#Coroa #Grupal #Incesto #Teen

Família nova - Primeira suruba.

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Sun tzu

Pensei que, quando perdesse a virgindade, a minha vida seria melhor, ou ao menos que lembraria do dia de forma positiva. Porém, depois de esporrar pela primeira vez na vagina de minha irmã. Tudo o que consegui fazer foi deitar, olhando para o teto a noite inteira, sem piscar um olho.

Só conseguia pensar nas palavras de Isa. Tentava ficar irritado com ela, mas daí lembrava do calor de sua buceta e acabava me excitando.

No dia seguinte, passei a manhã no meu quarto, conversando com Samara pelo celular. Isa havia saído com uma amiga e Ezequiel foi surfar na praia, e só deveria voltar após o almoço. Weverton dormia, descansando da semana de trabalho. E minha mãe fazia as atividades da casa, que ficou vazia a maior parte do dia.

E então, logo chegou a segunda, onde me encontrei com Samara a algumas quadras da escola. Ela estava acompanhada de Aline, uma amiga sua: cabelos cacheados, rosto longo, pele morena, num tom um pouco mais escuro que a minha, e olhos de japonesa.

Não havia nada a dizer a respeito de seu corpo. Não parecia ser mais chamativo quanto ao de outras garotas da escola. Era menos chamativo para mim do que o de Samara, ou de Isa, pelo menos.

Falava animadamente sobre o “boy” mais velho com quem ela havia saído outro dia.

Não dei muita atenção porquê Aline tinha um encontro com um cara diferente a cada semana. Mas Samara fazia o papel de amiga e ouvia tudo, comentando como Aline era maluca, e fazendo a própria se sentir satisfeita por isso.

Na realidade, eu não falei muito no decorrer do dia. Estava quieto. Quieto por pensar demais nas palavras de Isa.

“A Samara nunca vai fazer isso como eu”, repetia em minha mente.

Mas eu negava. Não queria que fosse como fazia com Isa. Mas sim, que fosse diferente. Que fosse especial. A nossa primeira vez, ou ao menos a dela. E como eu esperava pelo dia em que poderíamos avançar além dos beijos e abraços.

Já Samara não parecia ter esses tipos de pensamento. Sempre me freando quando uma mão encostava em algo além do permitido por ela.

Eu a amava, então aguentava, certo de que um dia isso ocorreria.

Queria passar algum tempo com ela, mas tive de ir mais cedo para casa pois minha mãe e Weverton haviam combinado de irmos todos juntos para um aniversário de um primo dele. Era uma oportunidade de nos aproximar mais da família dele.

Fomos bem arrumados, obviamente, e desfrutamos da festa.

Eu me sentia um tanto deslocado, porém conversava com os primos de Ezequiel. Com ele sempre ao meu lado. Num momento da noite, uma das primas, que parecia ser um pouco mais velha do que eu, tentou flertar comigo, dando indiretas, o que respondi mostrando a aliança de compromisso e dizendo que não podia. Ezequiel brincou, dizendo que eu já estava laçado.

Isa se mostrou bem animada, recebendo atenção de amigos e primos.

Após as uma da madrugada, nós voltamos para casa. O carro indo devagar, por conta de Werderson ter bebido um pouco na festa.

Ele disse que não ia trabalhar no dia seguinte devido ao cansaço da festa, e que iria descontar no banco de horas. Também que, se quiséssemos, poderíamos faltar à escola também, pois um dia não faria muita diferença. Eu estava cansado, então concordei.

Ezequiel comentou o quanto o pai pegava “leve” conosco, e Weverton respondeu com um “Deixa de choro, moleque”.

No carro, todos pareciam bem despertos, porém eu estava quase dormindo quando Ezequiel me cutucou, mostrando-me o celular.

— Saca só essa mina que eu peguei ontem.

Olhei, franzindo o cenho para a claridade da tela. E quando meus olhos se acostumaram com a luz, reconheci a foto de perfil de Aline no Instagram. Despertei no mesmo instante pela surpresa.

— Acho que já vi essa menina nas fotos do insta da Samara, né Anderson? — comentou Isa, debruçando-se sobre mim, que estava sentado no meio do banco de trás do carro

— Onde você conheceu ela? — perguntei, um tanto confuso e curioso.

— Mandei mensagem e ela respondeu — tirou do insta e entrou na galeria do celular — saca só o gemido — sussurrou me entregando fones, antes de dar o play no vídeo.

