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Caçador de putas raras 05 - Acampamento

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O Narrador de Contos

Continuação de "Caçador de putas raras 04 - Chamado"

Após me despedir de Mérida e Laura com muitos beijos e abraços apertados, arrumei os poucos pertences que tinha desde que vim para esse mundo e parti rumo à capital. A viagem seria longa, pelo mapa que o capitão havia me dado o vilarejo em que estava ate então era na borda do reino bem para dentro do continente e a capital estaria do outro lado do reino já que a capital era uma cidade portuária longa.
A estrada era de terra, esburacada e mal cuidada, ficava impossível andar em linha reta mas pelo menos ela me dava uma orientação de que caminho seguir para cumprir minha missão.
Caminhei por horas sob o calor do sol, ate que o terreno começou a mudar, ficando mais rochoso e arborizado. Quando, cheguei perto de um lago cristalino cercado por árvores frondosas já estava entardecendo. Era um lugar perfeito para acampar e passar a noite antes de prosseguir minha jornada no dia seguinte. Enquanto procurava um bom local para armar minha barraca, notei uma pequena fumaça subindo entre as árvores.
Curioso, caminhei até o local de onde vinha a fumaça. Ao chegar perto, percebi que era um acampamento improvisado com duas mulheres: uma elfa loira de beleza estonteante e uma meio-raposa de pele avermelhada e orelhas pontudas.
— Olá — cumprimentei-as educadamente, mantendo uma distância segura. — Sou um Caçador, estou indo para a capital. Vocês também estão seguindo nessa direção?
A me olhou com desconfiança, mas a elfa sorriu amigavelmente.
— Olá, Caçador — disse ela, aproximando-se de mim. — Sou Lyra, e essa é minha amiga Eirlys. Estamos de fato, indo para a capital também. Por que não se junta a nós para passar a noite?
A meio-raposa, Eirlys, ainda parecia relutante, mas acabou concordando com um aceno de cabeça.
— Tudo bem — disse ela friamente. — Mas nada de gracinhas, entendido?
— Claro, claro — respondi, sorrindo inocentemente. — Só quero uma boa companhia. E quem sabe trocar algumas informações sobre o caminho à frente, não é mesmo?
Lyra riu, divertida com minha resposta, enquanto Eirlys apenas revirou os olhos e voltou a se ocupara com a fogueira.
— Fique à vontade para ficar — disse Lyra, oferecendo-me um lugar perto ao fogo.
Aceitei o convite de Lyra e me sentei próximo à fogueira, estendendo as mãos para esquentá-las do frio que começava a fazer do entardecer. Começamos a conversar sobre nossas respectivas jornadas e nossos destinos na capital.
— Eu venho do vilarejo ao norte daqui na borda da fronteira desse reino Das Tierreich — contei-lhes. — E vocês?
Lyra falou primeiro:
— Sou uma mercadora elfa e trabalho com especiarias raras e ingredientes alquímicos. Vendo esses itens para as grandes cidades do reino.
Eirlys acrescentou apontando para mim:
— Como pode ver ela não é uma pessoa muito cuidadosa. — ela fez uma pausa e suspirou — Eu sou uma mercenária freelancer, vou para onde houver trabalho. Faz algum tempo que estou trabalhando para Lyra.
Contei-lhes sobre minha recente batalha contra os goblins na Velha Madeireira e as adverti sobre o perigo que eles representavam naquela região.
— Fiquem atentas — avisei. — Eles são traiçoeiros e numerosos.
Lyra pareceu preocupada com a notícia, mas Eirlys apenas deu de ombros.
— Não se preocupe, elfa — ela disse para Lyra. — Eu posso cuidar de mim mesma e de você também, se precisar.
A elfa então abriu sua mochila e tirou alguns itens que espalhou no chão à nossa frente:
— Ei, Caçador — falou para mim. — Estou vendo que não tem muita coisa além de uma adaga e um arco velho. Quer comprar algumas mercadorias minhas? Posso te fazer um bom preço. — enquanto falava ela se aproximava de mim tentando me seduzir para comprar suas porcarias.
