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R$ 650 pela Bunda Suada da Sertaneja casada e pobre.

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Meu nome é Roberto, tenho 52 anos, sou empresário do agronegócio e dono de duas grandes fazendas no interior da Bahia. Dinheiro nunca foi problema. Mulheres bonitas também não. Mas o que me excitava de verdade era algo que a maioria das pessoas acha repugnante: casadas pobres, simples, do interior, com corpo marcado pelo trabalho duro, suor do dia inteiro e pouca higiene.

Fazia meses que eu era viciado nos perfis da Selma Recife. Passava horas vendo os vídeos e lendo os contos bizarros no site . Foi lá que o fetiche tomou conta da minha cabeça: cheirar bunda suada, lamber cu mal lavado, enfiar comida no reto e comer. Quanto mais natural e sujo, mais eu queria.

Até que um contato confiável me passou o número da Juliana. 29 anos, casada há 10, mãe de dois meninos pequenos, morando num casebre simples no sertão. Aceitou o combinado por 650 reais. Duas horas fazendo “tudo que eu quisesse”.

Cheguei no final da tarde. O sol ainda queimava forte. O quintal era de terra seca, roupa no varal, galinhas ciscando. Ela me esperava na cozinha de tijolos aparentes, sem reboco. Estava descalça, com uma camiseta velha cinza justa no corpo, legging preta surrada e suada do dia de trabalho.

— Boa tarde… o senhor é o Roberto? — perguntou, claramente nervosa, passando a mão no cabelo bagunçado.

— Sou eu. Trouxe o dinheiro aqui — mostrei o envelope grosso. — Vamos fazer tudo que combinamos por mensagem?

Juliana olhou pro envelope, respirou fundo e mordeu o lábio.

— Vamos… mas eu avisei, viu? Trabalhei o dia inteiro na roça, carregando lenha, cuidando das coisas. Nem tomei banho. Tá tudo suado… especialmente lá atrás. O senhor tem certeza que quer isso?

— Tenho certeza absoluta — respondi, já sentindo o coração acelerado. — Quero tudo natural.

Levei ela até a mesa velha de madeira no meio da cozinha. Pedi pra ela ficar de quatro, com o tronco encostado na mesa, bunda empinada pra mim. Puxei a legging pra baixo devagar. A calcinha barata veio junto. O cheiro subiu imediatamente, forte, quente, denso. Suor azedo de dia inteiro, bunda mal lavada, um leve toque de terra e algo mais íntimo.

Ajoelhei atrás dela e encostei o nariz bem no meio da fenda, inspirando fundo.

— Nossa Senhora… — Juliana falou, virando o rosto chocada. — Tá cheirando mesmo?! Que nojo, homem! Eu avisei que tava suada pra caramba!

Não respondi. O cheiro era avassalador. Azedo, salgado, com um fundo amargo e quase fecal. Respirei várias vezes, sentindo o pau latejar dentro da calça. Quase vomitei na terceira respirada longa, mas o tesão era inexplicável.

— Abre mais a bunda pra mim — pedi.

Ela obedeceu, segurando as nádegas com as mãos.

— Assim? Olha o estado… Tá satisfeito agora, seu porco?

Comecei a lamber. A língua passou devagar pelo buraco enrugado. O gosto era intenso: suor azedo, um resto amargo, salgado, terra. Lamber uma, duas, três vezes. Na quarta lambida mais funda, quase engasguei.

Juliana ria nervosa e enojada:

— Ai que nojo! Tá enfiando a língua no meu cu sujo! Nem meu marido tem coragem disso. O senhor é doente mesmo, hein? Tá sentindo o gosto ruim? Eu sei que tá! Eu mal tenho água pra beber aqui em casa, imagina pra lavar direito…

— Tá horrível… — confessei, com a voz rouca de tesão — azedo, amargo… mas eu não consigo parar.

— Porco nojento… — ela murmurou, mas empinou mais a bunda.

Peguei a caixa de chocolates em formato de coração que trouxe. Abri e comecei a enfiar os bombons um por um no cuzinho dela, empurrando com o dedo.

Juliana arregalou os olhos e soltou um gritinho:

— Tá colocando chocolate no meu cu?! Pelo amor de Deus! Pra que isso agora, seu maluco?!

— Quero que derreta dentro e depois eu vou comer tudo — respondi calmamente.

Ela começou a rir de nervoso:

— Comer do meu cu?! Você é completamente doente! Olha o que o dinheiro faz com o homem rico… Enfiando chocolate no cu de uma casada pobre. Tá maluco!

Fui enfiando uns 7 ou 8 chocolates. Pedi pra ela apertar e relaxar o cu. Vi o chocolate começando a derreter e escorrer misturado com o cheiro natural dela. O ar da cozinha ficou ainda mais pesado.

Ajoelhei novamente e comecei a chupar tudo. O gosto era uma mistura repulsiva: doce do chocolate com suor azedo, amargo, salgado e um leve toque de bunda suja. Engoli várias vezes. Quase vomitei duas vezes, mas continuei chupando, lambendo, enfiando a língua fundo pra tirar o resto.

Juliana olhava pra trás com cara de espanto total:

— Meu Deus do céu… Tá comendo mesmo! Tá chupando chocolate que saiu do meu cu sujo! Que nojo, Roberto! Seu porco nojento! Tá sentindo o gosto ruim, né? Eu sei que tá horrível… e mesmo assim você continua? Que tesão estranho é esse?

— Tá uma merda… — respondi entre lambidas — mas nunca fiquei tão excitado na vida.

— Rico safado… — ela falava rindo e gemendo de vergonha. — Pagando 650 reais pra comer merda com chocolate. Se minha família soubesse…

Continuei devorando tudo até quase não sobrar nada. Levantei, tirei o pau pra fora e bati uma punheta rápida. Gozei forte nas costas dela, escorrendo até a bunda suja.

Juliana ficou parada, ainda de quatro, respirando pesado.

— Pronto… conseguiu o que queria, né? Pode me dar o dinheiro agora. Nunca mais eu faço uma loucura dessas na vida… ou talvez faça, depende do preço — disse ela, rindo com vergonha.

Guardei o pau, entreguei o envelope e saí daquela cozinha com as pernas fracas, o cheiro e o gosto ainda grudados em mim.

No caminho de volta, só conseguia pensar em uma coisa: quando vou voltar.

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