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Secretária

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O Narrador de Contos

Contratei uma puta como secretária e não me arrependo nem um pouco.

Quando eu abri minha empresa eu não tinha decidido muita coisa, mas eu tinha uma certeza: a secretária seria uma puta. Não no sentido eufemista da palavra, mas uma puta mesmo, daquelas de cabaré ou de rua. Eu sempre tive um fraco por mulheres assim, com aquele jeito safado, provocante, que não têm vergonha nenhuma de exibir suas curvas.
Fui a vários bordéis até encontrar a candidata perfeita: Lúcia, 25 anos, ruiva, corpo escultural, olhos verdes e uma boca carnuda que parecia feita para chupar. Ela tinha um jeito provocante, andando com os quadris balançando, as pernas nuas sempre à mostra sob saias curtíssimas. Eu a contratei na hora.
No primeiro dia de trabalho, ela chegou atrasada e vestida em uma minissaia que mal cobria sua bunda redonda. Eu a chamei para minha sala, fingindo estar bravo.
— Lúcia, você não pode chegar atrasada assim! — falei, com voz severa.
Ela sorriu provocante.
— Desculpa chefe... Mas eu acordei tão cansada hoje... E olha que dormi pouco ontem à noite. — Ela piscou para mim.
Senti meu pau endurecer na hora.
— É melhor você se comportar e trabalhar direito, senão vai ver só o que acontece! — ameacei, enquanto minhas mãos passeavam por suas coxas nuas.
Ela suspirou fundo, mordendo os lábios.
— Como quiser chefinho... - murmurou ela, se aproximando de mim até seu corpo colar no meu. Pude sentir seus mamilos duros sob a blusa justa.
Eu deixava meus olhos passearem por suas curvas, ela respondia com olhares lascivos e provocações disfarçadas. Nossas conversas eram cheias de insinuações sexuais, cada vez mais explícitas.
Não demorou nem um dia inteiro, e eu não aguentava mais de tanto tesão, a chamei para minha sala e tranquei a porta. Ela entrou com seu andar sensual, já sabendo o que ia acontecer.
— Chefinho... O que foi? — provocou ela, sentando na beirada da mesa, as pernas bem abertas revelando sua calcinha molhada.
— Você sabe muito bem o que eu quero Lúcia. Vem cá, seu corpo me pertence agora! — rosnei, puxando-a para mim.

Eu a beijei com fome, minha língua invadindo sua boca enquanto minhas mãos apertavam sua bunda firme. Ela correspondeu, gemia baixinho enquanto suas unhas arranhavam minhas costas. Despi ela toda ali mesmo na mesa da sala, jogando seus pertences no chão.
Seus seios eram perfeitos, redondos e firmes com mamilos rosados que pediam para serem chupados. Me ajoelhei entre suas pernas abertas e passei minha língua por todo seu corpo, saboreando cada centímetro de sua pele macia. Ela tremia de excitação.
Cheguei até sua boceta quente e molhada, o cheiro doce do sexo dela enchia minhas narinas. Passei a língua em toda extensão de sua fenda, ela gemia mais alto, segurando minha cabeça contra seu púbis. Chupei seu clitóris com força enquanto enfiava dois dedos dentro dela, fodendo-a bem gostoso.
Lúcia gozou em pouco tempo, seus líquidos escorrendo pelo meu queixo enquanto ela gritava de prazer. Mas eu ainda não tinha terminado, queria sentir aquele corpo delicioso tremer ao meu redor. Levantei e tirei minha roupa com pressa, meu pau duro latejando para dentro dela.
Eu a penetrei com força, enfiando até o talo em sua boceta quente e apertada. Comecei a meter sem dó, batendo minhas bolas contra sua bunda enquanto ela gemia de prazer. Ela se contorcia embaixo de mim, pedindo mais.
Fodei ela com vontade naquela mesa da sala, ela gozando várias vezes enquanto eu a enchia de porradas. Quando não aguentava mais, me afundei até o fundo dela e gozei, esporrando todo meu leite quente dentro do útero dela.
Sai de dentro dela ainda ofegante, olhando seu corpo nu espalhado sobre a mesa. Ela sorria com satisfação, seus mamilos ainda duros.
— Você é uma puta mesmo Lúcia... E eu adoro isso! — falei rindo enquanto me vestia.
— Eu sei que sim chefinho... E você sabe que sou só sua! — ela respondeu, se aprontando para voltar ao trabalho.
— Eu sei e você não pense que acabou Lúcia, sua bronca ainda não terminou! — falei com voz autoritária.
Ela arregalou os olhos, e abriu um sorriso safado mas não disse nada. Sabia que eu era um homem sem limites quando o assunto era sexo.
— Vire de quatro pra mim agora mesmo! — ordenei.
Ela obedeceu na hora, se posicionando na beirada da mesa com a bunda empinada para mim. Passei minha mão em sua bunda redonda, apertando com força antes de dar um tapa forte que fez ela gemer.
— Isso é por chegar atrasada! — falei enquanto dava mais alguns tapas, deixando sua bunda vermelha e quente.
Peguei um pouco do meu próprio gozo que escorria da boceta dela e passei na entrada apertada de seu cu. Ela se remexeu, sabia o que viria a seguir.
— Relaxa Lúcia, vou te arrombar todinha! — falei enquanto colocava a cabecinha do pau em sua bunda.
Empurrei com força, meu pau inteiro entrando com tudo naquele cu apertado. Ela gritou de dor e prazer, seu corpo tremendo ao redor do meu membro grosso. Comecei a metê-la sem dó, batendo minhas bolas na sua boceta enquanto ela se contorcia embaixo de mim.
— Ahhh chefinho... Meu pau está tão grande... Não vou aguentar! — ela gemeu enquanto eu a fodia com força.
— Aguenta firme Lúcia, ainda não terminei com você hoje! — falei, metendo cada vez mais fundo naquele cu quente e apertado.
Ela gozou muito, seu corpo inteiro tremendo de prazer enquanto eu esporrava todo meu leite dentro dela, enchendo seu interior de porra. Quando saí de dentro dela, estava completamente exausto, mas satisfeito.
— Agora sim sua bronca acabou Lúcia! — falei rindo, enquanto ela se virava para mim com um sorriso safado no rosto.
— Obrigada chefinho... Posso ir agora? — ela disse, se levantando da mesa.
— Pode ir... Mas lembre-se que você é minha puta particular e eu posso te foder quando quiser! — respondi, dando mais um tapa em sua bunda antes de sair da sala.

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