#Outros

A Inês - Ajuda sexual do Onlyfans

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DiogoM

Conto Real! Aconteceu há pouco tempo, dai estar a baralhar tudo.

Com apenas 20 anos, a Inês carregava o peso de uma mãe doente e as dificuldades da vida, tentando a sua sorte no OnlyFans com um conteúdo que, até então, era fraco e não rendia quase nada.
​Quando ela aceitou a ajuda do Diogo, a dinâmica mudou. Ele recusou o dinheiro; o trato era claro: gravações grátis, desde que tudo fosse feito na máxima discrição, de forma rápida e silenciosa. Dias e dias de cumplicidade virtual em vídeos de masturbação criaram a tensão perfeita. Até àquela noite.
​Passava da meia-noite. O silêncio na casa do Diogo era absoluto, com a família já recolhida nos seus respetivos quartos, completamente alheia ao mundo cá fora. De repente, um leve estalido na janela do quarto do Diogo quebrou a quietude. Era a Inês. Ela trazia uma câmara profissional numa mão e uma determinação selvagem nos olhos.
Sem dizer uma única palavra para não quebrar o silêncio mortal da casa, a Inês pousou a câmara estrategicamente em cima da secretária, apontada diretamente para a cama. Ela despiu-se ali mesmo, deixando cair a roupa leve no chão. Aos 20 anos, o corpo dela era firme, a pele brilhava na penumbra do quarto. Eu, o Diogo, já estava completamente nu, com o pau erguido, duro como rocha, à espera dela. O contraste entre o perigo de sermos apanhados e o desejo acumulado de dias de vídeos virtuais tornou o ambiente elétrico.
A Inês moveu-se com a leveza de um felino. Subiu para a cama e posicionou-se por cima de mim na posição de Cowgirl. Ela segurou o meu pau com a mão quente, alinhou-o e deixou-se cair devagar. O encaixe foi profundo e húmido. Uma onda de calor subiu-me pela espinha enquanto a câmara gravava cada detalhe em alta definição.
​Ela começou a saltar. O ritmo da Cowgirl era intenso, mas a Inês controlava os movimentos para que o impacto dos nossos corpos não fizesse a cama ranger. Ela jogava a cabeça para trás, com os olhos fechados, mordendo o próprio lábio inferior para abafar os gemidos de prazer que ameaçavam sair. Eu segurava-lhe as ancas firmes de 20 anos, ditando a velocidade de baixo para cima, sentindo o aperto daquela buceta que finalmente era minha.
Querendo garantir o melhor conteúdo para salvar a conta dela, a Inês mudou de posição sem que o meu pau saísse de dentro dela. Ela virou-se, ficando de 4 mesmo em frente à lente da câmara. A visão era perfeita para os subscritores, mas ali, no mundo real, era eu quem controlava a situação.
​Aproximei-me por trás, colando o meu peito às costas direitas dela. Comecei um "vai e vem" rápido e vigoroso, mas mantendo a mecânica silenciosa. Podia ouvir a respiração acelerada da Inês perto do meu ouvido e o som quase impercetível da humidade a ser trabalhada a cada estocada. Sabia que a poucos metros dali, a minha família dormia, sem fazer a mínima ideia de que o quarto ao lado era o cenário de um filme proibido.
​O clímax estava a chegar e a câmara continuava a rodar, capturando a verdade daquela noite.
A Inês continuava na posição de 4, com as mãos firmes no colchão e o olhar fixo na lente da câmara que registava tudo. O ritmo do meu "vai e vem" tornou-se mais curto e urgente. O aperto daquela buceta de 20 anos, misturado com a adrenalina de saber que a minha família estava no quarto ao lado, levou-me ao limite num instante.
Senti a onda vir com uma força avassalador. Segurei as ancas da Inês com firmeza para abafar qualquer ruído da cama e dei as últimas estocadas, enfiando o pau todo lá dentro. No auge do prazer, colei o meu corpo ao dela e ejaculei tudo dentro, bem fundo. Foram jatos quentes e seguidos que inundaram o interior dela. A Inês arqueou as costas, revirando os olhos para a câmara, e mordeu a almofada para não soltar um grito audível no resto da casa. Ficámos os dois imóveis por uns segundos, a tremer, enquanto o meu pau amolecia no calor dela.
Com cuidado, afastei-me. O "produto" começou logo a escorrer de forma visível pelas coxas dela, um detalhe real que o OnlyFans dela ia adorar. A Inês, ainda ofegante, ajoelhou-se na cama de frente para a câmara. Com os dedos sujos da minha ejaculação, ela limpou-se devagar diante da lente, olhou para o ecrã e soltou um sussurro audível apenas para o microfone:
​"Obrigada, Diogo... salvaste-me a noite."
Ela desligou a câmara com um clique discreto. Sem perder tempo, a Inês vestiu a roupa leve e recolheu o equipamento. O quarto voltou ao silêncio habitual das madrugadas. Ela aproximou-se da janela por onde tinha entrado, deu-me um último olhar cúmplice com um sorriso de vitória e saltou para a escuridão da noite, desaparecendo tão rápido como tinha chegado.
​Fiquei deitado na cama, a recuperar o fôlego no escuro, sabendo que aquela gravação silenciosa ia mudar a vida dela no dia seguinte.

*Eu aceito mulheres pra rapidinhas de varias idades, seja milf etc para quem esteja a precisar de aliviar ou ajuda como fiz com a inês que também tive com outras amigas delas que precisavam de ajuda,eja solteira, casada. Mas tem de ser algo rápido e silencioso 🤭 , quem quiser e tiver carro eu deixo dps uma maneira de falar cmg nos comentarios e quem sabe uma de várias vezes*

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DiogoM #Outros

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