A Noite em que Meu Marido Assistiu Tudo – Parte 4: Os Dois Amigos Me Arrombaram
Na manhã seguinte, Ana acordou nua, com a boceta ainda inchada e marcada de chupões roxos. Roberto dormia ao lado, exausto. Ela sorriu maliciosa, passou o dedo na própria xota e sentiu o resto da porra seca do Marcos. Levou o dedo à boca do marido e acordou ele lambendo.
— Bom dia, meu corno. Sente o gosto? Ainda tem um pouquinho do Marcos aqui dentro. Hoje vai ter dose dupla. Marcos confirmou: ele vem com o Lucas, o amigo dele da academia. Os dois vão me foder ao mesmo tempo. E você… vai ficar sentadinho assistindo tudinho, batendo punheta e depois vai lamber cada gota que eles deixarem dentro de mim. Entendeu?
Roberto piscou, já com o pau duro só de ouvir.
— Ana… você tem certeza? Dois ao mesmo tempo?
Ela riu, segurando o queixo dele com força.
— Certeza absoluta, amor. Eu quero sentir dois paus me enchendo. Um na buceta, outro no cu. Quero gozar gritando enquanto você assiste. E depois quero ver você de quatro, limpando os dois paus sujos de porra e da minha boceta. Hoje você não é mais só corno… você é meu limpador oficial. Agora vai tomar banho e se arrumar. Eles chegam às 20h. Quero você de cueca, sentado na poltrona, sem tocar em mim até eu mandar.
O dia inteiro foi uma tortura deliciosa. Ana mandava fotos pelo WhatsApp: ela experimentando lingerie nova (um conjunto vermelho transparente, cinta-liga e meias 7/8), se depilando completamente, enfiando um plug anal pequeno “pra já ir abrindo o cuzinho pros meninos”. Cada mensagem vinha com áudio:
— Olha só, Roberto… tá vendo como meu plug tá brilhando? Imagina quando for o pau do Lucas no meu cu enquanto o Marcos me fode pela frente. Você vai ver minha cara de puta feliz.
Às 19h55 o interfone tocou. Ana estava linda: salto alto, robe de seda aberto, lingerie vermelha, cabelo solto e maquiagem de puta de luxo. Roberto, de cueca preta, já suando de ansiedade, sentou na poltrona do canto.
Marcos entrou primeiro, abraçando Ana pela cintura e enfiando a mão direto na bunda dela.
— E aí, gostosa? Trouxe o reforço que você pediu.
Lucas veio logo atrás: 31 anos, mulato claro, corpo de fisiculturista, barba bem feita e um sorriso safado. Olhou pra Ana de cima a baixo.
— Caralho, Marcos… você não exagerou. Essa é a mulher mais gostosa que eu já vi. E o corno é aquele ali?
Ana riu alto, puxando os dois pela camisa para dentro do quarto.
— Esse mesmo. Roberto, cumprimenta os meninos. Diz pra eles que hoje você é só plateia e limpador.
Roberto, voz tremendo:
— Oi, Marcos… oi, Lucas. Podem… podem usar ela à vontade. Eu só vou assistir.
Marcos deu um tapa na bunda de Ana e riu.
— Boa garoto. Então senta aí e abre bem os olhos.
Ana não perdeu tempo. Tirou o robe devagar, rebolando, mostrando cada detalhe da lingerie.
— Olhem só pra mim, meninos. Hoje eu sou de vocês. Quero os dois paus duros pra mim. Tira tudo.
Os dois tiraram a roupa rapidinho. Marcos já estava com o pau meio duro, grosso como na noite anterior. Lucas baixou a calça e o pau saltou: ainda maior, 22cm fácil, cabeça grossa e veias saltadas.
Ana arregalou os olhos e segurou os dois paus ao mesmo tempo, uma mão em cada.
— Meu Deus do céu… olha o tamanho disso, Roberto! Os dois juntos são quase três vezes o seu. Vocês vão me destruir hoje, né?
Lucas apertou os seios dela por cima da lingerie.
— Pode apostar, vadia. Vou te foder até você esquecer o nome do seu marido.
