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Seduzi a tatuada casada, pois estava louco pelo seu corpo pintado e sua bunda

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Eu sou Daniel, o filho da puta mais viciado em bundas de mulher comum que o Brasil já viu. Não quero silicone, não quero academia, não quero pose de influenciadora. Quero bunda de casada de verdade: bunda que senta no sofá vendo novela, que limpa casa, que aguenta marido ausente e ainda tem vergonha de falar sacanagem. Quanto mais tatuada, quanto mais recatada por fora, quanto mais cheiro natural de dia quente de Pernambuco… mais meu pau vira pedra. E quando eu consigo arrombar esse cu virgem, fazer ela peidar, gemer, quase cagar no meu pau e depois publicar tudo no site da Selma Recife e no grupo VIP dela… caralho, eu viro o deus dessas bundas.

Dessa vez o nome dela era Lívia. Morava em Jardim São Paulo, pertinho da casa da minha irmã. Eu a via sempre quando ia visitar a família: loira de cabelo liso até a bunda, corpo marcado por tatuagens do pescoço até os pés — dragões, caveiras, rosas pretas, tudo escuro e pesado. Parecia uma mulher de capa de rock, mas na vida real era a mais recatada possível. Vestia sempre vestido simples, falava baixo, olhava pro chão. Todo mundo na rua dizia: “Lívia é santa, coitada do marido que vive viajando”. O marido dela era um tatuador maluco, viciado em tudo que se fuma ou se cheira, passava meses rodando o Nordeste fazendo tinta na pele dos outros enquanto ela ficava sozinha naquela casinha simples, com sofá velho, TV ligada no volume baixo e cortinas sempre fechadas.

Eu comecei a puxar papo devagar. Primeiro na rua, depois na porta da casa dela. Um dia falei:

— Lívia, tô indo visitar minha irmã e sempre passo aqui. Vou levar um presentinho pra você qualquer dia desses. Só pra agradecer a conversa boa.

Ela franziu a testa exatamente como na foto que eu tenho guardada: loira de vestido cinza, tatuagens aparecendo nos braços e no peito, segurando o pacote embrulhado em papel pardo com laço branco, cara de desconfiada total. Mas aceitou.

— Tá bom… mas não precisava, Daniel.

Cheguei num domingo à tarde, calor de rachar, com o presente na mão. Ela abriu a porta de shortinho e regata, tatuagens brilhando de suor. Recebeu o pacote com aquela mesma cara fechada da foto, mas me convidou pra entrar. Sentamos na sala, ventilador girando devagar. Ela abriu o presente — um perfume importado e uma lingerie preta rendada que eu escolhi pensando na bunda dela. Ficou vermelha.

— Daniel… eu sou casada. Meu marido viaja, mas…

— Eu sei. E sei também que ele te deixa sozinha meses seguidos, chapado, viajando de cidade em cidade. Você merece ser tratada como mulher de verdade, Lívia.

Ela começou a desabafar. Falou que o marido só chegava drogado, transava rápido e dormia. Que ela se sentia invisível. Eu aproximei, mostrei o celular.

— Olha aqui. Esse é o site da Selma Recife. E o grupo VIP dela. Eu publico tudo lá. Anos de vídeos, fotos e contos de casadas como você. Mulheres recatadas, cheias de tatuagem, bundas suadas que nunca foram comidas direito. Maridos cornos que nem imaginam que a esposa tá dando o cu pra outro enquanto eles estão doidões por aí.

Rolei as fotos e vídeos. Mostrei bundas tatuadas sendo lambidas, casadas gemendo “meu marido não pode saber”, pauzão entrando devagar com manteiga. Lívia respirava pesado, olhos vidrados nas tatuagens iguais às dela.

— Eu nunca fiz nada… na bunda. Nunca nem deixei meu marido olhar direito. Achava sujo… nojento.

— Tá na hora, Lívia. Eu posso ser seu amante secreto. Ninguém vai saber. Só eu e essa bunda tatuada que eu sonho desde o dia que te vi.

Ela resistiu. Disse que era pecado, que era casada, que o marido era louco e podia descobrir. Mas eu beijei ela devagar, mão subindo pela coxa tatuada, apertando aquela carne firme. Ela gemeu no meu ouvido, voz tremendo:

— Daniel… eu sou recatada… as pessoas acham que eu sou santa…

— Santa nenhuma tem uma bunda assim. Deixa eu ver. Deixa eu cheirar.

