Quando uma buceta se acostuma com uma rola – PARTE I
Me chamo Letícia, sou morena de pele clarinha, negros cabelos curtos e lisos, olhos amendoados, boca carnuda, 1 e 60 de altura, corpo esbelto com seios fartos, coxas torneadas e uma bunda redondinha.
Essa história que aqui quero dividir com vocês ocorreu faz um tempinho já... e até hoje me acompanha na lembrança e na carência que se impregnou no meu corpo.
Pois bem... eu sou natural de Goiás, onde no ano de 2017 tive que deixar a casa dos meus pais para morar em Salvador – Bahia, à trabalho... e lá eu me instalei num apartamento, pequeno mas muito confortável... sempre toquei a minha vida trabalhando, fazendo cursos em horários vagos, indo diariamente pra academia pra cuidar da minha boa forma, e claro, não sou de ferro, sou mulher, bonita, jovem, solteira e sempre tive uma libido exigente quanto a sexo... assim fui saindo aos finais de semana ou depois de um e outro expediente de trabalho com amigas para bares e lugares descolados de Salvador e nisso fui conhecendo um e outro baianinho gostoso, os quais fui convidando pro meu apartamento e com os quais tive deliciosas transas que momentaneamente me satisfizeram.
Contudo, nem todo esse conforto de morar sozinha, de ter minhas coisas, minha independência, meu trabalho, amizades novas e de poder transar com que eu queria e quando eu queria me trouxe uma realização total... pois havia em mim uma vontade de provar de algo, ou de alguém que eu ainda não havia provado... falo de um certo carinha lá de Goiás, o qual conheci num bar quando eu ainda morava lá, e com o qual dei uns amassos gostosos no estacionamento desse mesmo bar, mas que infelizmente não pude sair com ele dali pra um motel e foder, pois uma amiga minha na ocasião nos interrompeu me chamando pra irmos embora porque uma outra amiga nossa estava muito bêbada e queria dirigir o carro que nos levaria de volta pra casa... Que merda, nem troquei contato com esse carinha gostoso e fiquei na vontade.
Porém, ainda bem que a vida é surpreendente. Pois eis que certa vez, já morando em Salvador, eu estava no meu quarto e no conforto da minha cama, só de camisolinha, com meu celular em mãos e trocando mensagens com uma amiga minha lá de Goiás, e nessa descontraída conversa falávamos basicamente de sexo, homens e demais safadezas, onde então citei esse carinha com o qual tinha dado uns amassos no estacionamento do bar e que não pude encontrar ele depois, mas que me deixou com muita vontade... e eis que essa minha amiga me falou que ficou com um cara que era amigo dele, nossa, fiquei bem animada e ela então me prometeu que iria me passar o contato dele por meio desse amigo dele que ela conhecia.
No dia seguinte, durante o expediente do meu trabalho, eu recebo uma mensagem em meu celular, era essa minha amiga lá de Goiás, me passando aqui o contato do tal cara que eu tanto queria. Nem acreditei.
No intervalo pro almoço, eu estava sentada à mesa depois de almoçar e com o meu celular em mãos, nisso eu mandei um convite pra esse tal carinha lá de Goiás... foi questão de segundos e ele respondeu.
Que delícia... o nome dele era Edvaldo, mas conhecido por Ed... mas enfim, dane-se o nome dele, pois eu queria mesmo era conhecer ele, porque de alguma forma ele havia mexido comigo e me deixou na vontade. E sentada aqui no restaurante, à mesa, eu digitei:
- Oi, lembra de mim?
- Claro, a sua amiga me fez lembrar de ti... mas confesso que tava meio escuro naquele estacionamento... aliás, nem reparei no quanto tu é bonita.
- Brigada, rssrsrs, tu também é um gato, rsrsrs...
Na verdade fui gentil aqui, ele nem era tão bonito de rosto, mas o que me fez falar isso foi o tesão que ele me fez sentir quando fiquei com ele naquela oportunidade, pois ele tinha um jeito de ser que eu não soube explicar. E aqui, tempos depois, voltando a falar com ele, senti a mesma coisa, tipo: meu corpo tava todo excitado.
