Abusada por um peão
Contratei um peão para minha obra...
Maristela tinha acabado de herdar uma pequena fortuna da avó e resolveu investir comprando um terreno para construir a casa dos sonhos. Após meses procurando, encontrou um bom construtor que lhe garantiu qualidade e preço justo. O projeto estava finalmente começando a sair do papel.
O primeiro dia de obras chegou e Maristela foi até o local conferir o andamento dos trabalhos. Assim que estacionou seu carro, ela avistou Welinton, o peão mais bonito da equipe. Ele tinha um corpo sarado, braços fortes por causa do trabalho pesado e uma pele bronzeada pelo sol. Seu sorriso era encantador e seus olhos azuis brilhavam intensamente.
Welinton estava suando, com a camisa molhada grudada no peito musculoso. Maristela não conseguiu evitar uma olhadinha indiscreta em sua direção. Ela o viu tirar a camisa para enxugar o rosto e ficou hipnotizada pelos músculos se contraindo sob a pele quente.
Durante os dias seguintes, Welinton sempre dava um jeito de aparecer na obra quando ela chegava para fazer as visitas. Ele começara a flertar abertamente com Maristela, fazendo comentários engraçados e olhares significativos. Ela não conseguia evitar o rubor em seu rosto cada vez que ele se aproximava.
Um dia, após uma discussão sobre alguns ajustes no projeto, Welinton agarrou Maristela pela cintura e a prensou contra a parede do escritório de obras. Seu hálito quente soprava em seu pescoço enquanto sussurrava: "Eu sei que você quer tanto quanto eu."
Maristela tentou resistir, empurrando-o com as mãos, mas Welinton foi insistente. Ele a beijou com força, invadindo sua boca com a língua enquanto uma mão apertava seu seio. Ela ficou tensa, tentando ignorar o calor que sentia entre as pernas.
Traída pela sua buceta que começava a ficar encharcada, Maristela começou a corresponder aos beijos de Welinton, cedendo ao desejo que a consumia por dentro. Ele aproveitou para pressionar o quadril contra ela, deixando-a sentir sua ereção volumosa. Maristela gemeu baixinho, sentindo um arrepio percorrer seu corpo.
Welinton puxou a blusa de Maristela para cima e começou a sugar seus mamilos, um de cada vez. Ela jogou a cabeça para trás, entregue ao prazer, enquanto ele a despia completamente. Em seguida, foi a vez dele se livrar das roupas, revelando um corpo perfeito e um pênis enorme e duro.
Maristela ficou intimidada com o tamanho, mas Welinton a tranquilizou: "Não se preocupe, vou cuidar de você." Ele começou a beijar sua barriga, descendo cada vez mais até chegar à intimidade dela. Maristela suspirou quando sentiu a língua quente em seus lábios vaginais.
Welinton passou alguns minutos chupando e lambendo seu clitóris, fazendo-a delirar de tesão. Quando ela estava prestes a gozar, ele parou e subiu novamente para beijá-la na boca. Maristela provou seu próprio gosto nos lábios do peão.
Então Welinton se posicionou entre suas pernas, roçando o pênis latejante na entrada da vagina. Maristela estava completamente molhada, mas mesmo assim ele teve que empurrar com força para penetrá-la. Ela gemeu alto ao sentir cada centímetro do pau grosso deslizando dentro dela.
Welinton começou a bombear os quadris vigorosamente, fodendo-a com intensidade. Maristela não conseguia evitar os gemidos e as exclamações de prazer que escapavam de seus lábios a cada investida. Ele colocou suas pernas nos ombros, permitindo uma penetração ainda mais funda.
O peão se inclinou sobre ela, sussurrando no ouvido: "Quero meter na sua bunda." Maristela ficou tensa novamente, mas Welinton não deixou que ela recusasse. Com a mão, ele espalhou saliva ao redor de seu ânus e começou a esfregar o polegar ali.
Ela gemeu quando sentiu uma pressão anormal em sua entrada posterior. Welinton aproveitou para introduzir um dedo, preparando-a para sua enorme ereção. Maristela ficou surpresa com a sensação nova e intensa que isso provocava nela.
Quando achou que ela estava pronta, Welinton removeu o dedo e posicionou seu pênis na entrada apertada. Com uma pressão firme, começou a penetrá-la analmente. Maristela sentiu um desconforto inicial, mas logo foi substituído por um prazer avassalador à medida que ele se afundava cada vez mais.
Welinton começou a bombear os quadris devagar, deixando-a se ajustar à sua invasão. Logo ele estava fodendo seu ânus com força, fazendo-a gritar de prazer a cada estocada. Maristela não conseguia acreditar na sensação incrível que era ser preenchida daquele jeito.
Ela gozou várias vezes enquanto Welinton a fodia analmente, as ondas de prazer a atingindo como nunca antes. Ele também estava perto do limite e começou a empurrar com mais força e rapidez. Com um gemido alto, derramou jatos e jatos de sua carga quente dentro dela.
Maristela ficou ofegante e satisfeita, com o corpo inteiro formigando de prazer. Welinton saiu de cima dela e deitou ao seu lado, acariciando seus cabelos suados. "Não foi tão ruim assim, foi?" ela sorriu timidamente.
"Nem um pouco", Maristela admitiu, ainda meio atordoada com tudo o que tinha acabado de acontecer. "Na verdade, foi incrível." Welinton beijou sua testa e se levantou para vestir as roupas. Antes de sair, lançou um olhar safado para ela e disse: "Fico feliz em saber que posso ajudar na obra de outras maneiras também."
Maristela não conseguiu evitar uma risada enquanto o observava partir, seu traseiro ainda latejando com a lembrança das estocadas intensas do peão. Ela tinha certeza de uma coisa - sempre contrataria Welinton para suas obras no futuro.
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