#Outros

Sexo gostoso no estacionamento do shopping

1.9k palavras | 0 | 5.00 | 👁️
O lobo solitário

Sexo anal intenso dentro do carro, apesar do risco de ser pego.

Este é um conto real.
Era época de pandemia e eu estava com muito medo de pegar COVID. Tinha decidido que ficaria sem mulher até a chegada da vacina. Nesta época, parei de ver fotos de mulheres peladas (rotina matinal) e de olhar para os corpos delas nas ruas, para evitar ficar com tesão. Assim, eu suportaria a ausência de beijos, ou sexo com menos sofrimento.
Mas aí chegou a vacina, para o alívio de todos. Eu recebi a primeira dose, mas ainda não estava totalmente imunizado e decidi manter a ausência de contato feminino. Entretanto, certo dia, recebi a mensagem de um casinho antigo, sugerindo um encontro. Isto despertou um grande tesão interno, que estava acumulado pelos anos de pandemia. Mas fiquei em conflito, ainda imunizado só pela metade, com medo...Medo de um lado, tesão de outro. E foi inevitável lembrar das últimas transas com aquela mulher, a quem chamarei de “Morena”.
Morena tem uma linda bunda escultural. Redonda, do tamanho certo, daquela para chafurdar. Enfiar a cara. Aquele tipo de bunda que, uma vez despida, a gente nem sabe o que fazer, pois qualquer opção é um deleite. Chupar, lamber, apertar, sexo vaginal, sexo anal. Assim, fiquei imaginando Morena de quatro, com aquela bunda linda, eu de pau duro, decidindo o que eu faria primeiro e depois, as posições etc
Não consegui me controlar e sugeri um encontro numa cervejaria do shopping, que ela topou.
Ainda se usava máscara, mas, quando nos encontramos e o chope chegou à mesa, fomos obrigados a tirá-la. Neste momento vi os belos lábios carnudos de Morena e imaginei-os chupando meu pau duro. Ela estava com uma calça jeans apertada, sem ser vulgar, mas bem excitante. Usava um topezinho, onde se podia observar seus mamilos, excitados pelo ar condicionado local, ou pela minha presença.
Depois do segundo chope começamos a nos tocar, mão no braço, elogios, olhares prolongados. Como eu sabia que ela estava muito a fim de avançar, sugeri irmos para o carro “conversar”.
Eu já tinha parado o carro em posição estratégica, em uma parte superior do estacionamento, onde não ia quase ninguém. E a noite havia caído, então, estava perfeito. Bem, perfeito seria se meu carro tivesse películas escuras, que não era o caso. Mas o tesão estava grande dos dois lados e eu não imaginei que isto fosse ser um problema para ela.
Chegando ao carro, ambos desinibidos pelo álcool, a situação evoluiu rapidamente. Começamos a nos beijar, enquanto eu apertava a coxa dela sobre a calça jeans. Abaixei o freio de mão e cheguei mais perto dela, para poder apertar a bunda de Morena.
Ela levantou a lateral da bunda para facilitar meu acesso e isto fez meu pau começar a endurecer. Deu aquela alegria que acontece quando a gente sabe que vai trepar e que agora é só aproveitar o processo. Enfiei minha mão dentro da calça jeans, apertando a carne da bunda. Que coisa boa. Todo o tempo da pandemia sem tocar em um corpo feminino e agora havia um ali, para eu fazer o que quisesse. Senti a calcinha pequena dela enfiada no rego. E seguíamos em um beijo molhado, línguas entrelaçando-se e o tesão crescendo. E ficamos nisto, eu apertando a bunda, beijo molhado, pau crescendo. Levantei ainda mais a lateral da bunda dela e passei o dedo na buceta, recoberta pela calcinha. Senti calor e umidade. Trouxe meu dedo para a lateral da calcinha e o escorreguei para a vagina de Morena, que estava bem molhada à esta altura. Meu pau ficou ainda mais duro. Poucas coisas dão tanto tesão para mim como esta escorregada de dedo invadindo a buceto, sentindo os grandes lábios e depois a racha molhada. Coloquei a mão dela sobre meu pau, que ela começou a apertar, enquanto emitia gemidinhos sensuais e me beijava.
Com todo o tesão acumulado de dois anos de pandemia sem sexo, eu queria muito comê-la. Abaixei o banco dela completamente e pedi para ela ficar de quatro. Ela abaixou sua calça e obedeceu. Adoro mulher que obedece. E elas adoram homem que controla a transa e manda com propriedade. Morrem de tesão com isto.
Ela perguntou “Aqui mesmo?” e eu falei que lógico, ninguém veria, estava escuro. Ela seguiu obedecendo, enquanto eu me despia. Cuspi na mão, passei na buceta dela para facilitar a penetração de meu pau duro, até curvado de tão rígido. Acumulou-se em mim um tesão de vê-la de quatro, todinha para meu prazer. Enfiei meu pau devagarzinho na vagina dela e senti enorme prazer. Buceta quente, apertada, molhada. Comecei com um movimento lento, ela toda só pra mim. Ninguém perto do carro, noite escura. Segurei na sua cintura com aquela bundona redonda, carnuda, que só brasileira tem, a meu inteiro dispor.
Enquanto a comia de quatro, lubrifiquei seu cu com saliva e comecei a enfiar o dedão. Ela fez que gostou e eu fiquei enfiando e tirando o dedão, enquanto enfiava e tirava meu pau na buceta suculenta de Morena. Enfiava o pau na buceta, tirava o dedo do cu, enfiava o dedo no cu, tirava o pau da buceta. A mão espalmada segurando a nádega dela e o dedão invadindo seu cuzinho com pregas delicadas.
