#Outros

Noite de bebida.... Cuzinho vigem.... Dá nisso.

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**Oh, Roberto!**

Imagine um casal casado há 25 anos, ele com 52 e ela com 48, morando numa casa confortável com vista pro mar em Boa Viagem, Recife. Depois de tanto tempo juntos, o fogo ainda queima forte, mas uma noite bêbada abre a porta pro desejo proibido: o cuzinho virgem e apertadinho dela. O que começa com admiração safada vira rimming molhado no chuveiro, molly no aniversário, dor gostosa misturada com prazer insano, peidos involuntários no meio da foda e uma entrega total de “sou sua vadia”. Cada detalhe dessa aventura real é suado, cheiroso e viciante. Leiam até o fim, sintam o aperto quente, o cheiro de sexo e lubrificante, o gemido dela pedindo mais. Depois comentem: vocês teriam coragem de pedir o cuzinho da esposa depois de tanto tempo? Qual próxima safadeza querem ler? Porque isso aqui em Pernambuco tá só começando e o tesão não para.

Meu nome é Roberto, mas ela me chama de Beto. Tenho 52 anos, trabalho como engenheiro aqui em Recife, e sou casado com a Carla há 25 anos. Ela ainda é a mulher mais gostosa que eu conheço: corpo bem cuidado, pele morena clara de quem pega sol em Porto de Galinhas, cabelo loiro tingido caindo ondulado nas costas, peitos grandes e firmes que enchem minha mão, cintura marcada e uma bunda redonda, macia, daquelas que balançam gostoso quando ela anda de shortinho pela casa.

Tudo começou numa noite fria de julho, coisa rara em Pernambuco. A gente tava no ofurô da varanda de casa, bebendo vinho. Esqueci completamente a regra de “uma garrafa só” e abri a terceira. Carla ficou bem alegre, rindo alto, encostando o corpo molhado no meu. Consegui trazer ela pro quarto, mas ela mal conseguia andar. Deitou de bruços na cama, cabelo molhado espalhado nas costas, só de calcinha azul de algodão.

— Beto... acho que exagerei no vinho — ela murmurou, voz manhosa.

Eu sorri, tirei a roupa e ajudei a tirar a calcinha molhada. Foi aí que aconteceu. Puxei devagar e parei, olhando direto pro cuzinho dela, pequeno, rosadinho, lisinho de depilação completa. Nunca tinha reparado tão de perto. Meu pau acordou na hora, latejando.

— Caralho, amor... você tem um cuzinho tão bonitinho — soltei, sem filtro.

Ela riu:

— Para com isso, Beto. Tô bêbada, mas não tanto.

— Tô falando sério. É perfeito. Nunca olhei assim antes.

Ela mexeu a bunda de leve, brincando:

— É meu cuzinho.

— Meu cuzinho — respondi, apertando meu pau já duro.

Ela esticou a mão pra trás, apertou meu pau e disse:

— Pode olhar, mas não toca. Se gozar, limpa depois. Tô morta de sono.

Fiquei ali, ajoelhado, batendo punheta olhando aquele buraco apertado e a bucetinha inchada logo abaixo. Gozei forte, jatos grossos caindo nas costas e na bunda dela. Carla suspirou satisfeita:

— Adoro que meu corpo ainda te deixa assim louco.

E dormiu.

Três meses depois, nosso 25º aniversário. Todo ano a gente tomava um pouquinho de molly só nós dois, pra renovar a conexão. Fazia tudo parecer novo, sincero, intenso. No meio do barato, eu perguntei:

— Posso lamber seu cuzinho?

Carla arregalou os olhos:

— Quer pôr a língua no meu cu?

— Quero. E enfiar um pouco. Depois, quem sabe...

Ela pensou, mordeu o lábio:

— Vamos pro chuveiro primeiro.

Debaixo da água quente, a gente se beijava como loucos. Sabonete escorrendo nos corpos. Eu pedi de novo. Ela ainda tinha dúvida:

— É sujo... parece coisa de vadia.