Ana gemeu só de ouvir e se ajoelhou no meio dos dois. Começou a chupar alternando: primeiro Marcos, engolindo fundo até engasgar, babando tudo, depois Lucas, tentando abrir a boca o máximo possível.
— Gluck… gluck… hmmm… que pau gostoso… tão grande… tão cheiroso… Roberto, olha como eu tô babando nos dois. Tá vendo como minha boca fica esticada?
Marcos segurou o cabelo dela.
— Chupa os dois juntos, Ana. Abre essa boquinha de puta.
Ela tentou: colocou as duas cabeças na boca ao mesmo tempo, língua girando, saliva escorrendo pelo queixo. Os dois gemiam alto.
— Porra, que boca gulosa… — Lucas rosnou. — Essa vadia nasceu pra chupar rola.
Depois de dez minutos de boquete barulhento, Ana se levantou, tirou a lingerie devagar e deitou na cama de quatro, empinando a bunda.
— Vem, Marcos. Começa pela buceta. Lucas, quero seu pau no meu cuzinho logo. Quero os dois me enchendo ao mesmo tempo.
Marcos se posicionou atrás e meteu de uma vez, até o talo.
— Aaaahhh caralho… que boceta quente e molhada! — ele grunhiu, metendo forte.
Ana gritou de prazer.
— Issooo… me arromba! Lucas, vem… enfia no meu cu. Eu quero dupla agora!
Lucas cuspiu no pau, passou lubrificante e pressionou devagar na rosinha apertada. Ana mordeu o lençol.
— Ai meu Deus… tá entrando… tá abrindo meu cu… devagar… isso… mais… aaaahhhhh!
Quando os dois estavam completamente enterrados, Ana soltou um gemido gutural que encheu o quarto inteiro.
— Porra… eu tô cheia… dois paus dentro de mim… Roberto, olha! Olha como minha buceta e meu cu estão esticados pros dois! Eles estão me fodendo juntos!
Os dois começaram a meter no ritmo: Marcos na buceta, Lucas no cu, alternando estocadas. O barulho era obsceno: pele batendo, boceta molhada fazendo “ploc ploc”, Ana gritando sem parar.
— Mais forte! Me fode como uma puta! Eu sou a vadia do meu marido! — ela berrava. — Roberto, tá vendo como eles me usam melhor que você? Tá vendo minha cara de puta?
Roberto batia punheta desesperado, olhos vidrados.
— Tô vendo, amor… vocês estão destruindo ela…
Lucas deu um tapa forte na bunda dela.
— Fala pra ele o que você é, Ana.
— Eu sou uma puta de dois paus! Uma hotwife tarada que adora corno limpador! Goza dentro de mim, meninos! Enche minha buceta e meu cu de porra!
Marcos acelerou, suado.
— Vou gozar, Ana… toma tudo!
Ele enterrou fundo e jorrou forte dentro da boceta. Ana gozou junto, tremendo inteira, squirtando no pau do Marcos.
Lucas não aguentou e gozou logo depois, enchendo o cuzinho dela.
— Isso… me enche o cu também… quero ficar pingando dos dois lados!
Quando os dois saíram, Ana virou de costas na cama, pernas abertas. A boceta e o cu estavam vermelhos, abertos, escorrendo porra grossa branca.
— Vem, Roberto. Hora da limpeza. Primeiro a buceta. Depois o cu. Lambe tudo.
Roberto se ajoelhou tremendo entre as pernas dela. O cheiro forte de sexo encheu o nariz dele.
— Isso, meu corno… lambe a porra dos dois da minha buceta. Chupa bem fundo… tira tudo com a língua.
Ele lambeu devagar, saboreando o gosto salgado misturado com o mel da esposa. Ana segurava a cabeça dele.
— Bom garoto… agora o cu. Enfia a língua no meu cuzinho e tira toda a porra do Lucas. Isso… mais fundo… limpa direitinho.
Depois de limpar os dois buracos, Ana mandou ele chupar os paus dos dois, um de cada vez.
— Chupa o pau do Marcos primeiro. Limpa ele todo. Depois o do Lucas. Quero ver você mamando os dois paus que me foderam.
Roberto obedeceu, boca cheia de porra, enquanto Ana filmava com o celular.
