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Seduzi mais uma casada no morro do Recife e.... Veja aqui o que fiz.

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Sou engenheiro eletricista, passo o dia subindo e descendo morro no Grande Recife, consertando luz, instalando quadro, trocando fiação. Mas meu vício mesmo não é trabalho. É **bunda de casada**. Bunda suada, de quem passa o dia ralando, com cheiro forte de dia inteiro de serviço, shortinho grudado no rego, calcinha marcada. Quando eu vejo uma bundona assim, o sangue desce todo pro pau e eu viro outro homem.

**Sheila** mora no Alto do Pascoal, num casebre simples de tijolo aparente e reboco caindo. Todo mundo sabe que o marido dela, Zé, é caminhoneiro e fica a semana inteira na estrada. Ela é casada há 12 anos, tem 34, corpo de quem pariu mas nunca perdeu a forma: bundona empinada, coxas grossas, cintura marcada. Eu conheci ela faz uns 15 dias, quando fui fazer um serviço na casa da vizinha. Vi ela carregando balde d’água subindo o beco, short jeans surrado socado no rego, blusinha velha grudada no suor das costas. Meu pau deu um pulo.

Comecei a puxar papo. Descobri que ela tava dura, precisando de grana pra comprar comida pros filhos e pagar conta de luz atrasada. Na quarta-feira eu apareci de novo, dessa vez com uma desculpa: “Tô precisando de alguém pra ajudar a limpar uns materiais lá na obra”. Ela topou na hora.

Cheguei no sábado de manhã cedo. O sol já tava quente. **Sheila** tava na cozinha minúscula, lavando louça na pia de cimento. A casa inteira cheirava a umidade, sabão de barra e suor de mulher. O shortinho jeans tava mais curto que nunca, metade da bunda de fora, sujo de terra e gordura. A blusinha bege grudada no corpo, marcas de suor debaixo dos braços e nas costas. O cabelo loiro preso no alto, mechas grudadas na nuca.

— Sheila, cheguei! Trouxe um adiantamento pra você — falei, encostando na porta.

Ela virou o rosto, suada, e sorriu tímida:

— Oxe, Daniel… que isso? Tu é tão gentil. Entra, meu filho. Zé só volta terça.

Meu pau já tava meio duro só de ouvir aquilo.

Fui chegando perto enquanto ela lavava os pratos. O cheiro dela subiu: suor azedo misturado com sabão de coco. Apoiei a mão na pia, roçando o braço na bunda dela “sem querer”.

— Tu tá um arraso, hein Sheila. Trabalhando assim o dia inteiro… essa bunda suada deve tá com um cheiro bom pra caralho.

Ela riu, nervosa:

— Para com isso, Daniel! Eu tô toda melada, suja… nem tomei banho ainda. O marido tá viajando mas os vizinhos são fofoqueiros pra porra. Se alguém ver tu aqui…

— Ninguém vai ver. Eu quero sentir esse cheiro de verdade.

Tirei do bolso 200 reais em notas de 100 novinhas e estendi pra ela.

— Duzentinhos agora… só pra eu cheirar essa bundinha suada de casada.

**Sheila** arregalou os olhos, mas pegou o dinheiro rapidinho, olhando pro lado como se o corno fosse aparecer de repente.

— Tu é louco, Daniel… tá bem. Mas rapidinho, viu? Se o Seu Antônio da frente passar aqui…

Ela virou de costas, abaixou o short e a calcinha até os joelhos. A bunda branquinha, carnuda, com marquinha de calcinha e um leve brilho de suor apareceu. No fundo da calcinha tinha uma mancha marrom-clara, cheiro forte de cu suado de quem passou o dia inteiro trabalhando.

Eu me ajoelhei ali mesmo na cozinha e colei o nariz bem no rego quente. Inspirei fundo. Cheiro azedo, forte, de bunda de mulher casada que não toma banho desde cedo. Lambi devagar, sentindo o gosto salgado.

— Caralho, Sheila… que delícia. Tu fede gostoso pra porra.

Ela tremia, segurando na pia:

— Ai meu Deus… nunca ninguém fez isso… tu é nojento… mas continua…

Enquanto eu lambia, ela começou a gemer baixinho. Peguei o celular e mostrei uns vídeos pesados do meu perfil. **Sheila** arregalou os olhos:

— Tu gosta mesmo dessa merda toda? Cheirar cu, lamber sujo… enfiar comida?

— Gosto mais ainda de casada. E hoje eu quero brincar com comida na tua bunda.

Ela ficou vermelha, mas o tesão já tava maior que o medo.

— Tá… mas por mais 200, Daniel. Tô precisando.

Paguei. Ela pegou dois pãezinhos de sal e um pacote de salsicha que tinha na geladeira velha. Eu passei manteiga nos pães e nas salsichas, depois mandei ela empinar a bunda na pia.

Enfiei devagar as salsichas uma a uma no cuzinho apertado dela. **Sheila** arregalava os olhos, gemendo de dor e prazer misturado:

— Ai porra… tá frio… tá enchendo meu cu, Daniel! Como assim… tu quer comer salsicha que saiu da minha bunda?

— Quero. E tu vai me dar de comer.

Deixei quatro salsichas dentro, depois os pãezinhos. A barriga dela começou a inchar um pouco. **Sheila** suava frio, mão na barriga:

— Daniel… tá doendo… minha barriga tá roncando… eu vou soltar tudo isso aqui…

— Segura, casada. Quero ver tu aguentando.

Ela aguentou uns minutos, tremendo, até que o corpo não resistiu. As salsichas e os pães começaram a sair melados, quentes, com cheiro forte de cu. Eu peguei um pãozinho sujo e comi ali na frente dela, olhando nos olhos.

**Sheila** ficou chocada, excitada e envergonhada ao mesmo tempo:

— Tu é completamente louco… comendo isso que saiu da minha bunda… que nojo… mas porra, eu tô molhada pra caralho.

A gente tava tão entretido que quase não ouviu o barulho de moto subindo o beco. **Sheila** gelou:

— Merda! É o vizinho do lado! Levanta, Daniel! Esconde!

Eu me levantei rápido. Ela puxou o short correndo, ainda com resto de salsicha no cu. A gente ficou quieto até a moto passar.

Depois do susto, fomos pro quartinho dos fundos. Lá eu fodi o cu dela com força, enquanto ela gemia baixo pra não acordar os filhos nem chamar atenção dos vizinhos. Cada estocada fazia a bundona balançar. Ela peidava, soltava mais sujeira, e pedia mais:

— Mete mais, Daniel… rasga esse cu de casada… mas pelo amor de Deus não faz barulho…

Quando eu gozei fundo, enchendo o intestino dela de porra quente, **Sheila** gozou tremendo inteira, lágrimas nos olhos de tanto prazer e dor.

Depois, no banheiro minúsculo, ela ficou curvada na pia, mão na barriga, cara de sofrimento:

— Aguenta mais não, Daniel… minha barriga tá doendo pra porra. Tu enfiou demais… tá tudo saindo… que nojo… que delícia ao mesmo tempo.

Eu sorri, limpando o pau sujo na coxa dela:

— Amanhã eu volto com mais grana. Quero tu e aquela tua amiga casada que tu me falou… a Jéssica. As duas de quatro, bundas empinadas, enquanto o corno de vocês tá na estrada.

**Sheila** olhou pro lado, com medo e tesão:

— Se os vizinhos descobrirem… ou se o Zé chegar mais cedo… a gente tá fudido. Mas… tá bom. Eu quero. Tô viciada nessa loucura tua.

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