Ele havia gravado as costas e bunda dela por cima, enquanto a fodia de quatro. Não tinha nenhum desejo especial por Aline, porém não podia negar que não era excitante ver uma garota com quem sempre conversava naquela situação.

E o gemido era algo à parte, como uma nota melodiosa soando, após os repetidos sons de pancada das carnes se batendo, fazendo a percussão.

Compreendi então quem era o “boy” de quem ela tanto falava.

— Ela é amiga da Samara? — perguntou Ezequiel, aparentando surpresa. — É bem gostosinha. Acho que vou sair com ela mais algumas vezes.

— Cuidado que ela é bem desbocada. Pode acabar falando de ti para todo mundo — avisei, receoso que ele se envolvesse demais no meu ciclo de amizades da escola.

Ezequiel apenas deu de ombros.

— Falando de mim para as amigas, não vejo problema.

Chegamos em casa e as mulheres já foram tirando a roupa, respirando com mais liberdade, e então subiram para o banheiro. Assim como Ezequiel e Weverton, logo depois

Eu deitei no sofá e comecei a adormecer por lá, quando meu padrasto me chamou.

— Já vai dormir Anderson? — perguntou ele.

— Sim, porquê? — respondi, confuso.

— Você não precisa ir para a escola amanhã, nem a Isa. Que tal aproveitar a noite conosco? —

De repente, abri a boca, engolindo um pouco de ar.

— Se ele aguentar — Ezequiel riu.

— Não liga pra ele. Só tome um banho pra não levar a sujeira da rua para a cama. Mas antes, me faz um favor e leva o lixo para fora. Eu esqueci.

Fiz o que ele pediu e tomei um banho rápido, então fui até o quarto de casal.

Isa estava deitada de lado sobre a cama,
nua como veio ao mundo, encostada sobre o ombro de Weverton. Olhei no mesmo instante em que ela subia a cabeça, separando sua boca da pica negra que chupava, e beijando o padrasto. A mão dela sobre o pênis do homem, enquanto a dele escondia-se nas costas de minha irmã. Minha mãe estava em pé, ao lado do espelho, amarrando o cabelo, com os peitos soltos à vista de todos. Usava apenas uma calcinha fio dental que evidenciava sua bunda gostosa. Ezequiel, ao lado dela, mantinha uma mão em seu quadril, sorrindo enquanto conversavam.

Tanto Weverton quanto Ezequiel já estavam pelados, com seus membros à mostra, em estado desperto.

Quando surgi no quarto, minha mãe virou-se na minha direção e pareceu desconcertada. Olhou para Weverton por um momento e de novo para mim.

Não sabia o que ela iria falar, até que Ezequiel falou primeiro.

— Finalmente saiu do banheiro, né? Agora vamos logo começar com isso que eu tava querendo traçar essa bunda o dia inteiro? — deu um tapa na bunda dela, fazendo-a ter um tremelique.

Passou a outra mão por cima de sua calcinha, alisando-a em seu lugar mais sensível. Ela tentou tirar, mas não fez muito além de segurar o braço que a acariciava. Então se virou, e deixou-se ser beijada pelo enteado, que apertava sua grande bunda com ambas as mãos.

— Ainda tá de roupa? Por quê não tira logo? — disse Isa, engatinhando pela cama na minha direção.

— Ah, sim — Rapidamente retirei a camisa e a calça, sacando a cueca logo depois.

Já estava completamente ereto, vendo as duas naquela situação, e me aproximei da cama, sem saber direito o que fazer. Quando entrei no alcance de sua mão, Isa agarrou meu pênis, iniciando uma punheta.

— Vai ficar só olhando de novo, ou vai aproveitar? — provocou ela.

— Desencana e aproveita, Anderson. Temos a noite toda — disse meu padrasto, se posicionando atrás de Isa. Pondo as mãos em sua bunda redonda.

Ela olhou para trás com um sorriso brincalhão, abrindo a boca e soltando uma lufada de ar, enquanto ele a penetrava.

— Ah, papai. Como eu amo seu pau grosso! — disse ela num tom infantil.

— Cala a boca, putinha, e chupa teu irmão, que hoje tu vai ser arrombada até dizer chega. E tu tá esperando o que, Anderson? Enfia logo rola na boca dessa puta que é o que ela quer — disse meu padrasto, iniciando o vai e vem de quadris.

Isa levou meu pênis à boca, e sugou, sendo empurrada e puxada por Weverton no outro lado.

— Trata ela que nem puta, que ela gosta — disse-me ele.