— Olha que lindo… meu marido virando boiola pra mim. Chupa gostoso, vai… eles merecem.
Os dois riram.
— Esse corno é dedicado mesmo — Marcos disse, segurando a cabeça de Roberto.
Depois de mais uma hora de rodadas (Ana cavalgando um enquanto chupava o outro, depois dupla de novo, dessa vez com Lucas na buceta e Marcos no cu), os dois gozaram pela segunda vez: um dentro da boceta, outro na boca dela.
Ana, completamente destruída, suada, marcada, com porra escorrendo pelo queixo, pela buceta e pelo cu, puxou Roberto pra um beijo profundo, transferindo a porra da boca dele.
— Engole tudo, amor. Isso… agora você é oficialmente meu corno limpador de casal. Amanhã… eu quero três. Marcos, Lucas e mais um. Você topa?
Roberto, pau latejando, voz rouca:
— Eu topo tudo, Ana. Eu sou seu pra sempre.
Ana sorriu, olhando pra câmera do celular ainda gravando.
— Perfeito. Então amanhã tem mais. E você vai gravar tudinho pra eu postar no nosso grupo secreto.
Ana acordou na manhã seguinte com o corpo todo dolorido e deliciosamente marcado. A boceta e o cu ainda latejavam, inchados das duas rodadas da noite anterior. Roberto dormia ao lado, com resquícios de porra seca no queixo. Ela sorriu, pegou o celular e gravou um áudio bem safado:
— Acorda, meu corno limpador. Hoje vai ser o dia mais pesado da sua vida. Marcos e Lucas vão trazer o Pedro, o amigo sarado deles. Três paus pra mim ao mesmo tempo. Você vai assistir cada minuto, vai gravar tudo e depois vai lamber, chupar e engolir tudo que eles deixarem dentro e em cima de mim. Levanta e prepara o quarto. Quero lençóis novos, lubrificante, cerveja gelada pros machos e você só de cueca o dia inteiro.
Roberto obedeceu tremendo de tesão e medo. O dia passou com Ana mandando fotos e vídeos curtos: ela enfiando dois plugs (um na buceta e outro no cu), experimentando uma lingerie nova preta extremamente vulgar (sutiã aberto nos mamilos, calcinha sem entreperna e cinta-liga), e um áudio bem claro:
— Imagina três paus me arrombando ao mesmo tempo, amor. Um na boca, um na buceta e um no cu. Você vai ver sua mulher virar uma puta completa hoje.
Às 20h em ponto a campainha tocou. Ana abriu a porta vestindo apenas o robe de seda aberto. Os três entraram: Marcos, Lucas e Pedro — este último um negro alto, 1,92m, corpo de jogador de basquete e um pau que já aparecia enorme mesmo dentro da calça.
— Porra, Ana… você tá ainda mais puta do que nas fotos — Pedro disse, já apertando a bunda dela com as duas mãos.
Ana riu, voz manhosa:
— Obrigada, gostoso. Esse é o Roberto, meu corno oficial. Ele vai assistir tudinho, gravar e limpar depois. Roberto, fala pra eles.
Roberto, já sentado na poltrona com o pau duro na cueca:
— Podem usar ela como quiserem. Eu sou só o limpador. Façam ela gozar muito.
Ana puxou os três para o quarto, tirou o robe e ficou nua na frente deles, rebolando devagar.
— Olhem bem pra mim, meninos. Hoje eu sou a puta de vocês três. Quero sentir cada pau, cada gozada, cada tapa. Roberto, começa a gravar com o celular agora.
Os três tiraram a roupa. Três paus enormes saltaram: Marcos grosso, Lucas comprido, Pedro o maior de todos, preto, venoso e já babando pré-gozo.
Ana se ajoelhou no meio do círculo e começou a chupar os três alternadamente, babando muito.
— Hmmm… que delícia… três rolas grandes pra mim… Roberto, olha como minha boca fica cheia. Gluck… gluck… tô babando tudo…
Marcos segurou a cabeça dela:
— Chupa direito, vadia. Engole o do Pedro inteiro.
Ana tentou, olhos lacrimejando, engasgando no pau enorme do Pedro.