Ela mostrou um conjunto variado de itens: alguns frascos com poções coloridas, um par de luvas gastas, uma bússola que parecia quebrada e outras quinquilharias que pareciam mais inúteis do que valiosas.
— Obrigado pela oferta, Lyra — agradeci educadamente. — Mas realmente não preciso desses itens no momento.
Ela assentiu em aprovação mas parecia um pouco decepcionada.
— Tudo bem — disse ela, guardando as tralhas de volta na mochila. — Se mudar de ideia não hesite um me chamar, você não vai achar minhas mercadorias em nenhum outro lugar.
Decidimos então montar o acampamento para passar a noite. Como era um grupo pequeno, me ofereci para ficar de guarda durante a primeira metade da noite, já que estava mais alerta depois do longo dia de caminhada.
— Eu fico com a primeira vigília — disse para elas. — Eirlys pode assumir a segunda parte da noite, se não tiver problema.
A meio-raposa concordou prontamente e logo depois nos preparamos para dormir. Lyra e Eirlys dividiram uma barraca enquanto eu me encostei perto de uma arvore no lado oposto ao lado delas sob as estrelas, com minha adaga à mão caso surgisse algum perigo durante a noite.
O primeiro turno de vigília transcorreu sem incidentes, com apenas o barulho dos grilos e o farfalhar das folhas ao vento quebrava o silêncio da noite. Quando terminei minha guarda, chamei Eirlys para assumir e me preparei para dormir.
Encontrei um lugar perto de uma árvore, fora da vista direta da barraca onde elas dormiam, e me deitei no chão, usando meu manto como cobertor improvisado. Minha adaga repousava ao meu lado, dentro do alcance rápido, caso fosse necessária durante a noite.
Estava quase pegando no sono quando senti uma mão delicada tocando meu membro ainda coberto pelas calças. Abri os olhos surpreso e vi Lyra ajoelhada ao meu lado, fazendo um sinal para que eu ficasse em silêncio, colocando um dedo sobre seus lábios carnudos.
Ela então começou a me masturbar por cima das roupas com movimentos lentos e sensuais, seu toque leve como uma pluma.
Senti uma onda de alívio e excitação ao mesmo tempo. Lyra começou a abrir minhas calças com cuidado, liberando meu membro rígido para o ar fresco da noite. Seus dedos delicados envolveram minha extensão latejante, acariciando-a suavemente enquanto seu polegar massageava a glande sensível.
Lyra se inclinou sobre mim, seus cabelos dourados caindo em cascata ao redor do meu quadril. Ela começou a me beijar e lambê-lo como se fosse um sorvete, sua língua quente e macia deslizando pela extensão do meu membro.
Eu gemi baixinho, tentando não fazer barulho, enquanto ela me tomava profundamente na boca, engolindo cada centímetro da minha ereção. Seu ritmo era lento e sensual, subindo e descendo ao longo do meu comprimento, sua língua traçando padrões intrincados que faziam minhas pernas tremerem de desejo.
Enquanto chupava, Lyra massageava meus testículos com uma mão, apertando-os levemente antes de deslizar para trás e circular meu ânus. Seu toque era tão suave e sedutor que eu não conseguia resistir, empurrando minhas próprias coxas para cima enquanto ela trabalhava em mim.
O prazer se acumulara dentro de mim rapidamente, minha respiração ficando mais curta a cada segundo. Lyra podia sentir meu orgasmo iminente e acelerou seu ritmo, me engolindo profundamente enquanto eu pulsava em sua boca.
Com um gemido abafado, gozei com força, derramando meu sêmen quente na garganta receptiva de Lyra. Ela engoliu tudo com avidez, não perdendo uma gota enquanto continuava a sugar e chupar até que eu estivesse completamente vazio.
Quando finalmente parei de tremer, Lyra se afastou com um sorriso satisfeito em seus lábios brilhantes. Ela me beijou suavemente antes de sussurrar em meu ouvido:
— Durma bem, Caçador. E lembre-se, se precisar de alguma mercadoria pode contar comigo.
Com isso, ela desapareceu silenciosamente de volta para dentro da barraca, deixando-me exausto e saciado sob as estrelas cintilantes acima.

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