— Por isso que é gostoso. Quero que você seja minha vadia particular. Pra sempre.

Ela virou de costas, abriu a bunda com as duas mãos, me mostrando tudo. Eu me ajoelhei, passei a língua devagar ao redor. O cheiro de sabonete floral misturado com o cheiro dela me deixou louco.

— Ai, Beto... que sensação estranha... mas boa pra caralho.

Enfiei a língua mais fundo, lambendo, chupando. Minha mão foi pra frente, massageando o clitóris dela. Carla começou a gemer alto, pernas tremendo.

— Beto... você tá comendo meu cu... porra, tá gostoso demais!

Enfiei um dedo molhado de buceta dela no cuzinho. Ela gozou forte, gritando, o cu apertando meu dedo. Depois virou pra mim:

— Vamos pra cama. Quero ser sua vadia hoje.

Na cama, lubrificante pra caralho. Tentei enfiar, mas não entrava. O molly deixou meu pau meio mole. Ela não se aborreceu. Virou, me chupou, pediu pra gozar na cara e na boca dela. Gozei como nunca, enchendo o rosto da minha esposa.

No fim de semana seguinte ela me surpreendeu. Cheguei do trabalho e ela tava de lingerie, com um plugzinho vermelho no cu. Me puxou pro quarto, sentou na minha cara enquanto me chupava. Depois empinou a bunda:

— Agora, Beto. Quero seu pau no meu cu.

Tirei o plug devagar, vi o cuzinho piscando. Passei lubrificante, pressionei a cabeça. Dessa vez entrou. Ela gemeu alto, apertando o lençol.

— Ai... tá doendo... mas continua... vai devagar.

Empurrei mais. O cu dela apertava meu pau como um punho quente. De repente ela soltou um peido baixo e quente com a estocada, cheiro forte e safado enchendo o quarto. Ela riu envergonhada mas rebolou contra mim.

— Desculpa... saiu... mas não para!

Meti mais fundo, devagar no começo, depois mais forte. Carla gemia como nunca:

— Ohh, Beto... tá todo no meu cu... me sinto uma vadia... sua vadia!

— Isso, amor. Esse cu é meu. Goza pra mim.

Ela massageava o clitóris, eu metia ritmado. A dor virou prazer puro. Ela gritou:

— Mais forte! Goza dentro do meu cu de vadia!

Gozei jorrando fundo, enchendo ela. Carla gozou logo depois, o cu apertando meu pau, tremendo inteira. Caiu na cama, olhou pra trás com olhos brilhando:

— Porra, foi incrível. Vamos repetir logo.

Eu amo pra caralho minha esposa.

A gente começou a explorar mais. Plugues diferentes, mais rimming no chuveiro, foder o cu dela na varanda de casa olhando o mar de Boa Viagem à noite. Cada vez ela fica mais safada, pedindo pra eu arrombar, aguentando a dor inicial até virar puro prazer. O cheiro de sexo, lubrificante, suor e aqueles peidinhos involuntários quando meto fundo viraram nosso afrodisíaco particular.

Pensamentos não param: e se a gente levar isso pra um motel em Olinda? E se ela sentar no meu pau no carro estacionado na Rua da Aurora? Quero ver ela gozando com meu pau no cu enquanto grava pra gente assistir depois.

Pra achar o autor dessas aventuras quentes e reais, basta procurar na internet por: www.selmaclub.com e www.bit.ly/telemanu

Leiam, sintam cada detalhe: o gosto do sabonete no rimming, a dor gostosa da primeira penetração, o aperto quente, o peido safado, o gemido dela se entregando. Toquem pensando nisso. Comenta aqui: você pediria o cu da sua mulher depois de 25 anos? Quer ler a próxima vez que ela aguentou mais fundo e gozou sem nem tocar na buceta? Quer detalhes dela me acordando com o plug já colocado? Fala aí que eu conto tudo. Esse fogo no casamento em Pernambuco não apaga nunca. Vem acompanhar as próximas safadezas.

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Comentários (1)

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  • Admabel.: Maravilha, Belo Conto...

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