- Tá morando na Bahia, gata? Tão longe assim?
- Pois é... mas em julho eu vou aí em Goiás ver minha mãe... aí a gente se encontra, o que acha?
Foi quando ele foi ousado, ao falar:
- Nossa, julho tá longe, hein?... é muito tempo pra esperar... se quiser, me passa teu endereço e eu pego um avião e vou aí te procurar.
- rsrsrs, sério que tu faria isso? Não vai te atrapalhar em nada não?
- Claro que não... Tu mora com alguém aí?
- Eu moro sozinha num apartamento.
- Posso ficar aí contigo o final de semana todo?
- Pode... claro... quando tu vem?
- Ah, se quiser eu posso ir nesse final de semana, tá bom pra ti?
- Claro, rsrsrs, nossa, nem acredito... sério mesmo que tu vem?
- Claro, gata... aquele encontro no estacionamento me deixou com água na boca, rsrsrs...
- Safado, rsrsrs... ok... agora eu preciso desligar, vou voltar pro trabalho, tá?... vou tá on line a noite, ok?
Pode ser?
- Claro... adoro falar a noitinha, rsrsrs... beijo, gata.
Fiquei o dia pensando nele e nessa visita que ele me faria no final de semana. E quando a noite chegou, eu aqui no meu quarto e na cama, só de camisola e deitada meio sentada, encostada no meu travesseiro na cabeceira, fiquei trocando mensagens com ele, onde de lá de Goiás ele estava em seu quarto, igualmente a vontade, sendo que o tom da nossa conversa estava bem picante, onde ele espiava minhas fotos em minhas redes sociais e me fazia muitos elogios, principalmente ao meu corpo... e eu igualmente olhando fotos dele nas redes sociais dele e também fazendo elogios ao corpo dele... ele era um moreno bem bonito de corpo, simpático de rosto e com um jeito de ser bem largado, relaxado, uns 26 anos, cara de cafajeste... E pra deixar a conversa e o clima ainda mais picante, eis que ele me pediu uma foto dos meus seios... eu aqui na cama desci as alças da minha camisola, tirei uma foto dos meus peitos nus e mandei pra ele, que pediu mais, pediu uma da minha xoxota... eu gargalhei e mandei ele sossegar, chamando ele de tarado, de apressado, falando que pessoalmente ele iria ver... já ele me surpreendeu ao me mandar uma foto dele nu e diante do espelho, de pau duro... nossa, arfei quando vi, ele tinha um belo corpo malhado... e claro, o que mais me chamou a atenção foi o pau dele, super tesudo e gostoso... era grande e grosso, da cabeça inchada em formato de cogumelo... não aguentei e abaixei uma mão entre as minhas pernas, onde diante da minha camisola erguida eu toquei uma siririca na minha xoxota, olhando pro pau dele na foto e assim gozei gostoso.
Bom... o certo é que todos os dias nessa mesma semana nos falamos por mensagens e consequentemente trocamos fotos picantes, eu estava louca pra foder com o Ed... Até que chegou o sábado, onde eu não iria trabalhar e assim acordei cedinho, tomei um gostoso banho, coloquei um vestidinho estampado, sandálias, pus uma leve maquiagem e fui receber ele no aeroporto... Às 10 e 40 ele apareceu no saguão de desembarque, só com uma mochila fuleira, de jeans surrado, tênis gasto, camiseta básica branca expondo seu físico esbelto, cabelos cortados na moda, raspadinho aos lados e com um topetezinho no gel, rosto lisinho e um perfume barato, e o que mais me impressionou foram seu olhar safado e um jeitão de quem não valia nada... assim nos abraçamos entre sorrisos e olhares maliciosos, trocamos beijos aos lados de nossos rostos e então eu o trouxe pro meu carro, estacionado ali na entrada do aeroporto, em seguida eu o trouxe pro meu apartamento.
