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A Irmã da Minha Mulher é Uma Delícia

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Imagine um homem casado há 12 anos com uma mulher madura e gostosa pra caralho em Recife, vida estável, sexo bom, mas com um tesão escondido pela cunhada mais nova, sarada, provocante e cheia de fogo. O que começa com uma punheta safada e uma pergunta perigosa da esposa vira confissões quentes, anal dolorido e gostoso, festas em Olinda, dança roçando em Boa Viagem, calcinhas roubadas cheirando a buceta fresca, beijos proibidos na pista de dança, hot tub pelado e uma avalanche de sexo a três: rimming, fisting, anal virgem com dor e prazer insano, peidos safados no meio da foda e entrega total dos três. Cada detalhe aqui é real, molhado, suado, cheiroso e viciante. Vocês vão ler, vão se tocar imaginando o cheiro de suor misturado com buceta molhada, o aperto dolorido no cu, o gosto proibido das irmãs. Leiam até o fim, sintam cada gemido, cada estocada, cada peido involuntário e depois comentem: você aguentaria ver sua mulher comendo a própria irmã? Qual próxima aventura quer ver? Porque em Pernambuco o fogo entre nós três queima cada vez mais forte e não tem volta.

Meu nome é Carlos, tenho 42 anos, engenheiro aqui em Recife, casado com Juliana há quase 12 anos. Ela ainda é a mulher que me deixa louco: morena clara, corpo curvilíneo maduro, peitos grandes e macios que balançam gostoso, bunda redonda e suculenta. Mas a irmã dela, Beatriz, de 30 anos, é aquele tipo de delícia que vira a cabeça de qualquer um. Cabelo loiro ondulado, olhos castanhos penetrantes, corpo sarado de yoga na praia de Piedade, peitos firmes empinados, cintura fina e uma bunda redonda, durinha, daquelas que fazem o short entrar no rego e o pau latejar.

Tudo começou numa noite comum no nosso apartamento com vista pro mar em Boa Viagem. Juliana tava me batendo uma punheta lenta e gostosa, mão macia subindo e descendo no meu pau duro, sussurrando safadezas no meu ouvido. Do nada, ela perguntou:

— Você acha a Beatriz gostosa?

Fiquei sem ar. Meu pau deu um pulo na mão dela só de ouvir o nome. Beatriz era nove anos mais nova, corpo de academia, sempre com roupa justa marcando tudo. Eu já tinha fantasiado com ela várias vezes, mas nunca admiti em voz alta.

Juliana apertou meu pau e ameaçou parar se eu não fosse sincero. Confessei:

— Sim... ela é muito gostosa.

Juliana sorriu, acelerou a mão e me fez gozar jorrando enquanto eu pensava na bunda da cunhada. Depois disso, o assunto ficou no ar, mas o tesão só cresceu.

Meses depois, numa noite de vinho, Juliana me contou que um estranho tinha apalpado ela num bar em Olinda. Em vez de ciúme, fiquei louco de tesão. Fodemos no banheiro do restaurante, ela encharcada contando como o cara tocou na bucetinha dela por cima da calcinha. Foi o começo da nossa fase mais safada.

A conversa sobre Beatriz voltou várias vezes nas punhetas e fodas. Juliana me provocava:

— Imagina a bucetinha da minha irmã... apertadinha, rosadinha. Você quer comer ela, né?

Uma noite, depois de um jantar, Juliana me deu a calcinha suja da Beatriz que tinha pegado no cesto. Cheirei fundo o cheiro de buceta fresca enquanto ela me batia punheta, gozei jorrando nos peitos dela.

Beatriz começou a ficar mais na nossa casa. Mudou de apartamento e veio pro quarto de hóspedes por uns meses. A tensão sexual era palpável. Uma noite saímos pra dançar num clube em Boa Viagem. As duas vestidas pra matar: Juliana num vestidinho curto azul mal cobrindo a bunda, Beatriz com calça justa e top marcando os bicos.