Lembrei do banheiro, e segurei a cabeça de minha irmã com as duas mãos. Forçando meu membro por inteiro dentro de sua boca, e mantendo-o lá.

Isa apenas aceitou, alargando os olhos e fazendo caretas. Sugando como se quisesse arrancar-me o pênis à base do vácuo de sua boca.

Tudo o que eu ouvia dela naquele momento era o som sufocado de alguém tentando engolir algo. Seus braços e pernas estavam postos na cama, apoiando o corpo, preso entre nossos dois membros.

Weverton metia de forma ritmada. Parando após algumas estocadas e então retomando, puxando os quadris de Isa.

Senti que ia gozar e, para não correr o risco da noite terminar para mim antes de realmente começar, tirei meu pau da boca de Isa, que respirou profundamente, tentando recuperar o fôlego, gemendo por conta das estocadas.

— Boca gostosa da porra! — ouvi alguém dizer e olhei para o lado.

Ezequiel sentava na cadeira que ficava em frente a penteadeira do quarto, e minha mãe estava de joelhos, engolindo o grande cassete negro do enteado. Ela fazia caber tudo na boca, girando a cabeça levemente, na medida em que a afundava, fazendo o pau dele desaparecer dentro de seus lábios. Ezequiel segurava um de seus peitos com uma mão, levantando-o como se conferisse o peso de uma fruta no mercado.

— Se quiser a tua mãe, pode ir lá — afirmou Weverton, parando momentâneamente de meter em Isadora. — Elas são nossas, entendeu? Pode fazer o que quiser — disse, dando um tapa na bunda branca de Isadora, e retornando a maceta-la.

Isa, tão falastrona e metida, normalmente, naquele momento parecia apenas um brinquedo na mão dele. Empinando a bunda e apertando os dentes cada vez que era penetrada.

Olhei para eles e então para minha mãe e Ezequiel, decidindo deixar minha “cabacisse” de lado. Apertei as mãos num gesto para conter o nervosismo e fui até lá. Cheguei bem próximo dela e botei meu pau em seu rosto. Uma atitude que nunca havia pensado em fazer antes.

Minha mãe parou o boquete e olhou para mim, com cara de confusa.

Esfreguei novamente e ela afastou um pouco a cabeça.

— Para com isso Anderson — disse.

Ezequiel riu.

— Parece que ela não gosta muito de rola mais clarinha. Prefere preta, né Aurélia? — brincou, balançando o penis dele na direção do rosto dela, como se oferecesse.

— Bora logo, Aurélia. Tu já chupou essa rola, que todo mundo aqui sabe, e todo mundo aqui mora na mesma casa. Deixa de frescura e atende logo o rapaz. Isso já está me irritando — bradou Weverton num tom exasperado, embora sem necessariamente soar grosseiro. Ele tinha tirado o membro de dentro de Isa, que apenas nos olhava, sentada na cama.

— Mas Weverton, ele é meu filho — alegou ela.

— Meu também a partir do momento em que casamos. Assim como essa cadelinha do meu lado — botou uma mão na coxa de Isa, que não esboçou reação além de morder os lábios.

— Vai, não tem problema. O pobre Anderson deve tá cansado de ficar só na punheta — refletiu Ezequiel.

Minha mãe olhou para ele, fez uma expressão conflituosa e se virou para o meu pênis.

— Desculpa, Anderson. Não queria que você se envolvesse nisso — disse-me, antes de tomar-me em sua boca.

Chupou a cabeça, masturbando o resto. Então ficou deslizando os lábios, sugando enquanto ia e voltava.

Soltei um gemido, sentindo aquela boca trabalhando.

Embora tenha sido chupado por Isa várias vezes, e por minha mãe uma vez, nunca tinha ocorrido de eu receber boquete das duas no mesmo dia. Por isso nunca tive uma oportunidade tão boa de perceber a diferença entre elas.

Minha mãe usava muito bem a língua em comparação à Isa. Eu a sentia deslizando mais pelo meu membro, mostrando que tinha mais experiência em o que fazer para dar prazer a um homem. Porém, Isa compensava essa inexperiência com simples “vontade”. Quando chupava, ela parecia saborear mais cada pedaço do pênis, da glande aos testículos, como se adorasse o sabor.

Por isso Ezequiel havia dito que ela era a melhor do bairro.

Ele, aliás, se levantou da cadeira, ficando em pé do outro lado dela. Bateu sua pica em seu rosto, chamando sua atenção, e fazendo-a me soltar.