Chegando então no meu apartamento, caminhamos lado a lado até o elevador, o detalhe é que desde que eu fui busca-lo no aeroporto e seguindo durante todo o trajeto no carro, havia entre nós dois uma certa tensão sexual, uma libido exposta e aflorada, onde entre olhares e trejeitos enquanto conversávamos, ficou claro o quanto queríamos nos comer. E ao entrarmos no elevador toda essa tensão enfim explodiu quando ele subitamente me puxou pro corpo dele num abraço, me beijando intenso a boca entre gemidos e fungados, mamando meus lábios e a minha língua... beijo esse interrompido com a porta do elevador se abrindo e entrando dois moradores do prédio.... fiquei até desconfiada ao lado dele, rindo de forma safada pra mim... eu estava muito eufórica e ofegante, de buceta tremendo dentro da minha molhada calcinha por baixo do meu vestidinho estampado. Eu estava louca pra dar pra ele.
Chegamos no meu andar, ele dando passos lentos atrás de mim, me espiando a bunda ressaltada em meu vestido, quieto, calculando a hora de me atacar e eu parando diante da minha porta e olhando pra ele de canto de olho enquanto a destrancava... e assim que adentramos, mal fechei essa porta e ele me pegou de jeito e me virou de costas na mesma, pondo suas mãos no decote do meu vestido e num gesto bruto rasgou no meio de cima abaixo:
“rraammrr...”
Gemi arfando de susto... de repente gemi mais alto ainda diante dele pondo uma mão entre os bojos do meu sutiã branco e o desceu num supetão, fazendo meus fartos peitos saltarem, onde consequentemente ele caiu de boca em um, mamando com força aréola e mamilo, comigo de cabeça encostada na porta e revirando meus olhos com pressão dos lábios dele nos meus peitos ao me mamar... tirando a boca e dando tapas num e noutro peito:
“aaaii, cachoorro, paaaraa...”
Logo tive a minha boca sufocada pela boca dele num beijo arreganhado, mamado, barulhento, intenso, e a boca nervosa dele desceu com chupões pros lados do meu pescoço... nossa, eu gemia muito, encostada na porta, ao mesmo tempo a mão direita dele já se enfiava cós adentro da minha calcinha, apalpando a minha xoxota, esfregando dedos no meu molhado rachado e até me enfiando dois juntos... caralho, eu bambeava minhas pernas de tesão nessa socada de dedos na minha buceta... gemendo sem ar, ofegante, louca com os domínios e pegada desse filho da puta tarado.
Assim ele me puxou da porta me erguendo no colo e me beijando a boca, e à quatro passos adiante ele me jogou sentada num dos sofás, e diante de mim ele tirou sua camiseta por cima, seus tênis com os próprios pés e rapidamente desceu sua calça e sunga juntas... me revelando uma rola ainda mais tesuda de se ver de perto do que quando a vi pelo celular... e quando eu aqui esbocei um gesto de agarrar nessa rola sua para chupar, ele me segurou pelos pulsos e me virou de costas no sofá, mandando:
“Vira de costas, anda, gostosa...”
Eu falei toda medrosa e gemendo: “Não, calmaaa, assim nãããooo...”
Ele mandava eu obedecer e eu só falava agoniada:
“Não, poorraa, paaaraa...”
Ele me segurou pela cintura e me fez ajoelhar de quatro no sofá, de peitos e braços por sobre o encosto, toda empinada pra ele:
“aaiimmrr, aaaiiimmrr, paaraaa...”
Isso eu disse diante dos dois tapões que eu tomei dele em cada nádega, e em seguida gemi arfando e revirei meus olhos ao sentir a cabeça inchada da rola dele apartando as molhadas paredes internas da minha buceta enquanto ele ia metendo toda, onde senti todos os centímetros, a dureza e a grossura do pau entrando:
“aaiii, filho da puutaaa, minha buceta, rrraaammmrr...”
E sem nenhuma gentileza eu fui sacudida para frente conforme a virilha dele espancava a minha bunda, socando rola na minha buceta sem dó... pauzão grande e duro fodendo forte e acelerado a minha xota... me molhando toda e me fazendo gemer feito uma condenada... com as imensas mãos dele me puxando pelas ancas e socando, socando, socando, e tome rola, tome rola, tome rola na minha buceta num aumento de velocidade que mais parecia uma britadeira esburacando um rochedo... aaiii, que filho de uma puta mais tarado, agressivo e bom de socada... eu delirei num grito enquanto gozava com força na rola agitada dele me fudendo sem parar, sem diminuir o ritmo ou escapulir para fora:
“rraammrrr, rraaammmr, rrraammrr, aaiiimmmrr, aiii minha buceeta, filho da puuutaaa, rraammmrr...”
