— Toma mais rola na bunda, Selma. Nenhuma mulher aguenta a gente, mas você tá aguentando o dia inteiro.
Eu gemia alto, unhas cravadas nas costas dele:
— Me fode mais forte! Quero levar os cinco na bunda hoje ainda!
O César entrou no banheiro e enfiou na buceta ao mesmo tempo. DP no chuveiro. Eu gritava:
— Tô cheia de novo! Dois paus me usando enquanto o corno filma tudo!
O Bruno, do lado de fora filmando com o celular:
— Corno de porcelana, olha o estado da sua mulher. Tá parecendo uma vadia de pornô. Você deve tá com o pauzinho duro aí dentro da calça, né? Mas não pode tocar.
Eu respondi gemendo:
— Ele não pode tocar mesmo! Só filma! Eu só quero pau grande e grosso agora!
Voltamos pro quarto. A tarde foi ainda mais pesada. Eles me colocaram no centro da cama e fizeram um rodízio completo: cada um fodeu minha bunda por 15 minutos sem parar, enquanto os outros quatro me usavam boca e buceta. Eu recebi os cinco paus na raba várias vezes, um atrás do outro.
Em determinado momento, por volta das 15h, o Alan e o Bruno fizeram DP anal novamente enquanto o Rodrigo enfiava na boca e o César e Diego mamavam meus seios. Eu estava completamente preenchida, tremendo, gozando sem parar.
— Aaaaahhh eu tô gozando de novo! Tô virando um buraco só! Márcio, filma isso! Filma sua mulher sendo destruída o dia inteiro!
O César gozou fundo na minha bunda e falou:
— Toma porra quente, puta casada. Seu marido vai lamber depois, se tiver coragem.
O Rodrigo segurou meu rosto e gozou na minha língua:
— Engole tudo e agradece. Fala pra ele.
Eu, voz rouca e destruída:
— Obrigada pelos paus gigantes… Márcio, você nunca vai ser homem suficiente pra mim depois disso. Eu amo ser arrombada por eles.
Quando o sol já estava baixando, por volta das 17h, eles me fizeram ajoelhar no meio do quarto. Os cinco paus enormes ao redor da minha cara. Um por um gozaram na minha boca, nos óculos, nos cabelos e nos seios.
Eu estava coberta de porra, bunda aberta, pernas tremendo, voz quase sumida.
O Bruno, já se vestindo, deu o último recado pro Márcio:
— Corno, parabéns. Você tem a melhor puta de Recife. Guarda esses vídeos com carinho, porque isso aqui é conteúdo que nem dinheiro compra. Amanhã a gente manda pro nosso grupo de casados.
Eu olhei pra câmera uma última vez, cara lambuzada, sorriso de puta satisfeita:
— Esse foi o dia em que eu levei cinco paus muito grandes e muito grossos na bunda o dia inteiro, do café da manhã até o final da tarde. Márcio filmou tudo. E eu amei cada segundo.
Beijos molhados e safados da Selma Recife.
PARTE 4
A Noite dos Cinco Paus Gigantes – Parte 4: A Despedida e a Humilhação Final do Corno
Escrito por Selma Recife – Continuação direta, seis anos atrás
O sol já estava quase se pondo quando os cinco machos casados terminaram de gozar pela última vez. Eu estava ajoelhada no chão do quarto do motel, completamente destruída: bunda vermelha e escancarada, buceta inchada pingando porra, rosto, cabelos e óculos cobertos de esperma grosso. Mal conseguia falar de tanto gritar o dia inteiro.
O Bruno, ainda com o pau semi-duro batendo no meu rosto, olhou pro Márcio e riu alto:
— Olha o estado da sua mulher, corno. Tá parecendo uma vadia de rua depois de um gangbang. E você aí, de roupa o dia todo, só filmando que nem um cachorro adestrado.
O Rodrigo segurou meu queixo e mandou:
— Fala pra ele, Selma. Fala alto pra câmera.
Eu, voz rouca e cansada, olhei direto pro Márcio:
— Márcio… eu sou a puta deles agora. Levei cinco paus gigantes na bunda o dia inteiro, da manhã até a tarde. Você nunca vai ser homem suficiente pra mim de novo.
O Alan, vestindo a camisa, apontou pro meu marido:
— Corno de porcelana, você é patético. Passou oito horas vendo a gente arrombar sua mulher e nem tirou a roupa. Aposto que tá com o pauzinho duro aí dentro da calça, né? Mas não pode tocar. Só filma.
O César deu um tapa leve na minha cara lambuzada e ordenou:
— Agora vem a melhor parte. Chama seu corno pra limpar. Ele tem que aprender o lugar dele.
Eu sorri, safada:
— Márcio… vem cá. Vem lamber toda a porra que os machos de verdade deixaram na sua mulher. Limpa minha bunda e minha buceta com a língua, enquanto eles assistem.
O Diego riu e empurrou o Márcio pelo ombro:
— Anda, corno manso. De joelhos. Lambe o que sobrou dos nossos paus. Mostra pra gente que você serve pelo menos pra isso.
O Márcio, humilhado e vermelho, se ajoelhou. Enquanto ele começava a lamber minha bunda aberta, o Bruno gravava de perto:
— Isso, lambe bem fundo. Limpa o cu da sua mulher que a gente arrombou o dia todo. Você é só um limpador de porra, nada mais.
O Alan completou, debochando:
— Olha como ele lambe gostoso… parece que nasceu pra isso. Enquanto isso, a gente tava fodendo ela com rola grossa que ele nunca vai ter. Que vida triste, hein corno?
Eu gemia baixinho enquanto ele limpava:
— Isso, meu corno… lambe tudo que eles gozaram dentro de mim. Você só serve pra isso mesmo. Filmar e limpar.
O César, já na porta, deu a última humilhação:
— Corno, guarda esses vídeos com muito carinho. Amanhã a gente vai mandar pros nossos grupos de casados. Sua mulher virou a puta oficial do grupo. Parabéns, você casou com uma lenda.
Um por um, eles me deram um beijo na boca, apertaram meus seios e deram tapas na minha bunda antes de irem embora. Quando o último saiu, eu olhei pro Márcio, ainda de joelhos, cara melada da mistura de porra deles e da minha:
— Hoje você viu o que eu realmente sou. E você… você é só o corno que filma e limpa. E eu amo você assim.
No dia seguinte, quando chegamos em casa, eu ainda não conseguia sentar direito. A bunda latejava, a buceta inchada… e o Márcio só conseguia olhar os vídeos que ele mesmo gravou.
Esse foi o dia em que eu realmente virei a Selma Recife que vocês conhecem: sem limites, sem vergonha e completamente viciada em paus grandes e grossos.
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