#Outros

Nunca pensei que eu... Logo eu... Pudesse ser corno! E corno de bunda, ainda mais.

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Eu sempre confiei nela. Confiei cegamente. Seis anos seguidos alugando as mesmas duas casas de praia no condomínio de Barra de Catuama. Eu, minha esposa, meu melhor amigo — que eu tratava como irmão — e a esposa dele. Todo mês de janeiro e julho a gente repetia o ritual: duas casas lado a lado, famílias juntas, churrasco todo dia, cerveja gelada, riso alto. Eu achava que aquilo era amizade de verdade.
Foi no mês passado que o vendedor de cerveja me chamou de canto, lá perto do quiosque. Ele estava meio sem jeito, mas falou baixo:
— Olha, cara… quando sua esposa e seu amigo chegam um dia antes pra arrumar as casas… ela geme alto pra caralho. Eu escuto quando passo atendendo as outras casas. Todo mês é a mesma coisa. Desculpa te falar isso, mas… achei que você precisava saber.
Eu quase parti pra cima dele. Chamei o cara de mentiroso, de filho da puta, disse que ele estava querendo arrumar confusão. Mas o olhar dele não era de quem inventa mentira. Era sincero demais. Eu fiquei puto com ele, mas a semente da dúvida entrou.
Esse mês eu decidi averiguar.
Falei pra todo mundo que só chegaria no domingo. Eles vieram na sexta à tarde, como sempre, “pra arrumar as casas pra receber as famílias”. Eu saí de Recife de madrugada, entrei quietinho na nossa casa antes do sol nascer. Coloquei uma câmera pequena dentro da fruteira da cozinha, apontada direto pra pia. E outra no quarto, bem escondida, onde o vendedor disse que escutava os gemidos.
Eu não queria acreditar. Mas eu precisava ver.
E o que eu vi… destruiu tudo.
A câmera da cozinha pegou tudo. Eles nem perderam tempo. Entraram pelados na cozinha ainda de manhã cedo. Meu “irmão” de boné virado pra trás, pica já dura, e ela — minha esposa — de óculos, cabelo solto, empinando aquela bunda grande na pia da cozinha, exatamente como na foto que eu tirei da filmagem.
Ela olhou pra trás com um sorriso safado e disse:
— Vem logo… o corno só chega amanhã. Come meu cu bem gostoso que ele nunca comeu.
Ele riu, cuspiu na mão e foi enfiando devagar. Ela gemeu alto, aquele gemido que o vendedor tinha falado.
— Aaaahhh… que delícia… mete tudo, vai… o otário acha que cu é sujo, que dá doença… hahaha… ele nunca vai saber o quanto eu gosto disso.
Ele segurou a cintura dela com força, exatamente como na foto, e começou a meter mais fundo.
— Porra, essa bunda é muito melhor que a da minha mulher. Ela não dá o rabo porque minha pica é grossa demais. Mas a tua… engole tudo. Rebola pra mim, vadia.
Ela rebolou, gemendo cada vez mais alto, e de repente soltou um peido forte enquanto ele metia.
— Toma esse peido no pau… eu solto quando tô gostando de verdade.
Ele riu, apertou mais a bunda dela.
— Peida de novo enquanto eu te fodo. Diz pra mim: quem come melhor esse cu?
— Você… você come minha bunda muito melhor que ele… ele nem sabe o que é ter uma mulher que gosta de levar no rabo. Eu sou a vadia do irmão dele e ele não faz ideia.
Ela gozou pela primeira vez, pernas tremendo, gemendo sem vergonha nenhuma. Depois gozou de novo, ainda mais alto. Entre um gemido e outro, ela ainda falava:
— O corno paga as duas casas todo mês pra gente foder… que otário… continua metendo, me faz gozar de novo no cu…
Ele metia sem parar, falando entre os dentes:
— Ele é um corno manso. Um trouxa. Olha como tu gosta de dar o rabo pra mim enquanto ele acha que tá tudo bem. Essa bunda agora é minha.
Eu assisti tudo. Os peidos, os gozos, as risadas, as humilhações. Cada palavra. Cada gemido. Cada vez que ela dizia que eu era otário, que eu perdia por não comer a bunda dela, que eu era contra sexo anal e ela adorava.
Agora é noite de sábado. O churrasco tá rolando aqui na casa ao lado. Eu cheguei “normalmente” hoje de manhã, fingi surpresa ao vê-los já instalados. Estou sentado aqui na varanda, olhando pra cara da minha esposa, pra cara do meu melhor amigo, pra cara da esposa dele… todo mundo rindo, comendo carne, bebendo cerveja, como se nada tivesse acontecido.
Eu tenho o vídeo completo no celular. Tenho a foto dela empinada na pia, levando no cu do meu “irmão”. Tenho os áudios dos gemidos, dos peidos, das frases que eles falaram.
E eu não sei o que fazer.
Fico aqui, olhando pra eles, sorrindo quando alguém me chama, mas por dentro tô destruído. Triste pra caralho. Puto pra caralho. E ao mesmo tempo sem saber se mostro tudo agora, se espero, se mando pro grupo da família, se mostro pra esposa dele, ou se simplesmente sumo e deixo eles se fodendo pra sempre.
Alguém aí pode me dizer o que eu faço com isso?
Porque eu realmente não sei mais.

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