Entre as minhas coxas, de pernas abertas, a água escorria da minha buceta sendo socada, e afoito ele me chamava de gostosa, falando que o pau dele estava adorando foder a minha buceta e um monte de vulgaridades que eu jamais tinha escutado um homem falar pra mim... depois então de longos minutos me socando a rola, ele deu uma diminuída de ritmo, com nós dois suados e ofegantes, e ele ainda de pau se movimentando na minha xana e junto a isso senti uma dedada no meu cu... o filho da puta não se conteve em ficar me comendo por trás e encarando o meu cu diante da minha bunda aberta... atolou um dos dedos no meu quentinho, apertado e suado buraco anal e ficou socando, ao tempo em que também movimentava seu pau duro na minha xereca... aaiimmrr, gozei de novo...
Fui então deitada de costas nesse sofá, com ele vindo para entre as minhas pernas e por sobre meu corpo, metendo rola na minha buceta, nesse momento rolou um certo medo dele, pois do nada tomei um tapa na cara que me fez virar o rosto pra um lado jogando meus cabelos, olhei pra ele depois sentindo meus sentidos estremecidos pelo baque do tapa, ele me deu mais um, na outra face... pedi quase chorando pra ele não bater... ele deitou em mim e me beijou a boca... e por entre minhas pernas começou a socar seu pau na minha buceta... bombando no meu meio, ora eu revirando meus olhos e gemendo boquiaberta, ora observando o ritmo empolgante desse filho da puta movimentando seus quadris ao bater virilha na minha, me socando pau na xana sem tirar ou cansar... fodendo, fodendo, fodendo... gozei no vai e vem do pau dele, até pedi para ele parar um pouco, mas o safado não me dava trégua, mandou ver sem tirar o pau dele da minha xana, socando sem cessar:
“aaiimmrr, aaiimmrr, aaii safaadooo, aaii safaadooo, aiimmrr, aaiimmrr, aaiii, cachorro taraadooo, tô goozaaannndoooo, rraammmrrr...”
Eu estava aqui debaixo dele completamente lerda e rouca de gemer, apenas sentindo o cabeção inchado da rola dele batendo com força no fundo da minha buceta... ele não parava de socar, de meter, de bater virilha entre as minhas pernas, me fodendo forte, gostoso... agonizei a gozar seguidamente.
Confesso, nunca um cara socou a pica na minha buceta assim tão intenso e viciante... eu fui tomada por um misto de vontades, uma era que ele parasse um pouco pra eu poder me recompor das sensações que eu tava tendo assim tão freneticamente... outra é que algo em mim estava adorado ser comida assim, desejando que ele permanecesse nesse constante entra e sai dentro de mim... filho da puta, que pau endiabrado.
Ele só tirou o pau da minha buceta pra meter em outro orifício meu... onde me sentei toda arreganhada no sofá, eu lembro que eu tava até cansada pra caralho, pingando de suor, pois estava quente em Salvador nesse dia, e eu ofegante diante dele em pé igualmente suado e ofegante, parecendo um animal selvagem, segurando seu pau duro e todo melado numa mão e com a outra me segurando pelos cabelos... onde empurrou na minha boca:
“Chupa, delicia, chupa gostoso, vaaii...”
Apoiei minhas duas mãos na virilha dele enquanto sentia ele fodendo minha boca com seu pau, me fazendo engasgar, sufocar com a cabeça indo em direção a minha garganta... gorfei baba no entra e sai do pau fodendo minha boca... arrebentando minha mandíbula... tive que dar um tapa na virilha dele pra ele parar... Ele tirou seu pau e ficou olhando dali de cima pra mim sentada no sofá, e rindo de forma safada me pediu pra chupar ele, eu segurei no pau dele e disse:
“Filho da puta...”
