Estou na casa de praia com macho mai jovem que meu filho, fazendo loucuras.
**Boa tarde, seus safados… Aqui quem fala é Manu Recife, molhada e completamente entregue.**
Vocês não fazem ideia do que rolou hoje. Eu tava louca pra gravar algo novo, daqueles vídeos que deixam o pau latejando e a buceta pingando só de assistir. E o destino me trouxe o macho perfeito: moreno, tatuado, corpo definido, pau enorme e grosso pra caralho, daqueles que fazem a gente sentir cada veia pulsando lá dentro. Ele entrou no nosso **Telegram VIP** (www.bit.ly/telemanu), mandou mensagem direta: “Quero ir pra casa de praia em Tamandaré foder você de verdade, especialmente esse cuzinho apertado e essa buceta carnuda que você mostra nos vídeos.”
Eu nem pensei duas vezes. Liguei pra dona da casa, confirmei que estava vazia por causa da chuva, e já tava no carro com meu corno manso Manuel carregando as máquinas. Chegamos no início da tarde. O mar batendo lá atrás, vento quente, cheiro de sexo no ar antes mesmo de começar.
Assim que ele desceu do carro, o clima esquentou. O macho me agarrou pela cintura e me deu um beijo molhado, profundo, língua entrando na minha boca como se já fosse dono. Eu correspondi olhando pro lado, bem na cara do meu corno:
— É assim que se beija, seu corno filho da puta. Tá vendo? Um macho de verdade, novinho, forte, com pau grande… não igual essa merdinha que você tem entre as pernas. Filma isso direito, seu inútil, pro Brasil inteiro ver como tua esposa é uma vadia safada.
Minha mão já descia pro volume dele. Caralho… era ainda maior do que nas fotos. Duro, latejando, marcando a bermuda. Eu me ajoelhei ali mesmo na varanda com vista pro mar, baixei a bermuda dele e soltei aquela rola monstruosa. Grossa, pesada, veias saltadas. Meu corno filmava de perto, tremendo.
— Olha isso aqui, corno manso… Isso sim é um caralho de verdade. Não aquela porrinha envergonhada que você tem. Essa rola vai arrombar todos os meus buracos hoje e você vai filmar cada segundo, seu filho da puta.
Eu abri bem a boca e comecei a chupar. Língua girando na cabeça grossa, babando tudo, descendo o máximo que conseguia. Ele gemia segurando meu cabelo:
— Puta que pariu, corno… tua esposa tem uma boca fantástica. Essa língua na cabeça da pica é de enlouquecer qualquer um.
Sentei na mesa da varanda, abri as pernas e puxei o shortinho branco pro lado. Minha buceta carnuda, inchada, brilhando de tesão. Ele caiu de boca como um animal faminto. Chupava, enfiava a língua fundo, sugava meu clitóris enquanto eu gritava:
— Isso, mete essa língua nessa buceta que é de todo macho! Meu corno quer que eu dê pra todo mundo, então chupa direito, seu safado! Me faz gozar na tua boca!
Eu gozei gritando alto, como sempre, xingando o corno, tremendo inteira. Ele levantou, encostou aquela cabeça grossa na entrada da minha buceta e começou a forçar. Era apertado pra caralho. Eu sentia cada centímetro abrindo caminho.
— Devagar… mas enfia tudo, porra! Me rasga! Quero sentir essa rola toda dentro de mim!
Ele foi enfiando devagar, mas implacável. Quando finalmente estava todo dentro, eu já tinha gozado de novo só da sensação de estar completamente cheia. Ele começou a socar forte. O barulho molhado da buceta, o vento do mar, meu corno filmando tudo de vários ângulos.
— Tá vendo, corno? Olha o tamanho dessa pica entrando e saindo da buceta da tua mulher. Aprende como se fode de verdade, seu puto! Essa rola é muito maior e mais grossa que a tua. Você só serve pra filmar mesmo, seu corno manso de merda.
Ele metia cada vez mais forte, minhas pernas tremendo. Depois virou o jogo:
— Agora eu quero esse cu, Manu. Vim aqui pra arrombar esse cuzinho apertado.
Eu me virei de quatro em cima da mesa, empinei bem a bunda branquinha. Ele abriu minhas nádegas, cuspiu e lambeu meu cu apertado. Depois passou bastante lubrificante no pau e no meu ânus. Começou a forçar a cabeça.
Eu suava frio. Ardendo, ardendo pra caralho. Parecia que ia rasgar.
— Vai devagar… teu pau é muito grande… meu cu é muito apertado…
Mas ele não tinha piedade. Segurou minha cintura e foi enfiando. Eu gemia alto, mistura de dor e prazer insano. Quando a cabeça passou, ele não parou. Foi fundo, abrindo meu reto todo. Dava pra ver a barriga marcando com a cabeça da rola nos vídeos.
— Puta merda, corno! Olha isso… tô arrombando o cu da tua esposa! Essa rola vai sair pela boca dela de tão fundo que tá!
Ele começou a socar mais forte. Eu delirava, rebolando, mandando ele meter mais. Comecei a perder o controle e me peidar sem parar enquanto ele metia.
— Tá se cagando na minha pica, sua vagabunda imunda? Então vai, caga na rola do macho enquanto teu corno filma tudo!
— Vou sim, porra… tô me cagando no teu pau… arromba esse cu, mete forte!
Ele meteu como um animal, segurando meu cabelo, batendo na minha bunda e na cara. Gozou jorrando muito, quente e grosso bem fundo no meu intestino. Quando tirou, um rio de porra, merda e lubrificante escorreu. Meu cu ficou piscando, completamente destruído, aberto.
Eu olhei pro corno, ofegante:
— Pega um pano e limpa essa merda toda, seu corno inútil. Depois filma eu tomando banho com ele. Isso aqui é só o começo do final de semana… amanhã tem mais dois machos vindo. Quero rola em todos os buracos o dia inteiro.
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**Se você tá com o pau duro pra caralho agora, é pra estar mesmo.**
Todo dia tem conteúdo novo, cru, sem censura: putaria real, corno humilhado, casal safado, gangbang, creampie, anal destruído, tudo gravado na casa de praia de Tamandaré.
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Não fica só olhando, seu safado.
Vem participar.
Beijo molhado e safado da Manu Recife 🔥
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