Eu tenho muito tesão em cu. Poderia morrer comendo um cu. Sempre digo para as namoradas mais receosas com sexo anal que cu é muito importante para mim. Eu não namoraria uma mulher que não dá o cu. Preciso muito disto, para mim, é o ápice do sexo. Já introduzi muitas mulheres no sexo anal e aprendi que, com carinho e jeito, a maior parte delas adota a prática com prazer. Há um ditado da adolescência que dizia “amor de pica, fica”, mas eu sempre acredito que agora, adulto, amor de pica no cu, fica demais. Quando feito com carinho, é a entrega máxima para a mulher. E o maior troféu do homem. É a cereja do bolo.
Depois de tanto tempo sem comer um cuzinho, não quis me demorar na buceta. Eu sabia que Morena apreciava sexo anal e que provavelmente gostaria disto, naquela situação. Estávamos totalmente entregues um ao outro e ali não havia preocupação com segurança de shopping, ou covid, ou outra coisa. Só prazer.
“Deixa eu comer o seu cuzinho?”. “Ahã”, foi a resposta imediata dela. Pura alegria. Empurrei-a de bruços no banco, que estava quase a 180º, como uma cama. Posicionei-me sobre ela e coloquei a cabecinha na entrada. Meu pau estava uma madeira, de tão duro. Entrei com ele lentamente, me certificando que não havia ninguém perto do carro. Achei que a posição de bruços me daria mais segurança para não ser interrompido. Certo dia, no mesmo shopping, com outra mulher, comendo-a de quatro, aproximou-se um segurança que se fez visível para que parássemos o que estávamos fazendo. Não queria que isto acontecesse hoje. A situação era muito preciosa. Fim de pandemia, tesão acumulado, aquela bunda redonda, morena, com um cu levemente aberto pelo meu dedão, esperando para ser penetrado. Visão do paraíso.
Fui enfiando lentamente o pau naquele buraco quente e mais apertado que a buceta. Quando ele entrou todo, parei por um momento. Virei o rosto dela lateralmente e procurei seus lábios com minha língua. Enfiei minha língua, ela abriu a boca e me deu a língua dela, molhada de saliva. E assim ficamos nos lambendo, até que o rabo dela se acostumasse com meu pau. O beijo de língua e o pau dentro do cu nos excitou ainda mais e eu comecei a movimentar meu pau. Tirava completamente, devagarzinho e colocava completamente, devagarzinho. Sentindo toda a pressão e o calor no meu pinto. E o tesão de comer um cu, esta atividade meio rara, meio tabu, total delícia. E comecei a aumentar delicadamente a velocidade, ainda com a amplitude total do movimento. Tirava até a cabeça, colocava novamente, até as bolas. Ela gemia, lambia, salivava. Eu dizia “delícia de cu, Morena!”, no que ela respondia “ai, delícia...ai, me come, ai, delícia de pau”. E eu seguia no movimento rítmico, prestando atenção a todas as sensações envolvidas. Os corpos colados, o calor, o pau apertado pelo esfíncter anal, o perigoso ato de comer alguém num estacionamento de shopping.
E fui aumentando a velocidade com o movimento de báscula do quadril e meu pau duro entrava e saía daquele cu gostoso, meio úmido. E eu sentia os sucos vaginais dela molhando minhas bolas e delirava...
Comecei a sentir o prazer peniano aumetando e, embora eu quisesse ficar ali meia hora só comendo aquele cu, lambendo aquela língua molhada e sentindo o risco do proibido, do tabu, eu também queria gozar gostoso naquele cuzinho.
Fiquei por um tempo penetrando-a agora mais lentamente, para evitar gozar, o prazer no sub máximo. Até que decidi acelerar. O cu já não estava tão mais apertado, elástico que é. Sem elevar minhas costas, apenas com o movimento de báscula do quadril fui acelerando, acelerando, até que a estava penetrando com alguma violência. E ela gemendo mais alto e pedindo “me come, me come!”. Todo o medo ficou para trás e só havia prazer e deleite. Eu, ela, meu pau duro, o cu dela e nosso prazer enorme.
Depois de algumas estocadas violentas veio o orgasmo e segui metendo. Aquela onda de calor no pau, que percorre o corpo, o gozo entrando naquele cu e o prazer máximo. Um, dois, três jatos dentro do cu de Morena que gemia “Aaaaaaaaaaaai, delícia”. Gozei tudo, soltei meu corpo sobre Morena. Beijei sua boca, chupei sua língua e ali ficamos um pouco, descansando, aproveitando o relaxamento. Juntos, suados, corpos colados, pau ainda duro dentro do cu gozado dela. Fiquei assim por quase um minuto. Esperei o pau amolecer para tirar, peguei a toalhinha no porta luvas e limpei nossos corpos. Vestimo-nos, conversamos mais um pouco. Levei-a até seu carro, com as pernas meio bambas, o corpo relaxado, uma euforia interior. Ela com um lindo sorriso no rosto, a calça apertada, a bunda redonda e carnuda. Demos um beijo prolongado na frente do carro dela, uma mão na nuca, a outra, apertando a bunda recém penetrada. A pandemia havia ficado para trás, o medo, também. Ali havia apenas tesão, suor e gozo. Combinamos outra trepada na semana que vem, desta vez, no apartamento de um de nós, com mais conforto.

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos