Tenho 56 anos e dei o cu ao pedreiro. filmei com micro camera escondida
Eu sou a Andreza, a casada mais safada, mais puta e mais tarada que você vai conhecer em toda Recife. Meu marido, aquele corno manso, acha que eu sou só a esposa boazinha que fica em casa, mas eu vivo com a buceta e o cu latejando de tesão o dia inteiro. Eu preciso de pau grosso, pau grande, pau que me rasgue, que me faça chorar de dor e de prazer ao mesmo tempo. E foi exatamente por isso que eu seduzi o pedreiro que tava trabalhando na reforma da casa ao lado. O nome dele é Júnior, um negão forte, suado, com corpo de quem carrega tijolo o dia todo e um pau que parecia uma mangueira grossa dentro da calça jeans. Eu vi o volume logo no primeiro dia e soube: aquele pau ia comer meu cu hoje.
Eu comecei devagar, como sempre faço. Passei pela obra de shortinho curto, sem sutiã, o bico dos meus peitos marcando na blusinha fina. “Tá calor hoje, né, Júnior? Quer uma água gelada?”, eu disse, encostando de propósito no braço dele. Ele me olhou de cima a baixo, os olhos parando nos meus peitos grandes e na tatuagem de borboleta que sobe pelo meu braço. Eu sorri safada, mordi o lábio e falei baixinho: “Se quiser algo mais gelado e mais gostoso, é só me chamar. Meu marido tá viajando… e eu tô sozinha com esse cu apertadinho aqui doendo de tesão.”
Dois dias depois ele já tava no meu quarto. Eu tinha deixado a câmera escondida ligada, bem no canto da parede, gravando tudo em alta qualidade pra mostrar pro corno do meu marido mais tarde. E pra postar no site da Selma Recife e no Telegram VIP dela e das amigas. Quero que todo mundo veja, baixe, goze assistindo eu levando rola no cu como a puta que eu sou. Quero que as amigas comentem “Essa Andreza é foda, olha como chora de pau no rabo” enquanto eu grito feito uma cadela.
A gente nem perdeu tempo com preliminares longas. Eu tirei a blusa azul que eu tava usando, aquela que deixa meus peitos quase pulando pra fora, e me ajoelhei na cama de quatro, empinando o cu pra ele. O quarto tava quente, o sol batendo na parede texturizada, a cortina de oncinha balançando. Júnior tirou a camisa, o peito suado brilhando, e baixou a calça. Quando o pau dele pulou pra fora eu quase gozei só de ver: enorme, grosso como meu pulso, veias saltadas, a cabeça roxa e babando pré-gozo. “Caralho, Júnior… esse pau vai me matar hoje”, eu gemi, olhando pra trás com os olhos já vidrados.
Ele cuspiu na mão, passou no pau e encostou a cabeça grossa bem no meu cuzinho. Eu já tava lubrificada com óleo, mas nada preparava pro tamanho dele. “Vai devagar no começo, amor… mas depois me fode sem pena”, eu pedi, já mordendo o lábio. Ele empurrou. Aí eu gritei. “Aaaaiii porra! Tá rasgando meu cu, caralho! Tá muito grosso, tá me abrindo inteira!” A dor era absurda, o cu ardendo como se tivesse fogo dentro, mas eu empurrei pra trás mesmo assim, porque sou puta demais pra parar.
Ele meteu devagar no começo, mas logo o tesão tomou conta. Segurou meus quadris com força e começou a socar. Cada estocada fazia meus peitos balançarem pesado, o suor escorrendo pelo meu rosto, pelo pescoço, pingando nos meus mamilos. Eu tava de quatro, braços tremendo, cabelo preso no coque todo bagunçado e molhado de suor, exatamente como nas fotos que a câmera pegou. Meu rosto… ai, meu rosto era pura putaria: olhos apertados, testa franzida, boca aberta gemendo, lágrimas escorrendo misturadas com suor, a cara toda vermelha de esforço.