Punhetei, ao tempo em que os meus lábios iam e vinham adiante da cabeça, pressionando e chupando, mamando gostoso, me deliciando com a maciez do seu rosado falo em formato de cogumelo, eu chegava a revirar meus olhos enquanto caprichava no boquete, às vezes até engasgando e me babando toda, e ele gemendo, ora pegando na minha cabeça por trás e me enfiando o pau por cima da minha língua adentro... pauzão gostoso.
De repente ele me levantou do sofá me abraçando ao meio, me beijando a boca, chupando os lados do meu pescoço, com sua mão abaixada me apalpando a xota e metendo dedos... porém, empurrei ele:
“Calma, tarado, vem pro quarto, vem.... vamo pra cama...”
Enlouqueci de vez na cama com a continuidade da surra de rola que eu levava desse tarado comedor de buceta que veio de Goiás e que eu trouxe comigo aqui pro meu apartamento... caralho, que foda gostosa e sem fim, e o mais incrível foi que ele não cansava, e também sabia me estimular, sempre me empolgando, pois se não bastasse eu gostar muito de sexo, ele me dominava de um jeito que completamente submissa... e tome pica entre as pernas, por trás, de ladinho, de baixo pra cima comigo montada nele e quicando, até de cabeça para baixo esse filho da puta me meteu... e eu lerda dos sentidos de tanto gozar.
Mas por mais que ele aparentasse ser uma máquina de foder, ele cansou... enfim paramos, ou melhor, demos um intervalo, onde deixamos meu quarto e fomos pra cozinha. Fiquei só de camiseta diante do fogão, fazendo uma macarronada para saciar a fome e repor as energias gastas nesse sexo tão louco e até agressivo que fizemos. Ele andava nu pela cozinha, tomando uma cerveja em latinha, ele definitivamente era um sujeito safado, obsceno, malicioso e muito conquistador.
Sentamos em almofadas espalhadas no chão do terraço, comendo a macarronada servida na mesma tigela e bebendo nossas cervejinhas enquanto conversávamos sobre Goiás, sobre a minha rotina em Salvador, mas sempre ofertando um pro outro olhares dos mais dissimulados, entre elogios e tal.
Curioso foi que, apesar dele ter trazido mochila com poucas peças de roupa, ele preferiu ficar nu o restante do dia no meu ap, e eu não me importei de forma alguma com isso, pois gostei de ficar olhando pro corpo malhado dele e praquela sua rola linda, balançando quando ele passava, ou pulsando em momentos de ereção. Ele tinha a mania de vez e outra segurar no pau duro e se masturbar, sem gozar, ficava apenas alisando o cacete.
Às 16 horas, eu estava aqui no meu quarto, ainda nua, sentada numa cadeira diante da mesa do computador, fazendo um trabalho, enquanto ele ficou na sala sentado no sofá assistindo futebol... porém, eis que ele entrou no quarto, também nu, me perguntando:
“Tá fazendo o quê?”
E eu, olhando pra ele vindo na minha direção, de pau pulsando mostrando que ia endurecer:
“Nada, só uma coisa do trabalho...”
Assim ele parou do meu lado esquerdo, com o pau já duro e roçando no meu braço, eu olhei pra cara dele ali, acima:
“Safado, sossega esse pau...”
E ele simplesmente me fez levantar da cadeira me puxando pelos cabelos, me levando até a minha cama logo atrás e me empurrou por sobre ela, na qual caí de bruços, onde ele deu tapas na minha bunda, apalpando, arreganhando, me puxando pelas ancas e me pondo de quatro, voltando a dar tapas numa nádega e noutra, me deixando ouriçada... nisso ele bruscamente enfiou seu rosto no meio da minha bunda e me fez dar um puta gemidão agoniado, onde me tremi todinha me agarrando aos panos da cama... sentindo a língua dele endurecida sendo enfiada no meu cu... caralho:
“aaiiimmmrrr, aaiii, safaaadooo, mmmmrrr...”