— Bora, vadia! Hora de mostrar pro teu filho como tu chupa dois paus — disse, já agarrando a cabeça dela e enfiando o grosso membro dentro de sua boca.

Minha mãe aguentou o pau dele roçar até a goela, com sons de engasgo. Quando pausou a chupada em Ezequiel, espuma branca escorria de sua boca, e ela logo virou a cabeça e abocanhou minha pica, com a boca completamente inundada pelo caudo de porra dele. Era incrível como aquilo parecia ter melhorado o que já era bom.

Ela pôs as mãos para cima. Cada uma sobre um dos pênis a sua disposição. Ficou masturbando um enquanto chupava outro, alternando. Embora eu percebesse que ela chupava o de Ezequiel por mais tempo do que o meu.

À medida que o fazia, a espuma em sua boca só aumentava, escorrendo pelo queixo. E eu olhava, hipnotizado e anestesiado pelo prazer, a visão da minha mãe: uma bela “milf” voluptuosa ajoelhada com as pernas abertas, chupando dois paus, com a espuma branca escorrendo de sua boca, completamente melada, e caindo sobre os peitos grandes e coxas fartas.

Eu estava no limite, querendo gozar, quando ela aparentemente percebeu isso, por conta da forma como eu tremia. Onde pouco antes recebia um grande prazer, sentia uma grande dor ao ter minha glande apertada com força, retardando o orgasmo.

Me debrucei para frente e afastei meu quadril.

— Desculpa, querido, foi reflexo. Sempre faço isso quando quero aproveitar mais — explicou-se ela, pondo uma mão na minha coxa, num gesto de remorso.

— Embora nunca faça em mim — gabou-se Ezequiel.

— Tudo bem. Só me avisa antes — disse eu, recuperando o fôlego.

— Acho que já chega de boquete para mim — afirmou Ezequiel, mandando minha mãe ficar em pé. — Dá um espaço aí pra gente, pai — pediu ele, olhando para Weverton, que naquele momento estava de joelhos sobre a cama, comendo Isa de lado, fazendo seus peitinhos balançarem com cada bombada.

Ele girou a minha irmã, pondo-a deitada de bruços do outro lado da cama, se apoiou na sua bunda grande e branca, abrindo-a, então enterrou a rola nela, até o talo. Isa mordeu os lábios e fechou os olhos, levantando a cabeça enquanto era penetrada.

Comigo ela era uma provocadora que parecia gostar quando me deixava excitado. E depois se divertia, me satisfazendo como queria. Com Ezequiel, era uma devassa, montando nele, como se estivesse num rodeio. Rindo de prazer a cada estocada. Todavia, com meu padrasto, ela parecia ser apenas uma sex doll. Sendo fodida como ele bem entendia. Aparentando gemer mais de dor do que de prazer. E depois chupando o pau dele, como agradecimento pela foda animalesca.

E era daquele jeito que ela aparentava estar, se contorcendo embaixo dele, sentindo o penis negro penetrar fundo em sua buceta de novinha.

Ezequiel e minha mãe, caso tenham sentido algo com isso, fosse excitação ou espanto, souberam muito bem não demonstrar. Apenas subiram na cama, junto deles, como se concentrados no próprio desejo.

Ela tirou a calcinha e já ia deitando e abrindo as pernas quando ele negou.

— Deita aqui, Anderson.

Eu fiz como ele disse, um tanto desconfiado.

— Agora é hora de você aprender quão bom é a sentada de uma coroa — afirmou.

— Que? Você quer que eu… — minha mãe dizia quando foi interrompida.

— Sim quero, e ele também, né Anderson?

Olhei para minha mãe, engoli em seco e então confirmei, silenciosamente. Ela olhou para o meu penis ereto, e então suspirou.

— Deus me perdoe — subiu em cima de mim, ajeitou meu membro entre suas pernas, e então desceu, imergindo-me dentro de sua carne.

Subiu e desceu os quadris lentamente, como se estivesse se acostumando com meu pênis. Quando na realidade, quem estava se acostumando era eu.

Diferente da vez com Isa no banheiro, eu não conseguia controlar a velocidade. Estava parado, apenas recebendo as ondas de prazer emanando do meu pau para o meu corpo, enquanto minha mãe acelerava seus movimentos.

Vendo sua figura subir e descer como uma deusa. Os peitos ao alcance de minhas mãos, enquanto os quadris pareciam ditar o movimento do restante do corpo. Eu os peguei, sentindo seu peso e maciez, como também os fluídos que haviam sido derramados no boquete a pouco. Deixando minhas mãos um tanto grudentas.