“Fode meu cu, Júnior! Mete esse pauzão todo! Eu sou uma puta casada, adoro levar rola de estranho no rabo!” eu gritava. Ele grunhia atrás de mim, o corpo dele colado nas minhas costas, o pau entrando e saindo com força, fazendo barulho molhado. De repente eu senti uma pressão diferente. “Ai merda… tá vindo… eu tô me cagando, caralho!” Eu tentei segurar, mas com aquele pau enorme me arrombando era impossível. Soltei um peido longo, quente, bem no pau dele. Depois outro, mais molhado. “Porra, Andreza! Tá cagando no meu pau, sua imunda! Olha isso, tá saindo merda no meu cacete!”
Eu fiquei morta de vergonha por um segundo, mas o tesão era maior. “Sim, eu tô cagando no seu pau, amor! Eu sou imunda mesmo, sou uma puta nojenta que gosta de levar no cu até se borrar! Não para, pelo amor de Deus, não para!” Ele riu rouco, mas o pau dele ficou ainda mais duro dentro de mim. “Caralho, que tesão… você é nojenta pra porra, mas eu adoro. Continua cagando, vai, solta tudo enquanto eu te arrombo.” Ele meteu mais fundo, agora com força bruta, o pau escorregando na mistura de óleo, suor, peido e o que mais tava saindo. Eu gritava sem parar: “Aaaahhh tá doendo muito! Tá me rasgando! Goza logo, Júnior, goza logo que eu tô me cagando inteira! Meu cu tá explodindo!”
Meu rosto tava uma bagunça nas imagens da câmera: olhos fechados com força, lágrimas grossas escorrendo, boca aberta num grito mudo, depois sorrindo de dor, depois chorando de novo. Eu baixava a cabeça, olhava pro chão, depois virava de lado tentando aguentar. Os peitos espremidos contra a cama, os braços tremendo, a tatuagem do braço brilhando de suor. Júnior segurava meu coque, puxava meu cabelo e metia sem parar. “Toma, sua puta casada! Toma rola no cu! Tá sentindo como tá molhado? Tá cagando mesmo, olha a merda escorrendo na minha bola!”
Eu gemia feito louca: “Sim, eu tô cagando no seu pauzão! Eu sou uma vadia imunda, uma corna safada que filma tudo pra mostrar pro marido corno! Vai gozar, por favor! Goza dentro do meu cu, enche ele de porra quente enquanto eu me borro toda!” A dor era insana, o cu latejando, queimando, mas eu não queria parar. Eu empinava mais o rabo, rebolava mesmo com o pau lá dentro, pedindo mais. “Mete mais fundo! Arromba esse cu de puta! Eu quero que todo mundo veja depois no site da Selma e no Telegram VIP… quero que as amigas baixem e gozem vendo eu levar esse pauzão e me borrar toda!”
Ele acelerou, o quarto cheio do barulho de carne batendo, dos meus gemidos, dos peidos e dos gritos. “Tô quase, sua imunda! Tô gozando!” ele rosnou. Eu senti o pau dele inchar ainda mais dentro de mim, pulsando, e aí ele explodiu. Jatos quentes de porra enchendo meu cu já destruído. “Aaaaiii goza, amor! Enche meu cu de leite! Eu tô gozando também, caralho!” Meu corpo inteiro tremeu, o cu apertando o pau dele, mais peidos saindo misturados com porra e o que mais tinha lá dentro.
Ele tirou devagar, o pau todo sujo, brilhando, com marcas do que eu tinha soltado. Eu desabei na cama de bruços, o cu piscando, escorrendo tudo, o rosto enterrado no travesseiro, ainda chorando e rindo ao mesmo tempo. “Olha o que você fez comigo… me deixou uma bagunça. Mas foi a melhor foda da minha vida.”
A câmera gravou cada segundo. Mais tarde eu vou editar tudo, vou mandar pro meu corno ver enquanto bate punheta sozinho.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽















Comentários (1)
COROA PUTA!!: COROA PUTA!!
Responder↴ • uid:1dai2scxib