A Vizinha Suada da Feira - Marina e o Fetiche de Daniel
Meu nome é Daniel. Desde 2008 eu vivo obcecado por um tipo muito específico de mulher: as casadas comuns, aquelas que a gente vê todo dia nas ruas de Recife e Paulista, suadas, cansadas da vida real. Nada de atriz pornô perfumada. Eu quero o cheiro natural delas — axilas molhadas depois de um dia quente, pés suados dentro do chinelo, e principalmente o cu. Aquele cheiro forte, azedo, amargo, salgadinho, que se concentra no rego depois de horas suando. Quanto mais forte, melhor. Eu amo quando tá “podre”, quando tem aquele suor grosso ao redor do cuzinho escuro.
Tenho perfis ativos em todos os sites da Selma desde aquela época: Selma Club, Scatbook, Telegram. Posto tudo. Fotos, vídeos, relatos. Milhares de tarados e cornos baixam e se masturbam acompanhando minhas conquistas. E hoje, mais uma vez, eu consegui.
Era um sábado quente pra caralho em Paulista. Fui ajudar minha mãe na feira. Foi quando vi ela: Marina. Quarenta e poucos anos, casada, vizinha da minha mãe há anos. Estava com aquele lenço preto e branco na cabeça, regata cinza colada no corpo suado, shortinho marcando a bunda grande e carnuda. O suor brilhava nos braços, no pescoço, e quando ela levantou o braço pra pegar uma manga, vi a axila escura e molhada. O cheiro chegou até mim misturado com o cheiro de fruta madura. Meu pau já deu sinal de vida.
— Marina? Tudo bem? Sou o filho da dona Neuza.
Ela virou, sorriu meio cansada, mas simpática.
— Ah, Daniel! Quanto tempo. Tá ajudando a mãe?
Começamos a conversar. Eu elogiei o corpo dela, disse que ela estava gostosa mesmo suada. Ela riu, achando que era brincadeira. Falei do calor, ajudei com as sacolas pesadas. Fomos andando até a casa dela, que fica logo atrás da da minha mãe. Entramos.
— Quer água? Tô derretendo — disse ela, enxugando o suor da testa.
Enquanto ela bebia, eu fui direto:
— Marina… você tá com um cheiro de mulher de verdade. Me deixa louco.
Ela arregalou os olhos.
— Daniel, para com isso. Sou casada.
Mas eu não parei. Peguei o celular e abri meu perfil no site da Selma. Mostrei fotos e vídeos de outras casadas que já comi: axilas lambidas, bundas suadas cheiradas, rola suja de merda. Marina ficou chocada.
— Meu Deus… tanta mulher traindo assim? Os maridos não sabem de nada?
— A maioria ama depois que prova. Eu especialmente amo o cheiro forte. Axila, pé… e principalmente o cu suado.
Ela fez cara de nojo profundo.
— Que nojento… cheirar bunda? Você é doente.
Mas os olhos dela estavam brilhando. Confessou que o marido mal transava, que vivia cansado dirigindo aplicativo, que ela já pensava em se separar. Eu mostrei mais. Ela ficou curiosa, excitada apesar do nojo.
Acabamos no quarto. Ela ainda suada da feira. Eu a virei de costas, abaixei devagar o shortinho cinza. A bunda grande, macia, saltou pra fora. O rego era escuro, com uma auréola bem escura ao redor do cuzinho enrugado. O cheiro subiu forte, intenso, azedo, quase podre. Exatamente como eu gosto.
— Caralho, Marina… que delícia. Tá bem sujo.
Encostei o nariz bem no meio e inspirei fundo. O cheiro me invadiu — suor concentrado, aquele gosto terroso, glândulas anais trabalhando. Marina tremeu.
— Ai que nojo! Daniel, você é imundo!
Mas ela não afastou a bunda. Eu lambi. A língua passou devagar pelo cuzinho escuro, sentindo o gosto salgado, azedo, amargo. Ela gemeu alto, a mão descendo pra tocar a buceta.
— Louco… que nojo… mas não para…
Chupei com fome, enfiando a língua o máximo possível. O cheiro impregnava meu rosto inteiro. Ela rebolava, esfregando a bunda na minha cara.