Na pista, a gente dançou colado. Beijos começaram entre as irmãs, depois Beatriz me beijou. Voltamos pra casa e a foda foi insana. Comi Juliana enquanto ela chupava a irmã, depois meti na Beatriz pela primeira vez, buceta apertada e molhada enquanto Juliana lambia o clitóris dela.

O tesão explodiu. A gente fodia toda hora. Uma tarde no chuveiro, Juliana lambeu o cu da irmã, enfiando a língua fundo. Beatriz gemia, empinando a bunda. Depois eu meti devagar no cuzinho virgem dela.

— Ai, Carlos... tá doendo... mas não para... me arromba devagar.

O cu dela apertava forte, quente. Beatriz soltou um peido baixinho e quente com a estocada, cheiro safado misturando com vapor. Ela riu envergonhada mas rebolou pedindo mais. Gozei fundo no cu dela enquanto Juliana assistia se masturbando.

Outra noite, Juliana quis mais. No banheiro, fez Beatriz deitar e enfiou quatro dedos, depois a mão inteira na buceta da irmã. Beatriz gritava de prazer e dor, gozando enquanto a irmã a fistingava. Eu batia punheta vendo aquilo.

A gente viajou pra Porto de Galinhas, fodeu na praia quase vazia. Beatriz sentava no meu pau enquanto Juliana sentava na cara dela. Peidos safados saíam quando eu metia fundo no cu, aumentando o tesão.

No hot tub pelado em casa, as coisas escalaram de vez. Juliana beijou a irmã na minha frente, chupou os peitos firmes dela, lambeu a buceta lisinha enquanto eu assistia. Depois Beatriz sentou no meu pau, cavalando devagar, gemendo alto. Juliana sentou na minha cara, gozando na minha boca com um peido quente de tesão.

— Ai porra... come a minha irmã, Carlos... enche ela de porra...

Beatriz gozou tremendo, buceta apertando meu pau. Virei ela de quatro, meti no cu virgem com dor e prazer. Ela gritou, unhas cravando no banco do hot tub, soltando peidos involuntários com as estocadas fortes.

— Tá rasgando meu cu... mas continua... me arromba!

Juliana lambia o clitóris da irmã enquanto eu fodia o cu dela. Gozei jorrando fundo, enchendo o cuzinho da cunhada. As duas gozaram juntas, se beijando, corpos suados colados.

Depois disso virou rotina. Beatriz morando com a gente, noites de sexo a três, fins de semana em Olinda ou Gravatá. Eu pensava o tempo todo: e se a gente gravar uma foda completa? E se levar pra um motel com vista pro rio Capibaribe? Quero ver Beatriz aguentando meu pau no cu enquanto Juliana enfia a mão nela de novo. Quero mais, sempre mais.

Pra achar o autor dessas aventuras quentes e reais, basta procurar na internet por: www.selmaclub.com e www.bit.ly/telemanu

Leiam, sintam cada detalhe sensorial: o cheiro de buceta molhada, o gosto do cu sendo lambido, a dor gostosa da primeira penetração anal, o aperto quente, os peidos safados no calor da foda, o amor proibido virando vício. Toquem pensando nisso. Comenta aqui embaixo: você deixaria a cunhada morar com vocês e participar das fodas? Quer ler a próxima vez que Beatriz aguentou meu pau todo no cu sem reclamar? Ou quando quase fomos pegos na praia de Porto de Galinhas? Fala aí que eu conto tudo. Essa história de cunhado, esposa e cunhada em Pernambuco tá só começando e o desejo cresce cada dia mais. Vem acompanhar com a gente.

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Comentários (1)

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  • Paulo: A minha e bem novinha mas nada inocente, minha esposa comentou comigo, " nem imagina, minha irmã falou que se o namorado der um iPhone, ele tira a virgindade dela,... acredita?" Eu ri, para nao ficar sem graça e na tarde ela vinha , todos usando a minha piscina, eu cheguei e confirmei a informação, "lógico, de graça? Sen chance " .. " eu pago rm dinheiro " ela riu, " aonde? Aqui minha irmã vai ver"

    Responder↴ • uid:40vohk9lt0c