De repente fui surpreendida com a cabeça da rola dele forçando o meu cu abruptamente, sem me pedir permissão, metendo sem dó:
“aaiii, filho da puuta, meu cu nããoo, mmmrrr... tira, tira, tiiiiraa...”
O filho da puta não quis saber da minha dor, apenas me segurou pelas ancas e empurrou sem cuspe e vaselina o pau dele no meu cuzinho... e olha que eu nem sou tão adepta de sexo anal, meu cu é até apertado... aos poucos ele começou a me puxar e socar, mandando ver surra de virilha na minha bunda conforme me socava o pau no cu, me sacudindo para frente e me puxando pelas ancas, socando, socando, socando seus muitos centímetros de pica grossa e dura no meio da minha bunda virada de quatro pra ele:
“rraamrr, rraamrr, rraamrr, rraamrr, aaii meu cuu, aaiimmrr, aaii meu cuu, seu cachoorroo, rraammmrrr...”
Ao mesmo tempo eu levava tapas na minha bunda, com a rola dele inquieta no meio da minha bunda, indo e vindo, indo e vindo, socando, socando, fodendo meu cu sem diminuir o ritmo e sem sair de dentro... caí de peitos e cara na cama, de rabo pra cima domado pelas possessivas e firmes mãos dele, me puxando para o encontro da virilha dele espancando forte as minhas nádegas enquanto socava o pau no meu cu... eu mordia os panos da cama, apertando meus olhos e agonizada a gemer boquiaberta:
“rraamrr, rraamrr, rraamrr, rraamrr, aaii meu cuu, aaiimmrr, aaii meu cuu, rraammmrrr...”
Nunca tive a minha bunda possuída dessa forma tão bruta e a força, eu sempre escolhi se queria ou não no cu, mas aqui eu estava sob a vontade desse Goiano safado e dominador, socando tudo e com força no meu cu sem cansar e tirar de dentro, botando pra esfolar de tal forma que eu gemia chorando... deitei de bruços e pernas estiradas na cama e o desgraçado tarado não deixou o pau dele escapulir do meu cu, pois ele veio junto deitando de bruços por sobre as minhas costas, ainda batendo com força a sua virilha na minha bunda e me estocando rola de cima para baixo, enterrando no meu cu veloz, esfolando, arrombando com as minhas preguinhas... e o alívio só veio quando ele berrou ao gozar, parando de virilha colada na minha bunda enquanto jorrava porra bem dentro do meu cu.
Fiquei de cuzinho dolorido o restante do sábado... caralho, que currada, nunca tinha tomado na bunda dessa forma tão forte e selvagem, tive que tomar um banho demorado e lavar bem as minhas preguinhas fodidas... Já ele, sempre pelado e todo a vontade, ficou bebendo cerveja todo esparramado no sofá e assistindo futebol na TV.
Teve um momento que eu fui fazer companhia a ele, sentando ao lado dele, eu estava trajada numa camisolinha sem nada por baixo, pronta pra ir dormir, onde trocamos uns deliciosos beijos enquanto a minha mão esquerda punhetava de leve o pau dele, que endurecia de forma espontânea na minha palma, me deixando ouriçada... e não resistindo eu me ajeitei de joelhos no sofá ao lado esquerdo dele, debrucei meu rosto no colo dele, acolhendo o seu inchado falo rosado com meus delicados lábios e comecei um caprichado boquete movimentando a minha cabeça para baixo, ora descendo a minha língua por toda a extensão do duro e veiudo caralho imenso e delicioso dele, ora abocanhando um ovo e outro, mamando, fazendo ele gemer de tesão... voltando com lambidas pau acima até mais uma vez abocanhar seu falo e mama-lo intenso, barulhento, babado e gostoso... deixando ele meio deitado nas almofadas por sobre um braço do sofá, pernas abertas pra mim e gemendo delirando de tesão, até eu ser surpreendida por uma jorrada de leite branquinho e quentinho explodindo dentro da minha boca e descendo garganta abaixo.
Mais tarde, na cama, lá pras 22 horas, ele me surpreendeu mais uma vez, mas desta vez foi por não me comer... pois ele simplesmente deitou e dormiu, ou melhor, praticamente desmaiou, pelado... e eu ao lado dele, só de camisolinha e surpresa por enfim não ser comida, ri, fiquei então aqui deitada de ladinho por baixo do meu cobertor e de cabeça no meu travesseiro e dormi.