Ela ofegava, com uma leve respiração saindo de sua boca. Porém isso logo mudou.

Ezequiel se postou atrás dela. Sua sombra escondendo a luz que iluminava o quarto. Minha mãe parou de se mover.

— Ai, pera Ezequiel. Aí não, ah, porra! Hummm, caralho! — implorou, grunhindo de dor e trincando os dentes depois. Abaixando o corpo, apoiando seus peitos nos meus. E o rosto em carranca a apenas alguns centímetros acima da minha cabeça.

Ao mesmo tempo, senti algo invadindo o interior dela, tocando meu pênis de alguma forma.

— Que cu apertado — berrou Ezequiel, começando a estocar, agarrado aos quadris dela.

O corpo da minha mãe tremia e balançava, sendo penetrado com uma força que a fazia se roçar contra mim a cada vez que Ezequiel tirava e colocava dentro.

Ela fechava os olhos e agarrava as cobertas da cama, respirando com dificuldade. Isso enquanto ele puxava seu cabelo, amarrado para trás num rabo de cavalo. A fazendo erguer o busto, que balançava na minha frente para o prazer da minha vista.

Não aguentei só ver, e os agarrei, mamando-os enquanto tremiam. Não me importando de ainda estarem melados com baba de porra.

Tudo isso acontecia enquanto continuávamos conectados. E mesmo que não me movesse, ainda sentia sua vagina se contrair no meu membro, movendo-se de forma involuntária.

— Uhm, uhmm, porra! Soca… ah, ai… calma, vou gozaar… ah, ah — Tentou virar o rosto para Ezequiel, porém ele não deixou. Forçou sua cabeça para baixo, contra a minha.

— Sei que tu gosta de gozar beijando. Então beija teu filho, cachorra — mandou, socando mais rápido.

Ela mordeu os lábios, fechando os olhos e segurando um gemido abafado, então baixou o rosto e nossas bocas se grudaram. A língua dela me invadindo e procurando se enroscar em volta da minha. Possuía o mesmo sabor de porra que havia em seus peitos, porém potencializado por seu hálito quente. Porém eu já havia me acostumado àquele gosto, beijando Isa, e apenas aproveitei sua língua dotada de paixão e desejo provocados por Ezequiel, enquanto ela gozava.

Ezequiel enfiou tudo dentro e parou de se mover.

Minha mãe soltou um gemido esganiçado e abafado, sem tirar sua língua de dentro de minha boca. Sua buceta me apertou com tamanha força que pensei que ia estrangular meu membro. Tanto que não aguentei e gozei dentro dela. Despejando meu sêmen.

Paramos de nos beijar e ela escondeu o rosto sobre meu ombro, puxando ar. Meu pau amoleceu e então escorregou de dentro de sua buceta.

Ezequiel voltou a se mover, continuando a arrombar o cu da minha mãe.

Ela empinou a bunda, se debruçando sobre mim. Com os peitos suados se roçando no meu corpo, e as mãos agarradas aos meus ombros. Dava pra notar a bunda dela chacoalhando a cada metida.

Não resisti à expressão de dor e prazer que ela fazia ao ser enrabada, e procurei seus lábios, não sendo rejeitado dessa vez. Com beijos molhados intercalados. Muitos sendo rápidos, com nossas línguas apenas lambendo uma a outra, e outros, demorados, com ela me sugando com a pressão de um aspirador de pó.

Isso continuou até ouvir Ezequiel quase rosnar enquanto gozava, dando algumas últimas estocadas.

— Vou gozar, vadia. Sente minha porra no teu rabo gostoso — berrou.

Minha mãe ergueu o corpo para cima, apoiando as mãos no meu peito, abrindo a boca enquanto arfava devagar.

Ezequiel tirou seu pênis de dentro dela e deu mais um tapa naquela raba grande, e já um tanto roxa. Desceu da cama, andando em direção a porta do quarto.

— Vou pegar algo pra beber e já volto — avisou e saiu.

Continuei parado, extasiado pelo que tinha ocorrido. Minha mãe saiu de cima de mim, deitando ao meu lado, na beirada da cama. Com o corpo bem colado ao meu. O peito movendo-se com a respiração ofegante, assim como a minha estava.

— Gostou? — perguntou a mim, num sussurro rouco.

Olhei para os seus olhos castanho claro, e confirmei com a cabeça.

— Que bom.

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