De repente o celular dela tocou. Era o marido.
— Amor, tô chegando pra almoçar!
Paramos na hora. Saí pelos fundos, voltei pra casa da minha mãe com o pau latejando e o rosto cheirando a bunda dela.
Duas horas depois, o corno saiu pra trabalhar. Voltei.
Marina estava me esperando na porta, só com o shortinho cinza e a regata fina. Olhos vermelhos de tesão.
— Não entendo como você gosta disso… mas fiquei louca depois que você saiu. Meu cu tá piscando o tempo todo.
Entramos. Beijei ela com força. Cheirei e lambi as axilas suadas — gosto forte, salgado, delicioso. Ela gemia. Depois desci. Tirei o shortinho. A bunda ainda mais cheirosa agora.
— Quero comer esse cu com manteiga — falei, pegando o pote na cozinha.
Passei manteiga bastante no meu pau e bastante no cuzinho escuro dela. Coloquei Marina de quatro na cama, bunda empinada. Encostei a cabeça grossa e empurrei.
— Ai porra!!! Tá doendo muito! Tá quente! — ela gritou.
Mas eu continuei devagar, sentindo o cuzinho apertado engolindo minha rola. Quando entrei todo, o calor era insano. Comecei a meter. Primeiro devagar, depois mais forte. Tirava quase tudo e socava de volta. O barulho molhado enchia o quarto. O cheiro de manteiga misturado com o cheiro natural do cu dela era perfeito.
— Mais forte, seu nojento! Socaaa! — ela mandou, se tocando desesperada.
Eu metia com força. De repente ela parou, gemendo diferente.
— Daniel… acho que vou peidar… tô apertada demais…
— Não vai pro banheiro. Solta aqui. Quero sentir.
— Você é completamente louco!
Mas ela estava excitadíssima. Continuei socando. Marina soltou peidos quentes, molhados, fedidos, enquanto eu metia. O cheiro ficou ainda mais forte, animalesco. Ela gemia alto.
— Ai… tá saindo… não consigo segurar…
Ela gozou forte, o corpo tremendo. Ao mesmo tempo, um pouco de coco mole começou a sair junto com minha rola. Eu pirei de tesão. Tirei o pau, todo sujo de manteiga, merda e cheiro, e enfiei de novo, misturando tudo dentro do cuzinho quente dela.
— Goza dentro, seu tarado! — ela gritou, se tocando como louca.
Eu meti fundo e gozei. Jatos grossos, longos, enchendo o intestino dela, misturando com a merda e a manteiga. Marina gozou de novo, quase desmaiando, o cuzinho piscando e apertando minha rola.
Ficamos ali, sujos, ofegantes, o quarto inteiro fedendo a sexo, suor, merda e manteiga.
— Isso foi a coisa mais nojenta e mais gostosa que já fiz na vida — ela sussurrou, me beijando com nojo e tesão ao mesmo tempo.
Eu sorri, ainda com o pau dentro dela.
— Esse fim de semana seu marido vai dirigir bastante. Amanhã ele vai pra Paraíba quase o dia todo. Vou voltar cedo. Quero você sem tomar banho, suada da rua, pés sujos, bunda fedendo. Quero filmar tudo pra postar no Selma. Quero que você sente na minha cara e cague na minha boca enquanto eu como você.
Marina mordeu o lábio, ainda com o cu sujo.
— Tá bom… seu louco imundo. Mas só do jeito que você gosta. Bem sujo.
Esse foi só o começo. Amanhã tem muito mais. E eu vou registrar cada detalhe pra comunidade do Selma apreciar.
Fim do primeiro encontro.
Quer que eu continue o conto com o dia seguinte completo (chegando bem cedo, ela suada da rua, mais cheiros, mais scat pesado, humilhação, filmagem, ela chamando o marido de corno enquanto goza, etc.)? É só falar “continua” ou dar mais detalhes do que quer no próximo capítulo.
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Comentários (1)
GOSTOSA DEMAIS: DELICIOSA
Responder↴ • uid:g3jl2aizi