Virei ela de costas, exatamente como na outra foto: loira de cabelo longo, costas inteiras cobertas de tatuagem, caveira enorme na bunda, rendinha da calcinha preta marcando a pele. Abaixei o shortinho e a calcinha de uma vez. O cheiro subiu forte, quente, azedo — bunda suada do dia inteiro dentro de casa, calor de Pernambuco, sem banho. Aquele fedor natural de virilha, suor, um toque de cocô velho que fica preso no cu. Terrível. Podre pra caralho.

Eu enfiei o nariz bem no meio da caveira tatuada, inspirei fundo. Lívia tentou puxar minha cabeça:

— Que nojento, Daniel! Para! Eu trabalhei o dia todo… tá suada, fedendo…

Mas eu lambi. Língua bem no cuzinho apertado, sentindo o gosto amargo, salgado, terra, suor acumulado. Ela tremia, chamando de nojento, mas eu não parei. Mostrei mais vídeos do site da Selma: eu cheirando bundas podres de casadas, lambendo até o fundo, fazendo elas peidarem na minha cara. Lívia leu os contos, viu as fotos e murmurou, voz rouca:

— É nojento… mas… caralho… eu tô molhada. Nunca imaginei que ia gostar de ver isso.

Eu baixei a calça, pau latejando. Ela olhou e falou baixo:

— Eu não tomo nada… e meu cu nunca foi tocado. Vai doer.

Fui na cozinha dela, peguei um pote grande de manteiga. Untei o cu tatuado e meu pauzão grosso. Empurrei devagar. Ela gritou, gemeu, unhas cravadas no sofá. A cabeça entrou com dificuldade. Ela começou a se tocar na buceta, dedão no clitóris, gemendo:

— Ai… tira… tá muito apertado… eu tenho vergonha…

— Vergonha é o que torna gostoso, porra. Empina essa bunda tatuada pra mim. Se entrega.

O pau foi entrando aos poucos, centímetro por centímetro, quente, latejante, apertado pra caralho. De repente ela soltou o primeiro peido — quente, fedorento, direto no meu pau. Ela ficou vermelha de vergonha:

— Desculpa… eu tô com vontade de cagar… para…

— Não para. Eu amo isso. Peida mais. Se entrega.

Ela peidou de novo, mais forte, cheiro forte subindo, misturado com o suor da bunda. Meu pau entrava e saía, barulho molhado de manteiga e peido. Ela gemia alto, chorando de prazer e dor:

— Tá com dor de barriga… eu vou cagar… Daniel, tira!

Segurei a cintura firme, caveira tatuada brilhando de suor.

— Não tira. Se entrega. Deixa vir. Eu quero sentir você perdendo o controle.

Ela tentou segurar, apertou o cu no meu pau, mas era mais forte. Enquanto eu socava devagar, o pauzão grosso saindo e entrando, ela não aguentou. O cuzinho piscou, relaxou e veio o calor molhado — um pouco de coco molhado misturado com peido, escorrendo no meu pau. Ela gozou tremendo inteira, gritando, chorando, se entregando completamente. O cheiro ficou insano, forte, podre, delicioso pra mim.

Eu continuei metendo, mais rápido, socando aquela bunda tatuada enquanto ela peidava e gemia, gozando pela segunda vez. Quando eu gozei, enchi o cu dela de porra quente, misturado com tudo — suor, manteiga, peido, um pouco do que ela não conseguiu segurar. Meu pau saiu brilhando, sujo, e ela ainda tremia, cara de puta realizada.

Depois, enquanto ela recuperava o fôlego no sofá, eu peguei o celular e gravei tudo: a bunda vermelha e tatuada, o cu arrombado piscando, o presente ainda em cima da mesa, ela com cara de quem acabou de descobrir que adora ser uma vadia depravada.

Tudo isso — as fotos dela segurando o presente com cara desconfiada, a bunda tatuada de costas com a caveira, os vídeos do cu sendo arrombado, os peidos, o cheiro, o momento em que ela quase cagou no meu pau e gozou como nunca — já está publicado no site da Selma Recife e no grupo VIP dela.

Corre lá agora. São anos de conteúdo assim: bundas tatuadas de casadas recatadas, maridos drogados e viajando enquanto as esposas viram minhas putas favoritas, anal sujo, peidos, cheiro natural, tudo real, sem filtro, sem censura.

Você vai querer conhecer. Eu garanto.

E se você é casada, tem tatuagem e tá lendo isso… me manda mensagem. Sua bunda também pode virar a próxima história no site da Selma www.selmaclub.com ou TELEGRAM VIP dela e amigas www.bit.ly/telemanu . Eu tô esperando.

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