— Não consigo tudo… é muito grande… mas eu vou treinar até conseguir, prometo.
Depois de quase 15 minutos de boquete coletivo, Ana subiu na cama de quatro.
— Vamos começar. Marcos na boca, Lucas na buceta, Pedro no cu. Quero os três me enchendo agora!
Eles posicionaram. Lucas meteu na boceta molhada de uma vez.
— Caralho, que xota apertada e quente!
Pedro cuspiu e começou a forçar o cu dela devagar.
— Relaxa o cuzinho, puta… isso… tá abrindo… porra, tá engolindo meu pau todo!
Ana soltou um grito abafado porque Marcos enfiou o pau na boca dela ao mesmo tempo.
— Mmmmmmm!!! — ela gemeu com a boca cheia. Os três começaram a meter no ritmo. O quarto encheu de barulhos molhados, tapas e gemidos.
Ana tirou o pau da boca por um segundo, babando:
— Issooo… me arrombem! Três paus me fodendo ao mesmo tempo! Roberto, tá gravando? Olha como sua mulher tá sendo destruída! Eu sou uma puta de três machos! Mais forte! Me deem tapas!
Pedro deu um tapa forte na bunda dela.
— Toma, vadia! Rebola nessa rola preta!
Lucas apertou os seios dela:
— Sua boceta tá piscando no meu pau… tá gostando de ser corna na frente do marido, né?
— Adoro! Eu amo trair ele! Amo ser arrombada na frente dele! Roberto, fala que você ama isso!
Roberto, batendo punheta e gravando:
— Eu amo… amo ver você sendo usada assim… vocês estão destruindo ela…
Os três foderam ela nessa posição por longos minutos até Ana gozar pela primeira vez, squirtando forte no pau do Lucas.
— Aaaaiii porra… tô gozando… não paraaa!!!
Eles trocaram de buraco várias vezes. Ana cavalgou Pedro enquanto chupava Lucas e Marcos. Depois fizeram dupla penetração na buceta (dois paus na xota ao mesmo tempo), algo que deixou Ana gritando de prazer e dor misturados.
— Tá esticando demais… minha buceta vai rasgar… mas não para… me arromba mais!!!
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Depois de duas horas de foda intensa, os três anunciaram que iam gozar.
Marcos primeiro:
— Toma na boca, puta! — E encheu a garganta dela de porra grossa.
Lucas e Pedro gozaram quase juntos: um enchendo a boceta, o outro jorrando no cu. Ana ficou tremendo, completamente cheia, porra escorrendo dos três buracos.
— Roberto… vem cá agora. Hora da limpeza total.
Roberto se ajoelhou entre as pernas dela, que estava deitada de pernas bem abertas.
Ana segurou a cabeça dele:
— Primeiro limpa minha buceta. Chupa tudo que o Lucas e o Pedro deixaram. Enfia a língua bem fundo… isso… bom corno… engole tudo…
Depois mandou ele virar ela de bruços:
— Agora o cu. Lambe o cuzinho arrombado e tira toda a porra do Pedro. Mais fundo… isso… você tá virando especialista em comer porra de macho.
Em seguida, Ana fez ele chupar os três paus, um por um, limpando cada centímetro.
— Chupa o do Pedro primeiro. Olha como tá sujo da minha boceta e do meu cu. Mama gostoso pra ele.
Pedro riu:
— Esse corno é foda mesmo. Chupa com vontade, vai.
Depois de limpar tudo, Ana ainda fez mais uma rodada: sentou na cara do marido enquanto os três fodiam ela de novo, gozando mais uma vez — dois na boca e um na cara dela.
No final, Ana, completamente destruída, suada, marcada de tapas e chupões, com porra escorrendo pelo corpo inteiro, beijou Roberto profundamente, passando o resto da porra para a boca dele.
— Engole, meu amor. Você agora é meu corno completo. Amanhã… eu quero quatro. E você vai ajudar a me preparar pra eles. Tá feliz?
Roberto, voz rouca e pau latejando:
— Eu sou o homem mais feliz do mundo… sou seu corno pra sempre, Ana.
Ana olhou pra câmera ainda gravando e sorriu:
— Perfeito. Então a história continua…
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