#Outros

“Ele não sabia quem eu era… e isso foi o que mais me deu vontade”

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SELMA RECIFE

Tem homem que olha.
Tem homem que deseja.
E tem aquele que… mesmo sem saber… praticamente implora.
Ele era esse. Estou falando de um jovem mecânico de uma oficina pequena e bastante humilde na praia de Tamandaré uma oficina bagunçada, muito suja e que me deu muito tesão ao ver, pois deu uma vontade incontrolável de dar a bunda ao mecânico ali dentro e não sabia se ia dar certo esse jogo de sedução. Mas quem conhece meus vídeos, fotos e contos desde 2007 até hoje sabe que sou viciado em rola em seduzir machos e dar a bunda em lugares diferentes e inusitados.

Toda vez que eu passava na frente da oficina em Tamandaré, era igual.
O barulho das ferramentas diminuía.
O corpo dele travava.
E o olhar…
Ah… o olhar dele não pedia licença.
Subia devagar.
Sem vergonha.
Sem controle. E eu notava que seus olhares eram concentrados em minha bunda gostosa, pois Sempre passo por lá, com fio dental socado, voltando da praia sem usar short ou quando passo com shortinho também socado, isso para ele ter as duas visões e às vezes até me abaixei perto dele pois sei que o fio dental mal está cobrindo meu cu, que é completamente estufado e todo para fora, bem saliente e aparente. além de me baixar sabendo que ele estava olhando o meu cuzinho eu fazia força para piscar ele sabendo que ia deixar o macho mais louco ainda.

Naquele dia, eu parei.
De propósito.
Virei devagar e encarei.
— “Tu nunca cansa de olhar, não?”
Ele gelou.
— “Desculpa… eu…”
Eu dei um passo na direção dele.
— “Desculpa por quê?”
Silêncio.
Ele não sabia se olhava pra mim… ou pro chão.
— “Eu nem disse que não gostava.”
Pronto.
Ali eu já sabia.
Ele não ia escapar.

Cheguei em casa com aquele sorriso que meu marido conhece.
— “Quem é dessa vez?” — ele perguntou.
Eu joguei a chave na mesa.
— “Um mecânico.”
Ele riu baixo.
— “Sempre os mais simples…”
Eu me aproximei, olhando firme:
— “São os que mais se perdem.”
E ele só confirmou com a cabeça.
Porque ele sabe.
Sempre soube.

No outro dia… eu voltei.
Mas dessa vez… não foi passeio.
Foi intenção.

Entrei na oficina como se já fosse íntima do lugar.
Ele levantou na mesma hora.
Nervoso.
— “E aí… deu problema no carro?”
Eu encostei no balcão… bem perto.
— “Deu.”
Pausa.
Olho no olho.
— “Mas não é no carro.”
Ele respirou fundo.
Já sentindo… mas sem entender.
— “Então é o quê?”
Eu inclinei levemente a cabeça.
— “Tu.”

Tem um momento em que o homem percebe que passou do ponto.
E não tem mais volta.
Eu vi esse momento nele.
Claro.
Nítido.
Irreversível.

— “Olha… isso aqui…” — ele começou.
Eu interrompi.
— “Tu quer que eu vá embora?”
Silêncio.
Ele não respondeu.
Só fechou a porta.

Foi aí que tudo mudou.
O ar ficou mais pesado.
Mais quente.
Mais… direto.

Eu me aproximei devagar.
Sem pressa.
— “Agora tu não precisa fingir.”
Ele tentou manter firme.
— “Eu não tô fingindo.”
Eu sorri.
Aquele sorriso que desmonta qualquer um.
— “Tá sim… desde o primeiro dia.”

Cheguei bem perto.
Perto o suficiente pra ele sentir minha respiração.
— “Tu me olhava como se já tivesse imaginado tudo…”
Ele desviou o olhar.
Eu segurei o queixo dele.
Trouxe de volta.
— “Olha pra mim.”
Ele olhou.
E ali… acabou.

Porque quando o olhar trava…
O resto segue.

— “Tu sabe onde tá se metendo?” — ele perguntou, voz baixa.
Eu respondi no mesmo tom:
— “Sei.”
Pausa.
— “E tu… não sabe.”

E era verdade.
Ele não sabia quem eu era.
Não sabia até onde aquilo podia ir.
Não sabia que… enquanto ele achava que estava vivendo um momento…
Eu já estava construindo algo muito maior.

O mais interessante não foi o que aconteceu ali.
Foi o que aconteceu dentro dele.
A quebra.
A entrega.
O momento exato em que ele percebeu que não estava mais no controle. Na cara dura perguntei se ele queria comer o meu cu Pois disse que adoro dar a bunda e queria dar para ele ali dentro da oficina meio sem jeito Ele olhou para mim assustado e disse que adoraria sim pois confessou que olhava minha bunda mas primeiro ordenei para ele ficar de joelho pois ele tinha que cheirar meu rabo e lamber meu cu bem quente suado pois adoro fazer isso com os machos notei sua cara tendo um pouco de nojo pois o cheiro tava foda mesmo e adoro fazer isso depois fiquei apoiada num colchão que estava no chão como vocês vem nas fotos abaixo coloquei a micro câmera filmando de frente para gente e ele começou a penetrar meu cu com seu caralho muito grande mesmo que eu não esperava que fosse tão grande e grosso doía para caralho a cabeça do pau Rasgando meu cu dilatando ele ao máximo mas eu já gozava do tesão e sentia Meu Mel descendo para aquele colchão velho enquanto o caralho ia tomando conta do meu reto quentinho e macio sabendo que a cabeça da pica dele estava sendo bem agasalhada lá dentro ele fica louco começa a meter cada vez mais forte começou a me peidar dizendo que o pau dele era Grosso gostoso mandava ele meter mais forte e dizia que era puta que meu marido é corno e isso deixava ele mais louco ainda e metendo mais forte até que ele gozou feito um animal ali dentro da oficina mesmo no chão Feito Dois Animais.

Depois…
Ele ficou em silêncio.
Tentando processar.
— “Tu vai voltar aqui?” — ele perguntou.
Eu já na porta, olhei por cima do ombro:
— “Depende…”
Pausa.
— “Tu acha que aguenta de novo?”

E saí.
Deixando mais dúvida do que resposta.
Mais vontade do que satisfação.
Mais curiosidade do que certeza.

Agora me diz…
Tu acha que aquilo parou ali?
Ou tu também sentiu que tem muito mais por trás dessa história?
Porque tem.
E eu nunca conto tudo.
Só mostro.

🔥 Se tu quer ver o que realmente aconteceu dentro daquela oficina…
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Mas entra preparado.
Porque curiosidade… quando é bem provocada…
Vira vício.

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