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Quem mandou não comer?

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Eu sou Mariana, 31 anos, casada com o Roberto há 10 anos. Moramos em um condomínio bom no bairro de Casa Forte, Recife. Sou professora de Educação Física, tenho corpo cheio, bundona arrebitada, coxas grossas e peitos naturais que ainda chamam muita atenção. Todo mundo no prédio me acha a esposa exemplar, mãe dedicada e mulher de família. Mas a verdade é que eu estava morrendo de tesão acumulado. Meu marido Roberto tinha virado um cara chato: bebia quase todo dia, só queria futebol, churrasco com os amigos e, quando transava, era um papai-e-mamãe rápido de 4 minutos e pronto. Eu vivia frustrada, molhada e com o cu piscando de vontade.

Certo dia, cheguei mais cedo do trabalho e ouvi gemidos vindos do apartamento da vizinha do andar de baixo, a Cíntia. A porta da cozinha estava entreaberta. Entrei devagar e o que vi me deixou paralisada.

Cíntia estava inclinada no sofá, saia levantada até a cintura, gemendo alto enquanto o **Wagner**, o novo zelador do prédio — um moreno forte de 27 anos, corpo definido —, metia nela com força por trás. Ele segurava a cintura dela com as duas mãos e socava fundo.

— Ai, Wagner… mete mais forte… assim… me fode gostoso… antes que meu marido chegue… — gemia Cíntia.

Eu fiquei ali, escondida, assistindo tudo. Meu cu apertava de tesão. Wagner tinha uma rola grossa, veiosa, que entrava e saía brilhando. Cíntia gozou tremendo e ele gozou logo depois, enchendo ela de porra.

Voltei pra casa sem fazer barulho, mas não consegui parar de pensar naquilo. Dias depois, encontrei Wagner no elevador. Ele sorriu educado:

— Boa tarde, dona Mariana. Tudo bem?

Eu olhei pra ele de cima a baixo e respondi baixinho:

— Agora que te vi, tá bem melhor…

Ele ficou sem graça. Eu continuei:

— Vi você com a Cíntia outro dia… gostei do que vi. Você tem uma rola bem grossa, hein?

Wagner engoliu seco. Eu me aproximei mais:

— Meu marido quase não me come mais. Eu tô louca pra sentir uma rola de verdade. Quer me comer, Wagner? Eu adoro dar o cu…

Ele ficou vermelho, mas o pau dele já estava duro dentro da calça. Marcamos praquela mesma tarde, quando meu marido saísse pro futebol.

Assim que Roberto saiu, mandei mensagem pro Wagner. Ele subiu rápido. Assim que abriu a porta, eu já estava só de robe aberto, nua por baixo.

— Entra logo, gostoso. Meu cu tá piscando de vontade.

Levei ele pro quarto. Fiquei de quatro na cama, empinei bem alto, abri as nádegas com as mãos e falei:

— Olha o tamanho desse cu… tá suado e quente. Mete devagar primeiro, mas eu quero sentir dor. Quero sentir rasgando.

Wagner cuspiu e enfiou a cabeça grossa. Eu gritei:

— Aaaaiii, caralho! Tá rasgando meu cu! Tá doendo pra porra! Mete mais devagar!

Ele empurrou mais. A dor era insana. Eu sentia meu intestino sendo aberto.

— Aaaai! Tá fundo demais! Meu cu tá queimando! Mete tudo, zelador safado! Arromba essa bunda de casada!

Soltei um peido longo e quente na rola dele. Wagner gemeu:

— Porra, Mariana… que cheiro forte…

— Tá sentindo o cheiro do meu cu sujo? Eu não lavei de propósito… continua metendo, não tira! Eu adoro melar pica!

A dor de barriga veio forte. Eu empurrei e soltei um pouco de merda mole na rola dele. Ele xingou de tesão:

— Caralho… tá melando tudo de merda…

— Isso mesmo! Sou uma puta nojenta casada! Melando sua pica de merda! Mete mais fundo! Arromba esse cu grande!

Wagner perdeu o controle e socou com força bruta. Eu gritava sem parar, gozei tremendo inteira. Ele gozou enchendo meu intestino de porra quente.

Quando tirou, eu agachei, abri o cu com as mãos e expulsei tudo devagar: porra misturada com merda escorrendo. Olhei pra ele:

— Olha o que você fez no cu da tia casada… quer limpar com a língua agora?

Ele lambeu tudo. Depois daquela tarde eu virei outra pessoa. Comecei a chamar Wagner quase todo dia. Às vezes no elevador, às vezes na área de serviço, às vezes até no apartamento quando meu marido estava dormindo.

Um dia, Wagner trouxe um amigo dele, o **Diego**, outro zelador. Os dois me comeram juntos na lavanderia do prédio. Eu de quatro, um no cu e outro na boca, peidando, soltando merda, pedindo tapa na cara e na bunda. Gozei como nunca.

Meu marido Roberto, quando chegava em casa, encontrava meu cu inchado, vermelho e vazando. Eu sentava na cara dele e contava tudo enquanto ele limpava.

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Lá tem tudo atualizado, sem limite. Eu sou Larissa… e meu cu grande tá sempre aberto pra mais.

Beijos arrombados e sujos,
**Larissa** 🔥🍑

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