Meu noivo não come meu cu, mas sou viciada em dar o rabo, trio ele e... Meu Sogro descobriu.,
Meu nome é Renata, tenho 22 anos e sou noiva do Lucas, filho de um empresário bem-sucedido aqui do Recife. Todo mundo acha que eu sou a noiva perfeita: bonita, educada, corpo sarado. Mas ninguém imagina a verdade. Eu sou completamente viciada em dar a bunda. Desde os 18 anos, quando ainda era virgem, descobri que meu cu dá mais prazer do que qualquer outra coisa.
Minha primeira vez
Eu tinha 18 anos e estava na casa do meu tio (irmão do meu pai). Ele era um homem casado, 47 anos na época. Eu tinha ido dormir lá porque meus pais viajaram. No meio da noite, ele entrou no quarto e começou a passar a mão na minha bunda por cima do short. Eu fiquei molhada na hora. Ele sussurrou:
— Quer experimentar uma coisa gostosa, sobrinha?
Eu sabia o que era, mas nunca tinha feito. Ele me colocou de quatro na cama, passou bastante lubrificante e enfiou devagar. A dor foi insana. Eu chorei, mordi o travesseiro:
— Ai tio… tá rasgando meu cu! Tá doendo muito!
Ele não parou. Quando entrou todo, eu soltei um peido forte e depois comecei a cagar um pouco no pau dele. Fiquei morrendo de vergonha, chorando:
— Desculpa tio… eu tô me cagando… que nojo…
Ele ficou mais excitado ainda. Metia forte, sujo, falando baixo:
— Isso mesmo, Renata… caga no pau do tio… sua putinha.
Eu gozei como nunca na vida, tremendo inteira. Desde aquele dia, eu soube que nunca mais conseguiria viver sem dar o cu.
Na faculdade
Na faculdade eu virava uma cachorra. Ia pro estacionamento depois da aula, levantava a saia ou baixava o jeans e dava pra quem quisesse. Às vezes era um cara só, às vezes dois ou três amigos. Eles me colocavam encostada no carro, um ficava de vigia, os outros dois metiam. Gozavam dentro do meu cu e me mandavam embora de ônibus, com a porra escorrendo na calcinha. Eu chegava em casa melada, sentindo o cu piscando, adorando a sensação de vadia.
Teve um professor de Marketing que descobriu. Começou a me chamar na sala dele depois da aula. Me fodia na mesa, gozava na minha boca, comia meu cu e minha buceta. Eu tirava notas altas e ainda saía com o cu arrombado.
O noivo
Lucas é perfeito. Bonito, rico, me ama. Mas ele tem nojo de sexo anal. Quando eu tentei falar, ele quase terminou o noivado:
— Bunda não é pra isso, Renata! Tem vírus, bactéria, merda… é nojento! Quem gosta disso é doente.
Eu fingi que concordei. Mas o vício é maior que o amor. Continuo traindo ele até hoje.
O sogro descobriu
Há um mês, no churrasco na casa dos pais do Lucas, deixei o celular desbloqueado na mesa. Meu sogro, Sr. Fernando, 52 anos, pegou e viu tudo: fotos, vídeos, conversas. Ele printou tudo e esperou o momento certo.
Duas semanas depois, Lucas e a mãe saíram para comprar bebida. Ficamos só eu e ele na cozinha, preparando a carne. Ele me mostrou os prints no celular dele. Eu gelei.
— Por favor, seu Fernando… não conta pro Lucas…
Ele sorriu frio e falou:
— Não vou contar. Mas você vai ser minha puta agora. Toda vez que eu quiser.
Eu tentei negociar, mas ele não aceitou. Me virou de costas no balcão da cozinha, levantou meu vestido e baixou minha calcinha. O pau dele era enorme, muito grosso, veioso. Ele cuspiu e enfiou com força.
— Ai caralho! Devagar, seu Fernando! Tá muito grosso… tá rasgando!
Ele não teve piedade. Segurou meu cabelo e meteu fundo, bruto:
— Cala a boca, sua putinha. Você é uma gaieira, uma chifradeira. Vai tomar rola no cu toda vez que eu mandar.
Eu chorava de dor, mas meu corpo traía. Ele metia com raiva, batendo fundo. Depois de uns minutos eu não aguentei:
— Ai… tô com dor de barriga… vou me cagar… para!
— Caga então, vadia! Caga na pica do sogro!
Ele meteu mais forte e eu não segurei. Soltei uma merda mole enquanto ele fodia. O cheiro subiu forte. Ele ficou ainda mais excitado, metendo sujo, me dando tapa na cara:
— Olha só a puta do meu filho… se cagando no pau do pai… que nojeira gostosa!
Ele gozou fundo, enchendo meu cu de porra misturada com merda. Depois me mandou ficar de joelhos e chupar a rola toda suja. Eu chupei chorando, mas molhada.