Domingo pela manhã eu acordei às 7 horas, enquanto o folgado do Goiano continuou no seu sono profundo, deitado de bruços, com a sua linda bunda morena exposta... se quer se mexeu enquanto eu bocejava me espreguiçando, ajeitava meus negros e lisos cabelos curtos, me levantava da cama, calçava meus chinelos e saía porta afora do meu quarto.
Na cozinha eu fui direto pro fogão, preparar um gostoso café pra mim e pra ele, e distraída eu nem me dei conta dele chegando junto de mim por trás, me encoxando num abraço ao meio do meu corpo e me beijando do ombro direito exposto e subindo aos chupões ao lado direito do meu moreno claro pescoço... gemi arfando, e claro, minha camisolinha por trás deu uma erguida com a pressionada que ele me deu na bunda nua com a sua virilha igualmente nua... onde senti o pulsar do pau dele me roçando as nádegas... as mãos dele na minha frente tatearam meu corpo de camisolinha acima e abaixo, uma adentrando o decote da minha camisola e apalpando um peito meu, tirando-o para fora do bojo da minha camisola e o masturbando com beliscos no mamilo duro, já a outra mão dele, abaixada em mim pela frente, dedilhava suave o rachado da minha xoxota, ora siriricando meu grelinho, ora com dois dedos se enfiando e socando sutil... e eu diante do fogão já louca de tesão, gemendo e rebolando na virilha dele, no pau dele.
Logo ele me puxou de uma vez do fogão e me colocou de bruços na mesa, derrubando algumas coisas de cima, e mais bruscamente ainda deu uma esfregada de cabeça de rola no rachado da minha buceta entre pernas abertas por trás e empurrou:
“rraaiimmrr, Ed, caalmaaarr, mmmrrr...”
E aqui estava eu sendo bombada na bunda pela virilha seca do filho da puta desse Goiano tarado, me sacudindo de barriga e peitos por sobre a mesa enquanto me socava forte o pau na buceta, sem tirar de dentro, me puxando pelas ancas e socando, socando, socando, aumentando o ritmo, me comendo, me fodendo... ora me estapeando as nádegas, ora me puxando pelo ombro, com uma mão na minha garganta ou me dando puxões de cabelos... sempre me batendo forte a sua virilha seca na bunda, socando, socando, e eu gozando boquiaberta e de olhos revirando conforme sentia toda a dureza, grossura e centímetros do pau dele indo e vindo rapidamente dentro da minha xana já toda molhada e escorrendo suquinho entre coxas.
Bom... o certo é que o meu domingo com ele foi todo de sexo, muito sexo, foi a primeira vez que eu fiz tanto sexo assim com um cara e por todos os cantos do meu apartamento... até nos pequenos intervalos, quando íamos beber uma água, usar o banheiro ou comer algo, havia uma malícia, uma safadeza em gestos e olhares que nos estimulava a nos comermos... Nossa, ele me deixou tão louca, ele tinha um jeito tão safado de ser e me dominava tão fácil, me pegando como ele bem quisesse e fazendo de mim uma putinha submissa, e eu não resistia e dava pra ele a minha buceta e o meu cuzinho o quanto ele quisesse comer.
Porém, lá pras 18 horas eu recebi uma ligação, onde nua, suada e ofegante eu peguei meu celular e olhei, era uma amiga minha que geralmente me visita aos domingos e tal, nossa, tinha até esquecido que ela viria me ver... e ela estava subindo no prédio já... então eu pedi apressadamente pra ele:
“Por favor, coloca um calça, uma bermuda, minha amiga tá subindo...”
Continua...
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Comentários (1)
kristana: Não demora muito gostei da tua historia ja dei 5 estrelas até fiquei molhada lendo imaginando que o cara deu conta das duas..essa vida assim como teu domingo metade da minha semana é assim e depois continua a noite quando volto do serviço , mas tem variaçoes..tipo já pegou a amiga? rsrsrs
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