Minha Bunda Não Tem Limites – A Verdade Mais Podre e Deliciosa Que Você Vai Ler Hoje
Meu nome é Heloísa. 32 anos, bunda grande, empinada, suculenta e viciante. Casada com Rodrigues, meu corno manso favorito, que filma, limpa, assiste e goza só de ver o que eu faço com os outros. Moramos numa casa de praia linda no Litoral Norte, mas não vou falar o nome exato da cidade. Já tem boato demais correndo. Família, vizinhança, amigos e até parentes distantes descobriram nosso conteúdo no site da Selma. Que se foda. Somos donos das nossas empresas, independentes pra caralho. Quem não aguenta que vá chorar no colo da mamãe.
Eu sempre fui louca pelo cheiro do meu próprio cu. Desde a faculdade: chegava suada, tirava a calcinha, passava o dedo bem no fundo, cheirava aquele aroma forte, azedo, proibido… e gozava em minutos. Achava que era doente. Até cair no universo da Selma há quatro anos e descobrir que sou apenas uma Deusa que encontrou seus escravos certos.
E os escravos… putz, cada um mais patético e viciado que o outro.
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**Fernando na Praia Deserta**
Ontem foi o dia do Fernando. 24 anos, filho de um grande empresário de Pernambuco. Alto, corpo definido, rosto bonito, faculdade top, carro do pai, dinheiro no bolso, futuro brilhante. Podia estar em qualquer lugar do mundo. Preferiu vir pra essa praia meio abandonada, cheia de casas velhas, lixo e caatinga, só pra realizar o sonho dele: comer minha merda fresquinha, direto da fonte, a céu aberto.
Eu vesti aquele body preto de renda bem safado, daqueles que mal cobrem a bunda e deixam as bandas quase todas de fora. Rodrigues pegou a câmera. Caminhamos uns 25 minutos até um ponto bem isolado. Eu estava segurando a merda desde quinta-feira — quase três dias. Minha barriga doía, meu cu pulsava de pressão.
Chegou a hora.
— De joelhos, seu rico de merda — ordenei.
Fernando se ajoelhou na areia quente como um cachorro obediente. Agarrou minha bunda com as duas mãos, abriu bem as bandas e colou o rosto inteiro. Nariz afundado, boca aberta, língua pra fora.
Solt ei primeiro um peido longo, quente, molhado e fedorento direto na cara dele. O barulho foi alto. Ele tremeu inteiro de tesão.
— Sente o cheiro, Fernando? Três dias guardado só pra você, seu imundo.
Meu cu começou a abrir. A primeira parte saiu grossa, dura, bem marrom escura. Caiu direto na boca dele. Fernando abocanhou tudo, começou a mastigar devagar, saboreando, gemendo como se fosse o melhor prato da vida.
— Puta que pariu… — eu ri, olhando por cima do ombro. — Tu tem tudo, caralho. Boa família, dinheiro, estudo, mulheres na fila… e tá aqui mastigando minha bosta podre como se fosse chocolate importado. Teu pai ia te deserdar se visse isso.
Ele não parava. Mastigava, engolia, lambia. A merda foi ficando mais mole, mais pastosa, mais fedida. Escorria pelo queixo, pingava na areia. O cheiro era insuportável — nem eu aguentava. Rodrigues tentava filmar de perto, mas até ele recuava.
— Fala pra câmera, seu filho da puta — exigi. — Diz o quanto é gostoso comer a merda da Heloísa.
— É… maravilhoso… Dona Heloísa… sua bosta é a melhor coisa que eu já comi… — murmurou com a boca cheia, voz rouca e excitada.
Eu ri alto.
— Mentiroso do caralho. Nem eu aguento o cheiro da minha própria merda e você diz que é delicioso? Que nojo, porra. Continua comendo. Quero ver você engolir tudo.
Ele gozou duas vezes sem parar de mastigar. Quando terminei, ele ainda ficou lambendo meu cu sujo, limpando cada pedacinho com a língua. Depois tentou me beijar. Empurrei a cara dele.
— Nem morta, seu porco. Vai lavar essa boca antes.
Depois da sujeira toda, tiramos as fotos icônicas. Na primeira: ele me abraçando por trás, nós dois sorrindo pra câmera, eu esticando o braço com o celular fazendo selfie. Parecemos um casal apaixonado na praia. Na segunda: ele ajoelhado, cara completamente enterrada na minha bunda. Perfeitas pra deixar todo mundo louco.
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**Doutor Alfredo – O Respeitado de 70 Anos**
Mas o que mais me excita é o Doutor Alfredo. 70 anos, médico renomado, professor universitário, palestrante, autor de livros sobre saúde intestinal. Todo mundo na área de saúde admira ele. Clientes ricos, alunos que o idolatram.
Toda quarta-feira ele larga o consultório, vem até minha casa e vira um porco nojento.
Na última sessão, ele chegou de terno. Eu o fiz tirar tudo e ficar pelado de joelhos no banheiro. Sentei no vaso adaptado, bunda bem em cima do rosto dele.
— Abre bem a boca, “doutor da saúde”. Hoje saiu bem mole e podre, do jeitinho que você ama.
Solt ei um cagão quente, pastoso. Caiu direto na língua dele. O cheiro tomou o ambiente inteiro.
— Imagina seus pacientes descobrindo que o médico que cuida da saúde intestinal deles passa a língua no meu cu sujo toda semana… Mastiga, seu velho hipócrita. Fala pra mim: o que seus alunos diriam se vissem o “grande professor” comendo merda?
Ele gemia, mastigando devagar, pau velho duro babando.
— Eles… nunca imaginariam… Dona Heloísa… sua merda é meu maior vício…
Eu me levantei, sentei na cara dele no chão e esfreguei o cu sujo com força, espalhando merda no nariz, boca e olhos.
— Lambe tudo. Amanhã você vai atender pacientes com o gosto da minha bosta ainda na boca, seu nojento.
Ele gozou só de lamber.
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**Sofia – A Vizinha Casada de 22 Anos**
E tem a Sofia. 22 anos, casada há pouco tempo, corpo de dar inveja, rosto angelical. Mora no mesmo bairro. O marido dela não faz a menor ideia. Ela vem escondida, permite fotos e vídeos, mas nunca mostra o rosto.
Na última vez, coloquei ela de quatro na sala. Levantei o vestido e empinei a bunda.
— Vem, vadia casada. Come da fonte da vizinha.
Sofia enfiou a cara inteira, lambendo, chupando. Eu caguei bem pastoso na boca dela.
— Tão novinha, tão linda… casada com um cara certinho… e aqui, comendo merda da Heloísa. Se teu marido soubesse que essa boquinha que ele beija todo dia fica cheia da minha bosta…
Ela gemia alto, masturbando-se enquanto engolia.
Mudei de posição: sentei no sofá, pernas bem abertas, e fiz ela ficar de joelhos, cabeça virada pra cima. Caguei mais, enchendo a boca dela enquanto Rodrigues filmava.
— Engole tudo, sua putinha. Hoje à noite você vai jantar com ele e beijar na boca com meu gosto ainda na língua.
Ela gozou tremendo inteira.
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Essas são apenas algumas das minhas histórias. Tem muito mais. Fernando volta em breve, o doutor vem na quarta, Sofia já marcou de novo e ainda tem Daniel e outro amigo chegando amanhã.
Se você leu até aqui… parabéns. Você é tão doente quanto eles.
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Meu cu não para de produzir.
A fila de escravos só cresce.
E você… vai continuar só lendo ou vai virar mais um?
Beijos (ou talvez algo bem mais sujo),
**Heloísa** ❤️
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