Ajuda da novinha
Viúvo acabei ganhando uma ajuda da novinha
Antenor suspirou ao fechar a porta da frente, sentindo-se exausto após mais um dia longo e estressante no trabalho. Ele era um homem prático, de 48 anos, com uma vida simples e rotineira desde a morte de sua esposa, há uma década. Desde então, vivera sozinho em seu pequeno apartamento, sem muitas perspectivas ou ambições além do trabalho.
Sua sobrinha Bruna, uma moça de 23 anos cheia de energia e vitalidade, sempre tentara animá-lo, insistindo para que ele saísse mais, conhecesse pessoas novas. Ela não compreendia a relutância dele em se abrir novamente para o amor depois da tragédia que sofrera.
Bruna era uma garota linda, com cabelos castanhos encaracolados e olhos brilhantes como os de sua mãe. Tinha um jeito travesso e divertido, sempre pronta para uma aventura ou uma boa risada. Ela adorava provocar o tio Antenor, brincando sobre ele arrumar uma namorada.
Então um dia ela chegou com uma amiga, Juliana, que dizia ser fascinada por homens mais velhos e maduros. Juliana tinha cabelos loiros compridos e ondulados, olhos azuis intensos e um corpo voluptuoso que parecia feito para o pecado. Ela era alguns anos mais nova que Bruna, mas já tinha uma aura de mistério e sensualidade que deixava Antenor desconfortável.
As duas garotas ficaram na casa dele por horas, conversando animadamente sobre tudo e nada, enquanto Antenor tentava se concentrar em seu livro. Mas era difícil não notar a maneira como Juliana o olhava, com um brilho malicioso nos olhos e um sorriso sedutor nos lábios.
Finalmente, depois de muito insistir, Bruna convenceu Antenor a sair para jantar com elas em um restaurante italiano da moda. Ele se sentiu velho e fora de lugar entre as risadas estridentes das duas garotas e os olhares curiosos dos outros clientes.
Mas Juliana parecia determinada a deixá-lo à vontade. Ela flertava descaradamente com ele, tocando seu braço, rindo de suas piadas ruins e até mesmo roçando o pé no dele por baixo da mesa. Antenor ficou cada vez mais desconfortável e excitado com as investidas dela.
Depois do jantar, Bruna anunciou que estava cansada e que iria embora. Ela beijou o tio na bochecha e deu uma piscadinha para Juliana antes de sair. Antenor se virou para a amiga de sua sobrinha, confuso e um pouco assustado com as intenções dela.
Juliana sorriu misteriosamente e colocou a mão no joelho dele. "Vamos tomar uma última bebida na sua casa?", sugeriu ela. Antenor hesitou por um momento, mas acabou concordando.
Quando chegaram ao apartamento, Juliana não perdeu tempo. Ela se aproximou de Antenor e o beijou intensamente, pressionando seu corpo contra o dele. Antenor ficou surpreso com a paixão dela, mas logo sentiu sua própria excitação crescendo.
Juliana começou a desabotoar a camisa dele lentamente, beijando seu pescoço e ombros enquanto o fazia. Ela puxou o cinto dele e abriu o zíper da calça, deixando-a cair no chão. Em seguida, ela se ajoelhou diante dele e tirou sua cueca, libertando seu membro já duro.
Ela olhou para cima com um sorriso malicioso antes de passar a língua pelo comprimento do pau dele, fazendo-o estremecer de prazer. Então ela abriu a boca e o engoliu inteiro, chupando com avidez enquanto suas mãos acariciavam seus testículos.
Antenor gemeu alto, agarrando os cabelos dela enquanto ela o chupava cada vez mais rápido e forte. Ele nunca tinha experimentado nada assim antes, tão intenso e excitante. Logo ele estava prestes a gozar, mas Juliana parou de repente e se levantou.
Ela tirou a própria blusa e calça, revelando um corpo perfeito coberto por uma lingerie rosa sensual. Ela o empurrou em direção à cama e montou nele, descendo devagar até que ele estivesse completamente dentro dela.
Juliana começou a cavalgá-lo com força, rebolando os quadris enquanto seus seios balançavam acima dele. Antenor agarrou seu traseiro, sentindo o calor úmido dela ao redor de seu membro latejante.
Ela se inclinou para frente, beijando-o profundamente enquanto seus corpos se moviam juntos em um ritmo cada vez mais frenético. Antenor podia sentir que ia gozar a qualquer momento, mas queria prolongar aquele prazer o máximo possível.
Então ele rolou com ela na cama até ficarem de lado, com Juliana por baixo. Ele deslizou uma mão entre as pernas dela e começou a acariciar seu clitóris enquanto entrava e saía devagar. Juliana arqueou as costas, gemendo alto enquanto ele a levava ao limite.
Finalmente, eles gozaram juntos em um momento de êxtase intenso. Antenor desabou sobre ela, ofegante e suado, enquanto Juliana sorria satisfeita embaixo dele.
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