Desde então ele me chama no escritório dele, final de expediente. Me fode com força, me humilha, me faz cagar no pau dele, me chama de todos os nomes. Eu finjo que odeio… mas confesso aqui: estou gostando demais. O perigo, a humilhação, o pau enorme dele… tudo me deixa louca.
Enquanto isso, continuo traindo o Lucas com outros machos. Sou noiva dele… mas minha bunda pertence a quem quiser comer.
Se você quer ver todos os meus vídeos — da primeira vez com o tio, das putarias na faculdade, das orgias no estacionamento, e especialmente das sessões brutais com meu sogro —, só tem num lugar:
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Pix libera na hora. Ele grava, edita, muda as vozes e coloca tarja nos rostos. Meu noivo nem imagina
Sou Renata, 22 anos, noiva traidora e viciada em dar o cu.
Quer me ver sendo arrombada? Manda mensagem.
Estou sempre com fome.
Depois que meu sogro, Sr. Fernando, me transformou na puta particular dele, eu pensei que as humilhações fossem só entre nós dois. Estava errada.
Uma terça-feira à noite, ele me mandou mensagem: “Vem pro escritório às 19h. Usa vestido curto sem calcinha. Não se atrase.”
Cheguei pontualmente. A secretária já tinha ido embora. Quando entrei na sala dele, gelei. Além do meu sogro, tinha mais dois homens coroas, bem vestidos, uns 55~58 anos. Um era o Dr. Cláudio, advogado poderoso, e o outro era o Seu Marcelo, dono de uma grande construtora. Todos casados, todos com cara de homem sério.
— Renata, esses são meus amigos. Eles viram seus vídeos. Hoje você vai ser a putinha de nós três — disse Fernando, já abrindo o cinto.
Eu fiquei vermelha, tremendo:
— Seu Fernando… eu não sabia que ia ter mais gente… por favor…
Cláudio sorriu frio e falou:
— Cala a boca, vadia. Você é noiva do filho dele e vive dando o cu pra qualquer um. Agora vai abrir essa bundinha pra gente.
Eles me colocaram no meio da sala. Tiraram meu vestido curto, me deixaram completamente nua. Fernando me empurrou de quatro sobre a mesa de reunião. Cláudio enfiou o pau grosso na minha boca enquanto Marcelo abria minha bunda.
— Olha esse cu… já tá arrombado, hein sua putinha — disse Marcelo, cuspindo e enfiando dois dedos.
Fernando meteu primeiro na minha buceta, forte, enquanto Cláudio fodia minha garganta. Depois trocaram. Em menos de cinco minutos, eu já tinha um pau no cu e outro na buceta.
— DP nela! — ordenou Fernando.
Marcelo deitou na mesa e me puxou por cima, enfiando o pau no meu cu. Fernando veio por trás e meteu na buceta. Eu gritei:
— Ai caralho! Tá muito grosso… os dois juntos… tá rasgando!
Eles não tiveram piedade. Metiam no mesmo ritmo, me levantando e descendo como uma boneca. Cláudio batia o pau na minha cara:
— Chupa, gaieira! Chupa enquanto leva rola nos dois buracos!
Eles me viraram de todos os jeitos. Fizeram DP anal: dois paus grossos no meu cu ao mesmo tempo. A dor foi absurda. Eu chorava, babava, gritava:
— Tá doendo muito! Por favor… devagar… meu cu não aguenta!
Fernando segurou meu cabelo e falou na minha orelha:
— Aguenta, sua puta barata. Você trai meu filho todo dia, agora vai aguentar três coroas te arrombando.
Eles me humilhavam sem parar:
— Olha a noivinha do Lucas… toda arrombada…
— Sua vadia… leva rola no cu enquanto o noivo dela tá em casa achando que você é santa.
— Caga no pau, vadia! Mostra pra gente como você é nojenta!
Eu não aguentei. Soltei uma merda mole enquanto levava DP anal. Eles riram e meteram mais forte, sujos:
— Isso mesmo! Caga na rola dos amigos do sogro! Que puta imunda!
Depois me fizeram ajoelhar. Os três gozaram na minha cara, na boca, nos peitos. Eu estava destruída, cu piscando, porra e merda escorrendo pelas coxas.
Fernando me olhou de cima:
— Toda terça e quinta você vem aqui. Se não vier, mando tudo pro meu filho. Entendeu, vadia?
Eu, ainda de joelhos, suja e arrombada, respondi baixinho:
— Entendi, seu Fernando… eu venho…
Confesso: eu odeio a humilhação… mas estou viciada. O risco, a dor, ser usada como puta por homens mais velhos… está me deixando cada vez mais cachorra.
Sou Renata, 22 anos, noiva traidora e puta do sogro.
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Estou sempre disponível pra dar o cu.
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